sexta-feira, 31 de julho de 2009

Dica do OE e Humor de sexta-feira

Normalmente, quando reencaminhamos um e-mail, o texto incorpora sinais de maior que (>) antes de cada linha, tornando o visual da mensagem “poluído” e dificultando sua leitura pelo(s) destinatário(s). Para resolver esse “problema”:

1 – Abra o Outlook Express e clique em Ferramentas > Opções.
2 - Clique na guia Enviar e, logo abaixo do item Formato para envio de mensagens, clique em Configurações de HTML.
3 – Na janelinha que irá se abrir, localize e desmarque a opção Recuar mensagem na resposta e clique em OK.
4 - Clique então no botão Configurações de texto sem formatação, desmarque a opção Recuar o texto original com > ao responder ou encaminhar e confirme em OK.
5 – Clique em Aplicar e em OK para fechar a tela de opções.

Passemos agora à piadinha:

Certo dia, conversavam um Pavão e um Urubu. Disse o Pavão:
-Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante, porém nem voar eu posso para mostrar minha beleza; feliz é você, que é livre para voar para onde o vento o levar.
O Urubu respondeu:
- Infeliz sou eu, a ave mais feia de todo o reino animal, e ainda tenho de voar e ser visto por todos; quem me dera ser belo e vistoso como você.
Foi então que ambos tiveram a brilhante idéia de cruzar, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a beleza do Pavão… e aí nasceu o Peru, QUE É FEIO PRA CACETE E NÃO VOA!
Moral da história: “Se tá ruim, nem vem com gambiarra que só piora.."

Tenham todos um bom final de semana.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Panda Cloud e sons do Windows

Com diz um velho ditado, “nem tudo que custa caro é bom e nem tudo que é bom custa caro”. Embora a Web esteja coalhada de inutilitários, quem souber separar o joio do trigo poderá suprir boa parte de suas necessidades, em temos de software, com aplicativos gratuitos que nada ficam devendo a seus equivalentes pagos (assunto, aliás, que já abordamos em diversas postagens).
Passando ao que interessa, a Panda Security está desenvolvendo um novo antivírus baseado em dois módulos - um residente, como nos antivírus convencionais, e outro “na nuvem” -, uma arquitetura inovadora que torna o programa mais leve, eficiente e fácil de usar do que seus concorrentes convencionais.

Observação: O termo “cloud” (nuvem), usado como metáfora para a Internet, referencia recursos que são acessados como um serviço on-line (ou seja, que rodam no próprio navegador).

Baseado no conceito “install and forget” (“instale e esqueça”, numa tradução livre), o Panda Cloud Antivírus atualiza-se e toma decisões de segurança automaticamente, desobrigando o usuário de se preocupar com updates, configurações e outros que tais.
O programinha - ainda em versão Beta - é compatível com o Windows XP e Vista. Para mais informações e download (gratuito. pelo menos por enquanto), visite http://www.cloudantivirus.com/.
Já que esta postagem ficou pequena, vou aproveitar o embalo para dedicar algumas linhas à sugestão do Leonardo - que eu pensei ter atendido na última segunda-feira, mas depois vi que troquei as bolas e foquei o programa errado.
Por padrão, o Windows associa alertas sonoros a determinados eventos, como é o caso dos tradicionais temas de abertura e encerramento, por exemplo, ou daquele “TUM” surdo que acompanha as mensagens de erro. Mas você pode alterar essas configurações de maneira a silenciar os alertas, modificar os sons, contemplar outros eventos e até mesmo criar um esquema personalizado. Veja como:

· Clique em Iniciar > Painel de controle;
· De duplo clique no mini-aplicativo “Sons e dispositivos de áudio”;
· Na janelinha que se abrir, clique na aba “Sons” e examine a lista exibida no campo “Eventos de programa” – o ícone de um pequeno alto-falante antes de um evento indica que um alerta sonoro lhe foi atribuído.
· Clique no ícone que precede o evento desejado e pressione o botão com uma setinha à direita, próximo à caixa “Sons”, para ouvir uma amostra do alerta; se quiser modificá-lo, clique na setinha para baixo, ao lado do nome do arquivo, e selecione uma das opções disponíveis.

Observação: O ícone do alto-falante não irá aparece se nenhum alerta sonoro tiver sido configurado; nesse caso, basta selecionar o evento em questão, clicar na setinha para baixo (ao lado da caixa “Sons”), e então definir o som que mais lhe agradar.

Para atribuir uma musiquinha personalizada (é possível encontrar diversos sons diferentes e bizarros em webpages como http://www.thefreesite.com/Free_Sounds/), primeiro você deve copiar o arquivo sonoro desejado para a subpasta Media, no diretório Windows (note que ele deve ter o formato .WAV). Feito isso, basta repetir os passos anteriores, clicar no botão “Procurar”, localizar o arquivo que você adicionou e proceder à respectiva alteração.
A título de comentário, no tempo em que eu era ligado nessas frescuras, escolhi o tema do tele-seriado “A Supermáquina” para a abertura do Windows - e até que ficou legal, embora a reprodução da musiquinha aumentasse sensivelmente o tempo de inicialização do sistema.
Enfim, o que é de gosto regala a vida.
Um bom dia a todos e até amanhã.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Miscelânea

Como se não bastasse o “tsunami” de SPAM que inunda nossas caixas postais, algumas pessoas têm o hábito irritante de repassar toneladas de e-mails sem antes cotejar o conteúdo com o perfil de seus contatos (afinal, nem todo mundo que gosta de correntes de orações se interessa também por pornografia explícita, e vice-versa). Isso sem mencionar que muitas piadinhas, engraçadas em texto puro, perdem boa parte do encanto quando transformadas em pesados arquivos .pps, e que a maioria daqueles pedidos de auxílio para custear o tratamento de pessoas doentes ou localizar crianças desaparecidas não passa de pieguice - ou, pior, pode ter finalidades escusas e/ou criminosas. Mas como toda regra tem exceção, alguma coisa sempre se aproveita - como é o caso do e-mail que eu recebi recentemente, com sugestões de sites úteis e interessantes. Confira:

Se o comércio eletrônico coloca as compras ao alcance do mouse, são os serviços de comparação de preços que economizam tempo e dinheiro. Para localizar produtos e serviços diversos e pesquisar preços:
http://www.gastarpouco.com/
http://www.bondfaro.com.br/
http://www.buscape.com.br/

Falando em compras on-line, a fusão do Submarino (que deriva da BookNet, primeira loja eletrônica do Brasil) com a Americanas.com deu origem à B2W Companhia Global de Varejo, cuja receita total de R$1,6 bilhões deixa a concorrência no chinelo.
http://www.americanas.com.br/

Para quem precisa ir até um logradouro desconhecido – ou sabe onde ele fica, mas não qual o melhor caminho para chegar até lá – os sites abaixo podem ser uma mão na roda:
www.apontador.com.br/home/index.html
http://www.mapafacil.com.br/
http://mapas.terra.com.br/Callejero/home.asp

Se você tem um armário atulhado de coisas que não usa, ou sempre ganha presentes repetidos nos aniversários, os sites de leilão podem ser uma boa saída para comercializar de livros e CDs até automóveis, imóveis e outros produtos sofisticados e caros:
http://www.mercadolivre.com.br/

Ninguém está livre de ter um veiculo furtado, infelizmente. Assim, antes mesmo de registrar a ocorrência na polícia, é recomendável visitar site abaixo e dar parte do ocorrido – o comunicado às viaturas da DPRF é imediato:
www.dprf.gov.br/ver.cfmlink==form_alerta

A Wikipédia em língua portuguesa nem se compara à versão em inglês, mas apresenta verbetes de qualidade, com destaques para assuntos brasileiros – tais como biografias, movimentos arquitetônicos, informações geográficas, etc.
http://pt.wikipedia.org/

Para saber as horas em qualquer lugar do mundo:
www.timeticker.com/main.htm

Para fazer download grátis de livros em vários idiomas:
http://www.virtualbooks.com.br/

