quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

SPLOGS

Em atenção à pergunta deixada pela Marcela e considerando que o assunto pode interessar aos demais visitantes aqui do site, vale dizer que a popularização dos Blogs deu origem aos splogs – termo criado a partir da aglutinação das palavras spam e blog -, que procuram levar internautas a clicar em links patrocinados ou redirecioná-los para outras páginas, com objetivo de gerar dinheiro ou aumentar "na marra" a popularidade de determinados sites.
Os splogs chegam através dos resultados obtidos em pesquisas feitas em sistemas de busca e vêm ganhando cada vez mais adeptos entre os golpistas virtuais. Um estudo publicado na Revista Wired por um pesquisador da Universidade de Maryland, em Baltimore (EUA), mostra que até 56% de todos os blogs ativos escritos em inglês podem ser considerados splogs.
Algumas características básicas ajudam a identificar os splogs: uma URL com mais de duas palavras desconexas e ligadas por hífens, por exemplo, pode ser um sinal (já que isso constitui uma técnica dos sploggers para atrair os “crawlers” dos sistemas de busca). O número de posts também é um indicativo: poucos ou muitos posts concentrados em um mesmo mês (ou numa única semana) sugerem o uso de bots (programas que criam os falsos blogs e preenchem os sites com conteúdo em lote, e têm dificuldade para alterar a data dos textos. Números excessivos de “links patrocinados” sem relacionamento com o suposto tema do blog, conteúdo desconexo nos posts ou muitas citações com trechos de livros, notícias e discursos, tudo de forma extremamente desorganizada, também podem servir de indício.
A Blogger do Brasil tem uma página que explica o que são os splogs e detalha algumas das providências tomadas para combater o problema. A mais simples é a denúncia feita por usuários – que devem usar o recurso “Flag” disponível na parte superior direita da barra de ferramentas do Blogger (uma vez “Flagged”, o blog será averiguado pelo serviço que determinará se o site é ou não um diário falso).
Fiquem espertos!
Atá amanhã.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Pendrive - Continuação...

Na hora de escolher seu chaveirinho de memória, certifique-se de que ele disponha de um dispositivo de segurança (como proteção por senha). Isso poderá ser útil no caso de você perdê-lo e outra pessoa tentar acessar seus dados.
Verifique também o padrão de interface USB, que é determinante na velocidade de transferência de dados (dê preferência a modelos que suportem o USB 2.0).
Note ainda que os memory keys de nova geração suportam o U3 e permitem levar no bolso alguns softwares já instalados, configurados e personalizados. A inovação - criada por uma pareceria entre as empresas SanDisk e M-Systems, e batizada como U3 Launchpad - é um mini-sistema operacional que pode ser embutido no memory key. Essa solução é muito útil para você acessar diferentes aplicativos no computador de casa ou do trabalho, como também para incrementar sua segurança no acesso à internet em cyber-cafés ou computadores públicos.
Ao ser conectado à porta USB, o reconhecimento do pendrive é instantâneo. A diferença fica por conta do mapeamento feito pelo Windows (a partir das versões XP/2000). Na janela Meu computador, o sistema exibe duas novas unidades: a primeira, somente leitura, guarda os arquivos do sistema U3; a segunda funciona como um memory key simples, permitindo a gravação de qualquer tipo de arquivo e o armazenamento dos softwares instalados por meio do U3 Launchpad.
Esse "sistema portátil" também exibe um ícone na Área de Notificação, ao lado do relógio. Ao clicar sobre ele, uma espécie de menu Iniciar do Windows é aberto, exibindo as opções de configuração e administração do pendrive e uma lista dos softwares nele instalados. Há também um link para a U3 Software Central (http://software.u3.com/), uma central que tanto disponibiliza downloads de programas gratuitos quanto funciona como loja on-line para aplicativos pagos. Vale a pena conhecer.
Vamos ficando por aqui.
Abraços a todos e até amanhã.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Pendrive

Dias atrás, meu amigo Georges pediu que eu falasse alguma coisa sobre pendrives. Acredito que a maioria dos visitantes aqui do Blog sabe o que é (e talvez até tenha) um "chaveirinho de memória", mas vale fazer uma breve introdução.
É indiscutível que o disquete de 1.44 MB esteja em decadência senil: além de ser pouco confiável - porque se desmagnetiza e embolora com facilidade -, a quantidade de espaço que ele oferece está totalmente divorciada das exigências atuais (se o seu PC ainda tem um drive de disquetes, isso se dá mais por questões de protocolo do que por real necessidade). Claro que qualquer computador moderno já conta com um gravador de CDs - ou um combo, ou mesmo um gravador de DVDs), mas o pendrive é, sem dúvida alguma, a solução mais prática e funcional para transporte e transferência de dados.
Também conhecido como memory key, essa unidade de armazenamento removível com memória flash (um tipo de RAM não volátil) e conector USB costuma ser semelhante a um isqueiro descartável, podendo ser levada no bolso ou usada como chaveiro ou pingente. Também existem versões mais sofisticadas, incorporadas a relógios de pulso, canivetes e outros Gadgets (e que não se limitam a armazenar dados; algumas funcionam até como tocador de MP3 e rádio FM).
O pendrive é mais resistente e seguro que o disquete, sendo capaz de substituí-lo com vantagens: um modelo de 512 MB corresponde a mais de 350 disquetes (espaço suficiente para armazenar 4 horas de música ou 100 mil páginas de livro), mas os mais populares, atualmente (por uma questão de custo x benefício), são os de 1 e 2 GB (existem versões de até 8 GB). No geral, seu preço é proporcional à capacidade de armazenar dados, ainda que marcas de grife, designs arrojados e funções adicionais também inflacionem o produto. Mas, se bater pernas, você encontrará modelos de 1 GB por menos de R$ 100.
Usar o pendrive é bem simples: com o Windows ME/XP, basta plugá-lo na porta USB do computador e ele será automaticamente reconhecido como uma nova unidade de armazenamento. Já no Windows 98/SE, é preciso instalar um driver - que acompanha a maioria dos pendrives disponíveis no mercado.
Observação: Siga sempre as instruções do fabricante do seu memory key. Se as informações contidas na embalagem (ou nos folhetos que acompanham o produto) não forem suficientes para orientá-lo quanto à utilização e manutenção do dispositivo, procure informações adicionais no respectivo website.
Para manipular os arquivos, é só arrastá-los do disco rígido para o chaveirinho e vice versa, ou usar os recursos Copiar/Recortar e Colar do Windows. Vale lembrar que o pendrive é visto pelo SO como uma unidade autônoma; se você abrir o Windows Explorer e arrastar para ele um arquivo da sua unidade C, por exemplo, esse arquivo será copiado na memória flash (a versão original permanecerá no drive C).
Muita atenção na hora de desplugar seu pendrive: ao retirá-lo abruptamente, você poderá corromper arquivos, perder dados e até danificar a porta USB e/ou o dispositivo de memória. Convém sempre desativá-lo via Windows Explorer ou pelo ícone exibido na Área de Notificação (próximo ao relógio do sistema) e só então removê-lo. Sem esse cuidado, um faiscamento nos contatos pode ser interpretado pelos circuitos como uma nova entrada ou apagamento de dados, resultando em danos nem sempre reversíveis.
Se isso acontecer e você não conseguir resolver o problema com o programa fornecido pelo fabricante do seu dispositivo (recomendável), experimente baixar o aplicativo HP Format Utility for USB Flash Drivers (http://www.flashdrive.com.br/softwares/SP27213.exe). Se seu pendrive não estiver queimado, esse programinha permitirá acessar e copiar para o HD o conteúdo que ainda estiver gravado na memória e, depois, formatar seu chaveirinho e deixá-lo pronto para a próxima gravação.
Amanhã, focaremos a plataforma U3, que permite instalar e rodar no pendrive alguns softwares configurados e personalizados, com contas de e-mail, senhas e o que mais você precisar para usá-los com segurança em qualquer PC.
Bom dia a todos e até lá.

