segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

INTERNET EXPLORER 9

Lá pelos idos de 1997, depois de “embutir” o Internet Explorer 4 no Windows, a Microsoft desbancou a Netscape, venceu a “primeira guerra dos browsers” e reinou absoluta por anos a fio, chegando a abocanhar mais de 90% desse segmento de mercado. Anos mais adiante, no entanto, essa popularidade viria a cobrar seu preço: amplamente utilizados em nível mundial, o Windows e demais produtos Microsoft se tornaram alvos naturais dos hackers, crackers, criadores de malwares e aparentados, o que levou muitos usuários a buscar segurança nos browsers da concorrência (notadamente o Firefox e o Chrome) e reduziu a participação do IE a menos de 60% do mercado de navegadores.
Não dá para dizer como essa história vai ficar com a chegada do IE9 – cujo “release candidate” está pra ser lançado nos próximos dias –, mas já se sabe que ele não será compatível com o XP. Inicialmente, eu achei que isso era apenas uma estratégia de marketing visando apressar a aposentadoria do velho sistema e “forçar” os usuários a migrar para o Seven, mas, segundo a Microsoft, a nova versão faz uso do Direct2D e do DirectWrite (tecnologias que não estão presentes no XP) para aprimorar a exibição de mapas e outras imagens, oferecer mais velocidade na execução do JavaScript e suportar padrões em ascensão na web (como HTML5, CSS3 e SVG).
Em face do exposto, usuários como este que vos escreve não devem se entusiasmar muito com esse lançamento – a menos que, nesse entretempo, se animem a fazer o upgrade do sistema operacional. O importante, isso sim, é atualizar seus navegadores para a última versão compatível com o XP (IE8) e instalar todas as correções/atualizações disponibilizadas pela Microsoft.
Uma ótima semana a todos.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

HOAX e humor de sexta-feira

As ferramentas de segurança estão cada vez mais “inteligentes”, intuitivas e amigáveis, mas ainda consultem o usuário em situações específicas (e, nessa hora, clicar em SIM ao invés de NÃO, ou em PERMITIR ao invés de BLOQUEAR é dor de cabeça na certa). Demais disso, diversas maracutaias digitais passam ao largo dessa proteção, como é o caso dos HOAXES. Imagine que:

Numa sexta-feira qualquer, o relógio do escritório marca meio-dia. Quando você se prepara para gastar os poucos trocados que lhe restam num sanduba gorduroso do sujinho da esquina, seu PC acusa o recebimento de um novo e-mail. Curioso, você abre a mensagem e vê que o velho Osama finalmente se lembrou do Brasil: dois 747s carregados com explosivos colidiram há poucos minutos com o Congresso Nacional, ceifando de maneira chocante (literalmente), a carreira de centenas de políticos tupiniquins. Ainda boquiaberto diante da notícia, você imagina que o governo irá decretar três dias de luto oficial – ou mesmo feriado nacional – e já pensa em economizar a grana do lanche para investir em meia dúzia de rojões de cinco tiros – afinal, acontecimentos dessa natureza merecem ser comemorados em grande estilo. No entanto, você logo desconfia de algo de podre no Reino da Dinamarca – ou, melhor dizendo, da Brasília da Fantasia: às sextas-feiras, o Congresso costuma estar mais vazio que a sua carteira, de modo que notícia deve ser apenas um boato.

