terça-feira, 31 de outubro de 2006

Pirataria

A pirataria de software é um problema que afeta toda a indústria, incluindo revendedores (de atacado e varejo), fornecedores de suporte ao cliente e até os próprios usuários que compram cópias legítimas de seus programas.
Nos primórdios da informática, os programas eram gratuitos e livremente distribuídos, até porque havia poucos computadores e seu valor real estava no hardware, não no software. Mas, com a disseminação dos PCs e o crescimento da indústria de TI, o software passou a comercializado separadamente. A partir daí, seus desenvolvedores se viram obrigados a buscar mecanismos de proteção de propriedade intelectual – como direitos autorais (copyrights), proteção do código fonte dos programas, patentes etc. – para garantir suas vantagens competitivas.
Os softwares podem ser “proprietários” ou “livres”. A instalação e o uso de softwares proprietários (como o Windows e a maioria dos programas comerciais) são regidos pelos termos estabelecidos no contrato de licença - os programas geralmente não podem ser executados, copiados ou modificados sem autorização do seu desenvolvedor ou de quem quer que detenha os respectivos direitos autorais.
Você até pode criar uma cópia backup da mídia de instalação do Windows (para preservar o disco original, por exemplo) ou mesmo instalar o XP no seu PC a partir do CD de um amigo, desde que tenha sua própria chave de ativação, que vale apenas para uma instalação (a não ser na modalidade O&M, mas isso já é outra história). Já os softwares livres têm seu código aberto (open source) – como é o caso do Linux – e podem ser rodados, copiados, distribuídos ou mesmo modificados e aprimorado pelos usuários. Isso não implica em domínio público, mas em licenciamentos que, em maior ou menor grau, concedem ao usuário essas liberdades. O conceito do software livre se contrapõe ao do software proprietário, mas vale lembrar que nem todo software livre é gratuito e nem todo software gratuito é livre.
A Microsoft vem tentando coibir a pirataria de seus produtos mediante um processo de ativação, que verifica se a chave do produto não foi usada em desconformidade com a licença (é o contrato de licença que determina quantas cópias do programa podem ser instaladas). Essa chave (composta por uma seqüência de 25 dígitos alfanuméricos separados em blocos de 5 caracteres cada), inserida durante a instalação do sistema, é convertida em um número de identificação que, quando repassado para a Microsoft (pela Internet ou por telefone), gera um código destinado a desbloquear a instalação do programa naquela máquina específica. Vale lembrar que "ativar" um produto não é o mesmo que registrá-lo: enquanto a ativação é obrigatória (e completamente anônima), o registro é opcional.
Não é difícil cruzar – ainda que sem má-fé – a linha que separa o legal do ilegal... Claro que ninguém é ingênuo a ponto de considerar legal (no sentido de “dentro da lei”) a venda de programas comerciais por preços entre 10 e 50 reais – de acordo com o marreteiro e a cara do freguês.
O principal argumento de quem usa software pirata, via de regra, é o alto preço dos programas selados (que podem custar mais que o próprio computador - o AutoCad, por exemplo, custa cerca de R$10.000). Entretanto, para o usuário doméstico comum, há um vasto leque de opções gratuitas (e bastante satisfatórias) capazes de substituir "legalmente" muitos aplicativos caros e, portanto, inacessíveis ao bolso da maioria.
Existem bons substitutos do Word - e de outros aplicativos do MS Office - que você pode baixar, instalar e usar de graça. O mesmo se dá em relação a ferramentas antivírus, aplicativos de firewall, anti-spams e anti-spyware (alguns dos quais já mencionamos aqui no blog), programas para manipular fotos, videos, músicas, e até sistemas operacionais (como o Free Dos e diversas distribuições Linux, notadamente os excelentes Kurumim e Ubuntu, para uso doméstico).
Se você tem por hábito usar programas ilegais, é bom estar ciente das implicações e possíveis conseqüências dessa prática: aos olhos da Lei, piratatria de softwae é crime passível de multa e até de prisão.
Aliás, foi justamente devido ao fato de muitos usuários recorrerem à pirataria por simples desconhecimento (em vários sentidos), que nós resolvemos incluir na Coleção Guia Fácil Informática uma edição inteiramente dedicada ao freeware (ela ainda não está nas bancas, mas deve chegar antes da virada do ano).
Um abraço a todos e até amanhã.

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

Eleições e Desfragmentação dos Dados - Parte final

Findo o pleito e conhecido o futuro "novo" Presidente do Brasil (parabéns a seus eleitores e correligionários; aos demais, minha solidariedade), há que cessar a rivalidade e prevalecer o espírito de colaboração. O Brasil não é "da esquerda" ou "da direita", do PT ou do PSDB, mas de todos nós, e a todos nós interessa que a Nação seja bem administrada, com vistas a um futuro melhor.

Para desfragmentar os dados do seu HD com o programa nativo do Windows, assegure-se primeiro de ter cumprido todas as etapas sugeridas anteriormente (faxina geral, verificação e correção de erros).
Feito isso e reiniciado o computador, volte à tela das propriedades da sua unidade de disco, clique na aba Ferramentas e no botão Desfragmentar agora. Vá tomar mais um café, lavar o carro ou passear com a namorada, porque a coisa pode demorar. Evite usar o computador para outras tarefas enquanto esse processo estiver em curso; convém mesmo desconectar-se da internet e desabilitar temporariamente o firewall e o antivírus. Nas versões ME/98 do Windows, era recomendável rodar o defrag no modo seguro ou então fechar todos os processos (via Gerenciador de Tarefas), com exceção do EXPLORER e do SYSTRAY.
É óbvio que, devido à constante gravação e regravação de dados, o HD voltará inevitavelmente a ficar fragmentado, e o desempenho do sistema, comprometido (justamente por isso que a desfragmentação deve ficar para o final do trabalho). Mas você pode manter a coisa sob controle realizando essas tarefas periodicamente, e perderá bem menos tempo nas manutenções futuras (da primeiras vez, é comum levar horas nessa tarefa, especialmente quem usa a máquina há muito tempo e nunca se deu a esse trabalho).
A propósito, existem outros desfragmentadores mais eficientes que o defrag do Windows, dentre os quais o Perfect Disk (da Raxco), o SpeedDisk (da Symantec) e a ferramenta de desfragmentação do System Mechanic (da Iolo). Vale a pena conferir.

domingo, 29 de outubro de 2006

Microsoft aperta o cerco no combate à pirataria com dois novos recursos

Além de ser domingo, hoje é dia de eleição. Por conta disso, vou me limitar a uma rápida postagem e, depois, cumprir meu "dever cívico" - ainda que não com grande entusiasmo... enfim, "alea jacta est".
A quem interessar possa, o Internet Explorer 7, liberado para download na última semana, embute um componente do Windows Genuine Advantage (WGA) que checa se a cópia do sistema operacional do usuário é legítima. Já o pacote Office também deverá ser submetido a checagens atipirataria obrigatórias.
A Microsoft garante que essa validação será rápida e simples para o usuário: o OGA, atualmente em fase de testes e disponível em 26 línguas em todo o mundo - inclusive no Brasil - é um programa semelhante ao WGA (lançado em junho de 2005 para verificar se o Windows que o você utiliza é original).
No Windows Vista, a empresa integrou a checagem de autenticidade como parte do que chama de "Software Protection Platform". Apesar do sistema automático de validação, o usuário deverá ativar sua cópia do software com uma chave válida em 30 dias, ou o sistema funcionará com recursos limitados (por exemplo, você só poderá navegar na internet por uma hora; depois disso, o sistema irá desconectá-lo, e você terá de se autenticar novamente).
Para encerrar por hoje, sugiro a todos que votem conscientemente. Mais vale acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão.
Bom domingo - e que Deus nos ajude.

sábado, 28 de outubro de 2006

Estado de Espera x Hibernação

Em meados de setembro eu falei da susceptibilidade do PC a distúrbios da rede elétrica e sugeri aos leitores que se precavessem de diversas maneiras (com tomadas de três pontos devidamente aterradas, no-breaks, estabilizadores de tensão etc.). Em vista disso, não faria sentido revisitar o assunto neste post - até porque você pode ler (ou reler) aqueles conteúdos clicando no link "Setembro", do lado direito da página inicial aqui do site. Mas faço esta remissão por conta da dúvida de um visitante quanto à diferença entre os "estados de animação suspensa" (Stand-by e Hibernate) dos quais podemos nos valer para economizar energia elétrica e racionalizar o uso do computador.
Vale salientar que a maioria dos PCs de fabricação recente já suporta nativamente esses recursos, de maneira que basta você clicar com o botão direito do mouse num ponto vazio do Desktop, escolher Propriedades, clicar na aba Proteção de Tela e no botão "Energia" para explorar diversas opções de ajustes bastante interessantes.

O Modo de Espera é um estado de baixo consumo de energia, no qual alguns componentes do PC são desligados, mas o sistema e os programas em execução continuam carregados na RAM, que permanece energizada. Geralmente, é só dar um clique com o mouse ou pressionar uma tecla qualquer para "despertar" o Windows e continuar trabalhando normalmente com a máquina.
Já a Hibernação é um "sono" mais profundo - a RAM deixa de ser energizada após seu conteúdo ser transferido para o HD, e o computador é totalmente desligado (você pode até desconectá-lo da tomada). Sua grande vantagem sobre o desligamento consiste na possibilidade de se acessar o Windows bem mais rapidamente do que no boot convencional - a propósito, todos os programas e telas voltam da mesma maneira em que se encontravam quando o sistema "adormeceu", embora possam ocorrer alguns probleminhas - eu prefiro encerrar os aplicativos em execução sempre que vou comandar a hibernação.
Convém lembrar a todos que que esses estados podem ser induzidos manualmente, via Menu Iniciar e opções de desligamento (pressione a tecla SHIFT para que o botão "Em Espera" alterne para "Hibernar"), ou pré-configurados através da janela das propriedades de energia.

Pode-se ainda fazer ajustes específicos para que o monitor seja desligado após dez minutos de inatividade, e os discos rígidos, depois de meia hora, por exemplo.
Também é possível determinar que o sistema entre em espera em duas horas, e passe daí para a hibernação ao cabo de mais 60 minutos - também por exemplo, porque cada usuário pode (e deve) escolher os intervalos mais adequados às suas preferências ou necessidades.
Se você tiver qualquer dúvida, é só escrever.
Abraços a todos e até amanhã (dia de eleição - vote consciente!).