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Mais dicas...

Aproveitando o gancho da mudança do horário (não se esqueça de acertar seu relógio), vamos mudar também nossa frase de pé de página (não deixe de conferir) e apresentar mais algumas dicas selecionadas:

Ao navegar na Web, em vez de recorrer aos botões do browser para avançar ou retroceder pelas páginas visitadas, use o botão direito do mouse e, no menu apresentado, selecione Voltar ou Avançar (essa ação funciona onde quer que esteja o ponteiro do mouse, desde que dentro dos limites da janela do navegador).

Dominar alguns atalhos de teclado pode tornar mais eficiente e rápida a execução de diversas tarefas. Os mais importantes são Ctrl+C, Ctrl+X e Ctrl+V - para copiar, recortar e colar, respectivamente. Esses atalhos funcionam na maioria das situações onde a Área de Transferência esteja disponível e aceleram consideravelmente as suas tarefas.
Outro atalho útil é Ctrl+Z, para Desfazer (além disso, existem diversos atalhos baseados na tecla Windows, conforme já comentamos em postagens publicadas no final do ano passado... vale dar uma espiada).

Abraços a todos e até amanhã, quando falaremos sobre pen-drives, atendendo ao pedido do meu dileto amigo Georges.

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Outras dicas...

Acessar sua Área de Trabalho quando há diversas janelas abertas pode ser uma tarefa bem mais simples se você pressionar simultaneamente as teclas Windows + M (para retornar ao "status quo ante", pressione a combinação de teclas Shift + Windows + M).

Abrir pastas ou arquivos através de um clique duplo parece um desperdício de tempo se comparado com um clique simples. Interessado? Vá até o Painel de Controle, escolha Opções de pastas e ative a Opção "Clicar uma vez para abrir um item" (apontar para selecionar).

Para acessar sites que começam com www e acabam em .com, basta digitar o nome do meio e pressionar as teclas CTRL + Enter para que seu navegador abra a página em questão. Por exemplo, se quiser acessar a http://www.hotmail.com/, basta digitar “hotmail", na barra de endereço, e recorrer ao atalho sugerido, para poupar tempo.

Abraços a todos.
Amanhã tem mais.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Voltando às dicas...

A maioria dos usuários desconhece ou simplesmente não tira proveito de boa parte dos recursos dos softwares que utiliza. Talvez por nunca ter aprofundado sua experiência com o Windows, você venha deixando passar batidas algumas funcionalidades muito úteis, como as que veremos nesta e nas próximas postagens.

Se você costuma instalar vários programas e depois não sabe ou não consegue removê-los, é provável que seu menu Iniciar esteja se tornando um verdadeiro caos. Uma maneira simples de acessar mais rapidamente seus programas consiste em organizá-los por ordem alfabética. Para fazer isso, clique em Iniciar > Todos os Programas, dê um clique com o botão direito do mouse em qualquer um deles e escolha, no menu que será apresentado, a opção Organizar por Nome.

Você pode colocar na "Inicialização Rápida" (Quick Launch) e tornar acessíveis através de um simples clique do mouse as aplicações que acessa mais frequentemente. Para fazer isso, dê um clique direito sobre da Barra de Tarefas e escolha Barra de Ferramentas > Inicialização Rápida e inclua os atalhos que desejar, arrastando-os do menu Iniciar ou da Área de Trabalho (se você desejar remover qualquer desses atalhos, basta clicar sobre eles com o botão direito e selecionar a opção Excluir).

Amanhã tem mais.
Até lá.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Instalação de Reparo

Respondendo a pergunta da Mônica, vale lembrar que a Resturação do Sistema - recurso implementado pela Microsoft no Windows a partir da versão ME - representa uma forma de acabar com problemas inexplicáveis e restagatar a performance do computador. Entretanto, esse recurso está longe de ser infalível: há casos em que ele não está habilitado ou simplesmente não funciona - o programa não consegue completar com êxito a tal "viagem no tempo", a despeito de o usuário tentar vários pontos de restauração.
A propósito, a periodicidade com que o Windows cria esses pontos de restauração varia de computador para computador, devido a questões de configuração (dentre outros aspectos, o espaço reservado para a criação desses pontos) e conforme o uso da máquina (sempre que o usuário faz uma limpeza de disco e comanda a exclusão de pontos antigos, o sistema salva apenas o último).
Enfim, caso a Restauração do Sistema não cumpra seu papel e antes de você partir para o "tratamento de choque" - formatar a unidade de sistema e reinstalar tudo a partir do zero - vale a pena tentar fazer uma Instalação de Reparo, que não irá mexer com suas configurações ou exigir que você reinstale seus aplicativos. Tudo correndo bem, com cerca de uma hora de trabalho você consegue botar o bonde novamente nos trilhos.
Para isso, é preciso inicializar o Windows XP pelo CD-ROM. Antes de qualquer outra coisa, acesse o CMOS Setup (geralmente pressionando a tecla <Delete> repetidamente, durante o POST) e modifique a ordem de inicialização do sistema, forçando-o a procurar os aquivos primeiro no CD-ROM. Em seguida, insira o CD do XP no drive, reinicie o computador e, janela por janela de configurações, selecione seu drive atual, mas pressione "R" e tecle na tela final, para efetuar uma instalação de reparo (se você pressionar por engano e comandar uma instalação total, o Windows irá avisá-lo de que você perderá suas configurações, sendo um bom lembrete para fazê-lo retornar e selecionar a Instalação de Reparo). Ao final do processo, será preciso reinstalar os drivers de chipset e de dispositivos, mas, convenhamos, esse é um preço pequeno a se pagar pelo resgate da estabilidade do PC.
Note que essa modalidade de reinstalação do Windows nem sempre é possível a partir de CDs que não sejam mídias "originais" da Microsoft: a maioria dos notebooks e muitos desktops de grife costumam vir acompanhados de discos personalizadas pelos respectivos fabricantes, que comandam a formatação automatica da unidade de sistema e partem para a reinstalação completa, revertendo o software da máquina às configurações "de fábrica". Muito cuidado, portanto.
Abraços a todos e até amanhã.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Mais dicas...

O Windows destaca com uma cor alaranjada, no menu Iniciar, os programas que você instalou recentemente. Se você não gosta dessa característica do sistema, saiba que é muito fácil desativar o recurso: basta clicar com o botão direito do mouse na Barra de Tarefas, escolher Propriedades > Menu Iniciar > Personalizar > Avançado e desmarcar a caixa "Realçar programas recém-instalados".

No Windows Explorer, você pode renomear múltiplos arquivos de uma tacada só. Para isso, selecione os arquivos desejados, clique com o botão direito do mouse em um deles e escolha a opção renomear. Todos os demais arquivos selecionados receberão o mesmo nome, mas serão numerados sequencialmente.

Para acessar instantaneamente a opção Executar no seu desktop ou na barra de Inicialização Rápida, clique em Iniciar e, em seguida, arraste o ícone do Executar para a área de trabalho ou para a barra Inicialização rápida (ele aparecerá como um ícone e com o nome Executar, mas você poderá renomeá-lo como desejar).