Brincadeiras à parte, seria lamentável destruir uma obra arquitetônica como a do Congresso simplesmente para eliminar maus políticos (coisa que pode ser feita através das urnas, desde que o povo se conscientize disso).
Enfim, voltando ao mote desta postagem, o termo Hoax (boato) é usado no léxico da Web para designar falsos alertas que chegam por e-mail ou são divulgados em redes sociais – geralmente num tom alarmista e/ou “endossados” por empresas de renome como IBM, Microsoft, Symantec e outras que tais. Esses “avisos” recomendam a adoção de “medidas corretivas” ou a execução de programas supostamente destinados a neutralizar a ação de pragas virtuais, além de recomendar enfaticamente ao destinatário repassá-los para o maior número possível de pessoas.
Um exemplo clássico – antigo, mas que de vez em quando volta à tona – é o do “Vírus do Ursinho” (jbdgmgr.exe). A mensagem sugere que o “vírus” em questão (que apresenta o ícone de um ursinho) escapa dos antivírus e fica latente por 14 dias, sendo imperativo localizá-lo e removê-lo o quanto antes. Quando o destinatário do e-mail segue tais instruções, acaba removendo um arquivo legítimo do Windows (e levando muitos de seus contatos a fazer o mesmo).
Identificar um hoax nem sempre é fácil, já que os temas explorados são os mais diversos. No entanto, essas pragas sempre trazem algo como “espalhe esta mensagem para sua lista de contatos” ou “encaminhe este e-mail para o máximo de pessoas possível” (se o texto incluir ameaças do tipo “você terá azar, ficará solteiro pelo resto da vida e blá, blá, blá”, nem tenha dúvida de que se trata de um hoax!).
Se o alerta lhe parecer autêntico e for “endossado” por alguma empresa bem conceituada, confirme a informação junto a quem de direito (além de esclarecer sua dúvida, a empresa poderá divulgar um desmentido em seu website, evitando, assim, que outros internautas sejam enganados). Caso isso não seja possível, recorra a sites como http://vil.mcafee.com/hoax.asp, http://www.symantec.com/business/security_response/threatexplorer/risks/hoaxes.jspwww.datafellows.com/news/hoax/ e http://hoaxbusters.ciac.org/, de modo a evitar contribuir para a disseminação de “mentiras” e acabar mal visto por quem der por verdade o teor das mensagens e se trumbicar ao adotar as providências sugeridas.

Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:

O menino diz ao pai:
- Pai, posso lhe fazer uma pergunta?
- Claro meu filho.
- O que é Política?
- Bem - diz o pai -, vou usar a nossa família como exemplo. Sou eu quem traz dinheiro para casa, então sou o "Capitalismo". Sua mãe administra (gasta) o dinheiro, então ela é o "Governo". E como nós cuidamos das suas necessidades, então você é o "Povo". A empregada é a "Classe trabalhadora" e seu irmão nenê, o "O Futuro". Deu pra entender?
- Mais ou menos, pai.
Naquela noite, despertado pelo choro do irmãozinho que havia sujado a fralda, o menino vai ao quarto dos pais e encontra sua mãe num sono profundo. No quarto de serviço, ele vê pelo buraco da fechadura o pai, na cama, na maior “festa” com a empregada. Na manhã seguinte, ele diz ao pai:
- Pai, eu já entendi o que é política!
- Ótimo, meu filho! Então, explique com suas próprias palavras.
- Bom – diz o menino -, enquanto o Capitalismo fode a Classe Trabalhadora, o Governo dorme profundamente, o povo é totalmente ignorado e o Futuro fica todo cagado!

Bom f.d.s. a todos.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

R-Updater

Nem vou repetir aqui a importância de manter o sistema e os programas atualizados, mas apenas relembrar que o Windows Update não contempla softwares “não-Microsoft”, e como nem todos os programas possuem esquemas nativos para avisar o usuário da existência de atualizações ou novas versões, uma boa idéia é visitar regularmente o site da SECUNIA (para mais detalhes, clique aqui ).
Outra opção interessante, no entanto, é o utilitário R-UPDATER, também gratuito e disponível tanto na forma portátil quanto instalável. Ele verifica os softwares no computador, lista as versões instaladas e as novas, disponíveis na lista de updates. Basta você escolher o que deseja atualizar e clicar no botão UPDATE para ser redirecionado à página da R-TOOLS, onde estão os links para as versões mais recentes dos aplicativos selecionados.
Bom dia a todos e até mais ler.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Desfragmentação do Registro e outros que tais