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Outlook Express - Controles de segurança (scripts, activeX) e bloqueio de remetentes

A despeito de havermos apresentado diversas informações sobre o Outlook Express (ou talvez por conta disso), alguns leitores postaram dúvidas sobre como tratar determinadas questões de segurança. Assim, vale dizer que, no Outlook Express, as zonas de segurança permitem ao usuário determinar se o conteúdo ativo (como scripts e controles ActiveX) pode ou não ser executado a partir de emails HTML. Você pode escolher um nível de segurança moderado, que permita a execução da maior parte do conteúdo ativo, ou um nível de segurança mais restritivo. Para fazer isso:

No menu Ferramentas, clique em Opções e, em seguida, clique na guia Segurança. Na seção Zonas de segurança, escolha uma zona de segurança do Internet Explorer. Feito isso, ajuste o nível de segurança - dessa e das demais zonas. Note ainda que as configurações de segurança feitas no Internet Explorer também se aplicam ao Outlook Express. Então, no menu Ferramentas do Internet Explorer, clique em Opções da Internet e ajuste as configurações na guia Segurança.
Também é possível controlar os e-mails e as mensagens de notícias recebidas no OE definindo níveis de segurança. Embora já tenhamos dito isso, vale repetir que, para bloquear mensagens de remetentes ou de domínios específicos (o domínio é o nome que aparece após o símbolo @ de um endereço de e-mail), você deve fazer o sequinte:

Na caixa de entrada de email ou na lista de mensagens de um grupo de notícias, selecione uma mensagem do remetente que você deseja bloquear e, no menu Mensagem, clique em Bloquear remetente. Para remover remetentes ou um domínios da lista de remetentes bloqueados, no menu Ferramentas, aponte para Regras para mensagens e clique em Lista de remetentes bloqueados. Selecione o remetente ou o domínio e clique em Remover.
Note que esse bloqueio se aplica a e-mails POP padrão, mas não a mensagens HTTP ou IMAP.

Aproveitando a oportunidade, vejamos como introduzir um hiperlink num e-mail. Hiperlinks, como você sabe, funcionam como "portas virtuais" que nos levam a outro lugar (ou abrem um novo espaço). Eles podem ser inseridos num texto, botão, palavrra etc. Para fazer isso:

Abra uma nova mensagem, escreva a palavra desejada, selecione-a (dê dois cliques rápidos sobre ela), vá até o menu Inserir e escolha a opção Hiperlink. Na próxima janela, escolha a opção desejada; as mais usadas são "mailto:" e "URL:". Para e-mail, selecione a opção "mailto:" e introduza o endereço desejado.
Assim, quando o destinatário clicar na palavra, o programa de e-mail (dele) será aberto com o endereço de e-mail já preenchido no campo "Para". Para URL, proceda do mesmo modo e, no espaço onde está escrito http://, coloque o endereço do site desejado. Isso remeterá o destinatário da mensagem para o site escolhido, ou seja, quando clicar na palavra, seu (dele) navegador se abrirá e carregará a página web em questão.

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Internet Explorer 7

Como eu costumo dizer, os pioneiros são reconhecidos pela flecha espetada no peito.
Foi descoberto um novo bug no IE 7 (lançado na semana passada); desta feita, uma falha através da qual os crackers podem desfechar ataques de phishing.
A consultoria Secunia divulgou ontem um alerta para esse fato, classificado-o como de baixo impacto, embora isso não afaste a possibilidade de pessoas mal intencionadas conseguiriam forjar pop-ups com mensagens maliciosas dentro do navegador mediante simples mudanças no URL, o que permite a reprodução de apenas uma parte da linha de endereço.
A Microsoft deve distribuir o Internet Explorer 7 como parte do seu próximo ciclo mensal de atualizações, marcado para o dia 14 de novembro (esperemos que com essa nova falha devidamente corrigida).

Fragmentação dos dados - continuação

Vamos agora dar prosseguimento às considerações que apresentamos dias atrás sobre o assunto em pauta. Todavia, convém você reler o post original (ou todos os conteúdos do título Desempenho e Manutenção e Fragmentação de Dados) antes de passar a esta continuação.

Em condições ideais, os arquivos deveriam ser armazenados em clusters contíguos e seqüenciais (um cluster corresponde à menor unidade de alocação de dados reconhecida pelo SO, e não pode conter mais do que um arquivo - embora um arquivo grande possa ser fragmentado e distribuído por diversos clusters).
Assim, como estamos constantemente criando, modificando e apagando arquivos enquanto usamos computador, lacunas surgem o tempo todo no HD, e o Windows tenta preenchê-las à medida que novos dados vão sendo gravados. Mas sempre que um novo arquivo não cabe inteiro no espaço deixado pela exclusão do anterior, ele é dividido em "fragmentos" e distribuído pelos próximos cluster livres, trilha adiante - tantos quantos necessários para abrigá-lo integralmente. Não é difícil concluir que quanto mais "espalhados" pelo disco estiverem os fragmentos de um arquivo, mais trabalhoso e demorado será o processo de "remontagem" na RAM, quando o arquivo em questão for novamente solicitado pelo usuário (isso vale tanto para dados como para programas).
Só que o próprio Windows conta com uma ferramenta capaz de reorganizar a bagunça que ele mesmo cria. O desfragmentador do disco, numa visão simplista, é um programinha que junta os pedaços dos diversos arquivos e, como num quebra-cabeças, tenta regravá-los todos em clusters adjacentes e consecutivos, de modo a otimizar o espaço e imprimir maior velocidade à leitura e gravação dos dados.
Na próxima postagem veremos como convocar essa ferramenta para concluir os procedimentos de manutenção.
Até lá.

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

Dúvidas cruéis...

Embora o post anterior tenha saído com data de ontem, o assunto é de hoje. A falha se deu porque eu salvei o conteúdo dentro do site como rascunho, ontem, para retrabalhá-lo e publicá-lo hoje, mas não atentei para a questão da data (agradeço ao meu amigo Georges por ter me chamado a atenção para o fato). Aliás, visitante assíduo é assim mesmo.
Por falar em visitantes, para aqueles que deixaram perguntas sobre o Outlook Express, sem prejuízo de eu ter inserido respostas nas postagens onde as dúvidas foram apresentadas, vale lembrar que o correio eletrônico foi objeto de diversas posts, seis dos quais sob o título Outlook Express (partes numeradas de 1 a 6 e publicadas do final de Setembro a meados de Outubro). Então, os interessados devem clicar no link "Setembro", na porção direita da janela principal aqui do blog, para ler a primeira matéria; e em "Outubro", para ler os conteúdos restantes.
Quem quiser pode também selecionar os textos e copiá-los no seu computador (num arquivo .txt ou .doc) ou simplesmente salvar a página (ou páginas) clicando no menu Arquivo do navegador e escolhendo a opção "Salvar como...". Sugiro escolher a opção "Arquivo da Web, arquivo simples (*.mht)" na caixa "salvar como tipo...".

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Agradecimentos e avisos aos navegantes...

Gente, antes de qualquer outra coisa eu gostaria de agradecer a todos pelos comentários (tanto aos visitantes tradicionais como aos novos) e dizer que suas dúvidas serão objeto de minha melhor atenção. Entretanto, não dá para assoviar e chupar cana ao mesmo tempo e talvez eu demore um pouco, mas tenciono responder a todas as perguntas formuladas. A propósito, algumas questões merecerão um conteúdo específico; outras serão respondidas dentro do próprio post onde o interessado deixou a dúvida. Assim, se você está aguardando uma resposta, sugiro que volte regularmente até a postagem em questão e clique no link COMMENTS, para ver se eu já não deixei a resposta por lá.
Hoje o dia está meio corrido, de modo que vou me limitar a transcrever aqui um alerta enviado para mim via e-mail - não sei dizer até que ponto a coisa funciona mesmo da maneira descrita, mas como cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém, convém ficar de olho aberto:
Se você está acostumado a realizar transações com cartões de débito automático, muito cuidado. Os meliantes sempre imaginam novas maneiras de nos enganar num momento de distração.
Ao efetuar um pagamento via débito automático, o operador passa o cartão, mas não registra o valor e pede que digitemos a senha na maquininha. Só que a gente não percebe que ele não digitou o valor da compra, e ao digitarmos nossa senha, ela aparecerá no display. O vendedor diz que houve um erro e pede outra vez o cartão, que passa novamente - mas desta vez registrando o valor. Aí pede que digitemos a senha outra vez.
Resultado: ele fica sabendo o número do cartão e a senha que a gente usa para validar o pagamento via débito automático. Com base nessas informações, os cartões são clonados e os bandidos fazem diversas compras até que a gente se dê conta e bloqueie o uso do cartão.
Preste muita atenção ao passar o cartão débito e não digite a senha sem antes conferir o valor da compra que deve aparecer no display da maquininha.
Repasse esta informação para seus amigos e tome muito cuidado.

Só para esclarecer...

Eu já expliquei como acessar conteúdos antigos e postar comentários aqui no blog. Entretanto, alguns visitantes continuam expondo suas dificuldades por e-mail. Claro que meu endereço está aí para isso mesmo, mas há pessoas que me escrevem diretamente porque ainda não entenderam como se fazê-lo aqui no site. Então, vamos rever o roteiro (com a devida compreensão dos usuários mais familiarizados):
A página inicial do blog exibe posts dos últimos sete dias, mas se você clicar no mês, logo abaixo, terá acesso a todos os conteúdos do mês em questão (Outubro ou Setembro, conforme o caso).
Quanto a inserir comentários, nada mais simples: sob cada post existe a palavra COMMENTS precedida de um número (de comentários já existentes). Clique nessa palavra para abrir a telinha onde você pode deixar o seu recado. Se você não é registrado no Blogger e nem tem cadastro no Google, marque a opção "outro" e escreva seu nome no campo correspondente, ou escolha "anônimo", se não quiser se identificar. Aí é só clicar no botão azul "Efetuar login e publicar".
Mais uma coisinha: sempre que você comentar uma postagem, volte ao blog posteriormente e consulte os demais comentários dessa postagem. Quando uma dúvida não justifica a elaboração de um conteúdo específico, costumo esclarecê-la através de um comentário que eu mesmo insiro no post.
Combinado?

