domingo, 31 de dezembro de 2006

Editando o Registro - Continuação

A ilustração ao lado foi "tomada emprestada" da página de Webmail do Yahoo! - eu gostei muito da figura e não resisti... risos.
Mas vamos ao que interessa: É fácil fazer com que o Menu Iniciar do Windows XP exiba seus itens mais rapidamente. Para isso:

1. Clique em Iniciar > Executar, digite "regedit" (sem as áspas).
2. Navegue até HKEY_CURRENT_USER / Control Panel / Desktop.
3. Localize MenuShowDelay na lista da direita, e clique sobre essa variável com o botão direito do mouse.
4. Escolha a opção Modificar e reduza o valor padrão (400 milisegundos) para 100 ou 50 (se quiser, você pode alterar o valor para 0 (zero), mas isso fará com que os menus de contexto se abram muito rapidamente, trazendo dificuldades na hora de apontar para um submenu).
5. Reinicie o computador e veja o resultado.

Abraços, um bom dia, boa passagem de ano e um FELIZ 2007 a todos.

sábado, 30 de dezembro de 2006

Mais informações sobre o Registro

Embora eu já tenha dado uma ideia geral sobre o que é e como funciona o Registro do Windows, não poderia deixar de atender ao simpático pedido da Renata - e de fazê-lo em aberto, porque um assunto dessa importância merece mais que um simples comentário, sem mencionar que o tema pode interessar também aos demais visitantes, especialmente àqueles que se aventurarem a fazer edições manuais nos seus sistemas para pôr em prática algumas das dicas apresentadas aqui no Blog.
A importância do Registro do Windows só é menor do que o temor reverencial que ele inspira em muitos usuários – para alguns, ele chega a ser visto como a edição moderna da mitológica Caixa de Pandora (Pandora – a primeira mulher na mitologia Helênica – foi a responsável pela vinda do Mal sobre a terra, porque teria aberto a caixa em que Zeus havia encerrado todas as misérias e males, mas isso não vem ao caso, agora).
Alguns autores comparam o Registro do Windows à nossa espinha dorsal, visto que qualquer acidente pode deixar sequelas, paralisar ou até mesmo ter conseqüências fatais para o sistema. E não há exagero algum nisso.
Basicamente, o Registro é um repositório que armazena inúmeras informações sobre o hardware e os softwares instalados no computador, os perfis de cada usuário e diversas configurações de propriedades que o programa consulta continuamente. Toda inicialização (Boot) é precedida da verificação desses parâmetros, e qualquer falha pode inviabilizar a conclusão do processo e gerar inúmeros transtornos, mesmo para usuários avançados.
Como o Registro – e as informações nele contidas – não pode ser visualizado ou manipulado diretamente pela interface gráfica do sistema, sua existência passa despercebida para muita gente. Quando não, a recomendação de praxe costuma ser “não mexer em nada sob pena de danificar irremediavelmente o sistema operacional”. Mas isso é apenas uma "meia-verdade", já que, no âmbito do software, tudo é reversível. Na pior das hipóteses, você será obrigado a reinstalar o Windows e arcar com os indesejáveis efeitos colaterais desse processo (especialmente se não cultiva o hábito saudável de manter backups atualizados dos seus dados mais importantes).
Sempre que implementamos determinadas configurações, instalamos ou removemos programas e drivers - ou simplesmente quando ligamos o computador - podem ocorrer modificações no Registro, que é uma base de dados dinâmica. Entretanto, essas alterações são feitas geralmente via interface do sistema - ou pelo o próprio programa que instalamos (ele se encarrega automaticamente dos ajustes necessários). Editar o Registro manualmente não é um procedimento indicado para iniciantes; uma alteração imprópria pode resultar em instabilidade no funcionamento de certos programas ou do computador como um todo. Mas há casos em que não existe alternativa, seja para solucionar problemas específicos, seja para evitar que eles aconteçam (atire o primeiro mouse quem nunca teve o PC “reconfigurado” pelo filho, sobrinho ou irmãozinho da namorada, justamente quando tinha um trabalho urgente para concluir).
A Microsoft reconhece a necessidade de incursões eventuais pelo Registro - ou não disponibilizaria o Regedit (recurso que permite visualizar e editar seus dados) - mas se exime expressamente de qualquer responsabilidade por eventuais danos decorrentes da utilização inapropriada ou mal sucedida do programa. Aliás, o Regedit nem sequer tem uma entrada no menu Iniciar ou um ícone no Painel de Controle, ficando evidente o propósito da empresa em dificultar o acesso a usuários menos experientes.
Ainda assim, com alguma noção sobre o assunto e a necessária cautela, você poderá interagir com esse componente para prevenir e solucionar problemas comuns sem criar outros mais, até porque determinadas situações nem sempre são facilmente reversíveis. O REGEDIT é uma ferramenta avançada para exibir e alterar as configurações do Registro. Para abrir o programa, clicamos em Iniciar > Executar, digitamos “regedit” (sem as aspas) e clicamos em OK.
Na porção à esquerda da tela que se abre — uma janela parecida com a do Windows Explorer —, vemos as pastas e subpastas, e, do lado direito, o seu respectivo conteúdo. Da mesma forma como no Explorer, cada pasta pode ser expandida pelo sinal de mais (+) próximo a ela, situação em que esse sinal muda para menos (-).
O Registro é formado por chaves, subchaves, seções e entradas de valores organizadas de forma hierárquica. Num PC típico, há milhares delas agrupadas em blocos maiores que formam as cinco chaves principais no Windows XP (nas versões 9x/ME elas eram seis), todas iniciadas por HKEY (key significa “chave”, em inglês, mas o H é controverso: alguns autores o associam a Hive – colmeia – enquanto outros sugerem Handle – uma construção de programação utilizada para acessar objetos do Windows).
Vejamos as principais características das duas chaves mais importantes:

1. HKEY_CURRENT_USER — Esta chave é um atalho, ou seja, não existe fisicamente, mas aponta para outra área do Registro: a chave do usuário ativo (logado no sistema), que armazena informações personalizadas desse usuário (configurações de pastas, de cores de tela e do Painel de Controle, denominadas “perfil do usuário”). O Windows XP permite a criação de várias contas de usuário (mas exige que seja criada pelo menos uma), que terão suas configurações armazenadas nessa chave do Registro. Toda vez que o PC é inicializado, o sistema solicita o login e a senha para carregar as configurações pessoais daquele usuário específico.2.

2. HKEY_LOCAL_MACHINE — Esta chave contém informações de configurações específicas do computador (para qualquer usuário) e armazena a maior parte das configurações do sistema: programas instalados, toda a configuração de hardware, configurações de segurança etc. Esta é, sem dúvida alguma, a chave mais importante do Registro.

Não custa reforçar, mais uma vez, que a manipulação do Registro envolve arquivos vitais ao funcionamento do computador. Um usuário avançado pode se valer desse expediente para resolver problemas, eliminar chaves inválidas, entradas incorretas e prevenir modificações indesejadas. Mas você não deve alterar nada se não tiver certeza do que está fazendo.
Antes de iniciar os procedimentos para a alteração do Registro, crie sempre um ponto de restauração do sistema e faça backup das chaves envolvidas na modificação.
Espero que essas informações e recomendações sejam suficientes para os fins a que se destinam. Abraços, um Feliz Ano Novo a todos e até amanhã.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Editando o Registro

Conforme eu já havia adiantado, algumas dicas que serão apresentadas aqui no blog (nem todas, mas uma boa parte delas) irá envolver modificações no Registro do Windows, razão pela qual eu fiz toda aquela preleção incomodativa sobre a importância de se criar, antes, um ponto de restauração do sistema e de se fazer um backup da chave a ser modificada. Esses procedimentos já foram explicados detalhadamente em matérias anteriores que, aliás, continuam acessíveis aos visitantes, bastando que o interessado clique nos links respectivos ou nos meses que figuram na porção direita da tela, através dos quais é possível retornar até a postagem inicial feita aqui no site. Mas chega de conversa mole; vejamos a primeira dica:

Se você não gosta daqueles "balões de aviso" que aparecem sempre que o Windows executa alguma função específica, poderá desabilitá-los facilmente. Basta clicar em Iniciar > Executar, digitar "regedit" (sem as aspas) e dar OK.
Na tela do Editor do Registro, localize a chave HKEY_CURRENT_USER / Software / Microsoft / Windows / CurrentVersion / Explorer / Advanced, dê duploclique em EnableBaloonTips e modifique seu valor para "0" (zero) - se essa variável não existir, você pode criá-la (Editar > Novo > Valor DWord).
Reinicie o computador e os balões não serão mais exibidos pelo sistema.
Observação: Se você quiser desfazer a alteração em questão, siga os mesmos passos e reverta o valor da variável para a configuração padrão (1).

Amanhã tem mais.
Uma boa sexta-feira para todos e, desde já, votos de um Feliz Ano Novo.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Registro - Continuação...

Prosseguindo com o que dizíamos ontem, veremos a seguir como fazer um backup parcial do Registro do Windows:

1. Clique em Iniciar > Executar, digite "regedit" (sem as aspas) e dê OK (ou tecle , tanto faz).
2. Localize a chave que será editada (conforme a reconfiguração que será levada a efeito), selecione-a, abra o menu Registro e escolha Arquivo > Exportar.
3. Certifique-se de que a Ramificação Selecionada esteja correta (na parte inferior da caixa de diálogo), escolha a pasta onde deseja armazenar a cópia de segurança, dê ao arquivo um nome que faça sentido para você (backup do registro, por exemplo) e clique em Salvar.