Conforme já vimos, o “Registro” é um importante repositório de informações e configurações que o Windows consulta a cada inicialização. Ele armazena dados essenciais sobre o SO, hardware, programas instalados e perfis dos usuários que o sistema utiliza e salva (com as eventuais alterações) ao final de cada sessão.
No XP, esse “banco de dados” é composto por cinco chaves principais (nas versões 98/ME, elas eram seis), com subchaves, seções e entradas de valores – que crescem conforme fazemos reconfigurações e instalamos novos programas, por exemplo, bem como pelo acúmulo de DLLs duplicadas e dos resíduos oriundos de desinstalações mal feitas ou incompletas.
Manter o Registro em ordem é essencial para o bom desempenho do sistema, mas a Microsoft, por qualquer razão incerta e não sabida, não oferece uma ferramenta nativa para esse fim. E como fazer o serviço manualmente através do Editor do Registro é impensável, já que seria preciso esquadrinhar e manipular milhares e milhares de entradas, resta recorrer a programas de terceiros – já analisamos e sugerimos uma porção deles, como você pode conferir através do campo Pesquisar do Blog ou via  Google, inserindo termos chave como “Registro” ou “Registro do Windows” mais a expressão “site:http://fernandomelis.blogspot.com/” (sem aspas).
Vale lembrar que, além de programas para a “limpeza” do Registro, nossos posts incluem diversas opções de softwares que ajudam a editá-lo de maneira mais segura (permitindo acessar uma vasta gama de ajustes e configurações que não são disponibilizados através de menus ou via Painel de Controle).
Demais disso, como o registro é dinâmico, as constantes modificações requerem desfragmentações periódicas do arquivo onde seus dados são gravados, coisa que foge, por padrão, às possibilidades do desfragmentador nativo do Windows (já que o arquivo em questão permanece bloqueado quando o sistema está carregado). Assim, também nesse caso é preciso recorrer a ferramentas de terceiros, como as que nosso parceiro Kevin sugeriu em http://updatefreud.blogspot.com/2011/01/desfragmentador-registro-windows.html. Vale conferir.
Abraços a todos e até a próxima.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Senhora Presidenta

Melhor que discutir questões semânticas, como a forma de tratamento preferida pela nossa recém-eleita “Presidenta”, é torcer pelo seu sucesso. Afinal, seja para o gáudio de quem ansiava pelo continuísmo, seja para o dissabor dos que votaram na oposição (talvez por não agüentarem mais pagar impostos escorchantes e ver o dinheiro escoar pelos ralos da incompetência e da corrupção), Dilma foi eleita, empossada, e ponto final.
Mesmo assim, pegando um “gancho” no post da última sexta-feira, resolvi dedicar algumas linhas à forma de tratamento mais adequada à primeira representante do “sexo frágil” a presidir o Brasil desde a proclamação da república.
A propósito, quando Luíza Erundina foi eleita prefeita de São Paulo, as mudanças nas placas do palácio deram margem a alguma polêmica, ainda que o feminino de prefeito seja prefeita (e o de vereador, vereadora; o de governador, governadora, e por aí vai). Mas e o de presidente?
Segundo o professor Pasquale, palavras que terminam 'nte' não têm variação; o que identifica o gênero é o artigo que as precede – como em o (ou um) gerente / a (ou uma) gerente. Entretanto, nossos principais dicionaristas registram a forma “presidenta”, ainda que ela seja desnecessária, soe mal e cause alguma estranheza. E o mesmo raciocínio vale para “estudanta”, “adolescenta”, “chefa”, “soldada”, “generala” etc.
Na língua portuguesa, quando queremos designar algo ou alguém com capacidade para exercer a ação expressa por um verbo, adicionamos à raiz verbal os sufixos “ante”, “ente” ou “inte” (como em atacar/atacante, existir/existente). Por conseguinte, inobstante o sexo, a melhor forma de designar quem preside uma reunião, uma escola de samba, um país (ou seja lá o que for) é PRESIDENTE.
Para ilustrar o contexto em assunto, segue abaixo um excerto de um e-mail que recebi dias atrás:

A presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta após ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta, dentre tantas outras atitudes barbarizentas, não pode assassinar o vernáculo só para ficar contenta.”