Spywares e anti-spywares

Programinhas espiões pululam na Web, ávidos por infectar seu sistema. Inicialmente, eles agiam através de módulos embutidos em softwares aparentemente legítimos (geralmente freewares - aqueles programinhas que você baixa de graça pela internet ou instala a partir de CDs que vêm com revistinhas de informática) e passavam a monitorar seus hábitos de navegação: você baixava um joguinho ou instalava um player de música qualquer e levava de brinde um spyware (que, se identificado e removido por uma ferramenta de segurança, geralmente tornava o software "hospedeiro" inoperante, ou seja, o "programa legítimo" também deixava de funcionar).
Mas essa praga evoluiu e se aprimorou, buscando novas maneiras de acampar no seu PC (anexos de e-mails ou links suspeitos, navegação em sites inseguros, downloads de programas, brechas no navegador e outras mais). E além de monitorar suas preferências na Web - para personalizar banners e janelas pop-up com publicidade compatível com seus interesses - os spywares não raro seqüestram o navegador, redirecionam páginas para sites pornográficos ou inseguros e vasculham sua máquina à cata de informações pessoais confidenciais.
O keylogger, por exemplo, é uma modalidade de spyware que registra tudo que o internauta digita enquanto usa o computador e, depois, envia essas informaçoes via NET para os scammers, que assim obtêm as senhas bancárias e os números de cartões de crédito dos internautas.
Conhecer o modus operandi do inimigo é uma maneira eficaz de você tentar neutralizá-lo. Por isso, antes de clicar num link de um e-mail, passe o mouse sobre ele e verifique o URL completo na barra de status do seu software de e-mail. Além disso, nunca abra anexos potencialmente perigosos, mesmo que venham junto com mensagens de remetentes conhecidos (verifique-os com seu antivírus ou entre em contato com seu amigo para saber se foi mesmo ele que os enviou; na dúvida, apague-os imediatamente, inclusive da lixeira ou da pasta de mensagens excluídas). Evite instalar programas sem obter previamente alguma referência em sites, revistas ou jornais e mantenha seu sistema e software antivírus/anti-spyware atualizados e bem configurados.
Há diversas opções de anti-spywares de varejo e freewares. Os melhores são os pagos, que geralmente oferecem a tal proteção em tempo real que já comentamos linhas atrás. O Webroot Spy Sweeper e o PC Tools Spyware Doctor são bem conceituados em sites especializados em segurança virtual (tanto um como o outro custam 30 dólares e podem ser avaliados e descarregados em http://www.webroot.com/ e www.pctools.com/spyware-doctor, respectivamente).O Spybot Search & Destroy e o Ad-Aware são ferramentas gratuitas para uso pessoal. O primeiro oferece o recurso da imunização (algo semelhante a uma proteção elementar em tempo real), ao passo que o segundo costuma ser mais competente nas varreduras e remoções. Na dúvida, fique com os dois.
Informe-se melhor sobre esses programas na sua página de downloads preferida (eu sugiro o Superdownloads - http://superdownloads.uol.com.br/). Caso seu Windows seja legítimo, baixe com o Windows Defender, da Microsoft (que também oferece proteção em tempo real, atualizações via Windows Update e uma porção de recursos adicionais).
Até a próxima.

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

E-Mails - Cópia oculta e outras sutilezas

Lembro-me de já ter mencionado, numa das (diversas) postagens sobre o Outlook Express, que é sempre preferível usar a cópia oculta na hora de enviar mensagens para múltiplos destinatários. Com isso, você estará resguardando a privacidade dos seus contatos, evitando respostas em massa que só interessam ao remetente (a gente já discutiu isso) e minimizando o problema do SPAM. Então, sempre que for enviar ou reencaminhar uma mensagem (daquelas que já passaram por uma porção de gente), entre com os endereços dos destinatários no campo CCO. Se você usa o Outlook Express e esse campo não aparece na janelinha das suas novas mensagens, clique em Exibir e marque a opção Todos os Cabeçalhos. Daí em diante, a menos que você esteja escrevendo para um único contato, insira os endereços nesse novo campo, e cada pessoa receberá sua cópia exclusiva, mas não tomará conhecimento dos demais destinatários.
A propósito: sempre que reencaminhar mensagens, exclua tudo que não for pertinente - cabeçalhos, dados de outros remetentes/destinatários, mensagens anteriores etc. - e elimine aquela profusão de ">>>>>>" incomodativos (numa próxima oportunidade eu vou apresentar uma dica de como configurar o Outlook Express para fazer isso automaticamente).
Até mais.

Restauração do Sistema no Windows XP

Este assunto já foi mencionado de passagem, mas acabou suscitando dúvidas que vamos agora esclarecer. Antes, porém, vou apresentar alguns detalhes dessa ferramenta (introduzida ainda na versão ME do Windows - que não "decolou", embora apresentasse nítidas vantagens em relação ao 98SE, que conta até hoje com inúmeros admiradores):
A restauração do sistema cria backups regulares ou sempre que novos aplicativos, drivers ou atualizações do Windows são instalados. Em outras palavras, o próprio Windows se encarrega de fazer automaticamente cópias de segurança de seus arquivos essenciais, para utilizar em caso de erros ou desconfigurações que venham a comprometer seu funcionamento. A quantidade de pontos criados depende do uso do computador, do espaço livre no disco rígido e da quantidade alocada para armazenar as informações respectivas (por padrão, 12% HD é reservado para essa finalidade, mas isso nos parece um exagero, considerando o tamanho dos drives atuais).
Para modificar essas configurações, abra a tela das Propriedades do Sistema (via Painel de Controle) e clique na aba Restauração do Sistema. Ness janela você pode desativar o serviço (mas só o faça em caso de real necessidade) marcando a caixa de verificação correspondente. Se selecionar sua unidade e clicar no botão "Configurações", poderá usar a barra deslizante para ajustar a quantidade de espaço alocado pelo serviço.
Só para relembrar: quando você remove os pontos de restuarção via ferramenta de limpeza do disco, o Windows XP mantém o último ponto criado. Já no Millennium, a coisa é um pouco diferente, mas eu só vou entrar nesse assunto se alguém realmente se interessar.
Para usar a restauração do sistema, clique em Iniciar, Todos os Programas, Acessórios, Ferramentas do Sistema e Restuaração do sistema. A tela inicial oferece duas possibilidades: restaurar o computador mais cedo (parabéns ao pessoal da Microsoft que fez a tradução do programa) ou Criar um ponto de restauração.
Escolhida a primeira opção, clique em "Avançar" e veja o calendário com algumas datas em negrito. Clicando numa dessas datas, você terá, do lado direito da tela, a relação dos pontos de restauração disponíveis e a descrição de cada um deles (hora e motivo pelo qual o ponto foi criado). Sendo necessário, escolha o ponto desejado e clique em "Avançar", e o Windows irá tentar reverter à configuração correspondente à data e hora em que o ponto foi criado (voce será notificado do resultado - se não ficar satisfeito, pode escolher outro ponto e repetir o processo).
Observação: Todas as restaurações bem sucedidas são reversíveis. Entretanto, quaisquer programas instalados depois da criação de um ponto de restauração poderão deixar de funcionar, ou mesmo ser removidos automaticamente, como parte do processo. Os arquivos de dados não serão perdidos, mas você não poderá acessá-los sem antes reinstalar os aplicativos a eles associados. Note ainda que a restauração do sistema não substitui o processo convencional de desinstalação de softwares (para remover um aplicativo do seu seu sistema, use o desinstalador do próprio programa ou clique em Painel de Controle / Adicionar ou Remover programas e faça a remoção da maneira correta - já falamos sobre isso, dias atrás).
Escolhendo a segunda opção, você poderá criar manualmente seus pontos de restauração (convém fazê-lo, por garantia, sempre que instalar um driver ou um aplicativo, por exemplo, ou quando você for rodar uma ferramenta de limpeza do registro). Basta dar um nome ("limpeza do registro", por exemplo) e clicar na opção "Criar"; em poucos segundos o Assitente lhe dará conta do resultado e apresentará informações do novo ponto criado.
Até a próxima.

domingo, 22 de outubro de 2006

Sutilezas do HD

Foi só a gente falar que o HD influencia o desempenho global do PC para receber um par de e-mails solicitando informações adicionais. E como a questão é de interesse geral, a despeito de eu ter encaminhado respostas diretamente aos interessados, vou sintetizar nesta postagem dominical algumas considerações e dicas.
Sempre que escrevo sobre hardware em publicações direcionadas a um público leigo ou iniciante, costumo comparar o sistema computacional (não confundir com "sistema operacional") a uma orquestra, onde o processador faz as vezes do maestro. Uma orquestra medíocre dificilmente irá proporcionar uma boa apresentação, ainda que conte com um maestro de primeiro time, ao passo que músicos de alto gabarito poderão "compensar" as deficiências de um regente chinfrim.

Assim, ao escolher um computador, privilegie sempre uma configuração equilibrada. CPUs (processadores) de primeira linha custam caro, mas só são capazes de mostrar todo o seu "pode de fogo" quando auxiliadas por uma placa-mãe de boa estirpe, um subsistema de memórias compatível e um HD responsável. Desconfie de máquinas "Pentium4" muito baratas: só o chip, se de última geração, custa mais de 1.000 Reais (se o PC completo, incluindo sistema operacional e monitor de vídeo, estiver sendo vendido por, digamos, uns 1.500 Reais, algo deve estar errado).
Voltando agora ao HD, vale lembrar que, como todos os demais componentes, ele também apresenta diversas especificações importantes. A primeira delas a ser avaliada é a rotação (que geralmente vai de 5.400 a 10.000 ou mais RPM) - via de regra, quanto maior a rotação, tanto melhor será o desempenho.
Da mesma forma o processador, o HD utiliza um buffer (cache de memória). Também nesse caso, quanto maior, melhor (um disco rígido com buffer de memória de 8 MB será sempre preferível a outro de 2 MB, por exemplo). E embora esse quesito não seja crucial em aplicações menos exigentes, quase ninguém, hoje em dia, usa o computador apenas para redigir documentos de texto.
O "tempo de acesso" da unidade de disco remete à velocidade com que o drive é capaz de localizar os arquivos armazenados - nesse caso, quanto menor for o tempo, melhor será o desempenho (e menor a possibilidade de o HD criar um gargalo no sistema).

Já a taxa de transferência externa (quantidade de dados que passam pelo barramento) é igualmente importante, mas nem sempre fácil de avaliar, até porque os fabricantes não apresentam esses valores de forma padronizada.
Temperatura máxima operacional, nível de ruído e consumo de energia são grandezas relevantes, mas igualmente difíceis de avaliar, especialmente por usuários domésticos menos iniciados nos "segredos" do hardware.

Em face do exposto, a sugestão é escolher um HD de fabricantes conhecidos e renomados (Iomega, Maxtron, Samsung e Seagate são bons exemplos), com fartura de espaço (preferencialmente acima dos 100 GB) e alta velocidade - fatores que não garantem, mas pelo menos indicam melhor desempenho.
Bom domingo a todos.

sábado, 21 de outubro de 2006

Fragmentação dos dados - Primeira parte

Para completar a faxina que iniciamos nas postagens anteriores, falta fazer a desfragmentação do HD. Esse procedimento é simples e exige uns poucos cliques do mouse (e uma boa dose de paciência, especialmente se você nunca rodou ou raramente roda o defrag). Note que a fragmentação não é exatamente um problema, mas uma decorrência natural da forma como o Windows gerencia o espaço no disco. Todavia, quando se torna excessiva, ela deixa o HD mais ou menos como um quarto de adolescente em dia de folga da faxineira, e acaba degradando o desempenho do sistema. Vejamos, ainda que em rápidas pinceladas, por que isso acontece:
O disco rígido (ou HD, ou Winchester), a despeito de ser tratado com descaso por muita gente que se atém apenas ao seu "tamanho", é um dos grandes responsáveis pela performance do computador. Aliás, não seria incorreto a gente se referir a ele como "memória", já que esse termo remete a qualquer meio destinado ao armazenamento de dados. A questão é que o PC utiliza diversas memórias (de tipos, tecnologias e aplicações distintas), dentre as quais a RAM (memória física) e o HD (memória de massa)... Vejamos isso melhor:
A RAM é um tipo de memória volátil e de acesso aleatório. Volátil, porque perde os dados quando o PC é desligado; de acesso aleatório, porque as informações podem ser lidas e gravadas a partir de qualquer de seus endereços - o que a torna especialmente veloz (se comparada ao HD), e faz dela a principal ferramenta de trabalho do processador (que, como todos sabemos, é o cérebro do computador).
É na RAM que são carregados e manipulados todos os programas e dados - desde o sistema operacional e os demais aplicativos, até um simples documento de texto como este que eu estou redigindo agora. Claro que o sistema o os programas não são carregados inteiros - ou não haveria espaço que chegasse -, mas divididos, conforme suas características, em páginas (pedaços do mesmo tamanho) ou segmentos (pedaços de tamanhos diferentes) que são remetidos para a RAM conforme sejam requisitados pelo processador.
O HD, por sua vez, faz o papel de "memória de massa" do sistema. Apesar de ser milhares de vezes mais lento que a RAM - do ponto de vista da leitura, escrita e transferência de dados - ele grava as informações de maneira "persistente" (não confundir com "permanente"). Assim, os arquivos são preservados depois que desligamos o computador e novamente carregados para a RAM, via programa de boot, quando reiniciamos a máquina.
Por hoje, chega. Enquanto você digere essas informações, eu vou cuidar de outros assuntos e preparar a próxima postagem.
Bom sábado a todos.

