quinta-feira, 30 de novembro de 2006

Como desinstalar o Windows Messenger

Eu tencionava abordar este assunto mais adiante, mas resolvi antecipar a dica devido ao pedido da Márcia, leitora do Curso Dinâmico de Hardware - revista que a gente publicou alguns anos atrás pela Editora Escala -, que não consegue lembar como se faz para desinstalar o Windows Messenger. Realmente, alguns componentes nativos do XP não são lá muito amigáveis quando a ideia é desinstalá-los. E como o WM acaba sendo desnecessário quando preferimos usar o MSN Messenger ou o Windows Live Messenger, não custa nada conhecer o caminho das pedras:

1- Localize o arquivo sysoc.inf, presente em C:\Windows\inf, e abra-o com o Bloco de Notas (talvez seja necessário reconfigurar as opções de pastas de maneira que os arquivos ocultos sejam exibidos).
2- Em Components, remova a palavra hide da linha referente ao programa que você quer desinstalar. No nosso exemplo, como a idéia é remover o Windows Messenger, a linha no arquivo sycoc.inf, que deve estar assim:
msmsgs=msgrocm.dll,OcEntry,msmsgs.inf,hide,7
deverá ficar assim:
msmsgs=msgrocm.dll,OcEntry,msmsgs.inf,,7 (note que ambas as vírgulas devem ser mantidas).
3- Feito isso, salve o arquivo, feche o Bloco de Notas e cofira, no miniaplicativo Adicionar ou Remover Programas do Painel de Controle, que o Windows Messenger já pode ser desinstalado normalmente.

Vale lembrar que a primeira palavra de cada linha identifica o programa (Pinball, MSWordPad etc.), e que basta suprimir a palavra "hide" para que o aplicativo deixe de se esconder e possa ser removido.
Mesmo assim, antes de fazer as alterações no sysoc.inf, convém criar um backup desse arquivo; se algo não sair como esperado, você não terá grandes dificuldades para retornar à configuração original.

Em tempo: se você mora em São Paulo e está saindo agora de casa, talvez seja melhor levar seu equipamento de mergulho e munir-se de uma paciência de Jó: o trânsito está "uma gracinha". Mas não seria de se esperar nada muito diferente, considerando que só nesta semana já choveu mais do que em todo o mês de Novembro do ano passado. Um bom dia a todos (sem ironia).

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Dúvidas e mais dúvidas...

Em atenção à dúvida do Alencar, o ícone correspondente ao controle de volume - que nas versões anteriores era exibido por padrão na bandeja do sistema - encontra-se desabilitado no XP. Para acessá-lo, é preciso clicar em Iniciar > Todos os Programas > Acessórios > Entretenimento > Volume. Para colocar esse ícone na Área de Notificação, basta clicar em Iniciar > Painel de Controle > Propriedades de Som e Dispositivos de Áudio e, na aba Volume, marcar a caixa de verificação "Colocar Ícone de volume na Barra de Tarefas".
Já o Antonio Sérgio pergunta sobre a utilidade das teclas de função e de internet de seu teclado (reportando-se à postagem sobre Sutilezas do Teclado, publicada no último dia 13). Embora eu tenha inserido uma resposta naquele mesmo post, vale dizer aqui que as teclas de função oferecem atalhos rápidos para pastas, arquivos e comandos, mas isso depende do contexto e da aplicação que estiver sendo executada. Em alguns casos, elas não fazem nada; noutros, podem quebrar um galhão. Mas para fazer uma relação completa, seria preciso abrir um programa de cada vez e pressionar cada uma das teclas, para poder observar o resultado.
Apenas a título de exemplo, se uma janela do IE estiver ativa quando teclamos F1, abre-se a ajuda do navegador; F3 leva à função Pesquisar; F4 exibe os URLs mais recentes que digitamos na caixa de endereços do navegador; F5 atualiza a página exibida; F6 seleciona o endereço na barra, para podermos sobrescrevê-lo mais facilmente; F11 elimina as barras de menus e de tarefas, proporcionando mais espaço útil na tela para a navegação.
Caso estejamos executando um documento do Word, F1 irá remeter à ajuda desse programa; F5 abrirá a janela Localizar/Substituir e F7 irá comandar a verificação ortográfica e gramatical - apenas para citar algumas possibilidades.
No que diz respeito à finalidade dos botões posicionados logo acima das teclas de função, depende do teclado . No meu, que um modelo da Microsoft, o primeiro botão (com um envelopinho) abre meu cliente de e-mail padrão (no caso, o Outlook Express). O botão seguinte, com a figura de uma casinha, remete à home page do navegador (no meu caso, aciona o IE e "abre a página" about blank). O terceiro botãozinho abre a pasta favoritos de internet, mas os demais já remetem a outras funções que não as de navegação (iniciar ou pausar a reprodução de música no Media Player, aumentar, abaixar ou silenciar o som, abrir o WMP propriamente dito, a pasta Meu Computador e a calculadora do Windows). O jeito é explorar.
Abraços e até amanhã.

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Dezembro se avizinha...

... e, com ele, o Natal e o tão esperado décimo terceiro salário (o comércio que o diga). Assim, por que não aproveitar o embalo e fazer um upgrade no seu sistema computacional? Afinal, se a falta de fôlego do seu PC velho de guerra vem incomodando, o mercado está repleto de novidades.

Até aí, nada contra (antes pelo contrário), mas é preciso ficar atento para não trocar seis por meia dúzia, porque os computadores estão e fase de transição. Novas tecnologias como o SATA (interface serial para discos rígidos), o barramento PCI Express (bem superior ao PCI tradicional em velocidade e eficiência) e os processadores de dois núcleos, apenas para citar algumas, talvez não estejam presentes naquelas “ofertas imperdíveis” apregoadas em altos brados pelos fabricantes, revendedores e integradores independentes de PCs.

Aliás, convém avaliar cuidadosamente aquela máquina em promoção no hipermercado da esquina – que você pode pagar em até 12 vezes sem juros com qualquer cartão de crédito. Para o usuário comum, nem sempre é fácil sopesar todos os prós e contras, especialmente quando a coisa desce a detalhes como marca e modelo da placa-mãe e chipset, recursos on-board, pinagem (soquete) do processador e outras sutilezas. Entretanto, você pode (e deve) esclarecer todas as suas dúvidas com o vendedor, que está capacitado a lhe prestar todas as informações necessárias – eles recebem treinamento nesse sentido, ainda que alguns confundam CPU (processador) com o gabinete do PC e chamem o disco rígido de “driver de HD” (driver é um programinha de baixo nível).

Procure escolher um PC adequado às suas necessidades e possibilidades, mas não perca da vista uma configuração relativamente atualizada, que lhe assegure a possibilidade upgrades posteriores. Para isso, a placa de sistema deve contar com slots livres para novas placas de expansão e módulos de memória. E por falar em memória, fuja de máquinas com menos de 1 GB de RAM, mesmo se do padrão DDR (Windows XP com 256 MB de memória, como é comum encontrarmos em PCs de entrada de linha, nem pensar).

No que diz respeito ao disco rígido, escolha o maior tamanho que o seu dinheiro puder comprar (preferencialmente modelos PATA, que são mais eficientes e usam cabos mais finos, proporcionando melhor circulação de ar e refrigeração interna do gabinete). Hoje em dia, um HD de 80 GB é considerado apenas aceitável (drives de 160 ou 180 GB não custam muito mais caro), mas muitos PCs baratos ainda vêm com HDs de 40 GB. Mesmo que espaço em disco não seja um aspecto prioritário para você, discos maiores são geralmente mais rápidos (tanto na rotação quanto na taxa de transferência de dados).

Leitora de CDs é coisa do passado. O mínimo que você deve aceitar é um gravador de CD (ou um Combo, misto de Leitora de DVD e gravador de CD), caso não possa partir para um gravador de DVD (mesmo para quem não pretende gravar filmes, esse recurso ajuda muito na hora de fazer backups de grandes volumes de dados).

Monitores CRT também estão em decadência senil; se puder, opte por uma tela LCD (cristal líquido) de 17 polegadas, preferencialmente com conexões digitais através de portas DVI. O investimento vale a pena.

Preste muita atenção no sistema operacional. Em alguns casos, você receberá sua máquina com uma distribuição Linux ou uma versão FreeDos pré-instalada, e verá sua economia evaporar quando for comprar uma cópia legítima do XP (nada contra esses sistemas, evidentemente, mas a maioria dos usuários está habituada com o Windows e às vezes não se dá bem com essas “novidades”).