Abraços a todos e até amanhã..

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Vírus de celular

Por sugestão do meu amigo Georges (sumido, mas não desaparecido), vou dedicar esta postagem aos celulares, que, como sabemos, há muito passaram de simples telefones móveis a versões “de bolso” do computador de casa. A meu ver, a finalidade precípua de um telefone móvel é fazer e receber ligações de boa qualidade em qualquer lugar (coisa que a expansão das redes e as novas tecnologias implementadas pelas operadoras permitem, pelo menos até certo ponto). No entanto, muita gente valoriza outros aspectos – tais como a resolução da câmera digital integrada, a quantidade de memória disponível para armazenar arquivos, a capacidade de navegar na Web, gerenciar e-mails, fazer downloads, acessar redes sociais e por aí vai.
Claro que toda essa sofisticação tornou os telefoninhos bem mais complexos, e complexidade, no âmbito da TI, caminha de braços dados com insegurança. Embora os celulares mais simples não sejam capazes de executar aplicativos além daqueles fornecidos pelo fabricante, qualquer modelo que conte com um SO pode ser alvo de códigos maliciosos.
O Cobir (worm surgido em 2004) é considerado o primeiro vírus para celular, conquanto o brasileiro Marcos Velasco – desenvolvedor do famoso RegClean – tenha criado, na mesma época, um código experimental de auto-instalação para Symbian (plataforma amplamente utilizada em celulares), visando comprovar sua vulnerabilidade a vírus, trojans e assemelhados. De lá para cá, surgiram centenas de novas pragas, que se dividem em três categorias principais: as de autopromoção visam mostrar a “expertise” de seus criadores, descarregando a bateria, enviando mensagens e modificando a aparência dos aparelhos infectados; as silenciosas – mais comuns atualmente – atacam na surdina para obter informações privilegiadas (como agenda do usuário), enquanto as espiãs são capazes de gravar ligações ou mensagens (consta que o primeiro “mobile spyware”, descoberto em 2006, foi um produto comercial desenvolvido como solução para descobrir traições conjugais). Isso sem mencionar que muitos modelos são conectados ao PC para transferir ou sincronizar dados, e alguns malwares disseminados por pendrives podem se valer deles como “ponte” para atingir outros computadores.
A popularidade do Bluetooth trouxe uma série de riscos de segurança ao uso dos celulares (como o acesso remoto com direito à execução de comandos, visualização de listas de contato, agendas pessoais e daí por diante). Um celular equipado com Bluetooth é capaz de identificar e trocar arquivos com aparelhos semelhantes num raio de alcance que varia de 10 a 100 metros, e, no meio de uma multidão, pode infectar diversos celulares desprotegidos. E ainda que essas ameaças não cheguem nem perto das verificadas em redes Wi-Fi, considerando que quase todo mundo possui celulares, hoje em dia, os riscos são tão altos quanto os oferecidos pelo estranho que está atrás de você na fila do Banco ou pelo motoqueiro que para ao lado do seu carro no farol.
Para piorar, nem sempre é fácil identificar um vírus de celular. Se a praga for de autopromoção, é quase certo que o aparelho ficará desconfigurado ou a bateria descarregará rapidamente, mas as demais modalidades podem facilmente passar despercebidas por muito tempo. Para se prevenir:

1) Mantenha as conexões de rede do seu celular desativadas, ou, no mínimo, ajuste as configurações para “oculto” ou “invisível”.
2) Na hora de trocar arquivos, faça-o sempre em local seguro e jamais aceite mensagens ou requisições vindas de pares desconhecidos.
3) Tome cuidado ao navegar na Web, fazer downloads de arquivos, e nunca abra mensagens multimídia (MMS) de origem suspeita.
4) Se comprar um aparelho usado, restaure as configurações de fábrica antes de inserir seus dados (na maioria dos celulares, essa opção aparece como “Restaurar configuração de fábrica”, “Restaurar Configuração Original” ou “Master Reset”).
5) Visite regularmente o site do fabricante do aparelho e instale quaisquer atualizações ou correções disponibilizadas para o seu modelo.