Para conhecer seu endereço IP, clique em Iniciar > Executar, digite ipconfig /all e dê <Enter>. Se quiser saber também quais as portas lógicas estão abertas, digite netstat -a e dê <Enter>.

Boa Quarta-Feira de Cinzas a todos e até amanhã.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Você sabia?

Segundo o ranking "THE BEST GLOBAL BRANDS/2006", a Microsoft é a segunda marca mais valiosa do planeta (valendo escandalosos 70 bilhões de dólares), seguida pela IBM, GE, Intel e Nokia (56, 49, 32 e 30 blilhões de dólares, respectivamente).
O primeiro lugar da lista não ficou para nenhuma empresa de tecnologia, mas para a Coca-Cola (67 bilhões), cuja fórmula foi criada como remédio por um farmacêutico de Atlanta, há 120 anos (no dia do lançamento, foram vendidos apenas nove copos, a módicos 5 centavos de dólar cada um).
A Coca-Cola está presente em mais de 200 países, sendo consumidas diariamente mais de 1.3 bilhão de doses (o Brasil é o terceiro maior consumidor, perdendo apenas para os EUA e México). A empresa possui mais de 400 marcas em todo o mundo, entre refrigerantes, água, sucos, energéticos, chás e outras beberagens.
Boa terça-feira de carvanval a todos e até amanhã.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Windows XP com "a cara" do Vista

Com a "febre" provocada pelo lançamento do Vista e diante das restrições econômicas e tecnológicas que impedem muitos usuários de migrar para essa nova versão do Windows, surgiu uma porção de programas que se propõem a deixar a aparência do XP semelhante à do seu irmão mais novo.
Fuçando nos Blogs e foruns da vida, eu encontrei informações bastante positivas sobre o Vista Inspirat BricoPack (embora não possa avalizá-lo pessoalmente, porque não instalei o programa).
O software funciona no XP Home ou Professional (mas não é compatível com as versões de 64 bits), faz uma personalização abrangente do shell do Windows e, de quebra, implementa versões personalizadas do MSN Messenger, Outlook Express e Windows Media Player. Caso você queira experimentar (por sua conta e risco), sugiro baixá-lo do site Superdownloads:
http://superdownloads.uol.com.br/download/138/vista-inspirat-bricopack/.

Observações: Muitos desses programinhas não funcionam lá muito bem. Além disso, todos eles consomem recursos do computador e podem deixar ainda mais lenta uma máquina pobre em recursos de processamento e memória. Antes da instalação, remova quaisquer outros pacotes de transformação que você tenha eventualmente instalado, dedique alguns minutos àqueles famosos procedimentos de manutenção de que já falamos tantas vezes e assegure-se que seu SO esteja saudável. Crie um ponto de restauração do sistema (já vimos aqui no Blog como fazer isso) e só então conclua a instalação do software.
Abraços e um bom carnaval.

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Mais segurança "na faixa"

A Ferramenta de Remoção de Softwares Mal-intencionados do Windows não substitui um software antivírus, mas ajuda a remover infecções causadas por malwares específicos — incluindo o Blaster, o Sasser e o Mydoom.
A Microsoft lança uma nova versão dessa ferramenta na segunda terça-feira de cada mês. Se você quiser que ela seja prontamente descarregada e instalada em seu computador, configure o recurso Atualizações automáticas no modo Automático.
Quando o processo de detecção e remoção é concluído, a FRSMI cria um arquivo de registro chamado mrt.log na pasta %WINDIR%\debug. Se for encontrada alguma infeção, você verá um relatório de status na próxima vez que iniciar o sistema.
Para executar manualmente essa ferramenta, use a versão disponível em http://www.microsoft.com/brasil/security/malwareremove/default.mspx (é preciso fazer logon como administrador). Usuários avançados podem consultar o KB890830 para obter uma lista de pragas que ela é capaz de remover, bem como instruções de uso.
Vale lembrar que, por padrão, o programinha irá retornar informações anônimas para a Microsoft sempre que encontrar uma infecção ou erro; e que o artigo citado informa quais os dados específicos serão enviados e como desativar essa funcionalidade. Observe ainda que a ferramenta é multilíngüe (ela exibe automaticamente o idioma correto, dependendo do sistema operacional instalado no seu PC), mas não funciona em versões antigas do Windows (98/ME/NT).
Mais uma vez, bom carnaval a todos.
Aproveitem, porque daqui a pouco a festa acaba.

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Dicas de Carnaval

Não vá pensando que você irá ver aqui como encher a cara e não sofrer as mazelas da ressaca (e se alguém souber, conte pra nós, porque muita gente irá se interessar por esse prodígio). O título desta postagem sugere que, por conta do reinado de Momo, eu resolvi publicar nesses dias apenas algumas dicas simples e despretensiosas. Vamos a elas:

1. Desligamento rápido: Talvez você já tenha se conformado com aquele ritual para desligar o computador: Iniciar > Desligar... Mas é bom saber que desde o Windows ME, basta pressionar (e manter pressionada por 5 segundos, dependendo da configuração) a tecla Power do gabinete para que o sistema seja encerrado devidamente e o computador, desligado.

2. Ocultando todas as janelas abertas: A combinação de teclas Windows+D oculta todas os documentos exibe a área de trabalho. Digitada novamente, volta a mostrar os documentos abertos.

3. Pesquisando mais de uma extensão: Você pode pesquisar simultaneamente mais de uma extensão de arquivos no menu Pesquisar do Windows. Para buscar uma palavra em todos os arquivos de texto e documentos do Word, por exemplo, use o comando *.txt;*.doc (não esqueça de separar as extensões por ponto-e-vírugula).

Por hoje é só.
Amanhã tem mais.
Bom carnaval a todos.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Norton Antivírus na faixa...

Embora não estejamos às vésperas do Natal, mas do Carnaval, sabemos que nem todo mundo tem cacife para gastar algo em torno de 100 reais num programa antivírus (muita gente gasta bem mais que isso em fantasia, e depois se queixa quando o computador dá pau, mas aí já é uma outra história). Então, aqui vai uma dica interessante (sem qualquer patrocínio, merchandising ou coisa parecida):
A Symantec e o Google resolveram dar uma mãozinha para garantir que você mantenha seu computador protegido. Eles estão disponibilizando uma edição especial gratuita do Norton AntiVirus, com assinatura válida por 6 meses das atualizações de proteção do Symantec Security Response.
Os interessados podem obter mais informações e fazer o download dessa e de outras ferramentas em http://pack.google.com/intl/pt-br/pack_installer.html?hl=pt-br&gl=br.
Sopa no mel.
Abraços, bom Carnaval a todos e até amanhã (a propósito, o expediente aqui no blog será normal durante o reinado de Momo).