Tomadas essas providências, você pode partir para suas edições com relativa segurança, porque, sendo necessário reverter as modificações implementadas, bastará clicar sobre esse arquivo de backup (que será salvo com a extensão *.reg) com o botão direito, escolher a opção Mesclar e confirmar a restauração.
Ainda assim, pode ser bastante complicado esquadrinhar e editar esse enorme emaranhado de chaves, razão pela qual foram desenvolvidas ferramentas destinadas a fazer a parte mais difícil do trabalho e, de quebra, oferecer um nível de segurança mais substancial.
O Tweak UI (que integra o pacote Windows XP Power Toys, da própria Microsoft) é uma delas (veja mais detalhes sobre os Power Toys em nosso livro "Freewares", que deve chegar em breve às bancas).
Outras opções interessantes (e igualmente gratuitas) são o Fresh UI e o X-Setup, também abordadas no livrinho retrocitado. Você pode obter informações adicionais e fazer o download desses programas em www.freshdevices.com/freshui.html e www.x-setup.net/, respectivamente.
Nas próximas postagens, iremos abordar algumas configurações interessantes que podem ser feitas mediante a edição do Registro do Windows.
Um bom dia a todos, até amanhã e, desde já, um Feliz Ano Novo.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Registro

Se você leu a dica apresentada no post de ontem, deve ter reparado que, mediante a edição manual do Registro do Windows ME, é possível acrescentar a esse sistema um recurso nativo da versão XP.
É óbvio que essa dica interessa apenas a quem utiliza a versão mais antiga do sistema; eu a postei a pedido de um visitante e só pude fazê-lo sem grandes dificuldades porque usei o ME durante alguns anos - e também porque me sentia incomodado pelo comportamento instável da Barra de tarefas.
O aspecto que quero salientar neste post é o fato de muitas configurações avançadas do Windows dependerem da edição do Registro. Nós já vimos aqui no Blog como fazer diversas personalizações via menus e miniaplicativos do Painel de Controle, mas eu tenho relutado em incluir dicas que exijam modificar Registro, porque isso pode ser arriscado se levado a efeito por usuários menos experientes e/ou sem a adoção de medidas de segurança adequadas.
O Registro funciona como uma espécie de "sistema nervoso", armazenando informações essenciais sobre as configurações do SO, do hardware, dos programas instalados e dos perfis dos usuários do computador. Toda vez que ligamos o PC, o Windows verifica e faz uso dessas informações, que são salvas (com as possíveis alterações) ao final de cada sessão, quando a máquina é desligada, e novamente carregadas por ocasião do próximo boot.
No XP, esse importante banco de dados é composto por cinco chaves principais (nas versões 98/ME, elas são em número de seis), com subchaves, seções e entradas de valores que, num PC doméstico comum, podem chegar a dezenas de milhares.
Usuários do XP e do ME podem (e devem) criar pontos de restauração antes de se aventurarem a fazer incursões pelo registro (já vimos como fazer isso), como também fazer cópias das porções específicas que serão modificadas, de maneira que, se algo der errado, seja fácil reverter o sistema às condições anteriores.
A quem interessar possa, esse assunto foi discutido detalhadamente nos nossos livrinhos sobre o Windows, em especial na edição número 7 da CGFI (Windows para usuários intermediários), mas eu resolvi incluí-lo também aqui no blog porque alguns truques e macetes que irei postar na sequência requerem editar manualmente o Registro do Windows.
Vale salientar, por oportuno, que software é software: ainda que eu tome o cuidado de postar apenas dicas reconhecidamente funcionais, nem tudo funciona em todos os computadores, de modo que, se você quiser experimentar, deverá fazê-lo por sua conta e risco (minha mãe não tem nada a ver com isso) e nunca sem antes tomar os cuidados necessários para garantir uma reversão tranquila.
Amanhã a gente dá prosseguimento ao assunto.
Bom dia a todos e até lá.

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Bloqueando a Barra de Tarefas no ME

Esta postagem vai para os usuários do Windows Millennium, em especial para o Percival (até porque foi ele quem me pediu a dica).
A opção de bloquear a Barra de Tarefas surgiu com a versão XP do Windows, razão pela qual o leitor não obteve sucesso ao seguir os passos sugeridos na postagem sobre personalização do Desktop.
Por conta disso - e considerando a possibilidade de haver outros frequentadores aqui do Blog que ainda utilizam o Windows Millennium - vou explicar como acrescentar essa capacidade também ao "Patinho Feio" da família Windows.
Vale lembrar que, no XP, o bloqueio da Barra de Tarefas requer apenas um clique direito num ponto vazio da barra e a escolha da opção Bloquear a barra de tarefas, no menu suspenso. Já no ME, essa opção não existe, de modo que é preciso inicialmente dimensionar a barra em questão e, em seguida, fazer uma breve incursão pelo Registro do Windows (lembrando que edições manuais desse importante banco de dados podem trazer sérios problemas, se levadas a efeito de maneira incorreta, motivo pelo qual convém criar um ponto de restauração do sistema - possibilidade oferecida tanto pelo XP quanto pelo ME).

1. Clique em Iniciar > Executar, digite "regedit" (sem as aspas) e confirme em OK.
2. Aberto o Editor do Registro, navegue pelo painel esquerdo até HKEY_CURRENTE_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Advanced e procure, agora na porção direita, um ícone chamado TaskbarSizeMove.
3. Dê duplo clique sobre ele e ajuste "Dados de Valor" para 0 (zero).
Observação: se esse ícone não existir, basta criá-lo clicando com o botão direito do mouse no painel direito, escolhendo Novo/Valor DWORD, digitando TaskbarSizeMove e dando <Enter>.

Da próxima vez que o sistema for inicializado, já não será possível mover ou redimensionar a Barra de tarefas, embora você possa acrescentar ou remover Barras de ferramentas clicando com o botão direito na Barra de Tarefas e escolhendo as opções oferecidas nos submenus correspondentes.
Se quiser desfazer essa modificação, retorne à ramificação alterada do registro e reverta a configuração de Dados de Valor de TasbarSizeMove de 0 para 1.
Feito isso, clique em OK, reinicie o sistema, para que a reconfiguração surta efeito.
Amanhã tem mais.
Um bom dia a todos.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Natal

O sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro de minha alma.
E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.
Por mais que me tanjas perto
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho.
Soas-me na alma distante.
A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.
(Fernando Pessoa).

No Natal, o mundo não muda. Mudam as pessoas que vivem nele.
Que nunca deixemos de sonhar, e que todos os nossos sonhos se tornem realidade.
E que possamos continuar juntos nesse 2007, com amizade, confiança e respeito.

domingo, 24 de dezembro de 2006

Pastas personalizadas no OE

Gente, peço desculpas pela mancada: por conta da correria, acabei repetindo hoje a mesma postagem de ontem, embora tenha mudado a figura (meus agradecimentos à Márcia, que me mandou um e-mail dando conta do ocorrido). Segue abaixo a dica que eu havia preparado para esta véspera de Natal:
Quem tem mais de uma conta de e-mail configurada no Outlook Express pode criar pastas diferenciadas para cada uma delas, evitando que as mensagens se misturem na pasta Caixa de Entrada, onde são descarregadas por padrão.
Para fazer isso, primeiro é preciso criar as pastas adicionais, uma para cada conta (na tela principal do OE, clique em Arquivo > Pasta > Nova...).
Em seguida, crie regras específicas para cada conta, de maneira que as mensagens sejam encaminhadas para as respectivas pastas tão logo sejam descarregadas do servidor. O procedimento é simples: basta clicar em Ferramentas, apontar para Regras de Mensagens e, em seguida, clicar em E-Mail.
Se essa for a primeira regra criada, você deve selecionar as condições para ela, marcando as caixas de seleção desejadas na seção Condições. Nesse caso, selecione QUANDO A LINHA PARA CONTIVER PALAVRAS ESPECÍFICAS e marque as ações para a regra, marcando as caixas desejadas na seção Ações (marque MOVÊ-LA PARA A PASTA ESPECIFICADA).
No terceiro painel, uma frase será criada com a regra. Você deverá clicar nos links e substituí-los com os nomes da conta e da pasta desejados. Depois, na caixa de texto Nome da Regra, é só selecionar ou informar o nome e clicar em OK.
Feliz Natal a todos.

sábado, 23 de dezembro de 2006

Data e Hora na Barra de Tarefas do XP

Já vimos como configurar o relógio do Windows para exibir o nome do usuário do computador (atendendo à solicitação de um visitante). Todavia, considerando que a exibição da data (e do dia da semana) talvez possa ter mais utilidade para muita gente, veremos agora como fazer essa configuração. Primeiro, você deve desbloquear a Barra de tarefas (já vimos como fazer isso, mas não custa lembrar que basta clicar em qualquer ponto vazio dessa barra com o botão direito e desmarcar a opção Bloquear Barra de tarefas, caso ela esteja ativada).
Depois, arraste a barra para cima com o mouse, até que seu tamanho corresponda ao dobro do normal. Nessas condições, o relógio passará a exibir, em três linhas, a hora atual, o dia da semana e a data correta (ao invés de somente a hora).
Caso você se sinta incomodado com a sensível perda de espaço acarretada pelo novo formato da barra de tarefas, configure-a para se auto-ocultar (também já vimos como fazer isso numa das dicas de personalização do Desktop, mas vale lembrar que basta dar um clique direito num ponto vazio da barra, escolher Propriedades e marcar a opção correspondente). Se você quiser manter a altura tradicional da Barra de tarefas e, ainda assim, visualizar a data, experimente baixar o utilitário (gratuito) TClockEx, da Dale Nurden. O link é www.rcis.co.za/dale/tclockex.
Bom dia a todos, boas festas e até amanhã.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Menu Gigante