Para os mais “paranóicos”, vale lembrar que empresas de segurança como AVG, F-Secure, Kaspersky, McAfee, Symantec e Trend Micro oferecem antivírus para celulares em seus portfólios de produtos (acesse os respectivos sites para obter mais informações a propósito).
Como amanhã é aniversário de Sampa, mas feriado somente aqui no município, resolvi postar o Blog normalmente. Abraços e até lá.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

“Pegadinhas” do idioma e humor de sexta-feira

Nosso idioma é complexo, e a abundância de regras de ortografia e gramática dificulta barbaramente a vida de quem se esmera em escrever bem. Mesmo na linguagem falada (coloquial), é comum cometermos uma porção de “deslizes” – muitos dos quais até passam batidos, já que, nesse caso, a norma culta da língua não é observada com tanto rigor quanto na forma escrita. No entanto, erros devem ser evitados na medida do possível (aliás, a postagem do último dia 05 oferece algumas sugestões de plug-ins para os navegadores, que, embora não sejam perfeitos, ajudam muito a prevenir repetições de palavras e escorregadelas ortográfico-gramaticais).
É desagradável ouvir alguém dizer ou escrever para MIM fazer, AO par (de um fato ou assunto) e entrega À domicílio, por exemplo, ou então usar e abusar do pleonasmo vicioso ( como em entrar para dentro, subir para cima, etc.).Também "doi no ouvido" quando o incauto escorrega na conjugação do verbo FAZER (que fica no infinitivo sempre que expressa idéia de TEMPO, sendo o correto dizer FAZ cinco anos, FAZ dois séculos, FEZ 15 dias) ou do verbo HAVER no sentido de EXISTIR (o certo é HOUVE muitos acidentes, DEVE HAVER muitos casos iguais, e por aí vai).
Aliás, falando no verbo HAVER, nunca diga dez anos ATRÁS, já que tanto HÁ quanto ATRÁS, nesse contexto, indicam o tempo passado (o correto é dizer HÁ DEZ ANOS ou DEZ ANOS ATRÁS, uma coisa ou outra).
Por conta disso, sugiro visitar o Blog do Lucidreira e conferir a postagem http://lucidreira.blogspot.com/2011/01/100-erros-de-portugues.html, que traz 100 dicas preciosas para fugir dos erros mais comuns.

Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:

Segundo algumas fontes maledicentes, as questões de múltipla escolha transcritas abaixo são as que foram submetidas ao palhaço Tiririca, que precisou provar ser alfabetizado para não perder a teta, digo, o cargo a que foi eleito pelos paulistas (com cerca de 1.300.000 votos):


Um grande presidente brasileiro foi Castelo...
( ) Roxo ( ) Preto ( ) Branco ( ) Rosa choque ( ) Amarelo


Um líder chinês muito conhecido chamava-se Mao-Tsé-...
( ) Tang ( ) Teng ( ) Ting ( ) Tong ( ) Tung


A principal avenida de Belo Horizonte chama-se Afonso...
( ) Pêlo ( ) Pentêlho ( ) Penugem ( ) Pena ( ) Cabelo


O maior rio do Brasil se chama Ama...
( ) boates ( ) zonas ( ) cabarés ( ) relinhos ( ) puteiros

Quem descobriu a rota marítima para as Índias foi
( ) Volta Redonda ( ) Fluminense ( ) Palmeiras ( ) Botafogo ( ) Vasco Da Gama