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

De arrepiar os cabelos...

A criminalidade virtual está cada vez mais preocupante.
Confira alguns indicadores da insegurança na Web (relativos ao primeiro semestre deste ano):

86% dos ataques virtuais foram desfechados contra computadores domésticos;
81% foi o crescimento do phishing scam (155.477 mensagens falsas registradas);
54% dos e-mails que trafegaram pela internet, nesse período, era spam ou lixo virtual assemelhado;
4,6 milhões de computadores foram invadidos por crackers, o que corresponde a quase 58 mil vítimas por dia.

O Mozilla Firefox superou o Internet Explorer em número de brechas documentadas (foram 47 a 38), mas o navegador da Microsoft levou mais tempo para receber as correções, ficando vulnerável, em média, por nove dias.

Desempenho e Manutenção - Depois da faxina...

Concluída a remoção dos arquivos inúteis e/ou desnecessários (objeto do post anterior sobre esse tema), o próximo passo consiste em varrer o disco (visando localizar e corrigir possíveis erros) e desfragmentar os arquivos.
Usuários das versões ME e anteriores do Windows conhecem de longa data o Scandisk (até porque essa ferramenta entra automaticamente em ação sempre que o sistema trava ou é encerrado incorretamente). Já o XP, ao invés desse recurso, oferece o chkdsk (como o velho DOS, para quem ainda se lembra), que pode ser convocado pelo prompt de comando ou via Iniciar, Executar (digite "chkdsk /f", sem as aspas - o " /f" comanda a correção dos erros; sem esse parâmetro, a ferramenta irá analisar a unidade lógica, mas não irá fazer quaisquer correções). Entretanto, o resultado será o mesmo se você clicar com o botão direito do mouse sobre a unidade de disco desejada, escolher Propriedades, aba Ferramentas, Verificação de Erros, Verificar agora...
Observação: Recomendamos marcar as duas opções (Corrigir erros... / Procurar setores...) e, depois, clicar em "Sim" na caixa de diálogo que pergunta se você deseja agendar uma verificação para o próximo boot (será preciso reiniciar o computador porque o chkdsk requer acesso exclusivo à unidade de sistema, e deve ser executado antes que o Windows seja carregado). Feito isso, vá tomar um café, comer um sanduíche, dar banho no cachorro, telefonar para a namorada, enfim... O troço pode demorar de muitos minutos a algumas horas, conforme os recursos da sua máquina e as condições da sua unidade de disco.
Se você realizar essas tarefas regularmente (uma ou duas vezes por mês, de acordo com o uso do computador), as próximas verificações serão bem mais rápidas.
Importante: Serviços de manutenção deverão ser realizados preferencialmente quando você dispuser de tempo (e paciência), já que não é aconselhável interromper esses processos. Às vezes você pode até pensar que o computador parou de responder; mas observe a luzinha do HD: se ela estiver piscando, deixe o barco correr.
Na próxima etapa a gente volta com a desfragmentação dos dados. Até lá.

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

Internet Explorer 7

O Internet Explorer 7 já está disponível para download. Os interessados precisam ter o Windows XP Service Pack 2, XP Professional x64 ou o Windows 2003 Server.
Por enquanto, o programa só está disponível em inglês, mas a Microsoft promete liberar versões em outros idiomas já nas próximas semanas, bem como disponibilizar esse recente lançamento no pacote de atualizações automáticas do Windows.
O Internet Explorer 7 é mais seguro que o seu antecessor, o IE6 (embora já se falem em brechas). Até que o programa seja oferecido via Windows Update, quem quiser deverá baixar e instalá-lo manualmente, o que torna possível a reversão para o antigo (em Painel de Controle/Adicionar ou Remover Programas).
Segundo os analistas, quem já usava a versão beta 2 ou a RC1 do IE7 não irá notar grandes diferenças no layout do browser.
Download em http://www.microsoft.com/windows/ie/default.mspx?mg_ID=10010

Barbas de molho...

Os hackers estão desenvolvendo um novo programa capaz driblar alguns softwares antivírus. Chamado VoMM (do inglês eVade o’Matic Module), esse programa utiliza uma variedade de técnicas que modificam o código malicioso - para deixá-lo irreconhecível a alguns tipos de antivírus - e criam novas versões da praga, que atacam o browser quando o usuário acessa um site criado pelo hacker. Os antivírus baseados em assinatura analisam os vírus comuns e criam uma marca que permite a identificação de códigos maliciosos. Com a adição de novos componentes no código, como espaços e nomes variados que não são incluídos em assinaturas conhecidas, o VoMM cria os meios necessários para enganar o antivírus. Durma-se com um barulho desses!

CDs e DVDs - Sobre a "salada" de formatos das mídias...

Complementando o que já foi dito sobre esse assunto (em especial por conta da solicitação do meu querido amigo Georges - um abraço, compadre), veremos agora, ainda que em rápidas pinceladas, a tal salada de formatos:

O DVD-RAM é um disco regravável disponível em diversas capacidades (de 2,6 a 9,4 GB), mas sua utilização requer drives que suportem essa tecnologia específica - incompatível com a maioria dos DVD players comerciais. Sua principal vantagem sobre o DVD-RW consiste na durabilidade (estima-se algo em torno de 100.000 regravações do DVD-RAM, contra "apenas" 1000 do DVD-RW).
O DVD-R "equivale" ao CD-R, ou seja, pode ser gravado uma única vez (mas oferece 4,7 GB de capacidade). Com a exceção de aparelhos muito antigos, a maioria dos DVD players suporta esse formato (como também os drives DVD-RAM e DVD+R), razão pela qual a opção é adequada para você gravar seus próprios filmes.
O DVD-RW corresponde à versão regravável do DVD-R, cuja gravação requer um gravador que o suporte (e que normalmente grava também mídias DVD-R, CD-R e CD-RW). A mídia pode ser tocada em players comerciais recentes, desde que o disco esteja finalizado (note que quando um disco regravável é "finalizado", só é possível gravar novos dados depois de uma formatação completa).
O DVD+R também oferece 4,7 GB e serve para gravar filmes que você quer assistir no PC ou em players domésticos. Na prática, a diferença fica por conta do desempenho: discos DVD+R são lidos mais rapidamente do que discos DVD-R, embora o usuário só perceba isso em backups de dados (com filmes, o desempenho é o mesmo).

Existem gravadores que manipulam esses dois tipos de mídia (gravadores DVD±R), mas convém prestar muita atenção na hora de comprar seus discos, especialmente se o seu drive for antigo.
Já o DVD+RW é a versão regravável do DVD+R, e tudo o que foi dito daquele vale também para este. Via de regra, gravadores DVD+RW conseguem ler (mas não gravar) discos DVD-RW e vice-versa, embora drives de "última geração" sejam capazes de manipular ambos os formatos. Note que somente players modernos (DVD±RW) conseguem exibir os filmes gravados nesse tipo de mídia; então, na hora de comprar seus discos virgens, esquadrinhe as especificações técnicas que vêm impressas no rótulo ou, no caso de mídias por atacado (aqueles famosos "tubos"), informe-se direitinho com o vendedor.


EM TEMPO: Andei inserindo eu mesmo, nas últimas postagens, comentários remetendo a diversas questões que alguns visitantes deixaram por lá. Caso você tenha postado uma dúvida e não tenha visto qualquer menção a ela nas matérias posteriores, convém ir até lá conferir. E se eu deixei alguma coisa "passar batida", é só perguntar de novo.
Volto a lembrar que questões personalíssimas - que não são, portanto, de interesse geral - podem ser tratadas via e-mail (informe um endereço válido quando postar o seu comentário ou, se preferir, acesse o meu perfil e clique no link "Email", para me enviar uma mensagem).


quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Dúvidas e mais dúvidas

Reporto-me rapidamente a duas das quatro perguntas formuladas pelos visitantes nos cinco comentários oferecidos à minha última postagem:
1) A mensagem de acesso negado a determinados arquivos significa que eles estão sendo usados pelo sistema ou por outro programa em execução - conforme eu antecipei que poderia acontecer, quando disse que talvez não fosse possível apagar alguns temporários sem reiniciar o Windows no modo de segurança.
A propósito: antes de fazer essa faxina, convém você encerrar todos os aplicativos, desconectar-se da internet e fechar o módulo de proteção em tempo real do seu programa antivírus).
2) O conteúdo da pasta "Cookies" é apagado quando assim o determinamos via Internet Explorer/Ferramentas/Opções da Internet/Excluir cookies. Normalmente sobra apenas o arquivo "Index.dat", embora possa haver outros rebeldes - vide resposta anterior - situação em que, aliás, talvez seja melhor deixá-los lá, até porque, se você apagou centenas - ou milhares - de temporários, não serão três ou quatro arquivos remanescentes que irão comprometer o sucesso da sua faxina, não é mesmo?
As demais perguntas envolvem situações personalíssimas. Eu até poderia tentar respondê-las (embora minha bola de cristal ande meio turva), mas prefiro fazê-lo diretamente aos interessados. Assim, peço-lhes (a esses e a todos que me submeterem problemas específicos de seus respectivos sistemas) que informem um e-mail de contato para eu lhes enviar a resposta diretamente ou solicitar informações complementares que me permitam uma avaliação mais consistente do problema. Combinado?