Para fazer pesquisas dentro de livros:
http://www.a9.com/

Para obter informações e/ou solicitar documentos em cartórios de todo o Brasil:
www.cartorio24horas.com.br/index.php

Para envio de e-mails pesados:
http://www.dropload.com/
http://www.sendthisfile.com/

Para consultar números telefônicos de assinantes de todo o Brasil:
http://www.102web.com.br/

Para acessar imagens capturadas por câmaras virtuais que funcionam 24/365 em vários locais ao redor do mundo:
http://www.earthcam.com/

Para conferir as condições das principais rodovias do Brasil, a distância entre cidades e outras informações pertinentes:
http://www.dnit.gov.br/

Para ficar a par das tendências e últimas novidades da moda em calçados (especialmente para elas):
http://shotube.tv/
http://www.shoetube.com/

Para quem gosta:
www.indkx.com/index.htm (conteúdo de jornais e revistas)
http://letras.terra.com.br/ (letras de músicas nacionais e internacionais)
http://www.sowallpapers.net/ e http://www.czwallpapers.com/ (papéis de parede)
http://www.cocadaboa.com/ (humor negro e besteirol)
http://www.jesusmechicoteia.com.br/ (paródias bíblicas)

Tenham todos um ótimo dia.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Desinstalar é preciso...

Tão chato quanto deletar definitivamente um arquivo ou remover um software qualquer e em seguida perceber que fez bobagem é você querer excluir um troço e, por qualquer razão insondável, não conseguir defenestrá-lo.
No que concerne a arquivos rebeldes, a Martha enviou uma dica que eu publiquei no post do dia 22 de outubro passado, mas que vale a pena relembrar em rápidas pinceladas: como o Windows não costuma permitir a remoção de arquivos que estejam sendo usados por programas, processos ou serviços em execução (aspecto que pode dificultar a remoção de vírus, spywares e outros malwares) o freeware Unlocker (http://ccollomb.free.fr/unlocker/#download) é mão na roda. Basta instalar o programinha e utilizá-lo sempre que você tiver problemas para mover, renomear ou excluir um arquivo qualquer.
Já para desinstalar aplicativos, é sempre conveniente fazê-lo através do desinstalador do próprio programa (clique em Iniciar > Todos os programas e procure algo como “remover” ou “uninstall” entre as entradas do programa em questão). Na impossibilidade, abra o Painel de Controle, clique em Adicionar ou remover programas e veja se a desinstalação pode ser feita por ali – vale também verificar se alguma de suas ferramentas de manutenção pode ajudá-lo nessa tarefa; tanto o Advanced SystemCare quanto o CCleaner e o EasyCleaner (já analisados e recomendados em outras oportunidades) integram essa função.
Caso isso não resolva seu problema, use o Google (ou outro mecanismo de busca de sua preferência) para tentar localizar algum desinstalador disponível para a aplicação que deseja remover. Pesquise pelo nome do programa, número da versão e acrescente a palavra “desinstalar” (ou uninstall). Se não localizar nada, experimente a palavra “remover” (ou remove). Fóruns também costumam oferecer ajudar para problemas dessa natureza.
Outra opção é recorrer ao freeware Ashampoo Magical Uninstall (disponível em http://www2.ashampoo.com/webcache/html/1/product_2_0803___USD.htm), que cria uma imagem do sistema antes da remoção do software, executa uma série de procedimentos para apagar aquilo que você não quer mais (limpando inclusive o registro do Windows) e então cria uma nova imagem do ambiente, facilitando a reversão do sistema para o estado anterior no caso de algo dar errado.

Observação: Há casos em que aquilo que você deseja remover é apenas um atalho. Para descobrir, clique nele com o botão direito do mouse, selecione Propriedades e, no campo Destino, confira o nome do programa ao qual o atalho está vinculado e se ele existe de fato no seu HD. Caso não o encontre, selecione o atalho inútil e pressione Del para apagá-lo.

Se tudo isso falhar, existe a possibilidade de “pegar o touro à unha” seguindo um tutorial bem bacana que eu recebi de um leitor. Mas antes de qualquer outra providência, faça backup do Registro e/ou crie um ponto de restauração do sistema (procedimentos já detalhados em outras postagens que você pode localizar através do campo PESQUISAR BLOG).
Feito isso, localize o caminho e o nome de arquivo – dê um clique direito no atalho do programa, no menu Iniciar, e selecione Propriedades. No campo Destino, tudo que estiver à esquerda da última barra é o endereço do programa no HD; à direita, fica o nome do arquivo (mantenha a tela das Propriedades aberta, você vai usar o caminho e o nome do arquivo no processo de desinstalação).
Em seguida, clique em Iniciar > Executar, digite “msconfig” (sem as aspas), tecle Enter, clique na aba Inicialização e procure qualquer coisa relacionada ao programa, incluindo algo que tenha o caminho ou nome do arquivo (antes de desmarcar a opção encontrada, certifique-se de que ela contém o caminho inteiro, ou você poderá remover acidentalmente tudo que estiver em C:\Arquivos de Programas). Vale lembrar que, caso você remova algum item da lista, terá de reiniciar o computador para efetivar as alterações.
Reinicializado o sistema, clique em Iniciar > Localizar, digite o nome do empecilho e exclua qualquer remissão a ele, tais como pastas vazias, entradas inúteis e coisas afins. Na sequência, convém limpar o Registro do Windows (utilize o excelente MV RegClean 5.9, disponível em http://superdownloads.uol.com.br/download/147/mv-regclean/) e apagar a entrada referente ao aplicativo, se ela permanecer na lista exibida em Iniciar > Todos os programas.
Por garantia, rode também o Advanced SystemCare, o CCleaner ou o EasyCleaner (ou os três, caso todos eles estejam disponíveis).

EM TEMPO: A Microsoft deve liberar ainda hoje dois pacotes de segurança emergenciais, visando corrigir falhas no Internet Explorer (crítica) e no Visual Studio (moderada).
Barbas de molho, minha gente!

Abraços a todos e até amanhã.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Personalizando o WLM

Conforme antecipamos na postagem anterior, veremos hoje algumas dicas para personalizar o Windows Live Messenger:
Sempre que você dá início a uma conversa, o interlocutor vê seu “cenário” (a parte superior da janela do programa, que serve de fundo para a foto e mensagem de exibição escolhidas pelo usuário), da mesma forma como você vê o dele. Para modificá-lo, clique em Ferramentas > Alterar Seu Cenário e escolha uma das opções da lista “Selecione um Cenário” (ou clique em “Procurar” e selecione qualquer outra imagem que esteja armazenada no computador). Feito isso, clique me “Aplicar”.
Note que o cenário altera também as cores de fundo do restante da janela; se preferir, escolha uma cor na área correspondente da caixa de diálogo “Cenário” (ou clique em “Mais Cores”, se quiser definir uma cor personalizada) e confirme em “Aplicar”. Para apagar um cenário, clique nele e, em seguida, no "X" em vermelho que aparece no canto superior direito.
Você pode também incluir um “Plano de Fundo” na janela de mensagens. Para isso, clique no menu Ferramentas da janela e, em “plano de fundo”, selecione uma das opções disponíveis (ou clique em “Procurar” para localizar qualquer outra imagem salva em seu PC) e clique em “Definir”. Caso queira manter essa mesma imagem nas comunicações com qualquer contato, clique em “Definir Padrão”. Para eliminar uma imagem da lista, clique nela e, em seguida, pressione o botão “Remover”.
Se a idéia for alterar a fonte (por padrão, o WLM utiliza a fonte Segoe UI, tamanho 10, em preto), clique em Ferramentas > Opções > Mensagens > Alterar Fonte (a variedade de fontes é grande, mas a de cores deixa a desejar). Note que é possível trocar também o estilo normal pelo itálico, negrito ou uma combinação de ambos, além de acrescentar efeitos tipo sublinhado e riscado.
Para concluir, conforme sugestão do Leonardo, vale salientar que WLM emite sons característicos sempre que algum contato fica online, envia uma mensagem ou chama sua atenção, por exemplo. Se isso não lhe agradar, clique em Ferramentas > Opções > Alertas e silencie os sinais sonoros não desejados – ou clique em Sons e escolha outra “musiquinha” (o programa oferece diversas possibilidades, com estilos e durações variadas). Se preferir, clique em Adicionar Som e defina o uso de um arquivo de áudio armazenado em seu PC (você pode até incluir efeitos fade e alterar a duração do alerta). E se quiser relacionar um som específico a apenas um contato, abra a lista de contatos do programa, dê um clique direito no contato desejado e, no menu de contexto, selecione a opção “Escolher Os Sons Para Este Contato”.
Tenham todos um ótimo dia.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Windows Live Messenger e humor de sexta-feira