Falando em Windows, se a idéia é voar mais alto e comprar um PC já “preparado” para o Vista, prefira uma configuração adequada à versão Premium – que oferece um pacote mais completo de funcionalidades – e não ao Vista Home Basic. Outro ponto importante a ser levado em consideração, nesse caso, é a falta de suporte a hardware e equipamentos legados (então, confira primeiro se os fabricantes da sua impressora, scanner e outros periféricos tencionam oferecer drivers compatíveis, ou você será obrigado a modernizar todo o seu equipamento).

Seja como for, não custa repetir que o XP ainda tem muita lenha para queimar – não fosse assim, a Microsoft não estaria desenvolvendo o Service Pack 3, que deverá ser disponibilizado no final do ano que vem ou no começo de 2008.

Bom dia a todos.

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Barra de Tarefas - Área de Notificação

A Área de Notificação do Windows era chamada de Systray, ou bandeja do sistema, nas versões anteriores ao XP, e corresponde àquela porção da Barra de Tarefas que fica na extremidade direita, junto ao relógio, onde se alojam ícones de diversos programas, muitos deles perfeitamente dispensáveis.
Essa área foi criada para manter ícones de aplicativos de segurança, de manutenção e de configuração avançada de alguns periféricos, mas logo passou a ser poluída por uma porção de programas que nem de longe se enquadram numa dessas categorias. Para minimizar um possível desconforto visual, o XP oculta automaticamente os ícones dos programas "inativos". Nesse caso, uma pequena seta aparece no canto esquerdo da Área de Notificação; basta você clicar nela para visualizar todos os itens, e não apenas os ativos.
Mas essa configuração não agrada a todos, e talvez você queira desabilitar o recurso em questão. Para isso:
1- Dê um clique direito em qualquer ponto vazio da Barra de Tarefas e escolha Propriedades.
2- Na tela que irá se abrir, clique na aba Barra de Tarefas e repare que, na porção inferior da janela, existe um quadro chamado Área de Notificação.
3- Para desabilitar o recurso Ocultar ícones inativos, basta desmarcar a caixa de verificação correspondente.
Você pode também personalizar o comportamento dos ícones que figuram na sua Área de Notificação. Para tanto, refaça os passos anteriores e clique no botão Personalizar, de modo a acessar a tela Personalizar Notificações, que exibe os itens atuais e anteriores.

Para alterar um deles, clique sobre o item em questão com o botão direito e escolha uma das opções disponibilizadas, a saber: Ocultar quando inativo; Sempre ocultar, e Sempre mostrar.
Proceda da mesma maneira em relação aos demais e, feita a reconfiguração, dê OK e feche as telas. Se você não ficar satisfeito com o resultado, é só voltar até a janela Personalizar Notificações e clicar no botão Restaurar Padrões.
Vale lembrar que esconder pura e simplesmente os ícones da Área de Notificação não influencia o desempenho do computador, ou seja, o efeito é puramente visual. Programas que pegam carona na inicialização do Windows, mas que você raramente utiliza, devem ser reconfigurados de uma outra maneira (que abordaremos numa outra postagem).

Bom dia a todos.

domingo, 26 de novembro de 2006

Abrindo um parêntese...

... para atender à solicitação do José C. M. Garcês, que dias atrás pediu-me demonstrar como configurar o relógio do Windows para exibir o nome do usuário do computador, resolvi aproveitar este domingo para fazer uma pausa na seqüência de postagens e introduzir a dica solicitada.
É bem verdade que configurações puramente cosméticas não têm grande utilidade prática, mas, curiosamente, vão ao encontro dos desejos de muitos usuários...

Antes de apresentar o tutorial propriamente dito, vale lembrar que o relógio do sistema é exibido no canto direito da Barra de Tarefas, e que você pode acertá-lo facilmente, bastando clicar duas vezes sobre ele e, na tela seguinte, fazer os ajustes necessários (inclusive quanto ao horário de verão, embora as datas de início e término costumem variar, aqui no Brasil).
Vale lembrar também que o XP incorporou um recurso interessante: quem não abre mão da pontualidade deve clicar na aba Horário na Internet e no botão Acertar agora. Se quiser, você pode ainda marcar a caixa de verificação Sincronizar automaticamente com um servidor de horário na internet, dar OK e fechar a janelinha - a partir daí, o sistema se encarregará de acertar a hora semanalmente.
Enfim, vejamos como "enfeitar" o relógio com seu nome ou outro epíteto a seu gosto:


1- Clique em Iniciar e em Painel de controle.
2- Localize o ícone Opções regionais e de idioma e dê duplo clique para abri-lo.
3- Clique no botão Personalizar e na aba Hora.
4- Mude o formato HH:mm:ss para HH:mm tt (dê um espaço entre mm e tt).
5- Em Símbolo AM: coloque o seu nome ou a inscrição desejada, e repita essa configuração em Símbolo PM.
6- Clique em Aplicar, dê OK, aguarde que ampulheta desapareça e confira o resultado.


Observação: Essa dica foi enviada pela Larissa, que atendeu gentil e prontamente minha solicitação e enviou uma porção de dicas interessantes. A ela, meus agradecimentos e um beijo carinhoso. Amanhã voltamos à Barra de Tarefas e focaremos a Área de Notificação do Windows.
Bom domingo a todos.

sábado, 25 de novembro de 2006

Barra de Tarefas - Inicialização Rápida

A barra de Inicialização Rápida é um recurso destinando a facilitar o acesso aos programas, pastas e arquivos que utilizamos com maior frequência. Uma vez habilitada, ela se instala por padrão no canto direito da Barra de Tarefas, junto ao botão Iniciar. Para adicionar-lhe um ítem, posicione o ponteiro do mouse sobre o ícone do programa, pasta ou arquivo desejado e arraste-o para a Inicialização Rápida. Solte o botão e veja que surgirá um menu de contexto com as opções Copiar aqui, Mover para cá e Criar atalhos aqui; escolha a ação desejada, e pronto.
Para remover um ítem, a coisa é ainda mais fácil: dê um clique direito sobre ele e, no menu, clique em Exlcuir (lembre-se de manter a tecla <Shift> pressionada ao clicar em Excluir, se quiser que o atalho seja eliminado sem passar pela Lixeira).
Note que as demais opções do menu (copiar, recortar, fixar no menu iniciar etc.) também fucionam normalmente com os itens da Inicialização Rápida - que, aliás, você pode reposicionar, se quiser, clicando sobre eles e arrastando-os para a localização desejada.
É mais fácil trabalhar com a Inicialização Rápida a partir de atalhos criados na Área de Trabalho, embora não haja problema algum em você arrastar um arquivo do Word, por exemplo, que esteja armazenado dentro de uma pasta qualquer. Todavia, é aconselhavel criar previamente um atalho para o documento, pasta ou programa.
Para fazer isso, clique com o botão direito do mouse sobre o ícone respectivo, no próprio local de origem, e escolha a opção Enviar para > Área de Trabalho (criar atalho). Depois, arraste o atalho recém-criado para a Inicialização rápida e proceda conforme sugerido.
Bom sábado a todos.
Amanhã tem mais.

sexta-feira, 24 de novembro de 2006

Barra de Tarefas - Terceira parte

Depois de habilitar uma barra de ferramentas ou criar uma barra personalizada dentro da sua Barra de Tarefas, talvez você precise redimensioná-la. Para fazer isso, com a Barra de Tarefas desbloqueada, posicione o ponteiro do mouse sobre a marca que fica na lateral esquerda da nova barra e arraste-a até que ela assuma as proporções desejadas. Note que esse procedimento permite também mudar a localização da barra, ou seja, reposicioná-la dentro da Barra de Tarefas. Aliás, com a Barra de Tarefas desbloqueada, você poderá movê-la para outra posição na tela (na parte superior ou na lateral que você preferir, por exemplo). Minha sugestão no sentido de bloqueá-la após proceder às configurações visa apenas evitar modificações involuntárias ou acidentais, mas isso fica a critério de cada um.
Criada uma nova barra de ferramentas, você poderá modificar alguns aspectos da sua visualização. Para isso, dê um clique direito no título (ou na marca lateral, no canto esquerdo da barra) e repare que, agora, existem novos itens no menu. O submenu Exibir, por exemplo, permite escolher ícones grandes ou pequenos.
É possível também habilitar ou desabilitar a visualização do título da barra e do texto dos atalhos (isso pode ser útil para economizar espaço), mas, se você criar duas ou mais barras personalizadas, talvez prefira manter seus títulos, até para poder diferenciá-las entre si.
Já os textos dos atalhos permitem que você identifique cada um dos itens disponíveis, razão pela qual eu sugiro mantê-los - com a possível exceção dos atalhos para programas, que podem ser identificados facilmente pelos ícones respectivos.
Observação: Se você habilitar a barra de Endereços, talvez não veja utilidade no botão "Ir", até porque basta teclar <Enter> após digitar o URL de um site da web, por exemplo, para que o IE seja aberto, e a página respectiva, carregada. Entretanto, para ganhar esse espaço, você terá de reajustar as configurações do seu Internet Explorer, já que esse botão é inerente ao navegador. Se realmente quiser fazer isso, abra o IE, clique em Ferramentas, Propriedades, e na aba Avançadas, localize a seção Navegação. Desmarque então a caixa de verificação ao lado da opção "Mostrar botão Ir na barra de endereços", dê OK para fechar a caixa de diálogo, encerre o navegador e veja que o botão Ir não é mais exibido na sua barra de Endereços.
Amanhã, veremos como personalizar a barra de Inicialização Rápida do Windows e o comportamento dos ícones que ali se alojam.