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Deu Pau? - Final

O assunto abordado nos últimos dias foi um tanto "pesado" e até maçante, eu reconheço, mas todos estamos sujeitos a enfrentar panes e travamentos.
Ainda que, em certos casos, melhor do que saber resolver um problema dessa natureza é ter o telefone de quem sabe, quando recorremos a algum amigo mais experiente ou mesmo se contratamos um profissional especializado - e pagamos pela execução do serviço - estamos sujeitos a uma porção de desconfortos que poderíamos evitar.
Eu não tenho bola de cristal e tampouco pretendo (ou poderia) amarrar todas as pontas de assunto dessa magnitude em meia dúzia de posts; meu objetivo era apenas fornecer um elenco de informações práticas e funcionais e mostrar o caminho das pedras... Seguir esse caminho e conseguir alcançar um ponto seguro já é uma outra história. Vale lembrar que a informática, ainda que seja baseada na matemática, está longe de ser uma ciência exata.
Via de regra, o computador faz aquilo que você manda, não o que você quer.
Quando eu digo que o usuário é o carrasco de si mesmo, não pretendo ofender ou menosprezar a capacidade de quem quer que seja, mas apenas dar nomes aos bois. Afinal, é ele quem escolhe seu PC ou os componentes para a montagem, e que não raro prioriza o preço em detrimento de suas reais necessidades. Mas suas exigências crescem (de hardware e de software), ao passo que a máquina fica estagnada em seus patamares originais.
Máquinas são sempre máquinas - sensíveis, portanto, ao comportamento do operador e susceptíveis a problemas os mais diversos. Antes de maldizer o Windows ou atribuir a outrem culpas e responsabilidades, lembre-se de que o PC que você comprou ou montou foi integrado de acordo com o que você pagou (ou investiu, conforme o caso), com componentes compatíveis com a época da respectiva integração. E ainda que ele seja recente, não se deve esperar que um sistema de 1 mil reais possa ombrear em desempenho e eficiência com uma modelo de topo de linha cinco vezes mais caro.
Componentes de má qualidade combinados com softwares duvidosos, configurados de maneira inapropriada, e aliados ao nosso tradicional descaso em relação à manutenção preventivo-corretiva representam um campo fértil para falhas e travamentos germinarem. Antes de fazer um exame detalhado no equipamento, faça um exame de consciência e veja se você não está exigindo demais de algo que tem pouco a oferecer.
Abraços a todos e até a próxima.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Deu Pau? - Penúltima Parte

Prosseguindo com o que dizíamos anteontem, se sua máquina se recusar a carregar o Windows (e não estiver na garantia, situação na qual é preciso recorrer à assitência autorizada), você pode abrir o gabinete, fazer uma inspeção nos componentes internos e, com um pouco de sorte, ressuscitá-la simplesmente apertando alguma conexão frouxa. Há muitas anormalidades "assustadoras" são solucionadas de maneira bem simples (por exemplo, se o PC “congelar” no início do boot, logo após a conclusão do POST, experimente pressionar a barra de espaço; às vezes, só isso já resolve).
Antes de qualquer outra coisa, verifique se as configurações de brilho e contraste do monitor não estão em níveis muito altos ou muito baixos (nesse caso, a tela pode ficar completamente clara ou completamente escura).
Em seguida, assegure-se de que seu equipamento esteja recebendo energia. Teste a tomada (se não dispuser de uma lâmpada de teste, use um abajur, por exemplo).
Se houver energia elétrica e, mesmo assim, você ligar o micro e absolutamente nada acontecer - luzes indicadoras, seqüência de sons, estalos, zumbidos ou sinais luminosos na tela -, examine o estabilizador de voltagem (talvez um fusível tenha queimado ou saído do lugar).
Se tudo parecer normal, desconecte os cabos de energia, abra o gabinete e assegure-se de que os plugues que alimentam cada componente interno estejam firmemente conectados.
Se você instalou drives extras, placas de expansão ou uma controladora gráfica mais robusta, talvez tenha sobrecarregado sua velha fonte de alimentação. Sendo esse o caso, basta trocá-la: é só desconectar o cabo de energia de cada componente, remover alguns parafusos e seguir o caminho inverso para instalar outra fonte - que deve ser capaz de fornecer energia suficiente para fazer seu PC funcionar.
Se, mesmo recebendo energia, seu PC não inicia, veja (e ouça) os testes de hardware: toda vez que é dado o boot, o Power On Self Test (POST) pode fornecer pistas por meio de uma série de sinais sonoros - caso uma falha seja detectada antes da inicialização da placa de vídeo - ou de mensagens exibidas na tela.
As mensagens de erro e os códigos de "bips" do POST variam conforme o fabricante; você deve buscar informações específicas no site do fabricante do BIOS, da placa-mãe ou do computador, conforme o caso. Algumas delas informam claramente a origem do problema (como falha no disco rígido ou na bateria de CMOS), mas, mesmo que você não as entenda, anote-as: conforme já foi dito, se você tiver de consultar um técnico, essas mensagens podem fornecer pistas importantes.
Após a conclusão do POST, observe outros avisos na tela. À medida que os componentes vão sendo iniciados, o computador apresenta uma breve confirmação ou exibe uma mensagem de erro. Se a máquina travar durante a inicialização, verifique qual foi o último dispositivo exibido na tela - pode ser ele o responsável pela anormalidade (como essas mensagens percorrem a tela muito rapidamente, talvez você precise pressionar a tecla Pause/Break para poder lê-las).
O disco rígido é um sério canditado a apresentar problemas durante a inicialização do computador. Para verificar essa possibilidade, reinicie o PC a partir de uma unidade de disquete ou de uma unidade óptica. Acesse o CMOS Setup (isso é feito geralmente pressionando-se a tecla Delete durante a inicialização) e mude a configuração Boot Order (o nome exato pode variar) de forma que a unidade de disquete e/ou óptica seja listada antes da unidade de disco rígido na ordem de boot.
Se o disco rígido estiver saudável (ufa!), remova e conecte novamente todas os plugues de energia, placas de expansão, cabos lógicos e módulos de memória. Certifique-se de que os cabos e placas não apresentam oxidações ou acúmulos excessivos de poeira (faça uma limpeza em regra usando um aspirador de pó e um pincel macio de cerdas antiestáticas) e reconecte tudo outra vez. Vale lembrar que a poeira pode prejudicar o funcionamento dos ventiladores - tanto da fonte de alimentação (e do gabinete, se houver) quanto do cooler do processador. E a má dissipação do calor gerado pode acarretar instabilidades e, em situações críticas, até o desligamento do sistema.
Se o PC não voltar a funcionar, remova tudo do sistema - exceto a placa-mãe, o teclado e a placa de vídeo. Caso a reinicialização ocorra sem problemas, um dos componentes removidos é o culpado (reinstale-os um por um até descobrir qual deles você deverá substituir), mas se a anormalidade persistir, a causa deve estar relacionada ao processador, às memórias, à placa gráfica ou à própria placa-mãe.
Aí talvez seja a hora de recorrer a um técnico de confiança.
Boa sorte, abraços e até amanhã.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Duplicate Cleaner e Spyware Terminator