Seu menu Iniciar está configurado no estilo XP e, um belo dia, ao visualizar suas pastas de programas, você repara que a largura das colunas cresceu assustadoramente, fazendo com que elas mal caibam na tela do monitor.
Você confere sua resolução de tela e vê que nada foi modificado. Tenta aumentá-la para acomodar as colunas, mas os demais elementos ficam muito pequenos, dificultando a visualização.
Seu antivírus e anti-spyware não revelam qualquer código suspeito oculto no sistema e a consulta aos demais familiares que têm acesso ao seu computador não aponta o responsável pela anormalidade. O que será que aconteceu?
A resposta é simples (como também a solução, felizmente): o Windows ajusta todas as colunas do menu Todos os Programas à largura do nome do item mais longo desse menu. Assim, é provável que você (ou alguém) tenha adicionado um novo aplicativo com um nome muito grande.
Examine todos os elementos do menu, localize o responsável, clique sobre ele com o botão direito do mouse, escolha a opção Renomear, dê um novo nome (mais curto) ao programa e veja que seu problema deve ter sido resolvido.
Bom dia a todos e até amanhã.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Lei de Gérson - final

A distribuição de programas é uma questão regulamentada por normas específicas - analisadas detalhadamente no nosso livro sobre Freewares (ainda em fase de editoração).
Em linhas gerais, podemos dizer que os softwares proprietários (como a maioria dos aplicativos de varejo) têm o código fonte protegido para garantir que seus desenvolvedores (ou quem quer que detenha os respectivos direitos de propriedade intelectual) sejam devidamente remunerados. Então, quando compramos um programa em CD, o preço que pagamos por ele não corresponde apenas à midia; parte do valor é destinado a remunerar o trabalho intelectual do seu desenvolvedor.
Já os softwares descarregados da Web são geralmente disponibilizados em versões Demo ou Shareware - com funções limitadas ou prazo de validade pré-determinado. Se quisermos continuar utilizando o programa depois do período de avaliação, deveremos fazer o registro e desembolsar o valor correspondente à respectiva licença. Existem também os chamados "Freewares" - aplicativos gratuitos que podem ser baixados livremente pelos interessados, embora não possam ser modificados (não confunda freeware com software livre). Em alguns deles, "pagamos" pelo uso de maneira indireta, porque concordamos em visualizar banners e pop-ups com mensagens publicitárias (que geralmente são suprimidos se migramos para a versão paga, mas isso já é uma outra história).
Não há nada de errado em usar freewares, ainda que seja recomendável examinar minuciosamente os termos dos contratos de licença (aquele que a gente geralmente se limita a aceitar sem ler, para viabilizar a instalação dos softwares) e verificar se não existem spywares (espiões) e outros programinhas secundários embutidos nos aplicativos principais (essa questão também é vista em detalhes no livro retrocitado).
Outra aspecto importante é a origem dos softwares que instalamos no computador. Devemos sempre evitar fazer downloads a partir de links recebidos em e-mails de desconhecidos ou postados em salas de bate-papo. Caso nos interessemos por um determinado aplicativo, convém procurarmos informações adicionais sobre sua funcionalidade e condições de utilização diretamente na página do fabricante e, se possível, fazer o download a partir dali.
Embora haja uma profusão de websites que funcionam como repositórios de softwares (como o Gratis, o Baixaki, o Superdownloads e muitos outros), nem todos são totalmente confiáveis, e baixar programas de sites suspeitos (como as centenas de milhares de páginas de hackers existentes na Web) não costuma ser boa política.
Uma maneira de avaliar a confiabilidade de um site consiste em usar o McAfee SiteAdvisor, que nos alerta antes de interagirmos com um site perigoso. Esse programinha se integra ao navegador e previne ameaças como ataques de spyware, fraudes on-line e sites que enviam spam, bem como atesta a confiabilidade daqueles que aparecem nos resultados das nossas pesquisas no Google, Yahoo ou MSN.
Para fazer o download do programa, sugiro visitar o site do fabricante (www.siteadvisor.com/). E se você não quiser - ou não puder - instalar o plug-in (porque ele só é suportado pelo IE e pelo Firefox, havendo versões diferentes para cada um desses navegadores) ainda poderá fazer suas consultas na homepage do SiteAdvisor, bastando digitar o endereço (URL) suspeito.
Abraços a todos, e até amanhã.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Windows x Insegurança

Em atenção ao comentário da Marcela (post de ontem), vale dizer que o Windows é realmente tido e havido como um sistema inseguro, a despeito de a coisa ter melhorado muito com a versão XP, especialmente depois do Service Pack 2. Todavia, segurança absoluta é história da carochinha. Não existe programa livre de bugs, falhas e brechas de segurança - que podem ser menos ou mais relevantes conforme a aplicação: um bug no seu programa de gravação de CDs, por exemplo, pode lhe trazer problemas, mas de menor relevância do que um furo na segurança do seu aplicativo de firewall ou do software antivírus.
Se o Windows fosse perfeito, correções e atualizações não seriam necessárias, nem faria sentido a Microsoft investir pesado no desenvolvimento de novas versões. A rigor, nenhum software é perfeito; mas alguns, por serem extremamente populares, tornam-se alvos mais atraentes para hackers, crackers e criadores de códigos maliciosos. Se você fosse criar um vírus, provavelmente iria escolher uma plataforma que lhe permitisse infectar milhões de computadores de uma só tacada, ao invés de ter o mesmo trabalho para atingir apenas algumas centenas de usuários, não é verdade?
Eu não tenho procuração para defender a Microsoft, mas acho que ela faz sua parte. Entretanto, cabe ao usuário tomar as providências necessárias para manter seu sistema e programas atualizados (no caso de aplicativos "não-Microsoft", é preciso visitar regularmente os sites dos respectivos fabricantes), bem como instalar e monitorar adequadamente ferramentas antivírus, antispyware e de firewall. Muita gente cai de pau, dizendo que o Windows tem mais furos que uma peneira, ou que é mais remendado que uma colcha de retalhos... Mas é sempre melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão.
Pesquisas realizadas por empresas abalizadas e confiáveis dão conta de que poucos minutos de navegação na Web com uma máquina totalmente desprotegida bastam para você sair carregado de spywares, vírus, trojans e outras pragas que tais. Embora alguns fabricantes e revendedores de ferramentas de segurança carreguem um pouco nas tintas ao pintar esse quadro, o problema existe e a situação é crítica. Fazendo uma analogia tosca (mas funcional) o vírus da AIDS continua matando pessoas, ainda que sua disseminação não venha crescendo como crescia no início da década de 1980. E mesmo que já existem diversas maneiras de prolongar a sobrevida dos soropositivos, isso não autoriza ninguém a fazer sexo de maneira indiscriminada e sem as precauções adequadas.
Bom dia a todos e até amanhã.

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Atualizações mal sucedidas

Atualizar o Windows com as correções críticas, de segurança e de alta prioridade que a Microsoft disponibiliza regularmente via Windows Update é um procedimento necessário à segurança do seu PC, conforme já comentamos (em diversas oportunidades) em nossos trabalhos e aqui no Blog. Entretanto, não está afastada a possibilidade de você enfrentar problemas por conta de atualizações mal sucedidas (incompletas ou corrompidas); afinal, software é software. Nessas situações, ao invés de prover melhorias, os novos arquivos podem desestabilizar o sistema e provocar travamentos ou diversas outras anormalidades indesejáveis.
Há várias maneiras de se corrigir um problema dessa natureza, mas cada caso é um caso, evidentemente, e às vezes é preciso pesquisar na base de conhecimentos da Microsoft. Todavia, se você criar um ponto de restauração do sistema antes de descarregar e instalar os remendos, ficará mais fácil revertê-lo para o status quo ante, eliminar os efeitos nocivos da atualização problemática e continuar usando o computador normalmente (até para fazer suas pesquisas e encontrar a solução a solução adequada). Ainda que o próprio Windows crie automaticamente um ponto de restauração antes de aplicar as correções descarregadas do site do WU, não custa nada fazer isso manualmente, por medida de cautela.
Seja como for, boa parte dessas anormalidades pode ser resolvida adotando-se as seguintes providências:

1. Clique em Iniciar > Executar, digite "services.msc" (sem as aspas) e dê OK.
2. Localize o item Atualizações Automáticas e dê duplo clique sobre ele para acessar a tela das Propriedades.
3. Escolha a opção Parar e, mantendo aberta a tela das Propriedades, abra o Windows Explorer, navegue até C:/Windows, localize a pasta SoftwareDistribution e renomeie-a (para SoftwareDistribution.old, por exemplo).
4. Retorne à janela das Propriedades e escolha a opção Iniciar, para reiniciar o serviço de Atualizações Automáticas.