Um bom dia a todos e até lá.

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Aviso aos (novos) navegantes

Em atenção à dúvida deixada pela Valéria no post desta manhã, levo ao conhecimento de quem está chegando agora que o blog exibe as postagens por ordem de data, da mais recente para a mais antiga, mas limita os conteúdos da página inicial a um número pré-definido.
Ainda assim, é fácil acessar os posts e comentários anteriores, bastando para isso clicar nos títulos existentes na parte direita da janela, ou, no campo "Archives", nos meses alí consignados (Novembro, Outubro e Setembro, atualmente).
Dessa forma, você poderá ler (ou reler) todos os conteúdos publicadas no mês em questão (e até mesmo retroceder ao dia da criação do site) e acessar os comentários deixados em cada um deles (tanto pelos visitantes quanto pelo blogueiro).
Essa remissão já foi feita outras vezes, mas considerando que a nossa audiência aqui é "rotativa", não há como evitar repeti-la de quando em vez.
Conto com a compreensão dos veteranos e daqueles que nos acompanham o blog diariamente.
Abraços e uma boa tarde a todos.

Pontos a ponderar...

Resolvi fazer esta pausa nas postagens sobre a Barra de Tarefas devido à idéia que me ocorreu a partir do e-mail que recebi de um visitante chamado Paulo. Ele enviou duas dicas interessantes, que eu comentarei a seguir, mas, antes, vou aproveitar o "gancho" para convidar todos os demais visitantes a dividir conosco seus truques e macetes.
Se você quiser participar, basta enviar suas dicas por e-mail ou postá-las num comentário, tanto faz, e eu as publicarei num post específico - ou dentro do contexto apropriado, conforme o caso - concedendo-lhe o devido o crédito (desde que você se identifique, é claro). Participe.
Passemos agora às sugestões do Paulo: a primeira delas remete à postagem do último dia 10, e sugere um caminho bem mais simples para se acessar o Teclado Virtual: basta inserir o comando "osk" (sem as aspas) na caixa de diálogo Executar, no menu Iniciar, e o recurso será prontamente exibido na tela.
De minha parte, cabe dizer que a sugestão é perfeitamente válida, mas pode não ser lá muito apropriada quando recorremos ao teclado virtual devido a problemas com o teclado "físico", até porque, para acessar o menu Executar, bastam dois cliques do mouse, mas para digitar "osk" na caixa de diálogo sem usar o teclado, aí a coisa fica um pouco mais difícil, não é mesmo? Ainda assim, vale o registro.
A segunda dica tem a ver com a exclusão de arquivos. O leitor comenta que a Lixeira quase sempre fica escondida sob as janelas que mantemos abertas enquanto trabalhamos com o PC, impedindo que arrastemos até ela os arquivos que desejamos apagar. A sugestão consiste em arrastar um arquivo para o canto inferior direito da tela e manter o mouse posicionado por alguns instantes num ponto vazio da Barra de Tarefas. Isso faz com que todas as janelas sejam minimizadas, e a lixeira, consequentemente, exibida.
Embora o procedimento funcione, vale lembrar que existem outras maneiras de se apagar um arquivo sem arrastá-lo para a Lixeira. Na situação exposta pelo leitor, eu acho mais fácil selecionar o arquivo em questão e simplesmente clicar na tecla . De qualquer forma, fica a sugestão.
Amanhã, daremos prosseguimento ao exame da Barra de Tarefas. Um bom dia a todos e até lá.

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

Barra de Tarefas - Segunda parte

Dando prosseguimento ao assunto que iniciamos na postagem anterior, veremos agora como fazer para ativar (ou desativar) uma barra de ferramentas e, em seguida, como criar uma barra personalizada.

No primeiro caso, a coisa é bastante simples: depois que você desbloquear sua Barra de Tarefas (até porque, se a barra estiver bloqueada, alguns recursos nem aparecem), basta dar um clique direito num ponto vazio e, no menu que surgir, clicar em Barras de ferramentas. Feito isso, é só habilitar uma ou mais opções presentes no submenu que será exibido em seguida.
As barras de ferramentas disponíveis por padrão são aquelas que mencionamos na postagem anterior, mas a instalação de determinados programas pode inserir outras possibilidades nesse submenu. Note que uma barra ativa ficará marcada com aquele sinal em "v" característico.
Experimente habilitar cada um dos itens disponíveis e veja se o resultado lhe agrada ou se a nova barra terá utilidade prática para você. Querendo reverter o processo, ou mesmo desativar qualquer outra barra previamente habilitada, refaça os passos indicados e torne a clicar sobre a opção em questão. Nessas circunstâncias, a marquinha em "v" irá desaparecer, como também a barra de ferramentas propriamente dita sumirá da Barra de Tarefas Windows.

Vejamos agora como criar uma barra personalizada: Primeiramente, você deverá clicar na opção Nova barra de ferramentas... e, na tela que irá se abrir, escolher a pasta ou unidade que deseja exibir como barra de atalhos na sua Barra de tarefas. Se você escolher a pasta Meu Computador, por exemplo, notará que uma nova barra será criada na extremidade direita da Barra de Tarefas, próximo do relógio do sistema. Clicando sobre ela, você poderá visualizar e acessar mais rapidamente os elementos que se encontram armazenados na sua pasta Meu Computador.
Vale lembrar que essa configuração também é facilmente reversível: basta localizar e desmarcar a barra recém-criada (faça-o da mesma maneira sugerida dois parágrafos atrás, para a desativação das barras pré-existentes).
Amanhã, veremos como redimensionar e personalizar suas barras de ferramentas.
Um bom dia a todos, e até lá.

terça-feira, 21 de novembro de 2006

Personalização do Desktop - Barra de Tarefas

Na Barra de Tarefas do Windows - se mantidas as configurações padrão - ficam localizados o botão que dá acesso ao menu Iniciar (implementado na versão 95, quando o Windows deixou de ser uma simples interface gráfica que rodava em DOS para tornar-se um sistema operacional autônomo), a Área de Notificação (também chamada de systray ou bandeja do sistema) e o relógio do sistema.
Entretanto, essa barra suporta a inclusão de outras barras de ferramentas, como a de Inicialização Rápida (que, para esclarecer a dúvida apresentada por um visitante anônimo na postagem anterior, continua existindo no XP, ainda que venha desativada por padrão), a barra do Media Player, a barra de Endereços (para navegação na Web), a barra de Links (do Internet Explorer), a barra de Idiomas (configurações regionais e do teclado), a barra da Área de Trabalho e outras barras personalizadas que você pode criar, a seu critério.
Antes de detalharmos essa profusão de barras, vale lembrar que, por default, a Barra de Tarefas do Windows ocupa toda a extensão da borda horizontal inferior do Desktop (embora isso possa ser modificado, como veremos mais adiante). Nessas condições, uma faixa da tela fica comprometida, podendo incomodar usuários cujos monitores tenham dimensões reduzidas (especialmente modelos de 14 ou 15 polegadas).
Mas essa questão é simples de se resolver: para manter a Barra de Tarefas oculta sempre que sua visualização não seja necessária, basta clicar nela com o botão direito do mouse e escolher a opção Propriedades. Na janelinha que irá se abrir, clique na orelha Barra de Tarefas (se necessário) e, no campo Aparência da Barra de Tarefas, marque a caixa de verificação ao lado da opção Ocultar automaticamente a barra de tarefas. Ao clicar em OK, a barra será "recolhida", tornando a ser exibida somente quando você assim o desejar, bastando descer com o ponteiro do mouse até a borda inferior da tela do monitor (como se você fosse clicar em algum objeto que estivesse abaixo da área visível da tela).

Observação: A maioria das configurações inerentes à Barra de Tarefas exige que a mesma esteja desbloqueada. Assim, antes de qualquer outra providência, clique com o botão direito numa área vazia da Barra e desmarque, se for o caso, a opção "Bloquear a barra de tarefas". Depois que você terminar de fazer suas configurações, volte a ativar o bloqueio, se desejar. Pessoalmente, eu acho recomendável manter a Barra bloqueada, para evitar que ela seja movida ou tenha suas dimensões modificadas acidentalmente, coisa que é comum acontecer, mas nem sempre é fácil de se reverter.
No próximo post, veremos como ativar as demais barras de ferramentas que mencionamos de passagem, linhas atrás. Bom dia a todos e até lá.