Desempenho e Manutenção - Segunda parte

Retomando agora o assunto em pauta, vamos complementar as informações apresentadas na postagem inicial e aproveitar o embalo para satisfazer a curiosidade de alguns visitantes sobre questões inerentes aos aspectos abordados.
Inicialmente, temos que uma faxina em regra no disco vai bem além de simplesmente executar a ferramenta "Limpeza do disco..." - recurso bastante limitado, cuja utilização a gente recomendou no post retrocitado. Quem realmente quiser fazer um trabalho completo (e com isso obter resultados mais significativos) deve começar excluindo tudo que for inútil ou dispensável: sabe aquelas toneladas de MP3 e fotos que você já gravou em CD; aquele filme que baixou, gravou e até já assistiu no Player da sala; aquela profusão de games e programinhas "inutilitários" que você instalou do CD que veio numa revista - ou que baixou pela internet simplesmente porque eram freewares (gratuitos)? Vassoura neles!
Mas é bom tomar cuidado. Se a instalação de softwares é um procedimento simples, até porque a maioria dos programas atuais já conta com um instalador e a coisa toda transcorre de maneira quase automática (basta você inserir a mídia no drive e dar uns poucos clique com o mouse), a remoção de programas é uma história bem diferente. Arquivos comuns podem ser simplesmente apagados, mas aplicativos devem ser removidos pelo desinstalador apropriado ou via "Adicionar ou Remover programas", no Painel de Controle.

A propósito, se você tentar desinstalar um software e o desinstalador se recusar a funcionar, é provável que alguns arquivos associados ao programa estejam corrompidos - ou já tenham sido removidos. Nesse caso, a dica é reinstalar o programa nos moldes originais e, em seguida, comandar novamente a sua desinstalação.
Depois de desinstalar os programas desnecessários e remover toda aquela lixaria a que já nos referimos, reinicie o computador e faça uma busca manual à cata de prováveis resíduos - veja se alguma pasta referente ao aplicativo removido continua figurando em C:\Arquivos de Programas (ou utilize o comando Pesquisar, no Menu Iniciar, e comande a busca por aí). Mande tudo isso para a lixeira.
Arquivos temporários, temporários de internet, cookies, controles Active X e outras tranqueiras assemelhadas também devem ser eliminados regularmente, porque ocupam espaço desnecessário e não têm utilidade alguma - se e quando o sistema precisar deles, ele voltará a criá-los ou descarregá-los.

Abra o Internet Explorer, clique no menu Ferramentas, escolha Opções de Internet e, na aba Geral, clique em Excluir Cookies, Excluir Arquivos (marque a caixa Excluir todo o Conteúdo Offline) e em Limpar Histórico.
Aproveite para apagar outros arquivos desnecessários - geralmente aqueles com extensões TMP, OLD, BAK, CHK, por exemplo, ou que comecem por til (~), interrogação (?) ou cifrão ($) podem ser eliminados sem qualquer problema.
Por garantia, abra a pasta Meu Computador, expanda a unidade de sistema e a pasta Windows. Feito isso, localize (e esvazie) as pastas Temp e Prefetch. Depois, vá até C:\Documents and Settings\nome do usuário\Configurações Locais e apague o conteúdo das pastas Temp, Histórico e Temporary Internet Files.

Se quiser fazer uma faxina ainda mais abrangente nos arquivos temporários, clique em Iniciar, Executar e digite "%TEMP%" (sem as aspas). Na pasta que se abre em seguida, selecione e delete todo o conteúdo, lembrando que alguns arquivos podem se recusar a ir embora, porque estão sendo utilizados pelo sistema operacional ou por algum outro programa. Nesse caso, deixe-os lá - talvez você só consiga removê-los reiniciando o computador no Modo de Segurança, mas eu acho melhor você não ir com muita sede ao pote. Aliás, sempre que você se sentir inseguro em relação à remoção de arquivos, mantenha-os na lixeira (ou num dispositivo de memória removível) até ter certeza de que nenhum deles irá lhe fazer falta, e só então apague-os definitivamente.
Cumpridas essas etapas, volte até a pasta Meu Computador, torne a clicar com o botão direito do mouse na sua unidade de sistema (geralmente C:), escolha Propriedades, clique na aba Geral e execute novamente o comando Limpeza do disco... OK e aguarde a conclusão da faxina.
Voltaremos amanhã - ou a qualquer momento, em edição extraordinária - para detalhar a história da restauração do sistema e dos arquivos duplicados (atendendo aos pedidos de alguns visitantes) e comentar os demais procedimentos que visam aprimorar o desempenho do seu computador.
Até lá.

P.S. Se você tiver alguma dúvida ou se quiser obter esclarecimentos adicionais sobre o assunto em questão, deixe seu comentário.

Dúvidas... (4) - CDs/DVDs

Até meados da década passada, o (hoje) prosaico disquete de 1. 44 MB reinava praticamente absoluto como opção de mídia removível para armazenamento e transporte de dados, até que um dia o CD-ROM, desenvolvido originalmente com vistas ao mercado fonográfico, despontou como seu sucessor natural, especialmente por conta da durabilidade e maior capacidade de armazenamento de dados.
Não demorou para novas tecnologias permitirem a "gravação caseira" de CDs graváveis (Recordables), nos quais uma camada de material fotossensível é queimada pelo laser para simular os picos e vales que, na mídia prensada, representam os bits zero e um dos arquivos digitais). Daí para o advento dos CDs - e, mais adiante, DVDs - reagraváveis (re-recordables) foi um passo (nesse caso, a camada fotossensível não é queimada de maneira indelével, mas sim reversível, podendo passar do estado "liso" para o "rugoso", e vice-versa, muitas e muitas vezes). Alias, o DVD oferece recursos de áudio e vídeo superiores aos de quaisquer outros meios até então utilizados e, hoje em dia, devido à sua respeitável capacidade de armazenamento e rapidez no acesso às informações, vem ocupando o lugar do CD como opção de mídia para tarefas de backup ou armazenamento/ transporte de arquivos volumosos (como muitos dos sistemas e programas atuais).
A título de curiosidade, o primeiro DVD gravável foi lançado pela Pioneer, em 1997, e batizado de DVD-R. Já a primeira mídia regravável, o DVD-RAM, surgiria no ano seguinte por iniciativa da Matsushita Corporation, e a partir daí deu-se início a uma formidável salada de formatos e padrões que, por continuarem confundindo a maioria dos usuários, serão abordados mais adiante, para evitar que este post fique muito extenso.
Vale lembrar que, em virtude da popularização e redução do custo dos gravadores de DVDs (não necessariamente nessa ordem), quem estiver cogitando em comprar um PC novo deve preferir esse dispositivo aos combos (drives que lêem e gravam CDs, mas apenas lêem DVDs) ou aos gravadores de CD. Até porque a economia não compensa - a diferença de preço não costuma ir além de algumas dezenas de Reais.

Dúvidas... (3)

Agradeço a todos pela visita e, em especial, pelos comentários postados. Quanto às perguntas apresentadas, farei o possível para responder cada uma delas, embora não de uma tacada só, por motivos óbvios.
Voltando à questão do antivírus (em atenção à pergunta deixada por um visitante na postagem da última segunda-feira), já na virada do século a gente dizia que navegar na Web sem proteção contra vírus era uma temeridade. De lá para cá, porém, a situação só fez piorar: hoje, além de uma ferramenta antivírus, você precisa dispor de um aplicativo de firewall, de um anti-spyware, de um anti-spam, de um atni-phishing, de um bloqueador de pop-ups, e por aí vai...
Sensíveis a essa nova realidade (ou se aproveitando dela, na opinião de alguns), os desenvolvedores de softwares de segurança passaram a oferecer pacotes (ou suítes) que integram diversos aplicativos numa mesma interface. Essa solução, geralmente oferecida por produtos de varejo (leia-se programas pagos), não só facilita a instalação e a utilização dos aplicativos (devido à centralização dos comandos), como também minimiza a ocorrência de problemas de incompatibilidade (comuns entre produtos de empresa diferentes).
A coisa chegou a tal ponto, que até as ferramentas de diagnóstico e manutenção passaram a prover, adicionalmente, proteção contra vírus e spywares (como é o caso do Norton System Works, da Symantec, e do excelente System Mechanic, da Iolo Tech.). Mas isso já é uma outra história, e fica para uma outra vez.
Sugerir um antivírus gratuito e eficiente é complicado, até porque essa eficiência está diretamente relacionada com a configuração, monitoramento e atualização do banco de dados do programa. Da mesma forma que um canivete não tem utilidade para uma galinha, um software prenhe em recursos será apenas um volumoso conjunto de arquivos digitais ocupando espaço no HD do usuário, caso ele simplesmente o instale e esqueça o assunto logo em seguida.
Ainda assim, quem não quer ou não pode gastar algo em torno de R$100 num pacote de segurança (como o Norton Internet Security ou o equivalente da McAfee) não fica mal servido com o Avast! ou com o AVG. Ambos são leves, eficientes e oferecem versões gratuitas para uso pessoal e não comercial, mas o Avast! se destaca por suportar múltiplos idiomas, dentre os quais o português.
Os programas podem ser obtidos a partir do seu site de downloads preferido (Superdonwloads, Baixaki e tantos outros) ou diretamente do fabricante (www.avast.com e www.grisoft.com) respectivamente. Note que o Avast! identifica e se adapta automaticamente ao idioma do seu sistema operacional).
Até a próxima.

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Dúvidas... (2)

Vou aproveitar estes minutinhos livres para responder à pergunta sobre a restauração do sistema, lembrando que esse recurso está presente no Windows ME/XP, e que não é exatamente um "túnel do tempo", embora funcione de maneira parecida.
A rigor, essa restauração se vale de uma série de backups do registro que permitem (ou facilitam, melhor dizendo) recuperar configurações válidas anteriores. Em outras palavras, se você enfrentar problemas depois de instalar um software, ou se for infectado por um vírus, poderá tentar "arrumar a casa" revertendo o sistema para um dos pontos disponíveis, que são gerados automaticamente pelo Windows, de tempos em tempos, ou criados manualmente pelo usuário, caso ele saiba como fazê-lo. Mas essa ferramenta tem suas limitações, razão pela qual deve ser considerada como um bote salva-vidas, e não como um barco de resgate.
Para me limitar à dúvida do leitor, quando o sistema é revertido, o regitro assume as configurações que apresentava quando aquele ponto específico foi criado. Isso significa que qualquer modificação feita no registro a partir dali irá perder o efeito. Via de consequência, os programas instalados depois daquela data e hora deixarão de funcionar (na medida em que eles criam e/ou alteram entradas, chaves e valores do registro). Nessas circunstâncias, você deverá reinstalar esses programas, como também as atualizações do antivírus e do próprio Windows (via Windows Update). Deu para entender?
Em outra oportunidade - caso alguém manifeste interesse - a gente volta ao assunto para explicar melhor como usar a ferramenta, como criar pontos de restauração e como apagá-los (porque, com o passar do tempo, eles acabam ocupando muito espaço no disco).

Dúvidas...