Atendendo ao pedido de um visitante (anônimo), vou adiar para amanhã a continuação do assunto que vimos contemplando há alguns para abordar nesta postagem os programas Duplicate Cleaner 1.1 e Spyware Terminator 1.8.3.951.
Antes de qualquer outra coisa, vale dizer que somos todos vocacionados a armazenar toneladas de dados "desnecessários", aspecto que tende a se agravar diante do gigantismo cada vez maior dos arquivos (especialmente multimídia) e o aumento do espaço disponibilizado pelos HDs atuais. Aliás, já discutimos isso anteriormente aqui no Blog e vimos que fazer uma limpeza no disco rígido, de tempos em tempos, ajuda a manter a performance do sistema em patamares aceitáveis.
A exclusão de arquivos desnecessários pode ser feita manualmente, mas é bem mais fácil usar um programa que se proponha a localizar e remover arquivos idênticos no PC.
Com o Duplicate Cleaner, basta escolher a pasta a ser verificada para o programa fazer uma busca e exibir na tela. Para incrementar a varredura, estabeleça parâmetros como data, nome, tamanho e conteúdo, e valha-se da opção destinada a proteger a pasta do sistema operacional; ativando-a, você irá evitar problemas com seu Windows (selecione a opção de proteger a pasta arquivos de programas para que software não apagar arquivos comuns que você usa diariamente).
Os arquivos repetidos podem ser definitivamente apagados ou apenas movidos para a Lixeira - a segunda opção é mais recomendável, porque você sempre poderá restaurar alguma coisa venha a lhe fazer falta, pelo menos enquanto não esvaziar a Lixeira do sistema.
Convém ter em mente que apagar ou mover arquivos repetidos é uma questão delicada, e que a decisão final sobre o que irá ser feito fica por conta e risco do usuário (o próprio desenvolvedor do programa afirma taxativamente não assumir qualquer responsabilidade pelo uso indevido do software, bem como recomenda enfaticamente que você só exclua os arquivos se tiver certeza do que está fazendo).
Talvez você não perca grande coisa se apagar por descuido algumas fotos ou arquivos de textos sem grande relevância, mas poderá comprometer a estabilidade do sistema e dos programas se eliminar arquivos aparentemente desnecessários, mas essenciais ao funcionamento da sua máquina.
Enfim, o Duplicate Cleaner é gratuito, roda no Windows 98, ME, 2000 e XP e pode ser baixado diretamente do site do fabricante (www.digitalvolcano.co.uk). Note que existe uma porção de outros softwares similares (Crap Cleaner, Easy Cleaner e distinta companhia), embora eu os recomende com reservas para usuários iniciantes ou descuidados.

Já o Spyware Terminator é um programa similar a outros caçadores de pragas e espiões virtuais (como o Ad-Aware, Spybot S&D, apenas para citar dois outros aplicativos populares, igualmente gratuitos e fáceis de usar), mas que apresenta, como vantagem adicional, um módulo de proteção em tempo real contra spywares, adwares, keyloggers, trojans, hijacking e outros problema de malware (é sempre melhor prevenir a remediar). Os interessados podem conhecer seus requisitos e recursos no site do fabricante (http://www.spywareterminator.com/), a partir de onde poderão também fazer o download do programa. Pessoalmente, confesso que nunca o utilizei, até porque gosto muito do Windows Defender (cuja instalação exige Windows XP original), desenvolvido pela própria Microsoft.
Outra boa opção é o Spyware Doctor 4, da PC Tools (http://www.pctools.com/en/spyware-doctor/), que oferece uma versão gratuita para avaliação que eu já usei e achei bastante satisfatória (só não se arrisque com o 5.0, que ainda está em fase beta; no meu PC, deu pau).
Vale lembrar que os spywares são programinhas espiões que apresentam diferentes níveis de perigo (de inofensivos a extremamente críticos). Infelizmente, um simples antivírus (mesmo competente) e um aplicativo de firewall já não bastam para prover proteção suficiente a internautas precavidos, razão pela qual somos obrigados a entupir nossas máquinas com uma porção de ferramentas de segurança que ocupam espaço em disco, comprometem recursos do sistema e acarretam uma indesejável degradação na performance global do computador.
Espero ter ajudado. Amanhã a gente volta ao assunto anterior.
Abraços a todos e até mais.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Deu Pau? - Quarta Parte

Parece que o povo já está em clima de Carnaval, não é mesmo?
Enfim, vamos prosseguir com o assunto em pauta (faltam apenas mais dois posts, tirando o de hoje) e concluí-lo antes dos feriados.

O XP costuma reinicializar automaticamente diante de uma falha grave do sistema, mas você pode evitar que ele faça isso. Veja como:

1. Abra a tela das Propriedades do Sistema, clique na aba Avançado e, no quadro Inicialização e Recuperação, clique no botão Configurações.

2. Em Falha do Sistema, desmarque a caixa Reiniciar Automaticamente.

Para tentar solucionar problemas de erros, você pode desativar os programas de inicialização, configurações e drivers - eliminando, assim, possíveis conflitos de software ao iniciar o Windows. Esse procedimento é conhecido como “boot limpo” ou “inicialização limpa”. Veja como fazer isso:

1. Clique no botão Iniciar e, em Executar, digite “msconfig” (sem as aspas) e tecle <Enter>.

2. Na aba Geral, clique em Inicialização Seletiva e desmarque as caixas de seleção Processar o arquivo system.ini, Processar o arquivo win.ini e Carregar itens de inicialização (você não pode desmarcar a caixa de seleção Usar boot.ini original).

3. Para saber o que causou a falha, valha-se do Visualizador de Eventos: clique em Iniciar e, em Executar, digite “eventvwr” (sem as aspas) e dê OK.

Para ter acesso a uma descrição resumida do problema, clique com o botão direito sobre os eventos de erro mais recentes e escolha Propriedades (essa mensagem de erro pode trazer informações adicionais ou links para a base de conhecimentos da Microsoft).

4. Torne a executar o MS Config e, na aba Geral, marque a caixa de seleção Processar o arquivo SYSTEM.INI. Clique em OK e reinicie o computador.

5. Se o problema persistir, a causa deve estar numa entrada do seu arquivo system.ini; se não, vá remarcando as caixas de seleção Processar o arquivo win.ini, Carregar itens de inicialização e Carregar serviços do sistema. Quando o erro voltar a ocorrer, o último item selecionado será o responsável pelo problema.

6. Para retornar de um estado de inicialização limpa, torne a executar o Utilitário de Configuração do Sistema (msconfig) e, na aba Geral, clique em Inicialização Normal -carregar todos os drivers de dispositivo e serviços. Dê OK e reinicie o computador.

Se nada disso resolver e o Windows realmente entrar em pane, sempre se pode recorrer a um programa de diagnóstico, tentar a Restauração do Sistema, partir para um reinstalação de reparo ou, em último caso, reinstalar tudo a partir do zero (conforme já dissemos, esse procedimento tem seus inconvenientes, mas elimina indiretamente uma porção de falhas comuns decorrentes de arquivos de sistema corrompidos, entradas inválidas no registro, drivers inadequados, incompatibilidade entre aplicativos e por aí vai).
Mas o que fazer quando o PC nem chega a carregar o Windows?
É o que veremos na postagem de depois de amanhã (na próxima, devo falar sobre dois aplicativos interessantes a pedido de um leitor).
Abraços e até lá.

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Reconhecimento de voz do Vista pode servir como porta de entrada para invasões.

Como hoje é domingo, vamos deixar as panes e travamentos cederem lugar para um assunto no mínimo curioso: especialistas demonstraram ser possível usar um arquivo de áudio hospedado numa página da web para atacar um PC com Windows Vista.
Esse expediente não constitui exatamente uma novidade, até porque, quando a Apple lançou seu sistema de reconhecimento de voz para o Macintosh, há mais de uma década, muita gente se divertia dizendo "shutdown" para ver o computador desligar.
A coisa é bem simples: o arquivo de áudio embute comandos verbais que são emitidos pelos alto-falantes do computador, captados pelo microfone e executados pelo sistema de reconhecimento de voz do Windows.
Esse ameaça não paira (ainda) sobre nossas cabeças, porque o recurso em questão não está disponível no Vista em português. E mesmo em máquinas que rodam o sistema em inglês, os alto-falantes precisam estar ligados com volume alto e o sistema de reconhecimento precisa estar ativo para haja possibilidades de o ataque ser desfechado com sucesso.
A Microsoft acha remota a chance de alguém promover uma ação crítica via comando de voz, devido às restrições implementadas pelo sistema de controle de contas de usuário do Vista (veja mais informações sobre esse assunto em http://blogs.technet.com/msrc/archive/2007/01/31/issue-regarding-windows-vista-speech-recognition.aspx).
Amanhã prosseguiremos com a sequência de postagens interrompida.
Bom domingo a todos e até lá.