Na próxima atualização, seu sistema deverá receber os arquivos completos e livres de problemas.
Bom dia a todos e até amanhã.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Fotos digitais por e-mail

Enviar imagens com alta resolução e qualidade máxima só se justifica quando o destinatário irá imprimir os arquivos. Na maioria das vezes, isso não acontece e a remessa de arquivos pesados castiga o internauta que utiliza conexão discada ou dispõe de pouco espaça para armazenamento em sua caixa postal.
O Windows XP oferece um recurso nativo que permite selecionar uma ou mais imagens (fotos, figuras etc.) e reduzir seu tamanho na hora de enviá-las por e-mail. O procedimento é bastante simples:

1. Selecione as imagens que você deseja enviar através de qualquer método convencional do Windows (abrindo a janela Meu Computador e marcando os arquivos desejados, por exemplo).
2. Feito isso, clique com o botão direito do mouse sobre um deles e escolha, no menu de contexto, a opção Enviar para... > Destinatário de correio.
3. Na nova janelinha que irá se abrir, escolha uma das possibilidades oferecidas: enviar as imagens no formato original ou reduzi-las para agilizar a remessa.
4. Marque a segunda opção e uma tela de Nova Mensagem do seu cliente de e-mail padrão será aberto automaticamente, com as imagens em questão devidamente anexadas. Preencha o campo de destinatário, modifique o conteúdo do campo de assunto (se quiser) e clique no botão Enviar para completar o processo.

Amanhã tem mais.
Bom dia a todos.

domingo, 17 de dezembro de 2006

Netiqueta

Netiqueta, como você provavelmente já sabe, é um neologismo que remete a regras de comportamento a ser observadas no ambiente virtual (assim, não são apenas os computadores conectados em rede que se comunicam mediante protocolos - se vocês me perdoam o trocadilho).
Mensagens enviadas em massa para uma porção de destinatários ou com palavras abreviadas e/ou anexos volumosos são exemplos das (muitas) "mancadas" que alguns (muitos) usuários de correio eletrônico cometem no dia-a-dia. Mas não é só:
Os e-mails são mensagens coloquiais e, por isso, não requerem uma redação formal. Todavia, é aconselhável evitar aquela "taquigrafia eletrônica" que se popularizou nas comunicações via programas mensageiros ("ñ" ou "naum" no lugar de "não"; "vc" em vez de "você", e daí por diante).
Além disso, convém evitar textos exageradamente longos (chatos de ler) ou muito curtos (que denotam descaso). Seja objetivo, mas educado.
Nunca envie mensagens sem inserir algum indicativo do teor no campo "Assunto", mas evite escrever simplesmente "Oi", "Olá" ou "Saudades". E-mails sem assunto ou com palavras como essas costumam ser prontamente deletados da caixa de entrada dos destinatários cuidadosos.
Não abuse dos papéis de carta (planos de fundo), imagens e arquivos de som pesados, especialmente se o destinatário da mensagem utiliza conexão discada. Use de bom senso ao reencaminhar correntes, pirâmides, pedidos de auxílio para pessoas doentes ou com familiares desaparecidos. No mais das vezes isso não passa de bobagens e não leva a nada, apenas enche a paciência.
O mesmo vale para e-mails de teor religioso. Nem todo mundo professa a mesma religião que você, e algumas pessoas podem se sentir constrangidas ou incomodadas (nada mais chato que aquele povo que bate à nossa porta, geralmente nas manhãs de domingo, para ler o Evangelho e/ou tentar nos converter à sua crença).
Não demore a responder às mensagens recebidas. No mínimo, acuse o recebimento e informe que voltará ao assunto oportunamente (e faça-o). Ao responder e-mails, edite-os removendo total ou parcialmente os textos anteriores, e procure escrever sua resposta de modo que ela seja exibida para o destinatário antes da mensagem original - do contrário, ele poderá pensar que a mensagem simplesmente lhe foi devolvida e não irá tomar conhecimento da sua resposta.
Outra providência louvável consiste em remover aqueles incomodativos sinais de ">>>>>>" que resultam num aspecto desagradável e dificultam a leitura das mensagens reencaminhadas. Veja como:

1. No Outlook Express, clique em Ferramentas > Opções > Envio e, em Formato para envio de mensagens.
2. Clique no botão Configurações de html e desmarque a caixa Recuar texto da mensagem na resposta.
3. Clique em Configurações de texto sem formatação, desmarque a opção Recuar o texto original com > ao responder e encaminhar e confirme em OK.

Tome cuidado ao enviar e-mails para múltiplos destinatários. Certifique-se de que o assunto seja realmente do interesse de todos. Além disso, use o botão "encaminhar" com parcimônia. Mensagens reencaminhadas nem sempre são lidas, mas sempre ocupam largura de banda e não raro entopem a caixa postal dos destinatários, impedindo a entrada de outros e-mails possivelmente relevantes.
Escrever seus textos com letras maiúsculas dá impressão de que você está gritando. Restrinja esse recurso a situações em que seja realmente necessário enfatizar uma parte da mensagem. E o mesmo vale para a inclusão do ícone de alta prioridade: se você abusar desse recurso, fará como na história do menininho que fingia estar se afogando e gritava por socorro: quando a coisa for séria, é bem possível que as pessoas não lhe dediquem a devida atenção.
Numa próxima oportunidade, vermos como enviar fotos digitais por e-mail com maior rapidez.
Bom domingo a todos e até amanhã.

sábado, 16 de dezembro de 2006

Segurança dos dados

O Windows XP é um sistema multiusuário, e oferece uma política de contas, permissões e senhas de acesso bastante eficiente. Todavia, essas facilidades costumam ser desprezadas no ambiente doméstico, onde a família inteira geralmente compartilha o uso da máquina usando a mesma conta de administrador criada durante a instalação do sistema e, nessa situação, a privacidade fica seriamente comprometida.
Se você compartilha seu PC dessa forma, e deseja proteger suas informações confidenciais dos abelhudos de plantão, vale a pena conhecer um recurso que o XP oferece, meio que "na surdina", através da compactação de arquivos e pastas.
O processo é bem simples:

1- Crie uma nova pasta no seu disco rígido para organizar os documentos que você quer proteger.
2- Após terminar sua seleção, dê um clique direito sobre a pasta e escolha Enviar para... > Pasta Compactada, e a pasta zipada será criada instantaneamente, no mesmo diretório onde se encontram os arquivos originais.
3- Clique sobre essa nova pasta (compactada), que deverá conter a pasta com todos os documentos que você resolveu proteger, e no menu Arquivo, escolha a opção Adicionar Senha.
4- Na nova janela que irá se abrir, o Windows pede que você digite e confirme a senha. Faça isso e clique em Ok. A partir desse momento, sua pasta compactada só poderá ser acessada por quem souber a senha.

Para aumentar a segurança, o XP permite ainda criptografar os dados, impedindo que os documentos sejam abertos fora do computador onde foram protegidos - o seu, no caso. Vejamos como fazer isso:

1- Selecione os documentos que você deseja proteger e dê um clique direito.
2- No menu de contexto, escolha Propriedades e, na aba Geral, clique em Avançado.
3- Selecione então a opção Criptografar o conteúdo para proteger dados.

Observação: Mesmo que seja difícil "quebrar" a senha criada, isso não impedirá que alguém mal intencionado delete a sua pasta. Se os dados forem realmente importantes, convém fazer uma cópia backup da pasta e armazená-lo fora do computador (num chaveirinho de memória ou num CD-R, por exemplo).

Bom sábado a todos e até amanhã.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Lei de Gérson - segunda parte

Retomo o assunto em pauta em atenção aos comentários deixados por alguns visitantes no conteúdo do último 13 - e como o assunto é de interesse geral, resolvi postar minhas considerações em aberto, ao invés de introduzi-las como um simples comentário dentro da própria postagem.
Começando pela pergunta do Murillo, tenho comigo que poucos consumidores são ingênuos a ponto de achar que, pagando ao camelô esquina 10 ou 20 reais por um CD do Windows XP, estejam comprando um programa legítimo. Portanto, embora possa parecer a exaltação do óbvio, o preço exageradamente baixo é o primeiro indicativo de um software pirata. Mas não é só.
Além de custar mais caro que as versões oferecidas pelos marreteiros, um programa oficial (ou "selado") vêm geralmente acompanhado do Certificado de Autenticidade, do Contrato de Licença de Usuário Final (EULA) e de CDs originais, manuais e notas fiscais - coisa que não é fornecida com um produto adquirido nas "melhores barracas do ramo".
Apenas a título de ilustração, os ambulantes alimentam um negócio que se tornou a principal fonte de receita do crime organizado, movimentando U$ 516 bilhões por ano - mais do que os U$ 322 bilhões do narcotráfico - e que encontra em locais como as ruas 25 de Março e Sta. Ifigênia, em São Paulo, os principais pontos de comércio do Brasil (dados da Interpol).
Entretanto, a má-fé nem sempre parte dos usuários: maus lojistas ou integradores independentes oferecem máquinas a preços imperdíveis, mas sem o sistema operacional incluído no "pacote". Se o consumidor reclama, eles se prontificam a instalar o Windows XP (para não perder a venda). Como do couro é que sai a correia, se essa instalação não for cobrada à parte (e o software não vier acompanhado dos CDs e da documentação respectiva), o incauto provavelmente irá levar para casa um PC com sistema operacional pirata.
Aliás, muita gente só descobriu que seu sistema operacional é ilegal depois que a Microsoft passou a tomar providências anti-pirataria mais efetivas (algumas até discutíveis), dentre as quais o desenvolvimento de uma tecnologia visando dificultar a falsificação - o Windows Vista, por exemplo, pede validação on-line ao ser instalado e limita o número de licenças de uso a 20 computadores.
Em relação a colocação da Vanda, é bem verdade que a fiscalização é mais acirrada nas empresas do que em relação a usuários domésticos, e nem poderia ser diferente. Todavia, da mesma forma como os "fiscais" fajutos, os golpistas se aproveitam da nossa legislação complexa e caótica para tomar dinheiro dos desavisados. E isso infelizmente acontece com uma frequência maior do que muitos de nós costumam supor.
Para finalizar, agradeço ao Nilton pela visita e pelo comentário gentil. No post de amanhã, devo fechar este bloco com algumas informações interessantes sobre as diversas modalidades de distribuição de softwares.
Até lá.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Personalizando o Desktop (terceira parte)