Abro aqui um parêntese para tratar de algumas dúvidas postadas pelos meus ilustres visitantes, a saber: arquivos duplicados, restauração do sistema, programas antivírus e antispyaware gratuitos, questões inerentes à gravação de DVDs e diferenças entre alguns tipos de mídias. Mas é preciso ir por por partes.
Vamos começar pela questão dos arquivos duplicados, que, por sinal, é bastante delicada. Realmente, quem se der ao trabalho de verificar irá encontrar centenas de megabytes "perdidos" no HD por conta desses arquivos, mas a remoção não é tão simples quanto a princípio lhe possa parecer. Primeiro, porque dá uma "mão de obra" danada localizar todos esses clones; segundo, porque não é fácil diferenciar o que pode ser apagado daquilo que deve permanecer gravado no disco.
Vale lembrar que procedimentos de ordem geral, quando aplicados a sistemas específicos, podem apresentar resultados distintos (por conta de diferenças nas configurações de hardware e software, dentre inúmeros outros fatores), e o propósito destas dicas e sugestões é prevenir e/ou solucionar problemas, e não agravar o quadro clínico da máquina de quem quer que seja. Lamentavelmente, não há como postar roteiros detalhados e tutoriais passo-a-passo ilustrados aqui no blog (embora a gente faça isso na mídia impressa). Para quem quiser conhecer o Windows XP de cabo a rabo, sugiro os volumes 2, 7 e 8 da CGFI; solução de problemas inerentes ao uso do PC (conflitos, travamentos, performance etc.), volume 3 da Edição Especial da coleção - veja detalhes clicando no link "Conheça melhor o nosso trabalho", no lado direito da página (bem aqui ao lado, por coincidência).
De qualquer forma, recomendo que você tome muito cuidado na hora de remover arquivos duplicados. O ideal é utilizar ferramentas de diagnóstico e manutenção específicas, dentre as quais eu recomendo o (excelente) System Mechanic ou o Norton System Works - programas pagos, mas disponibilizados em versões de teste que funcionam por um prazo determinado (suficiente para o interessado "dar uma geral" na máquina).
Há também opções gratuitas (e muito boas) como o Easy Cleaner, que pode ser baixado diretamente do site do fabricante (www.toniarts.com) ou de sites especializados (como o superdownloads, baixaki etc.). Ele roda em qualquer versão do Windows posterior à 95 e suporta diversos idiomas, inclusive portugês.
Ainda assim, tome muito cuidado ao usar o comando que remete aos arquivos duplicados, porque é você quem decide o que fica e o que deve ser apagado. Se for o caso, mantenha tudo na lixeira (ou salve os arquivos num pendrive ou CD-R) até ter certeza de que eles não farão falta.
Um bom dia a todos e até a próxima.

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Continuidade

Por uma questão de continuidade, os posts aqui no blog obedecem a uma seqüência, embora eu possa tratar de dois ou mais assuntos simultaneamente - até para a coisa não ficar maçante.
Tanto é que estávamos falando em desempenho, e eu acabei postando um conteúdo sobre vírus - devido ao comentário de um visitante que foi brindado com o e-mail do acidente com o Boeing da Gol (problema para o qual eu alertei nesta manhã).
Houve também quem perguntasse sobre arquivos duplicados, e a resposta me levará a deixar para depois a continuação da história do desempenho (ainda que, tecnicamente, tudo isso esteja correlacionado).
Enfim, eu só estou fazendo esta remissão para evitar que alguém pense não existir lógica no caos (risos).
Outro ponto que me leva a abrir um parêntese: eu já expliquei direitinho como acessar conteúdos mais antigos e postar comentários aqui no blog, mas alguns visitantes parecem continuar tendo dificuldade em fazê-lo.
Então, vamos relembrar que o site exibe as postagens dos últimos sete dias, mas quem clicar nos títulos "PREVIOUS POSTS" (do lado direito da tela, abaixo dos links para os serviços) verá os últimos sete dias a contar dali, e assim sucessivamente, até a inauguração do site. Clicando no mês, logo abaixo, serão exibidos todos os conteúdos de Outubro (ou de Setembro, conforme o caso). Deu para entender?
Quanto aos comentários, nada mais simples: repare que sob cada post existe a palavra COMMENTS precedida de um número (de comentários já existentes). Clique nessa palavra para abrir a telinha onde você pode deixar o seu recado.
Depois, se você não é registrado no Blogger e nem tem cadastro no Google, marque a opção "outro" e escreva seu nome no campo correspondente (é possível ainda escolher "anônimo", caso o visitante não deseje se identificar). Aí é só clicar no botão azul "Efetuar login e publicar". Fácil, né?

Peço desculpas aos mais assíduos aqui do pedaço, mas esses esclarecimentos são necessários (e podem voltar a sê-lo mais adiante, no caso de alguém me dar conta de que se perdeu pelo caminho).
Amanhã tem mais.
Boa noite a todos.

Vírus - Como evitar essa praga?

Gente, a verdade é uma só: em que pese todo o avanço da tecnologia, o ser humano continua sendo o elo mais fraco da corrente. Muitos analistas de desk help costumam dizer que o componente problemático do computador costuma ser a peça que fica entre a cadeira e o monitor, e isso vale também para as infecções virtuais. O usuário é geralmente avesso a utilizar ferramentas de segurança, e quando as utiliza, passa a ser omisso, limitando-se a instalar o programa e deixar o barco correr.
Antivírus requerem monitoração e atualização constantes. Nos softwares de varejo, a licença expira geralmente após um ano (a contar da instalação, não da compra do programa), e ao contrário do que muita gente pensa, remover e reinstalar o software não prorroga sua validade. Ou você paga pela nova licença, ou troca de antivírus.

Não há nada de errado em usar freewares de segurança, embora a barreira do idioma possa ser um problema para muita gente (se você não tem a menor noção de inglês, fica difícil tomar a decisão adequada quando o antivírus abre uma tela com informações ininteligíveis e apresenta, ao final, as opções "Yes" ou "No"). Seja como for, qualquer antivírus gratuito, se devidamente atualizado e adequadamente configurado (ou mesmo se mantido nas configurações padrão) oferece proteção mais eficiente do que um produto renomado, mas desatualizado e com a licença vencida.
Mas sempre tem aquele usuário "tradicionalista" que "não se arrisca" com softwares gratuitos, Ele se mantêm "protegido" com programas pagos, só que geralmente instalados na mesma época que o sistema operacional, lá pelos idos da virada do século. É mole?
Há também quem peque por ação: para se proteger melhor, o camarada instala dois ou mais antivírus no PC. Só que isso não ajuda; na verdade, até atrapalha: primeiro, porque os programas possivelmente irão entrar em conflito; segundo, porque o desempenho do sistema será prejudicado.
O que você pode (e deve) fazer é obter regularmente uma segunda opinião sobre a saúde do seu PC. Muitos fabricantes de ferramentas de segurança oferecem check-ups on-line (alguns dos quais identificam e removem tanto vírus quanto spywares; outros, todavia, limitam-se a apresentar uma lista interminável de pragas e sugerir que você compre o produto que eles comercializam).
Outra coisa que você deve fazer é combinar seu antivírus com um aplicativo de firewall e um (ou mais) softwares anti-spyware, por exemplo. Sem isso, meu amigo, bastam quinze ou vinte minutos on-line para ter sua máquina invadida, infectada ou - no mínimo - atopetada de programinhas espiões.
Amanhã a gente volta ao assunto, depois de dar continuação à matéria sobre performance e manutenção.
Abraços a todos e até lá.

Mensagem falsa sobre a queda do avião da Gol - não abra!

Foram constatadas algumas atividades relacionadas com golpes por e-mail que estão se aproveitando da tragédia ocorrida com o vôo da Gol. Se você receber uma mensagem que traga como assunto: "As fotos do acidente do Boeing da Gol!" ou "Descobri o site onde estão as fotos do avião da Gol! São fotos impressionantes mesmo", delete-as imediatamente.

Desempenho e manutenção

Convém você ter sempre em mente que tanto o seu hardware quanto o software (segmentos básicos distintos, mas interdependentes, que compõem um sistema computacional) têm sua parcela de responsabilidade no desempenho do computador.
Conforme já foi dito, uma máquina adquirida alguns anos atrás apresenta recursos inerentes ao contexto de então; como a evolução tecnológica se dá de forma extremamente rápida, o mesmo se verifica em relação à desatualização desses recursos.
Vale lembrar que um computador equilibrado oferece melhor desempenho do que uma máquina com um processador veloz, mas que não conte com a contrapartida dos demais componentes (notadamente da placa-mãe, das memórias e do HD). Afinal, uma andorinha não faz verão, como se costuma dizer, mas vamos deixar esse assunto para outra hora.
Caso você venha sentindo uma lentidão "anormal" no seu computador (entre aspas, porque o simples acréscimo de programas e a criação de novas pastas e arquivos a eles inerentes são aspectos que já contribuem para reduzir o "viço" inicial de um micro rodando apenas o sistema operacional), faça o seguinte:
Observação: O roteiro apresentado a seguir toma por base o Windows XP, embora possa ser utilizado também nas versões mais antigas do sistema, mas note que pode haver diferenças nos recursos e na localização dos comandos.

1 - Feche todos os programas, abra a pasta Meu Computador e clique com o botão direito do mouse na sua unidade de sistema (geralmente unidade C). Anote os valores numéricos ou observe atentamente a representação gráfica do espaço (livre e ocupado) no HD, para avaliar os ganhos obtidos ao final do processo.

2 - Escolha Propriedades e, em seguida, clique no botão Limpeza de Disco (vale desmarcar as caixas de verificação disponíveis nessa tela, a saber: Compactar disco... e Indexar disco...).

3 - Assegure-se de que, na próxima tela, todas as caixas de verificação estejam assinaladas. Clicando na aba Mais Opções, você poderá liberar espaço adicional simplesmente removendo os pontos de restauração do sistema que o Windows cria regularmente (faça-o apenas se seu PC estiver estável - na dúvida, limite-se à limpeza convencional).

4- Se quiser, você pode examinar detalhadamente os arquivos que a ferramenta irá apagar, mas isso não é necessário; fica a seu critério.

5 - Clique em OK nas caixas de diálogo que surgirem e aguarde a conclusão da limpeza. Ao final, torne a dar um clique direito no ícone da sua unidade de disco e compare os números ou avalie a representação gráfica do seu disco rígido.