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Personalização do Desktop

O Desktop do Windows é o correspondente virtual da nossa "área de trabalho", e funciona como a "porta de entrada" do sistema operacional. Usuários tradicionalmente avessos a desordem e bagunça podem preferir manter essa área sempre arrumadinha (da mesma forma como suas mesas, salas etc.), ao passo que outros... Bom, deixa pra lá; toda bagunça tem uma ordem que lhe convém, e não estamos aqui para julgar ou criticar quem quer que seja.

Importa mesmo é levar ao conhecimento de todos que nos prestigiam com suas visitas que, no XP, a Microsoft aprimorou expressivamente as possibilidades de personalização já existentes no Millennium e, em escala menor, no Win98. Algumas delas são intuitivas, mas outras requerem conhecimentos mais avançados e passam geralmente despercebidas aos olhos da maioria dos usuários domésticos.

Por conta disso, vamos dedicar várias postagens a uma seqüência de dicas, truques e macetes que eu considero "imperdíveis". A título de "aperitivo", vale lembrar que, por padrão, tão logo a instalação do sistema é concluída, o Desktop exibe apenas o ícone da Lixeira e a Barra de tarefas (esta última ao pé da tela, com o famoso botão "Iniciar" no canto esquerdo e o relógio do sistema na extremidade oposta). Outros ícones tradicionais, como Meu computador e Meus documentos, foram incorporados ao menu Iniciar.

Mas não é difícil ressuscitá-los ou configurar o sistema para exibir também os ícones correspondentes ao Internet Explorer e a Meus Locais de Rede. Para fazer isso do modo mais simples, basta você dar um clique direito numa área vazia da tela e, no menu que irá se abrir, clicar na opção Propriedades. Na próxima tela, clique na aba Área de Trabalho, no botão Personalizar Área de Trabalho e na aba Geral; em seguida, marque as caixas de verificação ao lado dos ícones desejados, clique em Aplicar em em OK.

Na próxima postagem, veremos como configurar a Barra de tarefas, que, por sinal, é um componente extremamente "personalizável". 
Abraços e até lá.

domingo, 19 de novembro de 2006

Criando pontos de restauração e retornando o Windows a um ponto anterior

Atendendo ao pedido do meu amigo Georges e considerando que o IE está em vias de ser atualizado, vou aproveitar este domingo modorrento, véspera de feriado e de tempo medíocre para relembrar como usar a restauração do sistema, devido à importância de se criar um ponto de restauração antes de se instalar quaisquer programas, drivers ou atualizações:
  1. Para acessar a restauração do sistema, clique em Iniciar >Todos os Programas, Acessórios > Ferramentas do Sistema > Restuaração do sistema. A tela inicial oferece duas possibilidades: Restaurar o computador mais cedo ou Criar um ponto de restauração.
  2. Escolhida a primeira opção, clique em Avançar e veja o calendário com algumas datas em negrito. Clicando numa dessas datas, você terá, do lado direito da tela, a relação dos pontos de restauração disponíveis e a descrição de cada um deles (hora e motivo pelo qual o ponto foi criado). Sendo necessário, escolha o ponto desejado e clique em Avançar, e o Windows irá tentar reverter à configuração correspondente à data e hora em que o ponto foi criado (voce será notificado do resultado - se não ficar satisfeito, pode escolher outro ponto e repetir o processo).
  3. Escolhendo a segunda opção, você poderá criar manualmente seus pontos de restauração (convém fazê-lo, por garantia, sempre que instalar um driver ou um aplicativo, por exemplo, ou quando você for rodar uma ferramenta de limpeza do registro). Basta dar um nome ("atualização do IE", por exemplo) e clicar na opção Criar; em poucos segundos o Assitente lhe dará conta do resultado e apresentará informações do novo ponto criado.

Bom domingo a todos.

sábado, 18 de novembro de 2006

Senha no XP

Se somente você tem acesso ao seu computador, não faz sentido manter uma senha de inicialização ativa.
Para alterar essa configuração e não ser mais obrigado a digitar sua senha toda vez que ligar o PC ou sempre que reiniciar o Windows, faça o seguinte:

1- Abra o Painel de Controle e clique no miniaplicativo Contas de Usuário.
2- Selecione seu Nome de usuário e, depois, Remover Senha.
3- Digite então sua senha, clique em Remover Senha e, partir daí, a tela que solicita a inserção da senha durante a inicialização do Windows não deverá mais aparecer.

Outra solução interessante consiste em eliminar de vez o logon do sistema (e, de quebra, economizar alguns segundos no tempo de inicialização do computador).
Para fazer isso, considerando também nesse caso que somente você utiliza o seu PC:

1- Clique em Iniciar > Executar, digite "control userpasswords2" (sem as aspas) e dê OK.
2- Clique na aba Usuários, desmarque a opção Usuários devem entrar com nome e senha para usar este computador e clique em Aplicar. Feito isso, digite seu nome, senha e dê OK duas vezes.
3- Para finalizar o processo, abra o Painel de Controle, clique em Contas de Usuário, em Alterar o modo como usuários fazem logon ou logoff e desmarque as caixas de verificação Use a tela de boas vindas e Use a Troca Rápida de Usuário.

Bom fim de semana a todos (aos paulistanos, bom feriadão).

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

Camuflando dados confidenciais

O Windows XP Home não oferece suporte à criptografia de arquivos e pastas, razão pela qual você terá de se valer de um software de varejo, caso deseje implementar essa funcionalidade no seu sistema. Ainda assim, existe um paliativo relativamente eficiente, que permite "esconder" seus arquivos confidenciais dos abelhudos que porventura tenham acesso ao seu computador. Veja como fazer isso:

1- Crie uma pasta no desktop (ou dentro da pasta Meus Documentos), nomeie-a como preferir e arraste para dentro dela os arquivos que você pretende manter longe dos olhos de pessoas não autorizadas.
2- Dê um clique direito sobre a pasta em questão e escolha Propriedades.
3- No item Atributos, marque a opção Oculto e confirme em OK.
4- Abra a janela Meus Documentos (ou Meu Computador), clique no menu Ferramentas e escolha Opções de Pastas.
5- Entre em Modos de Exibição, marque a opção Não Mostrar Pastas e Arquivos Ocultos e confirme em OK.

Para acessar o conteúdo dessa pasta, você terá que refazer esses passos na ordem inversa, ou seja, reconfigurar o sistema de modo que as pastas e arquivos ocultos sejam exibidos por padrão. Todavia, os demais usuários do seu computador que não se logarem com privilégios de administrador não terão permissão para efetuar modificações no sistema, de maneira que não poderão visualizar essa(s) pasta(s) e respectivos arquivos nela(s) contidos.
Abraços a todos e até amanhã.

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

Respostas às dúvidas de alguns visitantes

Vou dedicar este post a dois comentários deixados ontem, porque os assuntos suscitados são de interesse geral.

A Margareth quer saber quais as melhores marcas de CDs e DVDs virgens, além da validade e durabilidade dessas mídias. Inicialmente, devo frisar que conceitos como "melhor" e "pior" são sempre subjetivos e personalíssimos, e qualquer generalização pode ser perigosa.
De qualquer forma, as mídias virgens são produzidas a partir de um substrato plástico recoberto por uma fina camada de alumínio, prata, ouro ou platina. Sobre ela, existem duas outras camadas; uma, de material orgânico fotossensível; a outra, de verniz protetor. A cor da mídia tem a ver com as substancias utilizadas no processo de fabricação, e até pode influenciar na qualidade (há quem diga que CDs "azuis", que utilizam a cianina, têm vida útil de aproximadamente 50 anos, enquanto que os dourados, baseados em fitohalocianina, duram o dobro desse tempo), mas esse não deve ser o único parâmetro em que se analisar, até porque muitos fabricantes costumam tingir as mídias (por questões puramente estéticas) com pigmentos das mais variadas cores. Na hora da compra, o melhor é optar por produtos de marcas renomadas (MAXELL, SONY, PHILIPS etc.) e acondicionados em embalagens individuais - ainda que as tubulares sejam preenchidas mecanicamente, o manuseio posterior por parte do lojista (ou, pior ainda, do marreteiro) pode comprometer em muito durabilidade, especialmente se você adquirir umas poucas unidades ao invés de um tubo fechado.
Quanto à validade, ela é indeterminada, mas nada impede que você adquira um disco novo já danificado pelo manuseio ou armazenamento inadequado, pela exposição direta ao sol ou a fontes de calor, e por aí vai...
No que diz respeito ao formato (+R/-R), gravadores e leitoras de CD/DVD atuais costumam oferecer suporte ao multiformato (embora convenha conferir atentamente as especificações técnicas da mídia e do seu dispositivo de leitura/gravação). A maioria dos players domésticos de fabricação recente é capaz de ler as mídias gravadas (ou regravadas) no seu computador, embora possam ocorrer incompatibilidades - como as que a gente enfrentou por aqui, recentemente, com um drive LG e mídias DVD+RW da Philips. Em vista disso, sugiro que você limite sua compra inicial a um único CD ou DVD (R ou RW, conforme seus propósitos e recursos do equipamento) e só parta para aquisições no atacado depois de ter testado (e aprovado) a marca e o formato do disco.