Da mesma forma como muitos usuários do Outlook Express abusam do ponto de exclamação em vermelho (indicativo de mensagem prioritária), há quem abuse do botão “pedir atenção” do Messenger (um recurso útil, sem dúvida alguma, mas irritante se utilizado incorretamente, pois emite um som de alerta e faz janela de conversação do interlocutor tremer). E a despeito de o Windows Live Messenger inibir pedidos de atenção repetitivos, alguns plug-ins permitem contornar esse obstáculo, tornando o caso ainda mais grave.
Então, se seus contatos têm esse hábito irritante, veja como desativar a função e se livrar do inconveniente: Na janela do Messenger, clique em “Ferramentas” > “Opções”, selecione o menu “Mensagens” (no painel à esquerda), desmarque a opção “Permitir que eu envie e receba chamadas de atenção” e clique em OK para confirmar o processo. Feita essa reconfiguração, sempre que algum interlocutar clicar no botãozinho incomodativo, a única coisa que surgirá em sua tela será uma mensagem dando conta de que a pessoa está pedindo sua atenção.
Falando no Messenger, lembro de ter postado algumas dicas sobre esse programa em abril passado, e de alguém ter perguntado como modificar determinadas configurações (trocar a foto e a frase pessoal não tem segredo, mas alterar os sons de entrada, o tema, as cores e o plano de fundo, aí já é um pouco mais complicado, como veremos na postagem da próxima segunda-feira). Passemos agora à nossa tradicional piadinha de final de semana:

O Juvenal estava desempregado há meses, e com a persistência e a esperança que só os brasileiros têm, resolveu se submeter a mais uma entrevista. Ao chegar no escritório, notando que o candidato tinha exatamente o perfil desejado, o entrevistador perguntou:
- Qual foi seu último salário?
- Salário mínimo -, respondeu Juvenal.
- Pois se o senhor for contratado, ganhará 10 mil dólares por mês!
- Jura?
- Que carro o senhor tem?
- Na verdade, agora eu só tenho um carrinho de pipoca e um carrinho de mão!
- Se vier trabalhar conosco, ganhará um Audi para o senhor e uma BMW para sua esposa! Tudo zero!
- Jura?
- O senhor viaja muito para o exterior?
- O mais longe que já fui foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...
- Se o senhor trabalhar aqui, irá viajar pelo menos 10 vezes por ano para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.
- Jura?
- E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã (sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar já na próxima segunda-feira.
Juvenal saiu do escritório radiante; agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse o maldito telegrama. No dia seguinte, ele reuniu a família e convidou os vizinhos para uma churrascada comemorativa a base de muita música. No fim da tarde, a banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta; às onze da noite, Juvenal era o rei do bairro, gastando horrores para o bairro encher a pança, tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio assustada.
Onze e cinqüenta e cinco, uma moto do correio vira a esquina... A banda cala, a festa pára, um cachorro uiva! Meu Deus, e agora?
Jogam água na churrasqueira, a moto pára na porta, a mulher do Juvenal desmaia!
- Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
- S-s-sim... s-sou eu...
- Telegrama para o senhor...
Juvenal não acredita... Pega o telegrama, olha para todos, respira fundo, abre o envelope. Silêncio total, consternação geral. E agora, quem vai pagar essa festa toda?
Juvenal começa a ler, levanta os olhos mais uma vez para o povo que o encara... abre um largo sorriso e começa a gritar, eufórico:
- Mamãe morreeeeuuu, mamãe morreeeeuuu!!!!!!!

Bom final de semana a todos.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Revisitando os DVDs

Na era do Blu-Ray, falar em DVDs pode parecer anacronismo, mas são bem poucos os PCs domésticos equipados com drives que suportam a “nova” tecnologia, e muitos usuários ainda se confundem com a “sopa de letras” que designa os diversos formatos de mídias digitais graváveis, onde um simples sinal de “+” ou de “-” pode significar que o disco que você está prestes a comprar talvez não funcione no seu PC ou no Player da sala de casa. Assim, a despeito de a maioria dos drives e players de DVDs atuais ser compatível com os formatos mais comuns, não custa relembrar alguns conceitos:
Tanto o DVD-R como o DVD+R podem ser gravados uma única vez e são capazes de armazenar até 4,7 Gb de dados. A diferença é que o DVD+R é lido mais rapidamente, embora isso não seja perceptível quando você assiste a um filme, por exemplo, mas sim quando copia ou grava discos inteiros. Ambos os formatos exigem gravadores compatíveis, mas isso só afeta aparelhos mais antigos (os atuais são todos DVD±R).
DVD-RW e DVD+RW são, respectivamente, as versões regraváveis das mídias abordadas no parágrafo anterior, e o que foi dito em relação àquelas vale também para estas (note que o fato dessas mídias serem regraváveis não significa necessariamente que você pode adicionar arquivos aos poucos; dependendo do software utilizado, os discos terão de ser formatados antes de receber uma nova leva de dados).
Já o DVD-RAM é semelhante ao DVD-RW, com a vantagem de suportar aproximadamente 100 mil regravações (cem vezes mais, portanto) e a desvantagem de exigir gravadores e reprodutores próprios para esse padrão. E para completar a sopa de letrinhas, o DVD+RDL se destaca por conta de sua elevada capacidade de armazenamento (de 9,4 GB a 17 GB). Para tanto, os dados são gravados em dupla camada, e os drives e players que suportem essa tecnologia costumam ser mais caros do que os convencionais.
Bom dia a todos.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Rádios na Web

As primeiras rádios na Web surgiram há cerca de duas décadas, mas em nada diferiam das emissoras convencionais. Atualmente, muitas delas permitem que você faça seleções musicais adequadas a seu gosto pessoal e as compartilhe com outros usuários que tenham preferências semelhantes.
Em meados de 2006 eu postei uma menção ao site Pandora (http://www.pandora.com/), que faz transmissões de rádios on-line personalizadas. Volto agora ao assunto para sugerir o Jango (http://www.jango.com/), cujos aspectos de rede social permitem que você combine suas preferências musicais com as dos demais usuários do serviço.
Ao criar seu perfil, o Jango ajuda a colocá-lo em contato com usuários que tem gosto parecido com o seu - e o player do programa sugere canções adicionais semelhantes à que está tocando, bem como indica outras pessoas que estão ouvindo músicas de gênero semelhante. Clicando em uma canção, você será levado à estação que a esteja executando; selecionando um usuário, você terá acesso ao respectivo perfil, com as informações que a pessoa decidiu compartilhar (estações preferidas, filmes favoritos, data de aniversário, e por aí vai).
Para quem quiser explorar mais opções, seguem abaixo algumas sugestões:

Last.fm (http://www.lastfm.com/);

Blip.fm (http://www.blip.fm/);

SHOUTcast (http://www.shoutcast.com/);

imeem (http://www.imeem.com/);

musicovery (http://www.musicovery.com/).