Esta é apenas a primeira etapa; voltaremos ao assunto nas próximas postagens e daremos continuidade às rotinas de manutenção.
Um bom dia a todos.


domingo, 15 de outubro de 2006

Desempenho do PC - Problemas e soluções

Todo mundo que usa computador deve ter reparado que a máquina vai se tornando progressivamente mais lenta, até se tornar uma verdadeira carroça, não é mesmo? Quanto tempo isso leva para acontecer é uma questão que depende dos recursos de hardware, dos softwares instalados e da aplicação exigida pelo usuário, mas uma coisa é certa: mais hora, menos hora, você vai sentir na pele esse desconforto.
Entretanto, a solução nem sempre é partir para um upgrade de hardware ou simplesmente substituir seu computador "cansado" por outro novinho em folha e de ultimíssima geração (uma máquina de topo de linha também irá sofrer os efeitos do tempo e, pior, tornar-se-á desatualizada rapidamente, por conta das novidades lançadas pelos fabricantes em intervalos cada vez mais curtos).
Claro que tudo tem seu tempo de vida útil. Não seria mesmo de se esperar que um PC configurado para a realidade vigente na virada do século, por exemplo, continuasse adequado às exigências dos softwares atuais, cujo apetite voraz por processamento, memória, espaço em disco e recursos de vídeo apressam o surgimento de novas soluções de hardware - as quais, por seu turno, levam ao desenvolvimento de programas ainda mais exigentes, num circulo vicioso (ou virtuoso) sem fim.
Sem descer a detalhes que fugiriam aos propósitos desta matéria, vamos considerar que, para rodar o Windows XP com algum fôlego - lembrando que ninguém usa apenas o sistema operacional, mas também um vasto leque de aplicativos (como o MS Office, um pacote de segurança, um navegador e um cliente de e-mail, programas para baixar e gravar músicas, filmes etc.) - o ideal seria dispor de um processador - ou CPU - de primeiro time (Pentium4 ou Athlon XP), fartura de espaço em disco e 512 MB de RAM.
Máquinas modestas, de configuração menos parruda, também conseguem dar conta do recado, é claro, mas não espere um desempenho vertiginoso de um micro com alguns anos de estrada, especialmente se você é daqueles que continuam trabalhando enquanto o antivírus faz uma varredura completa no sistema (se for capaz disso, meus parabéns).
Mas vamos à boa notícia: existe uma forma simples e prática de melhorar a performance da sua máquina. E isso não envolve gastos com novos componentes ou programas sofisticados.
Milagre? Não, esse não é o nosso departamento, embora haja quem espere isso da gente...
Enfim, interessa mesmo dizer que, mediante alguns procedimentos de manutenção preventiva e corretiva, você pode dar "um gás" ao seu sistema.
Quer saber como? Então continue conosco, que amanhã tem mais.


Domingo de reflexões

Primeiramente, gostaria de iniciar este post agradecendo a todos que me brindaram com seus comentários, ainda que alguns não sejam lá muito simpáticos ao blog ou ao blogueiro. Entretanto, como dizia JFK, não conhecemos a fórmula do sucesso, mas a do fracasso é certamente querer contentar a todos ao mesmo tempo (risos).
Em atenção ao anônimo que perguntou se a intenção precípua deste diário é ensinar informática, devo dizer que isso está além das minhas humildes possibilidades. O que venho tentando fazer é apenas transmitir um pouco do pouco conhecimento que adquiri, ao longo dos anos, nessa área específica.
E se eu mudo o foco do blog, de quando em vez, faço-o apenas para quebrar a rotina, ou por conta de questões cujo interesse se sobrepõe ao dos temas em pauta (caso da política nacional durante as eleições presidenciais, por exempo).
No mais, parece-me oportuno lembrar que o blogueiro é responsável pelos conteúdos postados, mas não pelos comentários recebidos. O visitante pode escrever o que bem entender (claro que melhor seria se todos se ativessem aos assuntos tratados no diário, mas se alguém quer publicar suas poesias ou medir pela própria régua o comportamento de pessoas idosas na internet, isso é um problema de foro íntimo que não me cabe discutir aqui e agora).
Eu até poderia me valer do direito de moderar os comentários, mas acredito piamente no espírito democrático do blog. Se ainda não alcançamos uma democracia ideal, em termos de País, não é por isso que eu vou adotar uma postura repressiva ou restritiva aqui no blog; como já disse em outras oportunidades, eu considero a pior das democracias melhor que a melhor das ditaduras.
Para encerrar por hoje, peço a todos que procurem observar os princípios básicos da ética e dos bons costumes. Ainda que o blog esteja aberto a dúvidas, críticas, sugestões e opiniões, eu gostaria isso ficasse restrito aos temas tratados ou a eles correlacionados.
Se alguém quiser discutir qualquer assunto cujo interesse fuja ao dos demais leitores, meu e-mail no Hot está disponível - basta clicar no link que dá acesso ao perfil detalhado do blogueiro (VIEW MY COMPLET PROFILE), no lado direito da página.
Bom domingo a todos.

sábado, 14 de outubro de 2006

Sutilezas do Outlook Express

Discutir um programa como o Outlook Express, aqui no blog, seria garantir assunto para postagens diárias por anos a fio. Mas não é esse o meu propósito, até porque acho mais conveniente diversificar os temas deste nosso bate-papo. Então, vamos encerrar (ou pelo menos dar um tempo) o assunto com algumas dicas interessantes - claro que se alguém tiver dúvidas sobre o que foi visto aqui, ou se quiser saber mais detalhes do programa, é só perguntar; eu tentarei responder, na medida do possível.
Vamos às dicas:

1- Em vez de enviar imagens como anexos de e-mails, você pode inseri-las no corpo das mensagens. Para fazer isso, abra o OE, crie uma Nova Mensagem e clique no ponto em que a imagem deverá ser inserida. Depois, abra o menu Inserir, escolha Figura, clique em Procurar, localize a foto ou figura em questão e clique em Abrir. Para definir como o texto deverá fluir em torno da figura, clique sobre ela com o botão direito do mouse, escolha Propriedades, Layout, e então faça os ajustes necessários.

2- Para criar um “e-mail musical” (que toca uma melodia quando aberto pelo destinatário), crie uma nova mensagem, clique no menu Formatar, Plano de Fundo, Som. Clique então no botão Procurar, localize o arquivo de som desejado (que deve estar armazenado no seu computador, evidentemente) e clique em Abrir. Defina o número de vezes que a música deverá ser executada (de 1 a 999 ou continuamente) e clique em OK.

3- Você pode inserir automaticamente um cartão de visitas em suas mensagens. Para fazer isso, crie uma entrada para si mesmo no Catálogo de endereços e preencha os dados desejados. Clique em Ferramentas, Opções, Redação. Na seção Cartões de Visita, marque a caixa de seleção Correio. Depois, escolha a sua própria entrada na lista e clique em OK. No menu Arquivo, aponte para Exportar e clique em Cartão de visita (vCard). Selecione um local onde armazenar o arquivo e clique em Salvar. Para adicionar um cartão de visita a uma mensagem de e-mail, no menu Inserir, clique em Meu cartão de visita.

4- Se você receber um e-mail com um papel de carta que lhe agrade, saiba que é possível salvá-lo em sua coleção. Para isso, no menu Arquivo, escolha a opção Salvar como papel de carta, dê um nome ao arquivo e clique em Salvar.

Bom final de semana a todos.

sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Para você pensar...

Devido ao feriado prolongado, vamos dar uma pausa nos "assuntos sérios" e tratar rapidamente de uma questão ainda mais séria.
Embora tanto este blog quanto o blogueiro que o assina sejam, em princípio, apolíticos, não dá para ficar totalmente alheio a esse contexto, especialmente considerando que faltam duas semanas para o povo voltar às urnas e decidir quem será entronizado (ou reentronizado) no Planalto pelos próximos quatro anos.
Uma frase que li recentemente - acho que do Diogo Mainardi - diz ser o Brasil dominado por uma massa de pobres e ignorantes. Entretanto, considerando que nossos governantes garantiram sua permanência no poder, durante as últimas décadas, mantendo ignorante essa massa de pobres, talvez a única maneira de evitar "o inevitável" consista em tornar inteligentes esses pobres.
Viva a informação!
Bom feriadão a todos.

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

Bom feriado a todos

O blogger esteve "fora do ar" durante algumas horas, nesta manhã de quinta-feira, de maneira que eu não pude postar o conteúdo do dia. Agora que o serviço voltou, eu entrei rapidamente para picar o cartão e desejar a todos um bom feriado. Amanhã tem mais.

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

Novo pacote de atualizações/correções da Microsoft

A Microsoft divulgou ontem à tarde mais dez boletins de segurança referentes à correção de vulnerabilidades no Windows, no Office e na plataforma .Net, seis dos quais foram classificados como "críticos" - por permitirem a execução remota de códigos maliciosos (leia-se "invasão").
As atualizações podem ser descarregadas e instaladas automaticamente (dependendo de como você configurou o seu sistema) ou baixadas do site do Windows Update (para usuários de versões legítimas dos programas).
No último mês, a Microsoft foi forçada a lançar às pressas uma correção para o Internet Explorer, depois que crackers desenvolverem ataques para a brecha, e grupos autônomos, preocupados com a demora da empresa em adotar as medidas corretivas, disponibilizaram aos usuários suas próprias correções de segurança.
Fique esperto.

terça-feira, 10 de outubro de 2006

Outlook Express - Sexta parte

Por padrão, o OE descarrega as mensagens armazenadas no seu provedor sempre que você abre o programa e, a partir de então, em intervalos pré-definidos (para alterar essa configuração, clique em Ferramentas, escolha Opções e, na aba Geral, localize o campo "Enviar/receber mensagens").
Você pode também descarregar seus e-mails manualmente clicando no botão Enviar/Receber. As mensagens serão armazenadas na pasta Caixa de Entrada. Para acessá-las, faça o seguinte:
1.Se o OE estiver aberto na pasta-raiz, clique em Ler Mensagens (ou clique diretamente em Caixa de Entrada). Os cabeçalhos das mensagens existentes serão então exibidos na porção direita da tela, na área de exibição do conteúdo das pastas.
2.Para visualizar uma mensagem, dê duplo clique sobre ela. O conteúdo da mensagem será então exibido na área de exibição do conteúdo dos e-mails.
3.Para comandar outro procedimento (responder, encaminhar, excluir etc.), recorra ao menu Mensagem e use os botões correspondentes (ou clique sobre a mensagem em questão com o botão direito do mouse e escolha a ação adequada no menu de contexto).
Quando uma mensagem é aberta, o envelopinho à esquerda do cabeçalho passa de “fechado” para “aberto”; quando o e-mail é respondido ou reencaminhado, uma setinha indicativa (voltada para a esquerda ou para a direita, respectivamente) dá conta disso.

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Pausa para o café...