A segunda pergunta, postada "anonimamente", diz respeito ao bloqueio de e-mails indesejados. Embora nós já tenhamos discutido esse assunto quando tratamos do correio eletrônico e das configuração do Outlook Express, a questão em pauta remete mais diretamente a e-mails em inglês, que o interessado pretende bloquear devido à possibilidade de eles transportarem vírus ou outros códigos maliciosos.
A princípio, a coisa remete ao nosso velho conhecido SPAM (ou junk mail, ou lixo virtual), e a solução requer a instalação de um bom programa anti-spam.

Ainda que o OE permita bloquear remetentes (já vimos como fazer isso), os spammers costumam se valer de inúmeras combinações que os mantém ativos: você bloqueia um endereço e torna a receber mensagens parecidas logo em seguida, porque uma letra ou caractere foi modificado nessa nova remessa. Para minimizar o problema, pode-se bloquear o domínio (que corresponde à porção do endereço que vem depois do símbolo "@"). Dessa forma, o ingresso de qualquer mensagem proveniente do domínio bloqueado será barrado - mas só faça isso com domínios estranhos (geralmente baseados no exterior, dos quais é improvável que você venha a receber mensagens legítimas): se você bloquear o domínio ig.com.br, por exemplo, deixará de receber mensagens de qualquer pessoa que mantenha uma conta de e-mail no iG, sejam elas legítimas ou não.
Outro paliativo consiste em selecionar o e-mail incomodativo (sem abrir), clicar no menu Mensagens e escolher a opção Criar regras com base na mensagem... Talvez as modestas possibilidades de configuração não resolvam totalmente o problema, mas podem ajudar um pouco.

É importante manter as configurações de segurança do OE sempre habilitadas (bloqueio de figuras e anexos de e-mail potencialmente perigosos), bem como de bloquear o painel de visualização (na janela principal, clique no menu Exibir, escolha Layout... e desabilite a opção referente a Mostrar painel de visualização).
Alguns serviços de webmail (notadamente os pagos, como o do Terra, do UOL, etc.) oferecem filtros anti-spam configuráveis e bastante funcionais. Só que muitos deles separam as mensagens legítimas das duvidosas (mediante pastas específicas denominadas Quarentena ou coisa parecida), mas não levam em conta essa diferenciação ao descarregar os e-mails no computador do usuário. O iG, por exemplo, marca possíveis spams com uma cor diferente, mas, para poder se valer desse recurso, você precisa acessar sua caixa postal via webmail, fazer uma triagem prévia, e só depois descarregar os e-mails via programa cliente.

Ainda a novela do IE7

Diferentemente do que a gente imaginava - e até do que chegou a ser divulgado - a Microsoft não incluiu o IE7 nas atualizações deste mês, optando pela divulgação distribuída do programa (visando evitar o congestionamento do seu centro de suporte), mas os usuários da versão em inglês do IE6 já estão recebendo a atualização (à razão de 1 milhão de computadores por dia) e os brasileiros devem começar a recebê-la ainda nesta semana.
A equipe responsável prevê um período de três meses para atender a todos, embora considere a possibilidade de a coisa ser concluída antes disso. Vale lembrar que, embora a atualização do programa seja descarregada automaticamente, você será devidamente consultado, antes de ser dado prosseguimento ao processo de atualização.
Um bom dia a todos e até mais tarde.

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Desempenho do Windows XP

Vamos aproveitar este quase feriadaço (não é todo mundo que pode "enforcar" a quinta e a sexta-feira, mas isso estaria de bom tamanho aqui em Sampa, porque a próxima segunda é feriado municipal) para falar sobre mais uma das muitas sutilezas do XP.
O XP requer uma configuração de hardware respeitável, e o upgrade a partir de versões anteriores (como o 98 ou o ME) normalmente é feito sem as necessárias adequações. Assim, o usuário acaba achando o sistema lento, pesado, e começa a procurar maneiras de rodá-lo com maior desenvoltura.
Uma forma de contornar esse problema consiste em desativar algumas das diversas inovações visuais interessantes, mas que sacrificam os recursos do PC, especialmente em máquinas com alguns anos de estrada, com processadores modestos (para os padrões atuais) e menos de 512MB de memória física (RAM).
Se for o seu caso, experimente clicar com o botão direito do mouse em Meu Computador, escolher Propriedades, clicar na aba Avançado e, no campo Desempenho, clicar no botão Configurações.
Feito isso, marque a opção "Ajustar para obter um melhor desempenho" ou personalize os diversos efeitos visuais (desmarcando individualmente as respectivas caixas de verificação), buscando uma configuração mais adequada às suas preferências e necessidades.
Amanhã tem mais. Bom feriado a todos.

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Programas rebeldes

Embora a instalação de programas seja um procedimento quase que totalmente automático, sua remoção é um pouco mais complicada e até problemática, se procedida de maneira inadequada, porque pode acarretar lentidão e instabilidade e até travamentos ao sistema.
Não custa lembrar que a maioria dos softwares, ao ser instalada, cria pastas, atalhos, e faz modificações no Registro do Windows, coisa que nem sempre é devidamente revertida durante a desinstalação. Isso quando o aplicativo removido não leva de embrulho arquivos de biblioteca (DLLs) compartilhados por outros programas, que passam a apresentar problemas de funcionamento.
Assim, sempre que você for desinstalar um software qualquer do seu PC, faça-o através do desinstalador correspondente ou, na falta dele, via Painel de Controle > Adicionar ou Remover Programas. Concluída a desinstalação, reinicie o computador, localize quaisquer componentes que porventura tenham sobrado e remova-os manualmente. Rode então sua ferramenta de manutenção preferida (Norton System Works, System Mechanic, CCleaner, MV RegClean ou similar) ou valha-se de Live OneCare, da Microsoft, cujo link, como você sabe, está disponível na porção direita da janela aqui do Blog.
Há casos, todavia, em que você desinstala um programa e, a despeito da mensagem dando conta de que o processo foi concluído com êxito, a entrada continua figurando na lista Adicionar ou Remover Programas, no Painel de Controle. Nessas circunstâncias, o jeito é fazer uma breve incursão pelo Registro para eliminar de vez o software rebelde. Para isso:


1 - Clique em Iniciar > Executar, digite "regedit" (sem as aspas) e clique em OK.
2 - No menu à esquerda da tela do Editor do Registro, expanda a chave HKEY_LOCAL_MACHINE e navegue por Software/Microsoft/Windows/CurrentVersion/Uninstall. 3 - Um nível abaixo, você verá uma lista com todos os aplicativos presentes em Adicionar ou Remover Programas. Localize o software rebelde, dê um clique direito sobre ele e escolha a opção Excluir.
4 - Feito isso, feche o Editor do Registro e reinicie o computador.

Note que o Registro do Windows é um banco de dados importante, e que sua edição manual é um procedimento delicado. Alterações impróprias ou mal sucedidas podem comprometer a estabilidade ou mesmo inviabilizar o funcionamento do computador.
Antes de se aventurar por essas águas turvas, crie um ponto de restauração e faça um backup do Registro (ou da chave que você pretende modificar). Na hipótese de alguma coisa sair errada, você poderá reverter o processo sem maiores dificuldades.
Bom dia a todos e até amanhã.