Quem quiser deixar sua área de trabalho completamente livre de ícones pode fazer a coisa pelo caminho mais simples ou pelo mais complicado. O mais simples consiste em clicar com o botão direito em qualquer ponto vazio da Área de Trabalho, escolher a opção correspondente e aguardar alguns segundos, até que a alteração surta efeito. A alternativa mais complicada requer a edição manual do Registro do Windows (só faça modificações nesse importante banco de dados caso elas sejam realmente necessárias e, mesmo assim, não sem antes providenciar um backup do Registro e criar um ponto de restauração do sistema, conforme já foi sugerido anteriormente).
O caminho é o seguinte:

1- Clique em Iniciar, Executar e digite "regedit" (sem as aspas).
2- Aberto o Editor do Registro, navegue até a pasta HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\
Windows\CurrentVersion\Polices\Explorer.
3- Crie um novo valor DWORD com o nome de NoDesktop na porção direita da janela do Registro.
4- De duplo clique sobre esse valor para editá-lo e adicione o número 1 (se você quiser reverter essas configurações posteriormente, altere o valor de NoDesktop para 0).
5- Feche o Editor do Registro e reinicie o computador.

A partir daí, nenhum ícone será exibido no Desktop, mas os programas poderão ser acessados normalmente, via menu Iniciar.Amanhã tem mais.Um bom dia a todos.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

"Lei de Gérson"...

A "Lei de Gérson" é uma expressão que ficou consagrada numa campanha publicitária protagonizada pelo jogador de mesmo nome, nos anos 1980, valendo-se do bordão "o importante é levar vantagem em tudo". De lá para cá, "fazer como o Gérson" ou "ser Gérson" significa sair ganhando a qualquer custo - um procedimento típico de muita gente que nem sempre respeita os princípios básicos da ética e da moral, como é o caso daqueles que se valem de softwares ilegais, devido principalmente ao alto preço de muitos programas "oficiais".
Entretanto, é bom saber que uma pesquisa encomendada pela Microsoft dá conta de que mais de 70% dos softwares piratas disponíveis na Web contêm vírus, e que os usuários desses programas estão 17% mais suscetíveis a infecções por códigos maliciosos. O estudo atesta ainda que 25% dos CDs piratas com sistemas e programas da Microsoft não funcionam, e que 30% deles utilizam chaves de ativação roubadas.
Outra pesquisa, realizada pelo laboratório de tecnologia da consultoria IDC, avaliou 98 sites de downloads de arquivos gratuitos, e concluiu que mais de 40% continham vírus e/ou cavalos-de-tróia. De um total de 116 arquivos baixados, 11% traziam códigos maliciosos ou indesejáveis, e dos 94 softwares obtidos em redes P2P, cerca de 60% apresentavam as mesmas características.
Todo mundo conhece algum site "suspeito" que oferece download de chaves de ativação, programas piratas e ferramentas para craquear códigos de softwares comerciais - como o Windows XP e o Office. Mas, antes de querer "tirar sua casquinha", convém pôr as barbas de molho: a maioria deles, como também as tradicionais (e muito usadas) redes de compartilhamento de arquivos (P2P), trazem de embrulho para o computador do usuário uma profusão programinhas maliciosos (vírus, trojans, spywares e assemelhados).
Para os mais precavidos, a Grisoft já está disponibilizando a nova versão gratuita do antivírus AVG 7.5 (a versão 7.1 deverá ser descontinuada em 15 de janeiro próximo). Essa edição, que apresenta desempenho melhorado e compatibilidade total com o Windows Vista, é mais eficiente na detecção de pragas (graças a uma heurística aprimorada); seus arquivos de instalação e atualização são menores e sua interface com o usuário é mais amigável do que a das versões anteriores.
O AVG tem mais de 40 milhões de usuários no mundo - só no Brasil, cerca de 2 milhões de internautas usam o AVG Free (gratuito). Para mais informações e download do AVG 7.5, o endereço é o seguinte: http://www.grisoft.com/doc/products-avg-anti-virus-free-edition/lng/br-pt/tpl/tpl01.
E para quem deseja obter uma segunda opinião sobre a saúde do seu sistema (fazer uma varredura a cata de vírus, eliminar arquivos inúteis e fazer ajustes diversos no PC), o link para o Microsoft Live OneCare está aí no blog. Aproveite enquanto é de graça.
Um bom dia a todos.

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Personalizando o Desktop (continuação)

A maioria dos aplicativos que instalamos costuma criar atalhos no Desktop, mas esses atalhos não são exatamente indispensáveis, até porque podemos executar os programas a partir das entradas do menu Iniciar. Além disso, uma quantidade exagerada de ícones na Área de Trabalho acaba poluindo a tela e degradando a performance do sistema.
Entretanto, o próprio Windows oferece uma ferramenta destinada a recolher para um pasta específica todos os atalhos que não são utilizados durante determinado tempo. Para acessá-la:

1- Clique com o botão direito do mouse num ponto vazio do Desktop e escolha Propriedades.
2- Clique na aba Área de Trabalho, no botão Personalizar Área de Trabalho e escolha a aba Geral.
3- Na porção inferior da tela, você verá um campo chamado Limpeza da Área de Trabalho. Aí, existem duas possibilidades: marcar a caixa de verificação para automatizar a limpeza (que será procedida a cada 60 dias) ou executá-la clicando no botão correspondente.

Note que essa "faxina" não desinstala programa algum, mas apenas recolhe os ícones dos atalhos não utilizados para uma pasta que o Assistente para Limpeza da Área de Trabalho cria no seu Desktop.
Abraços e até amanhã.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Compras de Natal - Utilidade Pública

Vou adiar (mais uma vez) as dicas de personalização do Desktop e aproveitar o post de hoje para tratar de um assunto sazonal, mas muito importante.
Comprar sem sair de casa pode ser uma opção interessante, não só por evitar aquela correria com direito a trânsito congestionado, estacionamento difícil, chuva e o tradicional caos que se instala nas grandes cidades nesta época, mas também por proporcionar economia de tempo e dinheiro.
Ainda assim, vale lembrar que nem tudo são flores no jardim da Internet. Embora seja possível trocar um produto que não serviu, ou do qual você não gostou, a experiência demonstra que quando a coisa não "emplaca" de primeira, é dor de cabeça na certa. Isso sem falar do problema da insegurança virtual, que a gente já comentou uma porção de vezes aqui no blog. E como seguro morreu de velho, na hora de fazer compras em lojas "reais" ou virtuais, não custa atentar para algumas recomendações da FEBRABAN:

1. Nunca deixe seu cartão de crédito sem assinatura nem empreste-o a quem quer que seja. Tampouco permita que estranhos o examinem sob qualquer pretexto (pode ocorrer a troca do cartão sem que você perceba). E se não conseguir memorizar sua senha e precisar anotá-la, nunca guarde essa anotação junto com o seu cartão.

2. Solicite sempre a via do comprovante da operação e, antes de assiná-lo, confira o valor declarado da compra. Preste atenção na hora de digitar sua senha: confira se o campo no qual você a está digitando é realmente destinado à senha.

3. Evite que seu cartão seja levado para longe do seu campo de visão e tome cuidado para que ninguém observe a digitação da senha. Se estiver efetuando o pagamento em locais com máquinas manuais e a loja alegar que o comprovante não ficou bem decalcado, exija que tanto ele quanto a respectiva cópia carbono sejam rasgados e inutilizados. Ao receber de volta o cartão, confira se é efetivamente o seu.

4. Atenção para esbarrões ou encontros "acidentais": se isso ocorrer, verifique se o cartão que está em seu poder é realmente o seu. Se não for, comunique o fato imediatamente ao banco. Caso seu cartão seja roubado, perdido ou extraviado, entre em contato com a Central de Atendimento, peça o cancelamento e faça um boletim de ocorrência.

5. Em caso de retenção do cartão no caixa automático, aperte as teclas "ANULA" ou "CANCELA" e comunique-se imediatamente com o banco. Tente utilizar o telefone da cabine para comunicar o fato. Se ele não estiver funcionando, pode ser tentativa de golpe. Nesse caso, nunca aceite ajuda de desconhecidos, mesmo que digam trabalhar no banco, nem - muito menos - use celular emprestado ou digite sua senha em telefones celulares de terceiros.

6. Ao sair, leve cartões e talões de cheques de forma segura, sem deixá-los a mostra. Em viagem, não deixe bolsa ou carteira em locais de trânsito de pessoas.