Durante o terceiro trimestre deste ano, o número de notificações de incidentes com worms cresceu 20% em relação ao período anterior, segundo estatísticas do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil.
Dos quase 60 mil incidentes notificados por administradores de redes e usuários, 59% se relacionam com worms - a alta incidência decorre da infestação automática dessa modalidade de pragas, que, diferentemente dos vírus, não precisam ser executadas para que a infecção aconteça. As fraudes on-line, por sua vez, ficaram estáveis, com uma leve queda de 4% em relação ao trimestre anterior.
O número de incidentes totais registrados pelo Cert.br no período foi quase quatro vezes maior que o do mesmo trimestre de 2005 - 60 mil ataques contra cerca de 16 mil.
Durma-se com um barulho desses!

domingo, 8 de outubro de 2006

Outlook Express - Quinta parte

Personalizar o OE é um processo simples e intuitivo. Clique no menu Exibir e confira o vasto leque de possibilidades. Em Colunas, por exemplo, você poderá adicionar uma coluna marcando a caixa de seleção ao lado do nome – ou selecionando o nome da coluna e clicando em Mostrar; para removê-la, desmarque a caixa de seleção ou selecione o nome e clique em Ocultar; para alterar a ordem de exibição, selecione um nome de coluna e clique em Mover para cima ou Mover para baixo.
Experimente também definir e personalizar a seu gosto o modo de classificação e a ordem de exibição das mensagens (por exemplo, por data e da mais antiga para a mais recente) e aproveite o embalo para desabilitar o painel de visualização (em Layout).
Note que essa sugestão é feita com vistas a aprimorar a segurança: com o painel de visualização ativo, o OE abrirá automaticamente, por padrão, a primeira mensagem da lista, e isso pode ser perigoso, especialmente porque, como sabemos, existem centenas de milhares de códigos perniciosos à espreita de usuários descuidados).
Um bom domingo a todos.

sábado, 7 de outubro de 2006

Outlook Express - Quarta parte

Prosseguindo com os menus do OE: em Editar, você pode selecionar, copiar, mover e excluir mensagens ou pastas; esvaziar a pasta "Itens excluídos"; usar a função "Localizar" (que funciona como um serviço de busca nas pastas do programa); marcar e desmarcar mensagens (lidas, não lidas etc.) e muito mais.
Em Exibir, é possível modificar o modo de visualização das mensagens (ocultando, por exemplo, os e-mails lidos); classificar as mensagens recebidas (por nome, remetente, assunto, anexo etc.); alterar o layout do programa, o tamanho da visualização e a codificação dos textos.
Abra o menu Ferramentas para administrar suas contas, estabelecer regras para o recebimento de mensagens (confirmação de recebimento, assinaturas etc.). Clique na guia "Opções" para fazer diversos ajustes nas configurações do programa (clique em cada uma das abas para conferir as diversas possibilidades disponíveis).
Em Mensagens, você pode criar uma "Nova Mensagem" e definir um papel de carta (plano de fundo) para decorá-la, por exemplo. Há ainda comandos para responder ao remetente, responder a todos e encaminhar a mensagem para outro ou outros destinatários (selecione primeiro uma mensagem da sua lista para poder usar esses comandos) - mas tome cuidado: responder a todos, ao invés de ao remetente, envia sua resposta para todos os destinatários da mensagem original. Ainda nesse menu, há comandos para observar ou ignorar conversação, sinalizar e criar regras para as mensagens: você pode definir, por exemplo, que e-mails de um determinado remetente (ou domínio, ou com um assunto específico) sejam encaminhados diretamente para uma pasta exclusiva - cujo nome você escolhe a seu critério - ou diretamente para lixeira do programa, caso assim o deseje.
Amanhã tem mais. Abraços a todos.

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Outlook Express - Terceira parte

A melhor maneira de conhecer os recursos do OE - e isso vale para qualquer programa - é experimentar. Note que a barra de menus, na janela principal, é composta por seis itens (Arquivo, Editar, Exibir, Ferramentas, Mensagens e Ajuda). Clicando em cada um deles, você abre um menu suspenso com um elenco de sub-ítens.
O menu Arquivo, por exemplo, agrupa as funções principais do programa. Através dele, você pode criar novas mensagens, contatos e pastas; compactar uma ou todas as pastas; adicionar e gerenciar identidades; salvar e-mails; enviar anexos; importar ou exportar mensagens (ou uma lista de contatos); imprimir mensagens; visualizar as propriedades das pastas, e por aí vai.

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Perguntas e respostas

Antes de prosseguir com o estudo do OE, vou abrir este espaço para responder aos comentários apresentados por dois visitantes anônimos (não fosse pelo anonimato, eu lhes enviaria e-mails com essas respostas, embora não haja problema algum em publicá-las aqui, até porque esses esclarecimentos podem ser úteis a outros leitores).
No que concerne à criação de múltiplas identidades, eu esclareci mais adiante (em postagens posteriores àquela que foi comentada) que esse recurso é válido apenas se duas ou mais pessoas utilizam o mesmo computador (assim, cada uma delas pode resguardar sua privacidade individual). É óbvio que, se você tem acesso exclusivo ao seu PC, poderá incluir numa única identidade de usuário todas as contas que desejar - desde que sejam mantidas em provedores que suportem o uso de programas clientes, é bom que isso fique bem claro.
Já o segundo comentário busca saber se existe maneira de descarregar e-mails no OE sem apagá-los do servidor de origem (o que pode ser útil quando se precisa acessar as mensagens a partir de outro computador, situação em que não há como recorrer ao Outlook, evidentemente, porque ele é um programa residente na máquina do usuário). A resposta é sim, você pode configurar o OE para descarregar suas mensagens e manter uma cópia no servidor do seu provedor. Para isso, no menu Ferramentas (da janela principal do OE), clique em Contas e selecione a conta desejada. Clique em Propriedades e, na tela que se abrir, clique na orelha Avançado. Finalmente, no campo "Entrega" ao pé da tela, marque a caixa de verificação correspondente (Deixar uma cópia das mensagens no servidor).

(Mais um) Aviso aos Navegantes...

Gente, a despeito do que possa parecer aos menos avisados, este diário não tem como objetivo precípuo a promoção dos livros que eu escrevo - em conjunto com meu amigo e parceiro Robério - e publico pela Editora Online.
Quanto aos temas destas postagens, é bem verdade que alguns deles foram tratados de forma completa nos trabalhos publicados, ao passo que outros poderão fazer parte de edições futuras, mas convém ter em mente que este bate-papo on line não se compara, do ponto de vista da qualidade de informação, às matérias conceituais e tutoriais passo a passo fartamente ilustrados que a gente disponibiliza nos nossos livrinhos.

Ainda assim, eu procuro apresentar as informações da maneira mais clara possível, ao invés de apenas remeter o interessado à leitura dos textos publicados na mídia impressa. Essa postura - que adoto também em relação aos e-mails que recebo dos leitores - me parece justa e adequada: afinal, ninguém que expõe uma dúvida a um articulista, seja de que título for, sente-se particularmente satisfeito ao receber como resposta apenas um "veja matéria tal na edição X" (isso se receber uma resposta, porque alguns... bem, cada um tece como lhe apetece).
Como já disse a vocês, eu criei este blog visando obter elementos para a elaboração do livro sobre Blogs e Websites (que deve chegar às bancas ainda este mês), e apenas porque gostei do resultado e porque ele abre um canal de comunicação alternativo com meu público alvo - que até então somente podia entrar em contato via e-mail ou pelo Messenger - quando conseguia me encontrar por lá - é que resolvi mantê-lo no ar.
Notem os leitores (ou visitantes, no caso) que não existe aqui qualquer patrocínio, links remunerados nem nada parecido. Quem usar os serviços da porção direita da janela poderá fazer pesquisas via Google, conhecer melhor meu trabalho (e até adquirir os livrinhos pelo site da Editora Online), medir a velocidade da conexão com a internet e ganhar um check-up gratuito (mas muito eficiente) da saúde do PC através do LIve OneCare - uma ferramenta criada pela Microsoft e aberta a qualquer um que saiba como encontrá-la na Web; eu apenas facilitei o acesso a ela.
O que eu ganho com isso em termos pecuniários? Nada. Entretanto, a satisfação de prestar um serviço útil aos meus leitores habituais (muitos dos quais só irão tomar conhecimento da existência do blog quando comprarem livro retrocitado) ou a qualquer "pára-quedista" que aterrisse por acaso nesta página Web, bem como a possibilidade de fazer novos contatos e trocar idéias com outras pessoas sobre assuntos de interesse comum, já são, para mim, compensações mais que suficientes.

Um abraço a todos. Amanhã (ou hoje ainda, só que mais tarde), a gente continua nosso estudo do Outlook Express.

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Outlook Express - Segunda parte

Depois de configurar Outlook Express para si mesmo e para os demais usuários do seu PC (ou criar Identidades - assunto da postagem anterior), o próximo passo será a configuração das contas de e-mail que o programa deve administrar. Note que a criação de identidades além da principal só fará sentido, obviamente, se e quando o computador for usado por mais de uma pessoa, e que esse processo de configuração de contas de e-mail (uma ou mais contas por usuário) deve ser repetido para cada identidade criada.
Vale frisar (ou repetir, porque isso já foi dito em outra oportunidade) que seu provedor - ou provedores, no caso de múltiplas contas de domínios diferentes - deve suportar o POP3 (confirme isso nos tópicos da ajuda do(s) seu(s) serviço(s) de webmail ou entre em contato com suporte técnico).
Para a configuração dos e-mails, abra a janela do OE, escolha o menu Ferramentas e clique em Contas. Clique em Adicionar e, em seguida, em Correio (ou E-mail).
Crie um nome para a conta, entre com seu e-mail e assegure-se de que a caixa de verificação "Incluir esta conta ao receber ou sincronizar e-mails" esteja assinada.
Na tela seguinte, insira os dados fornecidos pelo seu provedor (servidores POP3 e SMTP para mensagens recebidas e enviadas, respectivamente, que consistem geralmente em algo como "pop.nomedoservidor.com.br" e "smtp.nomedoservidor.com.br"). Feito isso, insira seu nome de usuário e senha, marque a caixa "Lembrar senha" e clique em Concluir.
Observação: Em "Servidor de saída", só marque a caixa "Meu servidor requer autenticação" e modifique as configurações avançadas (botão "Configurações...") se o seu serviço de e-mail assim o exigir (essas informações também devem ser obtidas junto ao serviço de ajuda ao usuário do seu provedor). No mais, o processo é intuitivo - basta acompanhar as instruções nas telas.
Concluídas as configurações, faça um teste enviando uma mensagem para si mesmo e clique em seguida no botão "Enviar/rec...". Se o e-mail aparecer na sua caixa de entrada, a configuração foi feita corretamente e o programa está funcionando.
Abraços e até amanhã.

terça-feira, 3 de outubro de 2006

Conhecendo o Outlook Express

Enviar mensagens múltiplas, organizá-las por categorias, criar assinaturas personalizadas ou papéis de carta são algumas das (muitas) funções do Outlook Express - programa cliente de e-mails padrão do MS Internet Explorer, que também “pega carona” na popularidade do sistema operacional da Microsoft . Você não está obrigado a utilizá-lo, evidentemente – aliás, como já dissemos, é perfeitamente possível dispensar o uso de softwares clientes de e-mail e administrar a correspondência via webmail, no site do provedor. Entretanto, o OE (ou outro programa similar) oferece maior comodidade – e economia, especialmente para o pessoal da conexão discada – porque assim que as mensagens são descarregadas e armazenadas no HD do seu computador, você pode gerenciá-las (ler, apagar, responder, reencaminhar) a qualquer momento, mesmo quando estiver off-line.
O Outlook Express é um programa multiusuário, ou seja, que pode ser compartilhado por duas ou mais pessoas, no mesmo computador, sem que cada uma delas tenha acesso às mensagens e contatos das outras. Para configurá-lo dessa maneira, vá ao menu Arquivo e clique em Identidades > Adicionar nova identidade. Crie o novo usuário e uma senha de acesso (marque a opção exigir senha). Clique em Gerenciar Identidades para determinar com qual identidade o programa deverá ser aberto na inicialização. Para alternar entre as identidades cadastradas, clique no menu Arquivo, escolha Alternar Identidades, selecione seu nome de usuário e digite sua senha, se for o caso.
Amanhã tem mais. Até lá.