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Ainda as sutilezas do teclado

Complementando o que vimos sobre o assunto em pauta, vale lembrar que as teclas Alt e Ctrl, quando pressionadas sozinhas, não têm função alguma, mas, combinadas com outras, dão acesso a funções secundárias do teclado - ou seja, funcionam como teclas de atalho. Os atalhos são compostos por uma combinação das teclas Ctrl ou Alt com uma outra tecla qualquer. Confira a seguir alguns deles:

Alt + Tab - Altera a janela que está sendo utilizada.
Alt + F4 - Fecha a janela que está ativada.
Alt + Enter - Exibe propriedades da pasta ou ícone.
Ctrl + A - Seleciona todos os arquivos de uma pasta.
Ctrl + C - Copia um arquivo ou pasta para duplicá-lo.
Ctrl + X - Recorta um arquivo ou pasta para movê-lo.
Ctrl + V - Cola o arquivo ou pasta copiado ou recortado.
Ctrl + Z - Desfaz a última operação.
Shift + F10 - Corresponde a um clique com o botão direito do mouse.
Shift + DEL - Exclui permanentemente o arquivo, sem que ele seja enviado para a Lixeira.
Tecla Win - Abre o menu Iniciar.
Tecla Win - Abre o Windows Explorer.
Tecla Win + R - Abre a caixa Executar.
Tecla Win + D - Minimiza e maximiza todas as janelas.
Tecla Win + Break - Abre as Propriedades do Sistema.


Para finalizar, a tecla Num Lock serve para modificar as funções do teclado numérico. Quando ela está ativada, as teclas digitam números. Já quando ela está desativada, as teclas funcionam como setas direcionais. Outra tecla que traz funções interessantes é a Insert, que é usada em editores de texto como o Word. Se ela estiver desativada, tudo o que você digitar irá sobrescrever o texto que vem a seguir. Do contrário, o material digitado será inserido no ponto em que está o cursor, e o texto pré-existente será "empurrado" para adiante.

domingo, 12 de novembro de 2006

Teclas Scroll Lock, Pause Break e Print Screen

Aproveitando a pergunta da Karina e considerando que poucos usuários domésticos conhecem a serventia das teclas Scroll Lock, Pause Break e Print Screen (legados do tempo do DOS, quando então tinham aplicações mais expressivas), vou dedicar a postagem de hoje para detalhar melhor esse assunto.
Nos primórdios da informática, o teclado era apenas uma herança advinda das tradicionais máquinas de escrever, mas hoje ele vai muito além disso. Modelos mais recentes são capazes de abrir o navegador, desligar o computador e até acionar a calculadora do Windows, dentre outras funções avançadas. Os teclados mais utilizados aqui pelas nossas bandas seguem as normas ABNT ou ABNT2 (padrão QWERTY com tecla "ç"). O ABNT2 inclui ainda o Alt Gr (à direita da barra de espaço), que permite inserir no texto os símbolos adicionais que aparecem no canto inferior direito de algumas teclas: para isso, basta pressionar a tecla Atl Gr juntamente com a tecla que contém o símbolo desejado.
A tecla Scroll Lock não possui qualquer utilidade relevante, ainda que sirva para desabilitar determinadas funções em alguns programas (no Excel, por exemplo, você pode se valer dela para rolar uma planilha para baixo, mantendo o cursor numa célula selecionada). Já a tecla Pause Break era utilizada no DOS para pausar o processamento de dados e congelar a tela. No Windows, ela não tem grande utilidade, mas você pode usá-la para travar a tela (e navegar pelo texto usando as setas direcionais) se quiser ler as informações que aparecem rapidamente no monitor do seu PC, durante o boot.
A tecla Print Screen, por sua vez, captura um "instantâneo" do conteúdo exibido no monitor e o remete para a área de transferência do Windows (área de memória onde ficam gravados temporariamente textos e figuras, quando você utiliza os recursos Copiar ou Recortar). Isso pode ser útil quando você precisa submeter a algum amigo mais experiente uma mensagem de erro que surge na sua tela, por exemplo.

Para comprovar essa funcionalidade, experimente pressionar Print Screen, abrir um documento do Word, dar um clique direito numa área vazia e, no menu suspenso, clicar na opção Colar.
Você pode manipular as imagens obtidas via Print Screen com um editor de imagens (como o Paint, por exemplo: clique em Iniciar, Todos os programas > Acessórios > Paint e, na tela inicial do programa, clique no Menu Editar e escolha a opção Colar). Feito isso, salve o arquivo como JPEG na sua área de trabalho, clique sobre ele com o botão direito, escolha a opção Enviar para, clique em Destinatário de correio e despache o arquivo para o seu amigo. Note ainda que, pressionando simultaneamente as teclas <Alt + PrtScn>, apenas a janela que estiver em primeiro plano (ativa) será capturada; seu papel de parede, as demais janelas, ícones e outros elementos da área de trabalho não serão incluídos na cópia.
Bom domingo a todos.

sábado, 11 de novembro de 2006

Atualizações e correções do Windows e companhia

A Microsoft deve divulgar, na próxima terça-feira (14.11), seis boletins de segurança referentes a correções de falhas no Windows e no interpretador XML. O remendo do interpretador XML é considerado como o mais urgente, visto que os hackers já publicaram códigos mostrando como a falha pode ser explorada para rodar programas não autorizados em um computador.
Essas atualizações fazem parte do ciclo mensal de correções que a Microsoft libera todos mês, na segunda terça-feira. Em outubro, foram 10 boletins de segurança corrigindo 26 falhas do Windows e do pacote de aplicativos Office.
Vamos esperar para ver se o Internet 7 também vem de carona nesse pacote.
Abraços e um bom final de semana a todos.

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Teclado virtual

Na postagem anterior, vimos como usar o teclado para realizar funções básicas do mouse; agora, veremos a contrapartida - ou seja, como usar o mouse para realizar funções inerentes ao teclado.
Nas suas opções de acessibilidade, o Windows oferece um recurso chamado pela Microsoft de "Teclado Virtual", que garante um nível mínimo de funcionalidade do PC a usuários com deficiência motora, permitindo-lhes digitar dados com um dispositivo apontador ou um joystick. Todavia, nada impede que a gente se sirva do teclado virtual no caso de uma pane inesperada de hardware, ou mesmo para obter maior segurança ao digitar senhas ou outros dados confidenciais em máquinas públicas - nunca é demais lembrar que os "keyloggers" (pequenos programas espiões espalhados por pessoas mal intencionadas) podem monitorar nossa digitação e enviar as informações para os crackers de plantão.
Com uns poucos cliques do mouse, é possível ter na tela do monitor uma representação gráfica do teclado e utilizá-la, também através do mouse, para digitar textos e dar andamento a tarefas associadas ao uso do teclado convencional.

Para abrir o teclado virtual, clique em Iniciar, Todos os programas, Acessórios, Acessibilidade e, em seguida, clique em Teclado Virtual (note que o programa no qual você deseja digitar deve estar ativo enquanto você estiver usando o Teclado virtual). Para obter mais informações sobre como usar esse recurso, você pode consultar a ajuda o prórpio Windows.
Vale frisar que essas soluções devem ser tidas como simples "quebra-galhos", porque manter o mouse e o teclado em boas condições de funcionamento é essencial para operar o computador adequadamente.

Abraços a todos e até amanhã.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Sutilezas do XP

O Windows XP foi lançado comercialmente no final de 2001, e o Vista, que até pouco tempo atrás atendia pelo codinome "Longhorn", deve chegar mesmo no ano que vem, caso não ocorram novos atrasos. Entretanto, isso não significa que todo mundo irá fazer o upgrade imediatamente - afinal, ainda tem muita gente usando o Win98. Além disso, o Vista requer um hardware de respeito, e se o seu PC tem quatro ou cinco anos de estrada, talvez seja melhor esperar a poeira assentar e partir para um equipamento novo, de configuração compatível e preferencialmente já com o novo sistema pré-instalado pelo fabricante (não custa nada lembrar, mais uma vez, que os pioneiros são reconhecidos pela flecha espetada no peito).
A verdade é que o XP ainda tem muita lenha para queimar. Aliás, ele é um programa altamente sofisticado, prenhe de recursos ocultos e macetes - muitos dos quais são manjados, mas alguns nem sequer foram documentados. E já que falamos em nomes, você sabia que o termos "Windows" (janelas) foi usado para batizar originalmente uma interface gráfica que rodava em DOS, que só se tornaria um Sistema Operacional autônomo a partir da versão 95, cujo codinome era "Chicago"?
Mas vamos deixar essa cultura inútil para outra hora e ver, agora, algumas dicas interessantes. A primeira delas envolve os principais dispositivos de entrada que você usa para operar seu PC, ou seja, o teclado e o mouse. O teclado é mais tradicional e vem sendo utilizado há mais tempo (desde quando se digitavam instruções via prompt de comando), até porque não fazia sentido usar um dispositivo apontador antes da popularização das interfaces gráficas. Hoje em dia, porém, o simpático ratinho se tornou tão popular que a maioria dos usuários se sente totalmente perdida quando esse dispositivo apresenta problemas (alguns dos quais podem ser resolvidos facilmente, bastando você remover a esfera e limpar os eixos que existem dentro da respectiva cavidade).
Claro que, quando o mouse pifa, a solução indicada é correr até a loja mais próxima (embora você vai se arrepender se comprar um daqueles modelos vendidos em bazares e supermercados, de marca desconhecida, que custam 5 ou 6 reais). Todavia, antes que um substituto seja providenciado, você pode mover o ponteiro e clicar nos ícones, pastas e arquivos usando um recurso que muita gente desconhece (mas só vale recorrer a esse procedimento em caso de real necessidade, porque a coisa é trabalhosa e especialmente chata de fazer). Acompanhe:


1 - Usando o teclado, pressione a tecla com o logotipo do Windows (isso faz o mesmo efeito que clicar no botão Iniciar, na barra de tarefas).
2 - Com as setas direcionais, abra "Painel de controle" e vá navegando até acessar as "Opções de Acessibilidade". Feito isso, tecle "enter".
3 - Na janelinha que irá se abrir, usando a tecla "Tab" e as setas direcionais, vá percorrendo as opções até alcançar a aba "Mouse" e conseguir marcar a caixa "Usar teclas para mouse" (quando essa opção aparecer contornada por uma linha pontilhada, pressione uma vez a barra de espaço).
4 - Finalmente, tecle "enter", ative o NumLock e use as setas do teclado numérico para mover o ponteiro do mouse e a tecla "5" para clicar.