Bom dia a todos.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Descargas Eletrostáticas

Quaisquer materiais, quando friccionados entre si, produzem cargas eletrostáticas. Você pode se carregar eletricamente ao se levantar de um assento forrado com material plástico, andar sobre um tapete ou despir uma blusa de lã, por exemplo, especialmente em locais com baixa umidade relativa do ar. As tensões nem sempre são perceptíveis – geralmente a gente só sente os “choques” quando elas ultrapassam 3.000 Volts, mas os sensíveis componentes do computador podem ser afetados por descargas bem inferiores, que tanto podem causar danos imediatos quanto latentes (no primeiro caso, o dispositivo simplesmente não funciona; no segundo, o problema pode se manifestar tempos depois, de forma intermitente ou permanente).
Há quem afirme que a quantidade de carga que acumulamos em nosso corpo não chega a oferecer grande perigo, até porque descarregamos boa parte dela ao manuseamos o gabinete do PC, mas os fabricantes não pensam assim. Tanto é que os chips, placas e drives trazem advertências para os perigos da eletricidade estática e vêm embalados em material antiestático (ainda que muitas vezes sejam expostos nas vitrinas das lojas sem qualquer precaução).
Em vista disso, quando você for realizar quaisquer procedimentos de montagem ou manutenção, evite usar roupas de lã, tecidos sintéticos, tênis ou sapatos de solado de borracha, e não trabalhe sobre carpetes ou tapetes (prefira ficar descalço sobre o piso nu). Descarregue-se de tempos em tempos segurando por alguns segundos uma peça metálica aterrada que não esteja pintada (pode ser a grade da janela ou a carcaça da fonte de alimentação, na falta de coisa melhor).

Observação: Se for utilizar a carcaça da fonte para se descarregar, assegure-se de que o cabo de força esteja ligado ao no-break, estabilizador ou filtro de linha, que por sua vez deverá estar conectado à tomada (mas com o botão “liga/desliga” na posição “off”), ou não haverá conexão com o fio terra ou o pólo neutro da rede elétrica, que é indispensável para uma descarga eficiente.

Bom dia a todos e até mais ler.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Limpar ou não limpar, eis a questão

Muita gente vê o Intel386 como “o primeiro processador contemporâneo”, embora tenha sido o 486 que “inaugurou” algumas soluções revolucionárias – tais como o cache interno, o co-processador aritmético embutido e o recurso da multiplicação de clock (a versão DX2 operava ao dobro da freqüência da placa-mãe, que então era limitada a 40 MHz). Aliás, também foi o primeiro modelo a integrar um cooler de processador, já que até então a ventoinha da fonte (na verdade um exaustor) era suficiente para manter a temperatura interna do gabinete em patamares aceitáveis.
Enfim, muita água rolou por baixo da ponte desde aquela época. Atualmente, a maioria dos PCs conta com chips de dois ou mais núcleos, RAM DDR2 (ou DDR3) de altíssimas freqüências de operação, discos rígidos com centenas de Gigabytes de espaço e rotações elevadíssimas, subsistemas de vídeo com GPU e fartura de memória dedicada, e assim por diante.
Por outro lado, todo esse “poder de fogo” gera um bocado de calor, e como as altas temperaturas são inimigas dos computadores, os desenvolvedores de hardware tiveram de incluir em seus projetos cada vez mais dissipadores de calor (com ou sem micro-ventiladores), além de dutos de ar e ventoinhas adicionais. Mas cabe ao usuário tomar alguns cuidados para que esse sofisticado sistema funcione adequadamente – dentre outras coisas, é importante instalar o computador num local ventilado e manter o gabinete desencostado da parede (ou das laterais do móvel) para otimizar a circulação do ar.
Outro aspecto importante diz respeito à poeira e outras impurezas que acabam depositadas no interior do case. Combinada com a umidade e salinidade do ar, essa sujeira reduz drasticamente a eficiência das ventoinhas, prejudica o contato dos componentes e acelera a oxidação de suas trilhas, razão pela qual a gente recomenda o uso de capas plásticas protetoras e faxinas periódicas (a freqüência varia conforme a utilização da máquina e as condições atmosféricas locais). Não obstante, alguns especialistas entendem que a desmontagem do computador pelo próprio usuário anula a garantia, que a inépcia do leigo pode ser mais prejudicial à máquina do que quatro dedos de pó, e que um cooler de boa qualidade, mesmo sujo, não deverá apresentar problemas antes 3 ou 4 anos de uso, razão pela qual nada justifica a abertura do gabinete antes desse prazo.
Pessoalmente, eu sou mais pela limpeza. Se você nunca abriu o gabinete de um PC com um ou dois anos de uso ficará surpreso com o tanto de sujeira que irá encontrar em seu interior (poeira, fiapos, cabelos, cinza de cigarros e até formigas e outros pequenos insetos). Tempos atrás, a máquina do meu filho começou a emitir um zumbido estranho ao rodar aplicações mais exigentes, e quando eu a abri, mal consegui enxergar as hélices dos ventiladores, tamanha a porcariada que se havia acumulado nelas. Mas bastou dar uma boa varrida com o pincelzinho, sugar, soprar e sugar de novo com o mini-aspirador para que tudo voltasse ao que era antes no quartel de Abrantes.
Note que abrir o gabinete é uma coisa, desmontar tudo é outra bem diferente. É provável que você não encontre maiores problemas para fazer sua faxina se usar de bom senso e seguir os roteiros publicados nos posts de 04/11/08 e 29/03/07, mas convém não ir com muita sede ao pote. Remover placas de expansão, módulos e chips, só em caso de real necessidade (quando for preciso limpar as trilhas de contatos, por exemplo), e o cooler da CPU, só quando for substituí-lo. Outro detalhe digno de nota diz respeito às descargas eletrostáticas – transferências de cargas entre dois corpos com potenciais elétricos distintos – que podem danificar seriamente os delicados componentes internos do PC. Mas isso já é assunto para a postagem de amanhã.
Abraços a todos e até amanhã.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Durma-se com um barulho desses!

Considerando que uma das principais razões das recentes instabilidades do Speedy é a sobrecarga dos servidores DNS da Telefonica, um leitor nos sugeriu reconfigurar as propriedades de rede do Windows e utilizar o OpenDNS (para mais detalhes, retorne à postagem de 27 de abril e clique em “Comentários”).
Mais recentemente, a Associação dos Provedores de Internet (Abranet) propôs que a atribuição dos endereços DNS passasse a ser feita pelos próprios provedores durante o processo de autenticação (afinal, situações desesperadoras exigem medidas desesperadas), mas alguns especialistas entendem que os usuários do Speedy devem manter seus endereços de DNS e cobrar da operadora as medidas necessárias para a solução definitiva do problema.
Isso porque a troca do DNS será observada pelos cybercriminosos e fará com que os provedores se tornem alvos de ataques de envenenamento de DNS (ao acessar o site de seu banco, por exemplo, o internauta poderá ser direcionado a página falsa).

Na véspera de liberar seu pacote mensal de atualizações (Patch Tuesday) de Julho, a Microsoft reconheceu um nova ameaça que explora uma vulnerabilidade no ActiveX (linguagem de programação usada para incluir elementos multimídia em páginas da web e aumentar sua interatividade) e pode permitir a execução remota de um código malicioso no PC da vítima. A empresa não especifica se o IE 8 pode amenizar o impacto dessa nova ameaça, mas sugere que, até a correção respectiva ser desenvolvida e disponibilizada via Windows Update, os usuários usem o recurso “Fix It” disponível em http://support.microsoft.com/kb/973472.

E como “rir é o melhor remédio”, transcrevo a seguir um texto que publiquei, anos atrás, na seção “Flagrantes da Vida Real" da revista Seleções (por cortesia do meu amigo Georges, que reconheceu o nome deste obscuro escriba no livro cuja imagem da capa ilustra esta postagem):



Um ótimo final de semana a todos.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Revisitando o Pendrive

Muita gente talvez nem se lembre dos velhos PCs 286/386, cuja freqüência de operação da CPU ficava na casa das dezenas de megahertz, e os HDs ofereciam menos espaço do que um simples CD. Aliás, alguns nem imaginam que, nos primórdios da computação pessoal, os computadores não tinham disco rígido, e tanto o sistema quanto os programas e os arquivos eram carregados e manipulados através de prosaicos disquetes – algumas máquinas dispunham de até cinco Floppy Disk Drives (unidades de disquete).
Vale lembrar que o disquete foi concebido há quase três décadas, e foi durante um bom tempo a opção primária para instalação de softwares, realização de backups e transporte de dados, mas o “inchaço” dos sistemas e programas, a popularização dos gravadores de CD/DVD e o surgimento dos “chaveirinhos de memória” acabaram tornando essa solução totalmente inviável. Hoje, se a maioria dos desktops ainda conta um drive de disquete, isso se dá mais por uma questão protocolar do que por real necessidade.