A América foi descoberta por Cristóvão Co...
( ) maminha ( ) picanha ( ) alcatra ( ) lombo ( ) carne de sol


Grande Bandeirante foi Borba...
( ) Lebre ( ) Zebra ( ) Gato ( ) Veado ( ) Vaca


Quem escreveu ao Rei de Portugal sobre o descobrimento do Brasil Foi Pero Vaz de...
( ) Anda ( ) Pára ( ) Corre ( ) Dispara ( ) Caminha


Um famoso ministro de Portugal foi o Marques de...
( ) Galinheiro ( ) Puteiro ( ) Curral ( ) Pombal ( ) Chiqueiro


D. Pedro I popularizou-se por...
( ) eliminar a concorrência
( ) decretar sua falência
( ) saturar a paciência
( ) proclamar a independência
( ) liberar a flatulência


11) Pedro Álvares Cabral...
( ) inventou o fuzil
( ) engoliu o cantil
( ) descobriu o Brasil
( ) foi pra puta que pariu
( ) tropeçou mas não caiu


Foi no dia 13 de maio que a Princesa Isabel...
( ) esmagou a tanajura
( ) botou água na fervura
( ) engoliu a dentadura
( ) segurou a coisa dura
( ) aboliu a escravatura


Um grande ator brasileiro é Francisco Cu...
( ) sujo ( ) de ferro ( ) oco ( ) largo ( ) apertado


O autor de Menino do Engenho foi José Lins do...
( ) Fiofó ( ) Cu ( ) Rego ( ) Furico ( ) Forevis


O mártir da independência foi Tira...
( ) gosto ( ) cabaço ( ) que está doendo ( ) dentes ( ) e põe de Novo

Bom f.d.s.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Engenharia social...

Os adwares tornam-se perigosos quando, promovidos a SPYWARES, propiciam furtos de identidades, senhas e números de cartões de crédito, ou quando seqüestram seu PC para usá-lo em ataques de negação de serviço e envio de SPAM.
Conforme dissemos, essas pragas costumam vir embutidas em softwares úteis que baixamos da Web, mas também são distribuídas em sites de conteúdo hacker ou de pornografia – onde é comum clicarmos numa imagem para vê-la ampliada, por exemplo, e em vez disso aparecer uma telinha dizendo que é necessário instalar um plug-in para visualizar as fotos. E mesmo que cliquemos em Não, a instalação pode ser iniciada.
Os spywares também podem vir de carona em anexos de e-mails (tome muito cuidado) ou em páginas para as quais você é direcionado ao clicar em links exibidos em salas de chat, programas de troca de mensagens instantâneas, e por aí vai. Em certos casos (exploits), eles simplesmente se aproveitam de uma brecha de segurança qualquer (especialmente no navegador, daí a importância de manter o sistema e demais programas devidamente atualizados), quando então nem é preciso clicar em nada.
Alguns spywares agem silenciosamente, enquanto outros dão sinais claros de sua presença. Se a página inicial do seu navegador for alterada, se propagandas forem exibidas constantemente, se barras com funções extras surgirem “do nada” ou se sites abrirem sozinhos, convém por as barbas de molho, pois é bem provável que haja algum spyware por trás dessas “anormalidades”.
Para concluir, não custa lembrar a importância da ENGENHARIA SOCIAL (conjunto de técnicas que exploram a inocência, ingenuidade ou confiança das pessoas) na disseminação de pragas e outros perigos pela Web. As táticas variam, mas os objetivos são sempre escusos, sendo importante ficar de olho em e-mails pretensamente oriundos de empresas idôneas oferecendo produtos ou serviços “irrecusáveis”, pois a idéia é levar os destinatários a “atualizar” seus dados – seja através de supostos formulários que vêm em anexo, seja mediante links que remetem a páginas maliciosas. Os mais comuns se fazem passar por Bancos, empresas de software (Microsoft, Symantec etc.), programas de TV (como o Big Brother Brasil), órgãos governamentais (Receita Federal, Justiça Eleitoral) e entidades que tais.