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Deu Pau? - Terceira Parte

Tanto o Windows quanto os demais softwares que você utiliza podem “dar pau”.
O XP trava bem menos que as versões anteriores, sendo capaz de se recuperar sozinho de boa parte dos problemas (de uma maneira até transparente para o usuário). Em certos casos, se mantido em sua configuração default, ele apresenta uma mensagem atinente à falha, informa ao operador que o programa problemático será encerrado (e se desculpa pelo inconveniente) e pede autorização para enviar um relatório à Microsoft. Noutros, ele reinicia automaticamente, podendo ou não exibir uma mensagem dando conta da recuperação de um erro fatal ou coisa parecida.
Entretanto, ainda que importunas, as mensagens de erro do Windows não são o problema em si, mas pistas importantes que podem ajudar você a encontrar a solução. Os travamentos do sistema e as temidas “telas azuis da morte” (muito comuns nas versões mais antigas do Windows e que já levaram muita gente a “arrancar os cabelos”) decorrem no mais das vezes de má organização no uso da memória.
As interrupções são causadas pelo hardware ou pelo sistema operacional, ao passo que as exceções estão normalmente associadas aos demais programas. Quando alguma coisa desse tipo acontece, o mecanismo de tratamento suspende as atividades do computador, salva os registradores do programa, identifica a origem da anormalidade e, então, busca e executa a rotina adequada ao tratamento do evento. Se a falha for recuperável, o programa retorna à execução; do contrário, o sistema permanecerá travado até que seja reiniciado ou que o computador seja desligado e religado (dependendo da gravidade do erro, isso pode ser necessário).
Infelizmente, não existe uma cura ou um remédio eficaz que se aplique indiscriminadamente a todos os males, mas você pode se valer de algumas estratégias. Confira:

Se um programa trava, mas não é encerrado automaticamente, e tampouco é possível fechá-lo pelas vias convencionais, peça socorro ao Gerenciador de Tarefas. Salve seu trabalho, encerre os demais aplicativos em execução e reinicie o computador (embora isso não seja indispensável em todos os casos, a experiência demonstra que o travamento de um aplicativo interfere no funcionamento dos demais e acaba comprometendo a estabilidade do sistema como um todo, de modo que a reinicialização é no mínimo recomendável). Veja como fazer isso:

1. Dê um clique com o botão direito do mouse numa área vazia da Barra de Tarefas e clique em Gerenciador de Tarefas. Se não for possível convocá-lo dessa maneira (devido ao travamento), pressione simultaneamente as teclas <Ctrl+Alt+Del> (tábua de salvação desde os tempos do jurássico DOS, para quem se lembra).
2. A tela do Gerenciador de Tarefas apresenta diversas abas, mas interessa-nos de momento a aba Aplicativos. Clique nela, selecione o programa rebelde e escolha a opção Finalizar Tarefa.
3. Aguarde até o Windows fechar o programa ou apresentar uma mensagem dando conta de que o programa não está respondendo. Nesse caso, comande novamente seu encerramento pela caixa de diálogo.
4. Se o sistema puder ser desligado normalmente, faça-o via menu Iniciar. Se não, clique no menu Desligar do Gerenciador de Tarefas e escolha a opção Reiniciar (ou Desativar).

Se um aplicativo ou alguma instância ou componente do Windows travar de vez em quando, não há muito com que se preocupar. Afinal, nenhum programa é perfeito, até porque os programadores também não o são.
Alguns softwares “dão pau” apenas em determinadas circunstâncias (talvez o fabricante não tenha realizado todos os testes no afã de disponibilizar o produto comercialmente o mais rápido possível), mas há aqueles que “não se entendem” com outros aplicativos - ou com processos, serviços, drivers de dispositivos e até com versões específicas do Windows (às vezes, um aplicativo trava; você reinicia o computador, e ele volta a travar...).
Nem sempre é fácil descobrir a origem da anormalidade - e nessa hora talvez seja mais importante resolver o problema do que encontrar o responsável, de maneira que o jeito é adotar as medidas de praxe e torcer para que uma delas acerte o alvo.

Assegure-se de que o sistema esteja atualizado. De passagem, procure informações que remetam ao seu problema específico (o mesmo vale para os drivers de hardware). Atualize as definições de vírus e sua ferramenta antispyware, faça uma verificação completa no sistema e analise cuidadosamente os resultados.

Se o problema for recente, veja se não é possível associá-lo a algum programa ou atualização de softwares ou drivers (ou do próprio Windows, por que não?) que você tenha instalado. Remova e torne a instalar o aplicativo ou a atualização; reverta o driver problemático ou tente utilizar a Restauração do Sistema para voltar o sistema operacional para uma data anterior, quando tudo corria bem.

Amanhã tem mais.
Abraço e até lá.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Deu Pau? - Segunda Parte

Costumamos dizer que o computador "dá pau" quando apresenta instabilidades, travamentos ou reinicializações aleatórias cuja origem tanto pode estar no hardware quanto no software.
Via de regra, se a máquina trava durante a execução de qualquer programa, é quase certo que o problema seja relacionado ao hardware; se o travamento ocorre em situações específicas - quando se roda um determinado aplicativo, por exemplo - é mais provável que culpa seja do software (mas nem sempre é fácil diferenciar uma coisa da outra).
Embora pareça folclore, há situações reais em que o técnico é chamado para consertar um PC com defeito, e o faz simplesmente ligando o cabo de força na tomada ou ajustando o controle de brilho do monitor.
Por outro lado, seria impraticável abordar aqui toda uma vasta gama de problemas e possíveis soluções, sem falar que o procedimento a ser adotado em relação a uma máquina recém-montada que se recusa a funcionar é diferente daquele utilizado quando uma máquina em uso deixa de funcionar. Cada caso é um caso, com suas particularidades e aspectos personalíssimos.
Problemas comuns podem ser resolvidos mediante a adoção de medidas simples; os mais complexos exigem uma verificação "in loco" (às vezes, é preciso usar o computador durante horas para que a anormalidade se manifeste).
Mesmo que você não seja um usuário avançado e não se sinta capaz de diagnosticar e resolver questões mais intrincadas, convém observar se o comportamento anormal da sua máquina passou a ocorrer logo depois de um upgrade de hardware, por exemplo, ou da instalação de novos programas - ou de atualizações de software (aí compreendidos tanto o sistema operacional quanto os demais aplicativos). Vale anotar as informações exibidas nas mensagens de erro que costumam surgir durante as interrupções ou exceções (elas fornecem pistas que podem ajudar o técnico a localizar e resolver a questão).
Não custa relembrar (porque já tratamos desse assunto aqui no Blog) a eficiência da manutenção preventiva. A desinstalação de programas inúteis, seguida de uma faxina geral (limpeza de arquivos, ajustes no Registro, correção de erros nos discos e desfragmentação dos dados), pode recuperar boa parte da performance que o sistema tende a perder depois de certo tempo uso (vasculhe os posts do final do ano passado e reveja as sugestões a propósito).
Feito isso, atualize seu sistema e faça uma varredura completa com suas ferramentas antivírus e antispyware (use o link para o Micorosft Live OneCare disponível aqui no Blog)
Se nada disso resolver, acompanhe as sugestões que serão apresentadas na postagem de amanhã.
Um abraço e até lá.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Deu Pau?