Observação: Até meados da década passada, os softwares vinham em disquetes (o próprio Windows 95 chegou a ser disponibilizado dessa maneira), mas bastava um único disco embolorar ou desmagnetizar para comprometer todo o conjunto. Além disso, imagine quantos disquinhos seriam necessários para fazer um backup completo de um HD moderno, ou para armazenar os arquivos de instalação de um sistema do porte do Windows Vista, já que cada unidade comporta módicos 1.44MB – espaço que mal dá para gravar um minuto e meio de música em MP3.

O lado bom da história é que os pendrives - chips de memória flash (um tipo de RAM não volátil) que são plugado numa entrada USB do PC e reconhecidos automaticamente pelo sistema como unidades externas de armazenamento) evoluíram barbaramente nos últimos tempos, resultando no lançamento de modelos cada vez maiores (em termos de capacidade, não de tamanho) e mais baratos. Quando a gente publicou uma matéria sobre mídias removíveis no saudoso Curso Dinâmico de Hardware, lá pelo início de 2004, um modelo de 32MB custava mais de R$100; hoje, é possível encontrar pendrives de 1GB por 1/5 desse valor.
Existem diversas marcas e inúmeros modelos (até integrados a canivetes suíços, relógios de pulso, e por aí vai), com capacidades entre 1 e 64GB (1GB equivale a quase 700 disquetes, espaço mais do que suficiente para armazenar documentos de texto, planilhas, arquivos PDFs e apresentações). Entretanto, se você deseja (ou precisa) transportar grandes quantidades de músicas, fotos ou vídeos, é melhor optar por um dispositivo de 4 ou 8 GB – a partir daí, o preço já fica bem mais salgado (um pendrive de 16GB custa em torno de R$250).
Ao comprar seu chaveirinho de memória, escolha uma marca conhecida (Corsair, Kingston, Samsung e SanDisk, por exemplo) e assegure-se de que ele seja suportado pelo sistema operacional que você utiliza (alguns funcionam em Windows, Mac e Linux, mas nem sempre são compatíveis com todas as versões desses sistemas). Com a plataforma U3, fica mais fácil rodar programas a partir do dispositivo em qualquer computador, um recurso altamente interessante para quem acessa a Web em lan houses ou prefere utilizar um navegador alternativo.

Observação: A imagem que ilustra esta postagem é do MegaWatch, um dublê de relógio de pulso e pendrive da Gotec - empresa do grupo Leadership - que a gente apresentou na matéria sobre mídias removíveis publicada na edição #9 do CDH. Bons tempos...

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Fraudes e mais fraudes...

Diante da engenhosidade dos cybercriminosos, muita gente vem abrindo mão do net banking, das compras on-line e até mesmo dos tradicionais caixas eletrônicos (já que são cada vez mais comuns as notícias de fraudes com cartões clonados a partir de “chupa-cabras”, micro-câmeras e teclados falsos instalados disfarçadamente nesses aparelhos).
Mas se você acha que é seguro pagar suas compras com o “velho e confiável cheque”, saiba que os estelionatários são capazes de mudar facilmente o valor desses documentos, seja através de adulterações grosseiras – transformando 60 reais em 600, por exemplo –, seja mediante técnicas bem mais rebuscadas: segundo a ABRACHEQUE (Associação Brasileira das Empresas de Informação, Verificação e Garantia de Cheques), o avanço da tecnologia e o aperfeiçoamento das máquinas de impressão facilitam a ação dos fraudadores.
Uma das práticas mais comuns, atualmente, consiste na clonagem de folhas e talões de cheques, que pode ser feita de forma manual ou mecânica. No primeiro caso, os falsários utilizam uma folha de cheque verdadeira, onde o nome do correntista é “lavado” com o uso de produtos químicos ou outros métodos afins; no segundo, eles usam impressoras a laser para reproduzir folhas de cheque em nome de usuários verdadeiros ou não.
O próprio Banco Central reconhece que efetuar pagamentos com cheques é arriscado. Se o documento for repassado (prática comum entre muitos comerciantes) e cair nas mãos de um vigarista, este poderá criar um talão falso, treinar a assinatura do emitente e “pintar e bordar” nas lojas (utilizando documentos igualmente falsificados) ou fazer depósitos em contas de “laranjas”. Para piorar, a coisa pode ser descoberta somente quando o cliente conferir o extrato ou for informado pelo Banco de que sua conta está negativa (ou ainda quando receber telefonemas de cobrança das lojas onde o falsário aplicou o golpe).

Observação: a maioria dos cheques tem uma “proteção” contra lavagem com produtos à base de hipoclorito de sódio (água sanitária) e é impressa com tintas reagentes a solventes orgânicos e inorgânicos (cloro, acetona, benzina, éter, álcool, etc.); a utilização dessas substâncias provoca manchas e borrões que não podem ser eliminados.

Como prevenir acidentes é dever de todos, seguem algumas dicas para quem tem o hábito de efetuar pagamentos com cheques:

a) Nunca permita que outras pessoas preencham o seu cheque, faça-o pessoalmente e com sua própria caneta (existem canetas cuja tinta pode ser apagada facilmente com uma borracha especial que as acompanha, permitindo ao falsário modificar o valor e manter a assinatura do emitente do cheque, dificultando a comprovação da fraude).
b) Rejeite o uso daquelas maquininhas que preenchem cheques (há quem diga que as informações impressas automaticamente podem ser apagadas com o auxílio de um simples forno micro-ondas; não sei se é isso é verdade ou mais uma lenda urbana, mas enfim...).
c) Sempre emita cheques nominais e cruzados, preencha-os com letras grandes, elimine os espaços vazios entre as palavras (escreva #duzentosetrintaecincoreais#, por exemplo, em vez de duzentos e trinta e cinco reais) e faça um risco no espaço que sobrar.
d) No verso de cada folha de cheque emitido, escreva resumidamente a finalidade do pagamento em questão e assine de novo.
e) Evite emitir cheques de baixo valor e passá-los a taxistas, vendedores de zona azul, guardadores de carro e ambulantes em geral.
f) Lembre-se de que cheques pré-datados (prática comum para obtenção de “crédito informal”) costumam ser repassados a terceiros, potencializando sensivelmente o perigo de fraudes.

Já para quem está “do outro lado do balcão”, a maneira mais eficaz de evitar problemas com cheques é deixar de aceitá-los, mas essa medida, além de radical e antipática, pode prejudicar sensivelmente as vendas. Muitas pessoas (geralmente humildes ou de idade avançada) não têm ou não sabem utilizar cartões eletrônicos e acham arriscado (com razão) sacar e levar no bolso grandes volumes de dinheiro. Então, convém atentar para algumas regrinhas:

a) Jamais aceite cheques rasurados, borrados, manchados, amarelados ou desgastados. Redobre a atenção no caso de folhas soltas, sem o talão – e se a borda esquerda não for micro-serrilhada, nem pensar!
b) Observe a “linha louca” do cheque (aquela série de desenhos lineares verticais com o nome do banco impresso em letras pequenas, no lado direito da folha); cada folha do talão deve ter uma combinação diferente.
c) Experimente raspar com a unha qualquer parte impressa em preto no cheque (o nome do cliente ou o número do cheque, por exemplo), se a tinta sair com facilidade, ligue o “desconfiometro”.
d) Examinando o cheque contra a luz, você poderá identificar eventuais colagens de partes. Convém reparar também nos pequenos detalhes impressos na folha (nome do banco na “linha louca”, números e caracteres pequenos, etc.), pois as impressoras e copiadoras raramente os reproduzem fielmente.
e) Sempre que possível, procure checar a autenticidade do RG e CPF do emitente, pois há milhões de documentos falsos circulando no País (se tiver dúvidas, ligue para um serviço de identificação de documentos falsos).
f) Muito cuidado com cheques de contas recentes (o risco é ainda maior no caso de cheques pré-datados ou se o emitente insistir em fornecer apenas o número do telefone celular).
g) A reação do cliente durante a consulta do cheque ou a conferência dos documentos pode ser um bom indicativo – inquietação, nervosismo ou impaciência são sinais de que alguma coisa está errada. Os cuidados devem ser redobrados nos feriados e finais de semana.
h) Lembre-se: pior do que não vender é vender e não receber!