Observação: Qualquer um fica preocupado ao receber uma notificação de dívidas pendentes ou de problemas com seu CPF ou Título de Eleitor, por exemplo, e mesmo sabendo que esse tipo de golpe costuma ser aplicado via e-mail, pode acabar acreditando na mensagem e clicando no link que a acompanha, visando obter detalhes sobre o suposto problema.

Ainda que seja possível identificar as maracutaias (nem todas, infelizmente) checando os remetentes das mensagens ou buscando discrepâncias entre os links e os endereços verdadeiros para onde eles apontam, a melhor maneira de evitar ser pego no contrapé é acessar o website da empresa/instituição em questão e conferir a autenticidade da mensagem; ser for possível entrar em contato por telefone, tanto melhor.
A engenharia social é amplamente utilizada na obtenção de informações financeiras porque explora as “falhas de segurança humanas”. Os sistemas dos Bancos são bem protegidos, de modo que é mais fácil tentar levar os próprios correntistas a fornecer suas informações confidenciais. Como as instituições escolhidas são geralmente muito conhecidas (Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, etc.), são grandes as possibilidades de as vítimas serem clientes e digitarem inocentemente seus dados (e dias depois constatarem o “rombo” em suas contas).
A melhor arma contra a engenharia social é a informação. Mesmo tendo um arsenal de segurança responsável e mantendo o sistema e os programas atualizados, as brechas humanas continuam a existir – e como muitos internautas não têm noção dos perigos que correm, acabam maravilhados com a Web e tendem a acreditar em tudo aquilo que lêem nesse meio.
Barbas de molho, minha gente.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Ainda a mesma chatice...

A sensível redução no número de comentários deixa patente o desinteresse dos leitores por matérias que envolvem segurança, mas a relevância do assunto me leva a persistir (como faço no post de hoje e farei no de amanhã, que encerra esta sequência).  
Voltando ao que interessa (ou deveria interessar), o termo SPYWARE (software espião, numa tradução livre) abrange um vasto leque de códigos nocivos que, como nome sugere, visam espionar as atividades e hábitos de navegação do usuário do computador. Eles podem “infectar” o sistema de diversas maneiras, sendo que a mais comum consiste na instalação (oculta) em conjunto com outro software legítimo, como um jogo ou um programa de compartilhamento de arquivos de música ou vídeo, por exemplo.
Quando começaram a oferecer gratuitamente versões “enxutas” de seus produtos – uma estratégia segundo a qual dar o aperitivo incentiva a venda do prato principal –, muitos desenvolvedores acharam de combiná-los com adwares (programinhas destinados a exibir banners ou janelinhas pop-up com mensagens publicitárias), de modo que seus ganhos estariam garantidos: se o usuário gostasse do aplicativo, bastaria migrar para a versão comercial para se livrar das propagandas; se isso não ocorresse em 100% dos casos, sobrariam os trocados pagos pela empresa de marketing por conta da distribuição dos adwares.
Note, porém, que nem todo programa que exibe anúncios é “nocivo”. Você pode baixar um aplicativo gratuito qualquer e “contraprestar” o serviço permitindo que ele exiba anúncios e monitore suas atividades online para adequar a publicidade ao seu perfil pessoal, por exemplo.

Observação: Sempre você que instalar um software em seu computador, leia com atenção todas as cláusulas da EULA. Ás vezes, a inclusão de um módulo indesejado numa determinada instalação está documentada, mas só é mencionada no final do contrato de licença ou na declaração de privacidade – que quase todo mundo aceita sem ler. Tenha em mente que clicar em Yes, Sim, Aceito, Submit, embora indispensável para prosseguir com a instalação do programa, implica na sua concordância com os termos do contrato. Para evitar essa esparrela, baixe e instale o EULAlyzer – depois, basta arrastar o ícone respectivo para os termos de aceitação de um contrato e visualizar qualquer conteúdo potencialmente perigoso.