Da prosaica lavadora doméstica ao automóvel último tipo, todas as máquinas são susceptíveis a panes, e o computador não é exceção. Junte a essa tendência natural as "facilidades" da arquitetura aberta dos PCs, a complexidade dos sistemas e aplicativos, adicione uma boa dose de despreparo dos integradores, uma pitada de descaso e mais duas de desleixo por parte dos usuários, e você terá a receita do caos.
Computador que "dá pau" (trava ou reinicia sozinho) é um pé no saco, com o perdão da má palavra. Quem já passou por isso (e quem não passou?) sabe como é complicado trabalhar com uma máquina na qual não se pode confiar.
Embora a tecnologia torne os produtos mais sofisticados a cada nova versão, sempre ocorre um probleminha aqui, outro acolá, mas nada justifica você ter de rezar um terço antes de cada inicialização do sistema e acender velas em agradecimento, quando o PC funciona normalmente. Inúmeros fatores podem minar a estabilidade do computador (como dizia o velho Murphy, "se alguma coisa pode dar errado, dará; e mais: dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível”), e o Windows geralmente leva a culpa. Mas, ainda que não seja perfeito (se fosse, dispensaria correções e a criação de novas versões), ele nem sempre é o vilão da história.
Dispositivos computacionais são parafernálias complexas e suas configurações - seja no âmbito do hardware, seja no do software - deveriam ficar a cargo de quem realmente sabe o que está fazendo, mas a coisa nem sempre é assim: a enganosa simplicidade do PC como um todo oculta uma infinidade de sutilezas embutidas naquela "meia dúzia de peças fáceis de conectar e pôr para funcionar", e essa complexidade não raro aflora como instabilidades, mensagens de erro e travamentos, que se dão de maneira aleatória e sem qualquer motivo aparente.
Convém salientar que diagnosticar e sanar problemas dá trabalho, demanda tempo e exige uma dose cavalar de paciência. Não é de se estranhar, portanto, que muitos profissionais do ramo partam logo para a reinstalação do SO - solução que, embora radical, costuma resolver conflitos de hardware, arquivos corrompidos, drivers inadequados, incompatiblidades de softwares de terceiros e uma porção de outras questiúnculas. Por outro lado - e tudo sempre tem um outro lado - recomeçar tudo a partir do zero requer a reinstalação de todos os aplicativos e as trabalhosas reconfigurações de praxe, sem falar que geralmente acarreta a perda dos arquivos pessoais do usuário (afinal, backup é como cabeça de bacalhau: todo mundo sabe que existe, mas quase ninguém já viu), de modo que seria recomendável deixar o "tratamento de choque" para situações extremas.
Por conta disso, resolvi dedicar as próximas postagens a uma seleção de dicas capazes de aliviar esse purgatório. Com elas, talvez você possa resolver diversos probleminhas na sua própria máquina ou até dar uma mãozinha àquele seu amigo menos experiente, que não lê o nosso Blog e não comprou o livrinho cuja imagem da capa ilustra esta postagem.
Por hoje é só. Se você gostou do "aperitivo", volte amanhã para degustar as "entradas".
Abraços e até lá.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

RSS - Continuação...

O RSS é uma ferramenta muito útil. Através de uma única interface, ele permite que você leia notícias ou tome conhecimento de novidades das mais variadas fontes - assim, você pode fazer uma triagem e escolher apenas o que for do seu interesse.
Existem vários leitores de RSS gratuitos na internet, com versões para praticamente todos os sistemas operacionais e dotados de recursos diferentes. Alguns programas se agregam a clientes de e-mail e permitem que o usuário leia notícias em softwares como o Outlook Express e o Mozilla Thunderbird, por exemplo. Outros são capazes de verificar os sites listados em um intervalo de tempo pré-definido, e emitem um aviso sonoro ou visual quando encontram uma notícia nova.
O Internet Explorer 7 pode descobrir e exibir feeds enquanto você navega pela Web, mas é possível também se inscrever nos feeds, para verificar e baixar automaticamente as atualizações.
Seja lá como for, um programa específico talvez ofereça mais versatilidade na visualização das notícias. Veja algumas sugestões:

O GreatNews é um cliente de RSS gratuito, com recursos fáceis de usar e aspecto bastante agradável, que possibilita compartilhar o conteúdo com amigos, enviando o link por e-mail ou publicando-o no Del.ici.ous. Para quem não desgruda do noticiário e não quer perder qualquer atualização no conteúdo dos seus sites favoritos, ele é uma boa pedida. Um de seus diferenciais é a organização: assim como o Gmail, o programa permite categorizar cada uma das notícias por meio de Labels (etiquetas), o que ajuda a organizar a massa de informação por assuntos ou temas especificados pelo próprio usuário (http://www.curiostudio.com/).

O Klipfolio, também gratuito, é capaz de fornecer diversos tipos de conteúdo, além do RSS. É possível programá-lo para verificar as mensagens no Hotmail, consultar a previsão do tempo para as principais cidades do mundo (inclusive do Brasil) e até fazer pesquisas diretamente no Google (http://www.klipfolio.com/).

Bom dia a todos e até amanhã.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

RSS

Semanas atrás, um visitante sugeriu que eu falasse sobre o RSS, mas o assunto acabou ficando de lado, devido a uma série de fatores que não vêm ao caso. Vamos agora suprir essa lacuna, até porque cada vez mais sites suportam esse serviço (e possuem pequenas figuras, geralmente na cor laranja, com os dizeres "RSS", "XML" ou "Atom").
A tecnologia RSS surgiu no final do século passado e foi criada originalmente pela equipe da Netscape - que abandonou o projeto, tempos depois, por não achá-lo viável. Mas uma empresa de menor porte decidiu dar continuidade ao desenvolvimento do RSS, para aplicá-lo em suas ferramentas de blogs.
Existem diversos grupos trabalhando com RSS, e é por isso que existem tantos nomes para essa tecnologia. Alguns a chamam de RDF Site Summary, outros a denominam Really Simple Syndication e há ainda os que a definem como Rich Site Summary. Mas, em linhas gerais, podemos dizer que RSS é um recurso (desenvolvido em XML) que permite aos responsáveis por sites e blogs divulgar notícias ou novidades. Para isso, o link e o resumo das notícias são armazenados num arquivo de extensão .xml, .rss ou .rdf (ou outras extensões), conhecido como feed.
Os feeds são chamados também de feeds RSS, feeds XML, conteúdo agregado ou feeds da Web, e apresentam um conteúdo constantemente atualizado e publicado pelos sites. Eles são usados geralmente em sites de notícias e blogs, mas servem igualmente para distribuir outros tipos de conteúdo digital, como imagens e arquivos de áudio e vídeo. Assim, o interessado deve incluir o link do feed do site desejado em seu programa leitor de RSS - também chamado de agregador -, cujas principais funções consistem em ler o conteúdo dos RSS que indexa e listá-las em sua interface.
Para entender isso melhor, vamos supor que você goste de ler um jornal online, por exemplo, mas não tem tempo para acessar o site várias vezes por dia. Então, você pode utilizar os serviços de RSS e, através de seu programa-leitor, clicar no nome do site (porque você pode ter mais que um) para convocar uma lista de notícias daquele endereço, que será exibida numa janela lateral (mostrando apenas o título da notícia - que é também um link para a matéria - ou acrescentando uma breve descrição, conforme o modo de trabalho do agregador). Aí, você vê a descrição de cada notícia, clica no link que lhe interessa e é redirecionado automaticamente à página que contém a matéria desejada.
Amanhã a gente complementa o assunto com algumas dicas práticas.
Abraços e até lá.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Monitores de Vídeo - Parte final

Um monitor bem configurado tende a produzir impressões mais fiéis das imagens apresentadas na tela, mas, antes de partir para os ajustes que serão vistos a seguir, deixe seu equipamento "esquentar" (ou seja, o monitor deve ser ligado e permanecer funcionando por cerca de 30 minutos). Além disso, posicione a tela de maneira a evitar reflexos e brilhos indesejáveis, e reduza a quantidade de luz ambiente na sala.
Vejamos como otimizar a resolução, a profundidade da cor e a freqüência de atualização (refresh) no Windows, mas é igualmente importante conhecer os controles do próprio monitor - as configurações variam, mas todos os equipamentos têm opções para temperatura de cor, brilho e contraste.