Boa sorte a todos.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Dicas (continuação)

Ainda no assunto da postagem anterior:

– Caso a empresa não tenha desabilitado as portas USB de seu computador de trabalho, você poderá rodar programas “proibidos” através de um “chaveirinho de memória” previamente carregado com os softwares desejados. Em sites como http://www.portablefreeware.com/ e http://portableapps.com/, por exemplo, é possível baixar inúmeros aplicativos que são executados diretamente – ou seja, você não precisa copiá-los para o HD. Outra opção interessante é o Liberkey Ultimate, que engloba mais de 200 softwares para reprodução e edição de multimídia, recursos para escritório, internet e redes – todos gratuitos. O "pacote" pode ser obtido em http://superdownloads.uol.com.br/download/85/liberkey-ultimate/.

– Algumas equipes de TI bloqueiam o acesso a determinados sites - não só de pornografia, mas também de jogos, webmail e outras atividades que possam interferir na produtividade dos funcionários -, mas quase sempre é possível chegar até eles por caminhos alternativos - ou seja, através um site não bloqueado que permita acessar conteúdos bloqueados. Em http://proxy.org/ você encontra centenas de links de sites substitutos (note que a transmissão das informações do site original para o servidor do site substituto pode acarretar certa lentidão na abertura das páginas). Outra maneira de desbloquear um site é usar a página de tradução do Google – cujo objetivo original é fazer traduções, mas que também funciona como site substituto se você escrever na barra de endereços do navegador http://www.google.com/translate?langpair=enen&u=www.site.com e substituir “www.site.com” pelo endereço do site desejado.

– As empresas têm o direito de monitorar os e-mails corporativos dos funcionários, mas alguns chefes se aproveitam dessa prerrogativa para fuçar também seus webmails. Assim, o melhor a fazer é manter endereços diferentes para assuntos particulares e de trabalho (se você tiver de enviar mensagens e manter o conteúdo fora do alcance dos abelhudos de plantão, espere até chegar em casa e use seu próprio computador). Mas vale lembrar que, em alguns serviços de webmail, se você acrescentar um “s” depois do “p” ao digitar o “HTTP” na barra de endereços (por exemplo, https://mail.google.com/), criará uma conexão segura na qual somente você poderá ler seus e-mails recebidos, e só os respectivos destinatários poderão ler as mensagens que você lhes enviar (esse truque não funciona com o Yahoo! Mail).

Bom dia a todos e até mais ler.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dicas

Ainda que o Correio Eletrônico e o Messenger sejam úteis tanto no ambiente doméstico quando no de trabalho, muitas empresas não vêem com bons olhos quem costuma papear com os amigos e reencaminhar correntes, apresentações, piadinhas e outras frivolidades durante o expediente e por isso restringem o acesso a esses programas e/ou limitam o tamanho dos arquivos que podem transferidos via e-mail, por exemplo. Todavia, existem situações de exceção nas quais pode ser justificável contornar essas proibições, razão pela qual é bom saber como fazê-lo.
Vale ressaltar que este Blog não se presta a oferecer dicas “do mal” ou incitar quem quer que seja a praticar atos “moralmente condenáveis”, antes pelo contrário. No entanto, certas informações são como plano de saúde; melhor ter e não precisar usar do que precisar usar e não ter. Além disso, uma faca de cozinha tanto pode ser um simples utensílio doméstico quanto uma arma letal, dependendo da intenção de quem a tiver nas mãos.
Feita essa ressalva, passemos às dicas:

– Se sua empresa veta programas de mensagens instantâneas e você não abre mão de um bate papo com seus contatos do MSN (no horário do almoço, evidentemente), experimente o Meebo (http://www.meebo.com/). O serviço é espartano, mas permite acessar comunicadores como o Messenger, o ICQ, o Google Talk e o Yahoo! Messenger a partir de uma janela da web, de forma mais discreta que nos comunicadores tradicionais – o que pode ser muito útil naquelas “raras ocasiões” em que o bate-papo avança pelo horário do expediente.

– Para contornar limitações no tamanho dos arquivos anexados aos e-mails, o site http://www.mailbigfile.com/ pode ser uma boa alternativa: abra a página, faça o upload (o arquivo pode ter até 100 MB), informe o endereço eletrônico do destinatário e, em poucos segundos, ele receberá um e-mail com o link para baixar o arquivo para seu próprio computador. Se preencher também os campos opcionais, você poderá enviar um recadinho ao destinatário e/ou receber um e-mail de controle. O serviço é gratuito, embora haja também uma versão paga (mais rápida e completa).

Amanhã a gente continua.
EM TEMPO: Amanhã é dia de “Patch Tuesday”, e a Microsoft deve liberar seis correções de segurança. Vamos atualizar o sistema, pessoal.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

BeFunky e Humor de sexta-feira

Para quem gosta de “brincar” com imagens, a seção CLIQUE FINAL da revista Info deste mês traz uma dica interessante: basta acessar http://www.befunky.com/, escolher uma das nove modalidades de efeito (com até seis opções em cada), fazer o upload da foto e conferir o resultado - como eu fiz com essa simpatica cachorrinha que fotografei há algumas semanas, cujo visual retrabalhei para ilustrar esa postagem. O serviço é gratuito e não requer cadastro.

Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira.

O Joãozinho estava com diarréia e não teve dúvida: arrastou um banquinho até o pé do armário do banheiro, abriu a porta e pegou um Viagra. Aí chega a mãe dele e o surpreende:
- Joãozinho, o que você pensa que está fazendo com este Viagra?
- Sabe o que é mãe, eu estou com uma diarréia danada e vou tomar um deles pra ver se fico melhor.
- Mas quem é que te disse que Viagra é bom pra diarréia?
- A senhora, mãe!
- Eu? - pergunta a mãe, assustada.
- É... Porque outro dia eu passei na porta do seu quarto e ouvi você dizer pro papai:
“TOMA LOGO ESTE VIAGRA PRA VER SE ESSA MERDA FICA DURA!”


Bom final de semana a todos.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Mensagens de erro – final