Na próxima postagem, veremos como usar o teclado virtual do Windows como substituto do componente de hardware, quando for ele que apresentar problemas. Até lá.

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Nova falha de segurança do Windows!

O Windows apresenta uma nova brecha de segurança, que já vem sendo explorada pelos crackers para obter acesso remoto ao PC de quem visita sites inseguros ou clica em links suspeitos.
O problema afeta as versões 2000, 2003 Server e XP e, segundo a empresa Secúnia, é “extremamente crítico”.
A Microsoft (que foi a primeira a divulgar a falha) está trabalhando na respectiva correção, e deve disponibilizá-la já na próxima terça-feira, dentro do seu ciclo mensal de atualizações.
Nesse entretempo, a empresa recomenda a adotar algumas medidas preventivas, como não navegar em sites suspeitos, configurar o sistema para não aceitar controles ActiveX por padrão, manter o antivírus atualizado e redobrar a cautela ao abrir e-mails e clicar em links de procedência duvidosa.
Vale lembrar que o Live OneCare continua disponível aqui no blog, através do link correspondente (na porção direita da tela). Aproveite a visita e faça uma checagem on-line no seu sistema.
Bom dia a todos e até amanhã.

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Backup - Terceira parte

Para concluir esta rápida visão sobre cópias de segurança, passamos agora ao roteiro para backups em CDs - ainda que esse assunto tenha sido detalhado no volume 5 da Coleção Guia Fácil Informática. Vale lembrar que os procedimentos a seguir requerem um gravador de CD/DVD instalado no computador (embora isso pode lhe parecer óbvio, nunca se sabe...).

1. Insira um CD gravável ou regravável vazio no drive respectivo.

2. Dê duplo clique em Meu computador e clique nos arquivos ou pastas que deseja copiar para o CD (para selecionar mais de um arquivo, mantenha pressionada a tecla CTRL enquanto clica nos arquivos desejados).

3. Clique em qualquer uma das seguintes opções: Copiar este arquivo; Copiar esta pasta; ou Copiar os itens selecionados.

4. Na caixa de diálogo Copiar itens, clique na unidade de gravação de CD e, em seguida, clique em Copiar.

5. Em Meu computador, clique duas vezes na unidade de gravação de CD.


6. O Windows exibirá uma área temporária onde os arquivos serão mantidos antes de serem copiados para o CD. Verifique se os arquivos e pastas que você deseja copiar para o CD estão exibidos em Arquivos prontos para serem gravados no CD e, em Tarefas de gravação do CD, clique em Gravar no CD.

7. Depois que o Assistente para gravação em CD for iniciado, siga as instruções nas telas. Ao término do processo, será exibida uma caixa de seleção para que você escolha criar uma cópia adicional (clique em Gravar estes arquivos em outro CD, insira outra mídia virgem no drive e siga as instruções do Assistente).


Depois de ter certeza de que a gravação foi realizada com sucesso, convém você excluir os arquivos e pastas da área de armazenamento temporário do gravador de CD. Para isso:

1. Dê duplo clique em Meu computador e, em seguida, na unidade de gravação de CD. O Windows exibirá uma área de armazenamento temporário em que os arquivos serão mantidos antes de serem copiados para o CD. Os arquivos e pastas localizados nessa área serão listados em Arquivos prontos para serem gravados no CD.

2. Em Tarefas de gravação do CD, clique em Excluir arquivos temporários. O Windows excluirá os arquivos e pastas da área de armazenamento temporário e os moverá para a Lixeira (isso não afeta os arquivos originais no computador e nem as cópias que foram gravadas no CD, evidentemente).

Note que gravadores de CD mais antigos não queimam CDs regraváveis (que podem ser apagados e regravados por até mil vezes).
Para evitar que a gravação do CD apresente falhas indesejáveis, certifique-se de haver espaço suficiente no disco rígido para abrigar os arquivos temporários que serão criados durante o processo - use a ferramenta Limpeza de Disco, localize e corrija eventuais erros e desfragmente seu HD regularmente (vimos como fazer isso, em postagens anteriores).
Antes de iniciar a gravação, feche todos os demais programas (como proteções de tela e software antivírus) e evite usar o computador com outros aplicativos que possam demandem recursos e, por isso, possam comprometer o resultado do processo.
Até amanhã.

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Backup - Segunda parte

Vamos dar prosseguimento agora às informações que apresentamos sobre este assunto na postagem do último sábado. Vale lembrar que que o roteiro a seguir se aplica a usuários do Windows XP Pro, que conta com uma ferramenta nativa de backup mediante a qual você pode copiar seus arquivos, pastas, configurações e o que mais desejar. Para isso:

1. Clique em Iniciar e aponte para Todos os Programas.
2. Aponte para Acessórios e, em seguida, para Ferramentas do Sistema.
3. Clique em Backup (quando você usa o utilitário de backup, a primeira tela exibida é a janela de boas-vindas do Assistente de backup ou restauração)
4. Clique em Avançar e siga as instruções do Assistente.

Se você usa o XP Home Edition, será preciso instalar o utilitário de backup (não me pergunte por que razão ele já não vem instalado). Tendo em mãos seu CD original do Windows XP, siga as etapas abaixo:

1. Insira o CD na unidade e, caso necessário, dê duplo clique no ícone CD, em Meu Computador, para exibir a tela de boas-vindas.
2. Na tela Bem-vindo ao Microsoft Windows XP, clique em Executar tarefas adicionais.
3. Clique em Examinar este CD.
4. Em Windows Explorer, dê duplo clique na pasta ValueAdd em Msft e em Ntbackup.
5. Dê duplo clique em Ntbackup.msi para instalar o utilitário de Backup.

Se você comprou seu PC com o Windows XP Home Edition pré-instalado e não dispõe do CD original da Micorosoft, entre em contato com o fabricante do computador ou recorra a um software de backup de terceiros (há diversas ferramentas para essa finalidade que podem ser encontradas e baixadas em sites de download, como o superdownloads e o baixaki, por exemplo).
Na etapa complementar, veremos como fazer backups em CDs. Até lá.

domingo, 5 de novembro de 2006

Chats via MSN e outros mensageiros

Dando seqüência às recomendações de segurança em bate-papos online, vale dizer que os programas de mensagem instantânea permitem "conversar" com pessoas que figuram nas nossas listas de contatos, mas convém ter em mente que nem todas essas pessoas são conhecidas e/ou confiáveis - muitas delas podem estar lá simplesmente porque as aceitamos ou incluímos a partir de um convite, numa sala de bate-papo. Pensando nisso:
Tome muito cuidado ao criar um nome de exibição. Evite fornecer informações pessoais ou referir-se a elas, a menos que você esteja teclando com pessoas conhecidas (e, mesmo assim, nunca se sabe quem pode estar monitorando essa "conversa").
Não liste seu nome ou endereço de email em áreas públicas (como grandes diretórios da Internet ou perfis de comunidade online) nem os forneça a estranhos. Alguns serviços de mensagens instantâneas vinculam seu nome de exibição a seu endereço de email quando você se registra. A disponibilidade de seu endereço de email pode fazer com que você receba um número maior de spam e ataques de phishing scam.
Nunca forneça informações confidenciais (como número de cartão de crédito, documentos ou senhas) numa conversa de mensagem instantânea.
Não aceite a inclusão de desconhecidos; só se comunique com pessoas que estejam em sua lista de contatos ou amigos.
Se resolver encontrar alguém que você conheça apenas de mensagens instantâneas, tome as precauções de segurança sugeridas na postagem anterior. Não se encontre com essa pessoa sozinho, (leve um amigo ou familiar) e sempre marque encontros em locais públicos, como um shopping center ou restaurante.
Nunca abra imagens, baixe arquivos ou clique em links de mensagens de desconhecidos.
Não envie mensagens instantâneas pessoais do trabalho (talvez seu empregador ou um superior hierárquico qualquer monitore essas mensagens).
Se você usar um computador público (numa lan house ou num cyber café), não configure o recurso de logon automático. As pessoas que usarem o computador depois de você poderão ver (e usar) seu nome de exibição para fazer logon.
Quando não estiver disponível para receber mensagens, tenha cuidado com o status que você exibe para os outros usuários. Por exemplo, você pode não querer que todos da sua lista de contatos saibam que você está "Em Almoço".
Bom domingo a todos. Amanhã a gente volta para postar a segunda parte da matéria sobre Backup de dados.

