quinta-feira, 23 de julho de 2009

Revisitando os DVDs

Na era do Blu-Ray, falar em DVDs pode parecer anacronismo, mas são bem poucos os PCs domésticos equipados com drives que suportam a “nova” tecnologia, e muitos usuários ainda se confundem com a “sopa de letras” que designa os diversos formatos de mídias digitais graváveis, onde um simples sinal de “+” ou de “-” pode significar que o disco que você está prestes a comprar talvez não funcione no seu PC ou no Player da sala de casa. Assim, a despeito de a maioria dos drives e players de DVDs atuais ser compatível com os formatos mais comuns, não custa relembrar alguns conceitos:
Tanto o DVD-R como o DVD+R podem ser gravados uma única vez e são capazes de armazenar até 4,7 Gb de dados. A diferença é que o DVD+R é lido mais rapidamente, embora isso não seja perceptível quando você assiste a um filme, por exemplo, mas sim quando copia ou grava discos inteiros. Ambos os formatos exigem gravadores compatíveis, mas isso só afeta aparelhos mais antigos (os atuais são todos DVD±R).
DVD-RW e DVD+RW são, respectivamente, as versões regraváveis das mídias abordadas no parágrafo anterior, e o que foi dito em relação àquelas vale também para estas (note que o fato dessas mídias serem regraváveis não significa necessariamente que você pode adicionar arquivos aos poucos; dependendo do software utilizado, os discos terão de ser formatados antes de receber uma nova leva de dados).
Já o DVD-RAM é semelhante ao DVD-RW, com a vantagem de suportar aproximadamente 100 mil regravações (cem vezes mais, portanto) e a desvantagem de exigir gravadores e reprodutores próprios para esse padrão. E para completar a sopa de letrinhas, o DVD+RDL se destaca por conta de sua elevada capacidade de armazenamento (de 9,4 GB a 17 GB). Para tanto, os dados são gravados em dupla camada, e os drives e players que suportem essa tecnologia costumam ser mais caros do que os convencionais.
Bom dia a todos.
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