7. Se for efetuar compras com seu cartão pela Internet, procure, antes, saber se o site é confiável e se tem sistema de segurança para garantia das transações. Atenção para e-mails de origem desconhecida, que aguçam a sua curiosidade ou que contenham mensagens como "Você está sendo traído"; "Seu nome está na lista de devedores do Serasa (ou do SPC)"; "Confira: fotos picantes". Esses e-mails costumam ser a porta de entrada para programas espiões que roubam as senhas do usuário e dão origem às fraudes. Na dúvida, delete o e-mail antes mesmo de abri-lo.

8. Mantenha seu sistema operacional e programas antivírus atualizados e troque periodicamente sua senha de Netbanking. Mantenha em local seguro e fora da vista de terceiros os dispositivos de segurança - como cartões de senhas e tokens (chaves eletrônicas). Evite acessar sua conta (Netbanking) a partir de computadores instalados em locais de grande circulação de pessoas, como cybercafés e lan-houses - e mesmo no seu local de trabalho ou estudo, já que o uso dessas máquinas é compartilhado com outras pessoas.

9. Se tiver qualquer dúvida em relação à segurança de algum procedimento, entre em contato com o Banco. Caso desconfie da página, clique na barra superior do browser e movimente a janela; se algum conteúdo não acompanhar sua movimentação, isso pode indicar a existência de um programa espião em seu computador.

10. Acompanhe atentamente os lançamentos em sua conta corrente; se constatar qualquer irregularidade, entre imediatamente em contato com seu Banco.

Bom dia e boas compras a todos.

domingo, 10 de dezembro de 2006

Domingo light...

Devido ao clima meio "devagar quase parando" deste mês de festas, vou deixar para prosseguir amanhã com as dicas de personalização do Desktop e usar o post deste domingo apenas para me reportar rapidamente aos comentários deixados ontem por alguns visitantes. Pela ordem:
Cristina, fico feliz por você ter gostado da ilustração que eu escolhi para ilustrar o Blog. Juliano e Leonardo, cada um de vocês tem lá sua razão, mas é importante não generalizar. Os portáteis não devem ser vistos apenas como gadgats para "caçadores de status de plantão", e ainda que custem o dobro do preço de um PC de mesa com recursos equivalentes, são muito úteis para quem precisa de mobilidade e portabilidade. Palavra de quem já usou.
Embora não me considere rico (e nem fresco), tive três notebooks nos últimos quatro anos, e eles me ajudaram sobremaneira quando eu viajava constantemente e dividia meu tempo entre Rio e São Paulo (especialmente na época do Curso Dinâmico de Hardware). Mas acabei me vendo obrigado a voltar para o desktop, até por conta da dificuldade de upgrade e da desvalorização brutal que sempre amargava na hora da troca.
Apenas para que vocês tenham uma ideia, meu último note foi um Toshiba Sattelite de configuração top (P4 3.06 HT com gravador de DVD e suporte a DVD-RAM, dentre outros recursos). O aparelho custou quase R$ 6 mil, mas quando resolvi passá-lo adiante, com apenas 16 meses de uso e em perfeitas condições de conservação e funcionamento, não consegui apurar nem 40% desse valor. Como já não viajo regularmente, achei um despropósito amargar uma despesa dessa magnitude apenas para me livrar dos cabos e poder digitar meus textos aboletado no sofá da sala ou tomando o sol da manhã no jardim do condomínio e a fresca da tarde no terraço do apartamento.
Ainda assim, parece-me que os portáteis estão para os desktops assim como os celulares estão para os telefones fixos: pesquisas do IDC e da Intel estimam um crescimento de 50% nas vendas deste ano em relação a 2005 (mais de meio milhão de unidades, só aqui no Brasil). Enfim, quem viver verá.
Para finalizar, uma sugestão interessante para quem não abre mão de uma agenda de compromissos (atendendo a um pedido da Vanda e resgatando o hábito saudável, mas praticamente esquecido, de se presentear clientes e amigos, a cada final de ano, com aqueles simpáticos livretos de capa de couro - ou imitando couro, conforme o caso).
Privativas ou compartilhadas, há opções para todos os gostos na Web 2.0, mas se você não é lá muito versado no idioma do Tio Sam, sugiro escolher entre as do Yahoo! (http://bl.calendar.yahoo.com/), do Google (www.google.com/calendar/) e da Aprex (www.aprex.com.br).
Bom domingo a todos e até amanhã.

sábado, 9 de dezembro de 2006

PC ou Note?

A dúvida da Clarice e do Cornélio é de interesse geral, até porque as lojas estão coalhadas de ofertas de computadores. Mas uma boa escolha não envolve apenas pesquisar preços e condições de pagamento: a despeito do considerável barateamento verificado nos últimos meses, PC e notebooks ainda são equipamentos caros, principalmente se levarmos em conta as condições sócio-econômicas dos usuários tupiniquins. Não é difícil encontrar modelos de mesa (desktops) por menos de mil reais, e portáteis pelo dobro desse valor. Isso é bem mais barato do que era um ano atrás, mas ainda não tão barato a ponto de permitir ao usuário trocar seu equipamento a cada seis meses (o que seria até desejável, mercê a rapidez com que a evolução tecnológica substitui produtos de ponta por modelos ainda mais avançados).
A questão é que esses aparelhos tendem a ficar obsoletos (e desvalorizados) ao cabo de pouco tempo de uso, e os modelos de entrada de linha geralmente vêm de fábrica divorciados da realidade e das exigencias dos softwares de última geração. Sistemas como o Windows XP (e o Vista, principalmente) são bastante exigentes, e um PC de 1000 reais dificilmente oferecerá uma base sólida para rodá-los. Então, a menos que você queira revisitar o passado (usar versões 98 ou ME do Windows) ou experimentar o Starter Edition, o FreeDos ou uma distribuição Linux qualquer, comprar um troço desses pode não ser uma boa ideia.
E o mesmo vale para os notes de 2000 reais - anunciados por alguns lojistas como a maravilha das maravilhas. Nesse caso, a coisa é ainda mais complicada, porque os portáteis oferecem possibilidades de expansibilidade bastante limitadas. Tirando o upgrade de memória (que geralmente é fácil de implementar, embora a um custo bem maior do que nos desktops), o usuário acaba mantendo a configuração de fábrica até o final da vida útil do equipamento. Ainda assim, um laptop é um simbolo de "status" (e muito gostoso de usar).
Cada caso é um caso, evidentemente, mas quem dispõe de uns 3.000 reais, por exemplo, já pode pensar num PC de mesa com uma configuração bastante interessante (CPU dual core, 1024 MB de RAM e HD SATA de mais de 100 GB, sem falar num bem vindo gravador de DVDs). Já um note com recursos equivalentes dificilmente custará menos de 6.000 reais (no mercado formal, com nota fiscal e garantia).
Via de regra, notebooks são mais interessantes para usuários que realmente precisam de portabilidade e mobilidade (quem viaja com frequência, leva consigo dados e programas, e usa conexões sem fio em aeroportos e cybercafés). Todavia, se você costuma ir bem além do processamento de texto e das planilhas de cálculo, dos programas de e-mail e da navegação na Web (e gosta de games pesados, tratamento de imagens e edição de músicas e vídeos, por exemplo), deve escolher um bom desktop. Claro que há portáteis capazes de substituir tranquilamente um desktop, mas eles costumam custar caro, e talvez não valha a pena você investir pesado apenas para se livrar daquela incomodativa macarronada de cabos e fios.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

Mais atalhos de teclado...

Devido ao interesse despertado pelas teclas de atalho, veremos agora como criar atalhos de teclado personalizados. O Windows permite que você crie seus próprios atalhos para obter acesso rápido a programas que utiliza com maior freqüência, mas exige que sejam usadas obrigatoriamente duas teclas de modificação (Ctrl, Shift e Alt) combinadas com uma letra, número ou outro caractere à sua escolha. Note que convém evitar combinações que remetam a atalhos nativos de programas, e que as teclas escolhidas (Ctrl+Alt+A, por exemplo) deverão ser pressionadas em conjunto, e não simplesmente de modo sequencial.
Para criar um atalho de teclado personalizado para um programa qualquer:

1- Localize inicialmente o aplicativo desejado clicando em Iniciar > Todos os Programas.
2- Dê um clique direito na entrada do aplicativo em questão e escolha Propriedades.
3- Na próxima janela (que já será exibida a partir da aba Atalho), clique dentro do campo Tecla de Atalho (não é preciso selecionar ou apagar a palavra "Nenhum"), pressione simultaneamente duas teclas de modificação (Ctrl+Alt, por exemplo) e adicione o caractere que você deseja utilizar.
4- Quando a combinação escolhida aparecer, clique em OK.