Para concluir esta trilogia, temos os erros de bloqueio do XP, que podem ocorrer a qualquer momento, embora sejam mais comuns durante a instalação ou inicialização do sistema - ou ainda após a execução de uma determinada aplicação. Esses travamentos “congelam” o PC e exibem uma tela azul (ou preta) com um texto do tipo Stop:oxooooooA(parameter1,parameter2,parameter3,parameter4) IRQL_NOT_LESS_OR_EQUAL**** address x has base at x “nome do arquivo”. Nesses casos, você deve anotar o código do erro (exibido logo após a palavra STOP), a descrição do erro (como por exemplo, IRQL_NOT_LESS_OR_EQUAL) e o nome do arquivo mencionado no final da mensagem, para pesquisar na Base de Conhecimentos da Microsoft (vá diretamente a http://support.microsoft.com/?LN=pt-br&x=10&y=5 para obter as informações em português) ou através do Google, até porque inúmeros sites de outras empresas também podem oferecer suporte e apoio. Vale ainda rodar o utilitário “sigverif.exe” (mais informações no post de 19/11/08) e rever as informações e sugestões apresentadas nas postagens com o título Deu Pau?, puclicadas no início de Fevereiro de 2007.
Note que, de todos os erros de bloqueio do XP, o mais comum é o 0x0000000A, ou simplesmente IRQL_NOT_LESS_OR_EQUAL, mas o problema é que essa mensagem é genérica e aplicável a um vasto leque de drivers e componentes não certificados. Além disso, muitos erros advêm de aplicativos com problemas de execução, de modo que convém recorrer ao suporte dos respectivos desenvolvedores para obter informações sobre incidentes conhecidos ou eventuais atualizações.
Em certos casos, a solução do problema consiste simplesmente na remoção de um aplicativo incompatível, na atualização de um driver de dispositivo ou mesmo na reversão de uma atualização de mal sucedida – aliás, os drivers costumam ser responsáveis por travamentos e instabilidades, sobretudo quando estão danificados (dê um clique direito em Meu Computador, selecione Propriedades, clique na aba Hardware, abra o Gerenciador de Dispositivos e atente para quaisquer pontos de exclamação em amarelo).
Arquivos de sistema corrompidos ou desaparecidos também são useiros e vezeiros em acarretar problemas ao funcionamento do Windows, mas a maioria deles pode ser recuperada facilmente a partir dos arquivos de instalação (.CAB), desde que você conte com o auxílio de programas como o ZipScan (http://www.baixaki.com.br/download/zipscan.htm).
Para finalizar, tenha em mente que você reduzirá sensivelmente as chances de enfrentar instabilidades, travamentos ou mensagens de erro se mantiver seu sistema saudável com o auxílio das diversas ferramentas sugeridas aqui no Blog.
Espero ter ajudado.
Um bom dia a todos.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Mensagens de erro – segunda parte

Prosseguindo no assunto iniciado ontem, passemos agora aos Erros de Proteção do Windows, de Páginas Inválidas e do Kernel32. Os primeiros são causados geralmente por drivers e/ou arquivos corrompidos, e provocam a exibição de janelinhas com mensagens do tipo “While Initializing Device: Windows Protection Error. You need to restart your computer”, por exemplo, e a chave para este tipo de problema está no nome do driver ou do dispositivo presente na seção While Initializing Device da mensagem – se o erro apontar para um driver (VxD) ou arquivo do sistema, anote essa informação e tente encontrar a solução na Base de Conhecimentos da Microsoft.
Já os erros de Páginas Inválidas – que eram mais comuns nas versões 9x e ME do Windows – se devem a problemas de gerenciamento de memória e provocam mensagens de “operações ilegais” (clique no botão “Detalhes” e anote o nome do programa e do módulo listado na mensagem para balizar suas pesquisas), e podem ocorrer a qualquer momento, especialmente se o computador for utilizado durante longos períodos sem que o sistema seja reinicializado. Para preveni-los, habitue-se a reiniciar seu PC após algumas horas e mantenha o sistema e programas devidamente atualizados; no caso falta de espaço em disco ou pouca RAM, considere um upgrade de memória ou libere mais espaço na partição do HD em que seu Windows se encontra instalado.
Quanto aos erros de Kernel32 – o Kernel é o responsável pela execução das principais tarefas do sistema, tais como a gerenciamento da memória e as interrupções e operações de I/O –, vale dizer que eles são abrangentes e podem ocorrer tanto devido ao Kernel32.dll corrompido quanto a problemas relacionados à RAM ou à memória virtual, ao uso de técnicas de aceleração (para otimizar a performance do sistema), à existência de bugs nos drivers de vídeo, a arquivos .dll danificados, à alteração das configurações da BIOS, a danos na pasta Temp, à ação de malwares e à insuficiência de espaço livre no disco, apenas para citar algumas das muitas causas possíveis. A solução é anotar o programa ou o driver listado na mensagem de erro e (mais uma vez) pedir socorro à Base de Conhecimentos da Microsoft.

Observação: Os erros de Kernel32.dll costumam ocorrer depois de alterações no sistema – como o acréscimo de um novo dispositivo, programa ou driver, por exemplo – e o Dr. Watson pode prestar alguma ajuda. Ao ser executado (clique em Iniciar > Executar, digite drwatson e dê Enter), ele permanece na barra de tarefas até ocorrer um erro, quando então gera uma imagem do sistema e guarda as informações (o programa que originou o erro e o endereço de memória onde ocorreu) num arquivo com extensão .WLG na pasta Windows\Drwatson.

Amanhã , embora seja feriado aqui em Sampa, a gente conclui essa trilogia.
Abraços a todos e até lá.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Mensagens de erro - primeira parte

Dias atrás, a Márcia pediu que eu publicasse uma matéria sobre as mensagens de erro do Windows, e eu prometi atendê-la, a despeito de já havermos enveredado por esses meandros em outras oportunidades (inclusive em alguns livrinhos da Coleção Guia Fácil Informática). Cumpre salientar, todavia, que a complexidade desse assunto daria um livro com centenas de páginas (e talvez nem assim fosse possível amarrar todas as pontas), razão pela qual, longe de esgotar o assunto, esta e as próximas duas postagens limitam-se a focar alguns aspectos básicos e oferecer umas poucas sugestões elementares.
Passando ao que interessa, embora sejam desagradáveis e até certo ponto assustadoras, as mensagens de erro oferecem pistas para a solução de diversos problemas, tanto no campo do hardware quando do software. Com base nelas, você pode eventualmente localizar a origem do problema e, com um pouco de sorte, uma possível solução, ainda que – infelizmente – não exista uma receita mágica aplicável a todos os casos.
Diante de uma mensagem de erro, deve-se primeiramente tentar identificar seu tipo ou categoria, descobrir quando e por que ela ocorreu, quais partes precisam de ser destacadas para se encontrar uma solução e onde obter ajuda para resolver o problema.

Observação: A Base de Conhecimentos da Microsoft (http://support.microsoft.com/) é um verdadeiro manancial de informações, mas, ao pesquisar, você não deve inserir toda a mensagem de erro, e sim limitar-se ao tipo da mensagem e aos códigos eventualmente presentes. Por exemplo, para “A fatal exception oE has ocurred at 028:Co282dBo in VxD IFSMGR(03) + oooo CF7C”, escreva “fatal exception oE VxD” em sua pesquisa; se não obtiver resultados, tente remover uma palavra e/ou selecionar All Microsoft Search Topics em vez de um produto específico, e caso obtenha muitos resultados, refine a pesquisa acrescentando mais palavras, expressões completas ou combinações de palavras, incluindo a expressão original.

Os travamentos do Windows são chamados de interrupções quando causados pelo hardware ou pelo próprio sistema operacional, e de exceções quando originados pelos aplicativos. Via de regra, as mensagens se dividem em quatro categorias principais: “Exceções Fatais”, “Erros de Proteção”, “Páginas Inválidas” e “Kernel32.dll”.
Uma exceção fatal ocorre quando o processador depara com uma operação impossível de ser executada – devido a uma falha de programação, um código demasiadamente confuso ou uma operação matemática que não pode ser resolvida, por exemplo, ou mesmo à existência de setores danificados na RAM, a componentes mal instalados ou mal configurados e a recursos incorretamente alocados. Se você não conseguir encontrar a solução para o problema na Base de Conhecimentos da Microsoft, use as informações reportadas na famigerada tela azul da morte para pesquisar com o Google ou outro buscador de sua preferência. Por exemplo, na mensagem “A fatal exception XY has ocurred at xxxx:xxxxxxxx”, o XY diz respeito ao tipo de exceção que ocorreu, e os dados seguintes indicam a localização do erro na memória. Copie o código e tente primeiramente obter informações em http://support.microsoft.com/gp/errormessage/pt-br. Note que, na maioria das vezes, o computador ficará “travado” até que você reinicie o sistema, mas não o faça antes de anotar pelo menos os dois dígitos iniciais do código de erro.