1. Por resolução, entendemos o número de pontos (pixels) exibidos na tela. Quanto mais alta, mais pontos por polegada e mais bem definidas serão as imagens apresentadas. A placa gráfica da maioria dos computadores produzidos nos últimos anos suporta resolução de pelo menos 1.024 por 768 – o que significa que as imagens exibidas na tela são compostas de 1.024 pontos na horizontal por 768 na vertical – e alguns suportam resoluções de até 1.600 por 1.200.
Clique com o botão direito do mouse na Área de Trabalho, selecione Propriedades e a guia Configurações. Deslize a barra Área de Tela ou Resolução de Tela para resolução mais alta (Mais) ou resolução mais baixa (Menos). Embora as resoluções mais altas aprimorem a qualidade da imagem, os ícones, os textos e outros objetos na tela ficam reduzidos. Tente encontrar a configuração que seja mais confortável para você.

2. Profundidade de cores refere-se ao número de cores que a placa gráfica de seu computador suporta. Quanto mais cores disponíveis, mais realista será a imagem - e maior a demanda de processamento.
Essas configurações estão listadas em Propriedades de Vídeo > Configurações > Qualidade da Cor. Cada item é denominado pelo número de bits que determina para cada ponto: True Color (também denominada 24 bits) torna 16.777.216 cores disponíveis, enquanto High Color (16 bits) suporta 65.536 cores. Abaixo de 16 bits as imagens devem sofrer uma sensível degradação. Computadores modernos oferecem suporte a profundidade de cores de 32 bits, que representam os mesmos 16 milhões de cores fornecidas pelo modo True Color, mas com 8 bits extras, usados para controle da opacidade (útil para games 3D, mas de pouca utilidade em aplicações profissionais).

3. A freqüência de atualização é expressa em hertz e remete à periodicidade com que são reenergizados os pontos de fósforo que produzem luz para criar uma imagem. Uma freqüência de atualização muito baixa pode causar cintilações na tela (flicker) - que, por sua vez, causam cansaço visual e dores de cabeça nos usuários (especialmente naqueles que passam muito tempo operando o computador). Segundo os especialistas, a atualização não deve ser inferior a 72 Hz (alguns afirmam que o mínimo deve ser 80 Hz).
Para fazer o ajuste, abra Propriedades de Vídeo, selecione Configurações, Avançado, Adaptador, Listar Todos os Modos e experimente diversas taxas, até encontrar aquela que seja mais adequada para você, lembrando sempre que, com freqüências de atualização muito altas, acaba-se por perder opacidade (sem falar que poucos de nós conseguimos discernir taxas superiores a 85 Hz).

Bom dia e boa semana a todos.

domingo, 4 de fevereiro de 2007

Elimine os arquivos thumbs.db

Vamos deixar a conclusão da matéria sobre monitores de vídeo para amanhã e apresentar aqui uma dica mais light. Afinal, hoje é domingo e ninguém é de ferro...
Quando visualizamos imagens e vídeos no modo miniaturas, o Windows cria um arquivo oculto chamado thumbs.db em cada pasta de imagens ou vídeos, e o usuário acaba ficando com um monte desses arquivos espalhados pelo HD.
Para se livrar deles, é só fazer o seguinte:

1. No Windows Explorer clique em Ferramentas.
2. Escolha Opções de pasta.
3. Escolha Modo de exibição.
4. Marque a caixa de verificação Não armazenar miniaturas em cache.
5. Clique em Aplicar a todas as pastas.
6. Clique em Aplicar e em OK.

Bom domingo a todos.

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Monitores de Vídeo - Sexta parte

A maioria dos jogos permite que você selecione a resolução e a profundidade de cores de dentro do próprio jogo - de maneira a não ser necessário modificar suas configurações da área de trabalho. Mas alguns games escolhem automaticamente as configurações para a área de trabalho, e você pode achar que a alta resolução e a paleta de cores diminuirá a velocidade de quadros por segundo do jogo (frame rate). Se o seu jogo trabalha com as configurações da área de trabalho, utilize as configurações de vídeo para ajustar seu desktop antes de iniciar o jogo. Para fazer isso:

1. Dê um clique com o botão direito em qualquer parte da área de trabalho e clique em Propriedades.
2. Na janela Configurações, ajuste a barra decontrole da resolução da tela e selecione a definição de cor na lista do menu de qualidade de cor.
3. Clique em Aplicar, aceite as mudanças e tente rodar o jogo novamente.

Você pode precisar experimentar diversas combinações de resoluções e cores até encontrar aquela se adequar melhor à performance do seu jogo.
Bom sábado a todos e até amanhã.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Monitores de Vídeo - Quinta parte

Ainda focando os Monitores de Vídeo, vale lembrar que as telas de cristal líquido são mais fáceis de manter do que os modelos CRT, mas nem por isso são imunes a problemas.
Veja, a seguir, duas situações bastante comuns e como fazer para resolvê-las:

Tela em branco – Se a luz de energia estiver acesa e não houver imagem, verifique a conexão entre o dispositivo e o computador, para ter certeza de que ele esteja recebendo um sinal de vídeo.
Se o cabo estiver devidamente conectado em ambas as extremidades, experimente ligar um monitor diferente ao PC para ver se tanto o cabo quanto a placa gráfica estão em bom estado. Se o segundo monitor exibir uma imagem, a luz traseira do LCD pode estar com problemas (é a causa mais comum de falha).
Recorra à assistência técnica, mas, antes de autorizar o serviço, compare o preço do conserto com o de um monitor novo.

Pixels mortos ou permanentemente acesos – A maioria dos fabricantes de telas LCD considera "normal" a existência de alguns pixels problemáticos em seus produtos, e o monitor só será considerado defeituoso a partir de certa quantidade desses pontos (entre três e 10).
Em vista disso, convém pedir ao lojista para testar o aparelho no ato da compra (talvez você não consiga efetuar a troca se contatar o problema depois de levar o monitor para casa).

Bom dia a todos e até a próxima.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Monitores de Vídeo - Quarta parte

Antes que eu me esqueça, tem uma frase nova (do velho Abe) naquele campo ao pé da página; vale a pena você conferir.
Prosseguindo com nossas dicas sobre o monitor de vídeo, para descubrir se você tem a versão mais recente do DirectX (9.0), use o DirectX Diagnostic Tool.
Siga os passos:

1. Clique em Iniciar > Executar.
2. Digite "dxdiag" (sem as aspas), dê Enter e procure a versão na guia Sistema.

Caso negativo, recorra ao Windows Update e faça a atualização em questão.
Seja seu vídeo LCD ou CRT, não tenha receio de explorar os controles. Via de regra, o acesso às configurações é feito por meio de botões no painel do próprio monitor, combinados ou não com menus exibidos na tela.
Lembre-se, todavia, de que os ajustes ideais são os mais adequadas para você, e não os recomendados pelo vendedor ou por algum curioso de plantão.
Bom dia a todos e até amanhã.