Se quiser eliminar um atalho de teclado que você criou, repita os mesmo passos e, no campo Tecla de Atalho, apague a combinação de teclas (basta clicar sobre ela e pressionar Delete ou Backspace). A palavra "Nenhum" tornará a aparecer, e o atalho personalizado deixará de funcionar.
Abraços e até amanhã.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Messenger via Web.20

Para quem não concebe a ideia de usar o PC sem abrir o MSN Messenger (ou outro programa similar) para poder papear com seus contatos enquanto dá andamento a outras tarefas, é bom saber que, segundo algumas pesquisas, esse hábito vem sendo visto com maus olhos em escolas e ambientes corporativos, na medida em que pode degradar a produtividade de alunos e funcionários. Imagine então que, um belo dia, você chega ao trabalho e não acha mais o ícone ou o atalho para o MSN no PC...
Inconcebível? Talvez, mas não custa estar preparado para essa eventualidade. Desde o ano passado que um novo conceito vem se apresentando como alternativa ao armazenamento de programas no disco rígido do computador dos usuários. Uma nova geração de softwares baseados na internet oferece a possibilidade de se usar utilitários sem que seja preciso instalá-los no computador – os programas ficam baseados nos servidores Web, e são acessados on-line pelos interessados.
O termo Web 2.0 remete a uma maneira inovadora de enxergar a internet, onde a grande rede serve como um meio para você publicar, organizar e acessar conteúdo de maneira mais fácil ou, outras palavras, mesclando sua Área de Trabalho com a Web – desde que disponha de uma conexão em banda larga responsável, evidentemente. Até mesmo sistemas operacionais podem ser acessados on-line, mas esse não é o ponto em questão...
Talvez seu chefe não saiba (e se você não contar para ele, eu também não conto) que a Web 2.0 trouxe para a internet, além de editores de textos e planilhas, softwares de mensagens instantâneas como o Meebo (http://www.meebo.com/), que congrega alguns dos mais populares comunicadores da internet – dentre os quais o MSN Messenger, o ICQ, o Google Talk e o Yahoo! Messenger – e pode ser usado a partir de uma janela da web.
O cadastro é feito individualmente, para permitir futuras atualizações. Ao se autenticar, sua lista de contatos aparece na lateral esquerda, e as mensagens trocadas com seus contatos são exibidas em janelinhas individuais, mas de uma forma mais discreta do que nos comunicadores tradicionais. A coisa é um tanto espartana; não há sofisticações (até certo ponto dispensáveis) como temas diferentes, emoticons especiais e outros requintes multimídia, mas é preciso levar em conta que o serviço ainda está em fase “alfa”.
Seja lá como for, você poderá continuar papeando tranquilamente durante o expediente, o que, convenhamos, já quebra seu galho e valida esta dica.
Abraços a todos e até amanhã.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Personalizando a Área de Trabalho

O Windows XP é um sistema extremamente personalizável. Aliás, essa questão foi discutida em nível de detalhes nos volumes 2, 7 e 8 da Coleção Guia Fácil Informática (Windows XP básico, intermediário e avançado, respectivamente) e no livro 1 da Coleção Primeiros Passos na Informática (para usuários iniciantes).
Ainda assim, vou dedicar mais algumas linhas ao assunto (até porque acabei de receber e responder um e-mail onde a remetente, além de enviar a simpática montagem fotográfica que ilustra o post de hoje, perguntava como fazer para modificar as fontes do Windows).
O primeiro passo para personalizar o Desktop - ou Área de Trabalho - é chamar a tela das Propriedades de Vídeo, e o caminho mais fácil consiste em clicar com o botão direito do mouse num ponto vazio do seu Desktop e escolher a opção Propriedades para ter acesso a quatro abas que lhe permitirão fazer uma porção de configurações.
Clique em Temas para escolher uma dentre as opções disponíveis (padrão ou clássico), ou para criar seu tema personalizado. Para quem ainda não sabe, um "tema" determina a aparência geral do Desktop, sendo representado por um conjunto pré-definido de ícones, fontes, ponteiros, sons, imagem de plano de fundo e animações de proteção de tela; sempre que fizer modificações num tema pré-definido (alterando qualquer dos seus recursos individuais), você poderá salvá-las - criando, assim, um tema personalizado.
Clique na aba Área de Trabalho para selecionar um "papel de parede" (ou plano de fundo, o que dá no mesmo). Selecione uma das imagens disponíveis (dentre as quais as fotos e ilustrações armazenadas na sua pasta Minhas Imagens, que o Windows compartilha nessa seção) ou outro arquivo de imagem qualquer (BMP, JPG etc.), inclusive da Web. Feita sua escolha, dê um clique direito sobre a imagem e, no menu de contexto, clique na opção Definir como plano de fundo. Se a imagem desejada tiver a mesma resolução aplicada ao seu monitor, ótimo (confira isso na aba Configurações); caso contrário, veja com qual das opções ela fica melhor (centralizar, estender ou lado a lado). Se quiser, clique no botão Visualizar antes de dar OK, para ter uma idéia do resultado. Observação: imagens muito rebuscadas consomem maior quantidade de memória - se a configuração de hardware do seu PC não for lá muito robusta, melhor ter uma Área de Trabalho mais "pobre" e uma máquina mais rápida do que o contrário.
Clique agora na aba Proteção de Tela. Uma proteção de tela nada mais é que um programinha (uma animação, na verdade) configurado para rodar automaticamente depois de determinado tempo de ociosidade (durante o qual você não move o mouse nem digita no teclado), e talvez seu uso fizesse mais sentido no tempo dos monitores de tecnologia antiga (especialmente os de fósforo verde), que podiam ser danificados por conta de exposições prolongadas de uma mesma imagem estática. Enfim, escolha uma dentre diversas possibilidades e clique no botão Configurações (conforme o caso, você poderá fazer alguns outros ajustes). A caixa Aguardar permite manipular o número de minutos (ou horas) que o Windows irá esperar até executar a animação, e o botão Visualizar oferece um "preview" do resultado. Se quiser, marque a caixa Ao continuar, proteger com senha, para dificultar o acesso ao sistema por parte de pessoas não autorizadas (note a proteção de tela é, hoje em dia, apenas um enfeite sem grande utilidade prática, e você pode tranquilamente escolher a opção "nenhum" sem que isso acarrete problemas para o seu monitor de vídeo). O botão Energia permite manipular configurações importantes; dentre outras, ajustar o tempo de ociosidade a partir do qual o Windows irá comandar o desligamento do monitor e/ou dos discos rígidos, bem como colocar o computador automaticamente no estado de espera ou em hibernação (não vou descer a detalhes porque já comentei esse assunto quando tratei dos distúrbios da rede elétrica e outras questões correlacionadas - na postagem de 21 de setembro e posteriores).
Clique na aba Aparência para definir, dentre outras possibilidades, as cores das barras de título, o espaçamento entre os ícones, o tipo de fonte a ser usado nos menus e janelas. A forma mais fácil de alterar esses quesitos consiste em escolher um esquema pré-definido, mas você pode modificar os vários itens individualmente e salvar essas alterações, para criar um esquema personalizado. É possível ainda melhorar sensivelmente a qualidade com que as fontes são exibidas na tela (notadamente em monitores LCD) clicando em Efeitos, habilitando a opção Clear Type e confirmando em OK.
Finalmente, clique na aba Avançada para ter acesso à tela da Aparência Avançada, que dá acesso a alguns ajustes mais abrangentes e sofisticados, inclusive de janelas de programas que não pertencem ao Windows.
Dúvidas? Deixe sua pergunta ou envie-me um e-mail.
Abraços e um bom dia a todos.

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Lá vem água...

Gente, depois da chuva de ontem ter deixado boa parte de São Paulo literalmente submersa durante horas, talvez fosse mais apropriado decorar este post com a figura de um guarda-chuva (qualquer semelhança com a cobertura da manjedoura aí ao lado é mera coincidência). Mas como eu não sou adepto do humor negro, vou me limitar a lembrar os perigos que os temporais representam para usuários de computador (e outros eletro-eletrônicos em geral). Aliás, esse assunto já foi abordado aqui no blog, numa das primeiras postagens (acho que ainda no mês de Setembro ou logo no comecinho de Outubro). Enfim, o importante é ficar esperto: ainda que as tempestades com relâmpagos sejam mais perigosas (por conta dos possíveis picos de tensão que os raios possam causar na rede elétrica), chuvas torrenciais como as de ontem não raro acarretam problemas indiretos ao fornecimento de energia, que pode se tornar intermitente e/ou ser interrompido abruptamente. E o "desligamento" inesperado e inadequado do PC não só implica prováveis perdas de dados, mas também pode infligir graves danos ao equipamento, especialmente ao disco rígido.
Mesmo que esta recomendação possa parecer a mais pura exaltação do óbvio, não custa lembrar a todos que, diante do prenúncio de um temporal de grande magnitude, o melhor a fazer é encerrar os trabalhos em andamento e desligar o computador inclusive da tomada. E o mesmo vale para televisores, aparelhos de som, refrigeradores e companhia - nesse caso, não há perda de dados, evidentemente, mas isso não afasta o risco de queima do equipamento, especialmente se ocorrer um pico de tensão por ocasião do restabelecimento do fornecimento de energia.
Esperando que todos estejam devidamente munidos de escafandros e apetrechos que tais para enfrentar esta terça-feira, desejo-lhes um bom dia.
Amanhã, se Deus quiser e São Pedro permitir, voltamos aos nossos assuntos tradicionais.
Abraços e boa sorte!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Menu Iniciar (continuação)