sábado, 4 de novembro de 2006

Backups - Parte 1

Atendendo ao pedido da Lúcia e considerando o tema por ela suscitado como de interesse geral, vou aproveitar a postagem deste sábado para falar um pouco sobre o backup de dados. Afinal, dizem que os usuários de PCs se dividem em duas categorias: a dos que já perderam dados importantes e a dos que ainda vão perder (piadinha de humor negro, mas que nem por isso deixa de encerrar conceitos verdadeiros).
Sabemos que as informações armazenadas no computador podem se perder por diversas razões (dentre outras, quedas inesperadas no fornecimento de energia, sobretensões da rede elétrica, tempestades com relâmpagos ou mesmo falhas físicas de componentes do equipamento, notadamente o disco rígido). Assim, é muito importante fazer backups regulares dos arquivos, sobretudo antes de proceder a qualquer alteração no sistema (instalação de novo hardware, atualização de drivers ou de firmware e edições do Registro) e mantê-las disponíveis.
A decisão sobre quais arquivos serão incluídos no backup é personalíssima, mas, via de regra, tudo aquilo que não pode ser facilmente substituído ou reposto deve figurar no topo da lista (dados bancários e outras informações financeiras importantes; fotos e músicas digitais; arquivos de instalação de softwares comprados e baixados da Internet; lista de e-mails dos nossos contatos e os links para os sites favoritos no Internet Explorer, por exemplo).
Igualmente importante é armazenar esses arquivos fora do computador, isto é, gravá-los em CDs, DVDs, pen-drives ou outro dispositivo de mídia removível, ou mesmo mandá-los para um disco virtual. Uma cópia armazenada noutra partição do HD pode ser útil no caso de ser preciso formatar a unidade de sistema e reinstalar o Windows, mas não servirá de nada se o disco simplesmente "abrir o bico". Dependendo da relevância dos dados envolvidos, talvez valha a pena criar múltiplas cópias e manter cada uma delas em locais separados.
Para fazer backup da maioria dos arquivos e/ou pastas, basta transportá-los para outro local de armazenamento, o que pode ser feito facilmente através dos recursos de copiar e colar oferecidos pelo Windows, independentemente da versão do seu sistema. Para fazer isso:

1. Dê um clique direito no arquivo ou pasta de que deseja fazer o backup e, em seguida, clique em Copiar no menu.
2. Em Meu Computador, dê um clique direito na partição, disco rígido externo ou dispositivo de mídia removível onde você deseja armazenar a cópia de backup e, então, no menu suspenso que irá surgir, clique em Colar.

Numa próxima oportunidade, veremos com usar a ferramenta nativa do Windows XP Professional para copiar arquivos, configurações etc. Veremos ainda como instalar esse recurso no XP Home e como fazer backups em CDs. Até lá.

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Chats on-line

Vamos aproveitar o feriadão para tratar de assuntos mais amenos, dentre os quais os bate-papos (ou Chats) virtuais.
Salas de bate-papo, como você bem sabe, são "locais" na Internet onde pessoas podem digitar mensagens que aparecem no computador de outras pessoas quase imediatamente (essas "conversas" costumam ser anônimas, porque os participantes se identificam por apelidos - ou "nicks").
Convém não confundir "salas de bate-papo" com "programas de mensgens instantâneas" (como o MSN, ICQ e companhia): nestes últimos, você troca mensagnes com seus contatos; nas salas, com desconhecidos - e, nesse caso, geralmente todos os participantes podem ler aquilo que você digita.
Entretanto, seja numa sala de chat, seja via programa de mensagens instantâneas, convém tomar alguns cuidados para que a coisa não se transforme em algo "diferente". Dentre outras precauções, eu sugiro o seguinte:
1- Nunca forneça suas informações pessoais em uma sala de bate-papo (senhas, números de telefone, nome, sobrenome, endereço, etc.).
2- Evite encontrar pessoalmente algum estranho que você conheceu on-line sem tomar algumas medidas mínimas de segurança, dentre as quais escolher um local público e movimentado, fazer-se acompanhar de um amigo (ou amiga) e assegurar-se de que algum familiar saiba o seu paradeiro (melhor ainda combinar um telefonema para, digamos, 15 minutos ou meia hora depois do horário do encontro).
3- Ao escolher um apelido para entrar numa sala de bate-papo, procure algo que não passe quaisquer informações pessoais.
4- Suspeite de participantes do bate-papo que lhe pessam para trocar de sala para outra, privada (a menos que você esteja com segundas, ou terceiras intenções).
5- Bate-papos online representam um sério perigo para crianças e adolescentes desavisados. Monitore seus filhos (seja em sites da Web, seja com programas de bate-papo, telefones celulares e mesmo em alguns jogos online), instrua-os a sair da "sala" imediatamente, caso alguma coisa os deixe desconfortáveis, e a nunca enviar fotos de si mesmos para alguém que tenham acabado de "conhecer" ali.
No próximo post, voltaremos ao assunto com dicas de seguraça para programas de mensagens instantâneas. Até lá.

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Devido ao feriado...

... muita gente deve estar bem longe daqui, a esta hora, e um blog de informática provavelmente será a última coisa a lhes despertar o interesse nesse final de semana prolongado. Por conta disso, vou aproveitar a postagem de hoje para relembrar alguns conceitos importantes sobre como visualizar matérias e postar comentários aqui no site (especialmente em atenção aos novos visitantes trazidos pela publicação do nosso livrinho sobre Blogs e Websites).
A página inicial do blog exibe posts dos últimos sete dias, mas se você clicar no mês, logo abaixo, terá acesso a todos os conteúdos do mês em questão (Novembro, Outubro ou Setembro, conforme o caso). Quanto a inserir comentários, nada mais simples: sob cada post existe a palavra COMMENTS precedida de um número (de comentários já existentes). Clique nessa palavra para abrir a telinha onde você pode deixar o seu recado. Se você não é registrado no Blogger e nem tem cadastro no Google, marque a opção "outro" e escreva seu nome no campo correspondente, ou escolha "anônimo", se não quiser se identificar. Aí é só clicar no botão azul "Efetuar login e publicar".
Sempre que você comentar uma postagem, consulte posteriormente os demais comentários dessa postagem: se o assunto não justificar um conteúdo específico, eu irei me reportar a ele mediante um comentário dentro do post em questão. Entendido?
Bom feriado a todos. Amanhã voltaremos com novas dicas.
Até lá.

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

Golpes virtuais

O Phishing Scam é uma técnica que permite aos crackers roubar informações e utilizá-las em transações financeiras, por exemplo, à revelia (e com prejuízo) do titular da conta corrente ou do cartão de crédito. Para instalar seus programas espiões, eles enviam links via e-mail ou sugerem visitas a sites maliciosos, valendo-se da engenharia social (versão moderna do velho estelionato, 171, conto do vigário ou seja lá o nome que você prefira dar ao golpe).
Uma versão simplificada desses golpes (que dispensa a instalação de programas e outros recursos tecnológicos mais sofisticados) consiste no envio de cadastros a partir dos quais os bandidos obtêm as informações. Por exemplo, o criminoso envia um e-mail passando-se por funcionário de uma empresa conhecida (como o seu Banco ou administradora de cartão de crédito) e pede que você atualize seus dados cadastrais. Ao enviar as informações, você estará entregando o "ouro" ao bandido.
Outra estratégia ainda mais simples consiste em a pessoa mal intencionada criar uma boa história e pedir dinheiro à vítima em potencial (geralmente o depósito é feito na conta corrente de laranjas), numa versão digitalizada do golpe do bilhete premiado. Um engodo famoso que circulou pela Net, algum tempo atrás, foi a história da herança do milionário da Nigéria: o internauta era convidado a atuar como intermediário numa transferência de valores milionários em troca de uma polpuda participação, só que, antes, deveria depositar determinada quantia, que seria usada nas despesas de transferência de fundos e advogados.
Como cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém, convém ficar esperto.