Dica: Na hora de identificar erros que acarretam panes no Windows ou nos aplicativos, a ferramenta “Visualizar Eventos” pode ser uma mão na roda. Para acessá-la, abra o Painel de Controle, clique em Ferramentas Administrativas e no ícone Visualizar Eventos. O item Sistema, situado na árvore de diretório do utilitário, registra as atividades realizadas no Windows, e o item Aplicação, o que está relacionado a outros softwares (é possível que outros tipos de aplicativos criem mais itens na árvore de diretório).
Os eventos são razoavelmente auto-explicativos, e as caixas de “Erro” e de “Alerta” são aquelas com as quais você deve se preocupar. Dando duplo clique sobre um evento você abrirá a tela das Propriedades do Evento e encontrará detalhes sobre o erro em questão e um link para o site de suporte da Microsoft. Para mais detalhes sobre os tipos de erros e o que eles significam, acesse o site http://eventid.net/ (copie o número do evento no campo eventID ou pesquise por palavras-chave que vêm na mensagem de erro usando o campo “Source”).

Amanhã a gente continua.
Abraços e até lá.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Melhor prevenir...

O “Patch Tuesday” da Microsoft é na segunda terça-feira de cada mês, mas isso não significa que a empresa não disponibilize um ou outro remendo “crítico” a qualquer tempo - como ocorreu na semana passada. Em vista disso, se as atualizações automáticas não estiverem devidamente configuradas em seu sistema, não deixe de rodar o Windows Update regulamente.
Falando em atualizações automáticas, vale relembrar que existem quatro opções de configuração (que você pode acessar dando clique direito em Meu Computador, escolhendo Propriedades e abrindo a guia Atualizações Automáticas):
No modo “Automático” (recomendado pela Microsoft), o Windows localiza, descarrega e instala as atualizações em segundo plano – você não é notificado nem interrompido durante o processo.
Com a opção “Baixar atualizações, mas eu decidirei quando instalá-las” (que eu considero a melhor escolha), o download é feito automaticamente e, ao final, basta clicar no ícone do Windows Update que aparece na área de notificação para completar o processo.
A opção “Notificar-me de atualizações, mas não baixá-las ou instalá-las automaticamente” faz com que o Windows se limite a verificar e informar a existência de atualizações (nesse caso, quando o ícone do Windows Update aparece na área de notificação, é preciso comandar manualmente o download e a instalação).
Finalmente, é possível (mas não recomendável) escolher a opção “Desativar Atualizações Automáticas” – nesse caso, se você não rodar o Windows Update regularmente, seu sistema ficará desatualizado e vulnerável a ameaças de segurança.
Outra maneira de manter seu PC em dia é visitar o site da Secunia para verificar se existem correções, atualizações ou novas versões dos programas que você utiliza (sugiro fazê-lo semanalmente ou cadastrar seu e-mail para receber um lembrete sempre que houver novidades). O endereço é http://secunia.com/vulnerability_scanning/online/.
Amanhã a gente inicia uma tilogia sobre as Mensagens de Erro do Windows, visando atender o pedido que a Márcia deixou no post da sexta-feira passada.
Abraços a todos e até lá.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Mensagem de erro e humor de sexta-feira

Todos mundo já deve ter deparado com a mensagem de erro “404, página não encontrada” (resposta padrão que notifica o internauta de que o endereço solicitado não existe). Para quebrar a rotina, alguns sites criaram mensagens inusitadas, como a que ilustra a postagem de hoje.

Passemos agora à nossa tradicional piadinha:
Num encontro entre chefes de governo, todos defendiam que Jesus tinha nascido em seus respectivos países:

a) 3 provas de que Jesus era judeu: Assumiu os negócios do pai; viveu em casa ate os 33 anos; tinha certeza de que a mãe era virgem e a mãe tinha certeza de que ele era Deus.

b) 3 provas de que Jesus era irlandês: Nunca foi casado; nunca teve emprego fixo; seu último pedido foi uma bebida.

c) 3 provas de que Jesus era italiano: Falava com as mãos; tomava vinho em todas as refeições; trabalhou no comércio.

d) 3 provas de que Jesus era californiano: Não cortava o cabelo; andava descalço; criou uma nova religião.

e) 3 provas de que Jesus era francês: Não trocava de roupa; não lavava os pés; não falava inglês.

f) 3 provas de que Jesus era brasileiro: Nunca tinha dinheiro; vivia fazendo milagres; se ferrou na mão do governo.

Não foi possível chegar a um consenso sobre a nacionalidade de Jesus,mas todos concordaram com uma coisa: Judas, com certeza, era Argentino...

Bom final de semana a todos.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Senhas e mais senhas...

Senhas são "chaves virtuais" destinadas a garantir que somente usuários autorizados tenham acesso ao sistema operacional, a certos aplicativos e a uma profusão de serviços baseados na Web. Para prover segurança, elas devem ser "fortes" e compatíveis com a importância daquilo que se pretende proteger. Quando a idéia é apenas impedir que abelhudos acessem sua conta no Orkut, por exemplo, uma senha de seis caracteres alfanuméricos está de bom tamanho, mas na hora de criar um login para o netbanking, convém utilizar pelo menos oito caracteres sem qualquer sequência lógica e combinados com símbolos como # , _ , @, -, / e outros que tais.
Mas de nada adianta trancar uma gaveta e largar a chave em cima da mesa, de maneira que não é uma boa idéia anotar senhas em post-its e colá-los na moldura do monitor (por incrível que pareça, ainda existe quem faça isso). Além disso, se você for salvar suas senhas num arquivo digital, é bom protegê-las com alguma forma de criptografia (para criar um documento com senha no Word, clique em Arquivo > Salvar como... e, na janelinha que se abrir, clique na setinha ao lado de Ferramentas, selecione Opções de Segurança e faça as configurações desejadas).
Além de criar senhas rebuscadas e mantê-las longe dos curiosos, é preciso também substituí-las regularmente e evitar repetí-las em serviços diferentes, o que torna quase impossível memorizar todas elas e lembrar qual se aplica a cada caso - a não ser com a ajuda de um gerenciador de senhas.
O RoboForm (gratuito para uso não comercial) gerencia senhas e informações de login, preenche informações exigidas pelos sites e serviços e ainda oferece um gerenciador de anotações, um gerador de senhas e um mecanismo de busca (mais informações e download em http://www.roboform.com/).
Outra opção interessante é o KeePass (http://keepass.info/), que também é gratuito, dispensa instalação (roda direto de um pendrive ou de uma pasta no HD) e protege suas senhas com criptografia de 256 bits.
Bom dia a todos.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Quando o progresso vira retrocesso

Se você teve alguma experiência pouco gratificante com upgrades de softwares, saiba que não está sozinho. Meses atrás, atualizei meu WinZip para a versão atual (12.0) e descobri teria de pagar US$ 29.95 para continuar utilizando o programa após o período gratuito (90 dias); mais recentemente, atualizei o Skype e não gostei da nova interface – que achei um tanto confusa e bastante poluída.
Do ponto de vista dos desenvolvedores de softwares, as novas versões integram correções de erros e brechas de segurança, interfaces melhoradas, funções mais abrangentes e outros aprimoramentos, mas, na prática, alguns programas acabam se transformando em monstruosidades devoradoras de recursos e difíceis de utilizar, enquanto outros perdem suas características mais atraentes (visando levar os usuários a migrar para suas versões pagas).
A propósito, uma matéria publicada na PCWorld americana relaciona diversos “bons softwares” que se tornaram ruins, dentre os quais o MSN (ou MSN Messenger, ou ainda Windows Live Messenger – após tantas mudanças de nome, fica difícil alguém se lembrar de todos eles), o Windows Media Player (que já foi bem mais simples, prático e fácil de usar), o Winamp (que cresceu através dos anos, e não necessariamente para melhor), o ACDSee (cuja versão atual é grande, lenta, e difícil de usar) e o Adobe Reader (que começou com 1.4 MB e agora já passa dos 20 MB).
Vale salientar que, dentro do contexto global, ocorrências dessa natureza são exceções, não a regra, razão pela qual nossa recomendação continua sendo no sentido de atualizar os programas e migrar para as novas versões sempre que possível (especialmente por conta da segurança). Em situações excepcionais, todavia, sempre se pode contar com sites como o OldVersion (http://www.oldversion.com/) e o OldApps (http://www.oldapps.com/), que oferecem versões antigas de um vasto leque de programas.
Até mais ler.