Prosseguindo com o que dizíamos na primeira postagem sobre este assunto, ainda na tela das "Propriedades da barra de Tarefas e menu Iniciar", se você clicar na aba Menu Iniciar, no botão Personalizar e na guia Geral, poderá escolher o tamanho desejado para a exibição dos ícones (grandes ou pequenos).
No campo "Programas", é possível definir o número de atalhos variáveis a serem exibidos (de zero a 30). Sempre que você pressionar o botão "Limpar Lista", o Windows irá zerar a contagem e mostrará somente os ícones dos atalhos fixos (até que novos programas sejam executados e voltem a figurar na lista dos variáveis). E se você não gostar dessa "dança das cadeiras", estipule como zero o valor do marcador, para que seu Menu Iniciar fique limitado apenas aos ícones de atalhos fixos.
Aproveite o embalo para configurar a visualização dos atalhos de internet e correio eletrônico. Você pode desmarcar as caixas (para que esses atalhos não sejam exibidos) ou marcá-las e escolher o navegador e o programa cliente de e-mail desejados (dentro das opções disponíveis). Clicando na guia Avançado, é possível fazer ainda algumas configurações adicionais - aliás, bastante intuitivas - dentre as quais definir o comportamento dos submenus, realçar ou não os programas recém-instalados e limpar a lista de documentos recentes. O campo "Itens do Menu Iniciar" dá acesso uma porção de ajustes, bastando apenas marcar ou desmarcar as caixas de verificação existentes ao lados das opções correspondentes.
Para organizar melhor o menu "Todos os Programas", clique em qualquer dos ícones com o botão direito do mouse e escolha a opção Classificar por nome. A partir daí, todas as entradas serão realinhadas em ordem alfabética. Se você quiser eliminar uma entrada qualquer, repita o procedimento e escolha a opção Excluir.
Para mover um atalho ou pasta, basta clicar sobre ele(a) e arrastá-lo(a) até a posição desejada. Também é possível mover atalhos para dentro de pastas, arrastando-os e mantendo o botão do mouse pressionado até que a pasta de destino seja aberta. Quando isso ocorrer, mova o ponteiro para dentro da pasta e solte o botão do mouse.
Amanhã tem mais. Bom dia a todos.

domingo, 3 de dezembro de 2006

Informatiquês

Considerando que os motivos natalinos vêm agradando meus visitantes mais cativos, vou prosseguir com as figurinhas, uma por dia, até o final do mês. E como hoje é domingo, vamos falar de um assunto mais "light": o "informatiquês".
Atire o primeiro mouse quem nunca confundiu bits com bytes, drives com drivers, ou nunca se referiu (impropriamente) ao gabinete do computador como "CPU". Toda disciplina tem seu jargão característico, e a informática não é exceção. Aliás, usar um computador sem conhecer o significado de uma profusão de termos e siglas (geralmente em inglês), implica em cometer deslizes perdoáveis ou erros crassos, conforme o caso.
Em vista disso, estamos trabalhando na elaboração de um dicionário de Informatiquês. O livro ainda está em fase de elaboração, mas será publicado dentro da Coleção Guia Fácil Informática e deverá chegar às bancas lá pelo mês que vem. Fica aqui a informação para todos que me honram com suas visitas e, em especial, para os que acompanham nosso trabalho na mídia impressa.
Aproveitando o ensejo, vale lembrar a todos que CPU é a sigla de Unidade Central de Processamento, em inglês, e remete ao processador principal do computador - e não ao gabinete (aquela caixa plástica ou metálica que abriga a placa-mãe e demais componentes internos do PC, que também é conhecida como Case, Gabinete do Sistema ou Gabinete de CPU).
Bit é a contração de "Binary Digit" (dígito binário), e designa a menor unidade de informação manipulada pelo computador.
Byte, por sua vez, é uma unidade básica de memória que corresponde a oito bits e representa a quantidade de informação necessária para especificar uma letra, número, símbolo ou outro caractere qualquer.
Um drive é uma unidade de disco - disquete (Floppy Drive), disco rígido (HDD ou Hard Disk Drive), CD-ROM, um pen-drive ou qualquer outro dispositivo de armazenamento de dados.
Já um driver é um programinha de baixo nível que serve como ponte (elemento de ligação) entre o sistema operacional e o hardware.
Por ocasião da instalação (ou reinstalação) do Windows, você deve instalar os drivers de chipset e drivers de dispositivos adequados aos componentes que integram o seu computador. O Windows conta com um expressivo banco de drivers nativos e é capaz de fazer funcionar a maioria dos itens de hardware disponíveis no mercado, mas é sempre preferível usar as versões disponibilizados pelos respectivos fabricantes (que costumam vir nos CDs ou disquetes que acompanham o computador, a placa-mãe e outros dispositivos e periféricos).
Aliás, é importante visitar regularmente os websites dos fabricantes para fazer o download das versões mais recentes desses programinhas (mas isso já é outro assunto, e fica para uma outra vez). Amanhã voltamos às teclas de atalho e personalizações do Desktop. Espero que o "Bom Velhinho" do post de hoje seja realmente bonzinho para com todos nós.
Bom domingo a todos.

sábado, 2 de dezembro de 2006

Menu Iniciar

No Windows XP, o Menu Iniciar é exibido em duas colunas, sendo que a do lado esquerdo exibe uma lista de atalhos (fixos e variáveis) que provêm acesso rápido aos programas que utilizamos regularmente.
Para adicionar um programa à lista de atalhos fixos, basta clicar sobre ele e arrastá-lo para a parte superior da coluna (ou dar um clique direito sobre o ícone do programa ou atalho desejado e escolher a opção Fixar no Menu Iniciar). Isso pode ser feito a partir do menu Todos os Programas, da janela do Windows Explorer ou de Meu computador, tanto faz.
Usando esse mesmo procedimento, você pode também criar atalhos para as pastas e/ou documentos que quiser acessar mais rapidamente.
Mas se você não gosta dessa inovação, pressione o botão Iniciar, dê um clique direito sobre o título (geralmente o nome do usuário), clique em Propriedades e, na aba Menu Iniciar (caso ela não apareça aberta por padrão), marque a opção Menu Iniciar Clássico e clique em OK. Pronto: seu Menu Iniciar será exibido agora com o layout das versões anteriores.
Aproveitando o embalo, vejamos mais alguns atalhos de teclado, focando desta feita o Windows Explorer:

END - Exibe a parte inferior da janela ativa.
HOME - Exibe a parte superior da janela ativa.
NUM LOCK+ASTERISCO no teclado numérico - Exibe todas as subpastas da pasta selecionada.
NUM LOCK+SINAL DE MAIS no teclado numérico - Exibe o conteúdo da pasta selecionada.
NUM LOCK+SINAL DE MENOS no teclado numérico - Recolhe a pasta selecionada.
SETA PARA A ESQUERDA - Recolhe a seleção atual se estiver expandida, ou seleciona a pasta pai.
SETA PARA A DIREITA - Exibir a seleção atual se estiver recolhida ou, selecionar a primeira subpasta.

Amanhã tem mais.
Abraços a todos.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Motivos natalinos...

Não sei se conseguirei satisfazer minha dileta amiga Vanda com esta simpática decoração natalina (que só resolvi implementar por conta da sua inesperada assiduidade), mas ela não poderá dizer que eu não tentei.
Além disso, não quero ser acusado de ignorar solenemente as sugestões dos visitantes, embora poucos tenham noção do trabalho que dá selecionar assuntos de interesse geral, elaborar os textos e postar conteúdos diários aqui no blog.
Enfim, nada contra um pouco de cor (desde que sem exageros) mas convém ter em mente que blog é blog; fotolog é outra história.
Seja lá como for, a simpatia, o carinho e a atenção que algumas pessoas têm demonstrado para com este obscuro articulista de TI fazem tudo isso valer a pena.
Abraços a todos e até a próxima postagem.

Agrupamento de janelas no XP e novas teclas de atalho

Complementando a dica que apresentamos na postagem da última quarta-feira, outra peculiaridade do XP consiste no agrupamento de janelas, que entra em ação quando várias telas se encontram abertas simultaneamente (se quatro telas do Internet Explorer forem abertas ao mesmo tempo, por exemplo, elas serão todas reunidas em um único botão). Caso você não goste dessa configuração:
1- Dê um clique direito num ponto vazio da Barra de Tarefas e escolha Propriedades.
2- Clique na aba Barra de Tarefas e desabilite o recurso "Agrupar botões semelhantes da Barra de Tarefas".
3- Feito isso, é confirmar em OK.

E como teve gente que gostou daquelas teclas de atalho que a gente mencionou no post do último dia 13, aqui vão mais algumas:

SHIFT+DELETE: Exclui um item selecionado sem enviá-lo para a lixeira.
CTRL + arrastar um item: Copia o item selecionado para o local de destino.
CTRL+SHIFT + arrastar um item: Cria um atalho para o item selecionado.
F2 - Renomeia um item selecionado.
CTRL+SETA PARA A DIREITA - Move o ponto de inserção para o início da próxima palavra.
CTRL+SETA PARA A ESQUERDA - Move o ponto de inserção para o início da palavra anterior.
CTRL+SETA PARA BAIXO - Move o ponto de inserção para o início do próximo parágrafo.
CTRL+SETA PARA CIMA - Move o ponto de inserção para o início do parágrafo anterior.
ALT+BARRA DE ESPAÇOS - Abre o menu de atalho para a janela ativa.
CTRL+F4 - Fecha o documento ativo em programas que permitem abrir vários documentos simultaneamente.
ALT+ESC - Percorre os itens na ordem em que foram abertos.
F3 - Abre a janela Pesquisar (arquivos ou pastas).
F4 - Exibe a lista da barra de endereços em Meu computador ou no Windows Explorer.
F5 - Atualiza a janela ativaBACKSPACE - Exibir a pasta um nível acima em Meu computador ou no WindowsExplorer.
F6 - Percorre os elementos da tela em uma janela ou na área de trabalho.
F10 - Ativa a barra de menus no programa em execução.
CTRL+ESC - Exibe o menu Iniciar (substitui a tecla com o logo do Windows em teclados antigos).

Amanhã tem mais. Abraços e um bom dia a todos.