Amanhã a gente conclui. Abraços a todos e até lá.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Spywares e assemelhados...

Vimos ontem que a maré não está para peixe (ou para carne sangrenta), sendo indispensável, portanto, contar com um bom arsenal de defesa para navegar com um mínimo de segurança. Afinal, os malwares evoluíram sobremaneira com o passar do tempo (para mais detalhes, clique aqui), sem mencionar que existem, atualmente, centenas de milhares de vírus, worms, trojans, spywares, rootkits, adwares e outros códigos nocivos (o número varia conforme a empresa de segurança responsável pela informação) com propósitos os mais variados – dentre outras coisas, essas pragas podem infligir danos ao sistema, assumir o controle remoto do computador (visando somar recursos para ataques DoS e DDoS, por exemplo), propiciar roubos de identidade, dados bancários, números de cartões de crédito e outras informações confidenciais que resultem em algum tipo de lucro para os cibercriminosos.
Conforme mencionamos em diversas ocasiões, o Windows, mesmo sendo um sistema eclético, não oferece todos os recursos e funções de que necessitamos para realizar nossas tarefas, razão pela qual a instalação de softwares complementares (aplicativos, utilitários, etc.) é mais do que natural. Todavia, muito embora a Web ofereça miríades de freewares – muitos dos quais pouco ficam devendo aos similares pagos –, instalar programas a torto e a direito levando em conta apenas o fato de serem gratuitos é uma tentação à qual devemos resistir: além de não ser boa política entupir o disco com uma profusão de inutilitários (ou prejudicar a performance do sistema devido à constante instalação/remoção de softwares), existe ainda a questão do SPYWARE.
Antes de entrar nesse mérito, convém salientar que o valor real dos computadores, antigamente, estava no hardware, mas o crescimento da indústria de TI levou-os a ser comercializados em separado. Hoje em dia, do ponto de vista da distribuição, os softwares se dividem basicamente em LIVRES – que podem ser copiados, adaptados, modificados, aprimorados e distribuídos pelos próprios usuários – e PROPRIETÁRIOS – cuja utilização é regida por contratos de licença que estabelecem restrições à execução, cópia e modificação.

Observação: Nem todo software livre é gratuito, e nem todo software gratuito é livre. Os “freewares”, por exemplo, são oferecidos gratuitamente – geralmente por conta de uma estratégia comercial que visa despertar o interesse dos usuários por suas versões mais completas (pagas) –, conquanto sejam distribuídos apenas na forma binária, pois seus contratos de licença proíbem quaisquer modificações.

Vale relembrar que os softwares atuais chegam a ser compostos por milhões de linhas de código, e isso propicia a indesejável – mas inevitável – incidência de bugs (muitos do quais só são identificados e corrigidos depois do lançamento dos programas no mercado). Em certos casos, esses erros de programação não têm grandes conseqüências, mas há situações em que eles podem dar origem a brechas de segurança que inexoravelmente acabam exploradas por crackers e assemelhados.O Windows e os demais produtos Microsoft podem ser atualizados automaticamente, mas os demais programas exigem atualizações individuais – que podem ser feitas bem mais facilmente se você rodar regularmente o SECUNIA OSI (para mais detalhes sobre o Windows Update e a atualização de softwares de terceiros, clique aqui).
Amanha a gente continua; abraços e até lá.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Assunto chato, mas necessário...

Escrever sobre segurança aqui no Blog pode ser redundante e aborrecido (e ler sobre o assunto, mais ainda), mas a verdade é que a informação é a nossa melhor arma contra a bandidagem virtual. Por conta disso, especialmente em atenção aos recém-chegados, resolvi publicar mais uma seqüência de posts sobre o tema, até porque, como costumo dizer, navegar na Web está mais para um safári selvagem do que para um bucólico passeio no parque.
Vale relembrar que programas capazes de se auto-reaplicar – uma das principais características dos vírus eletrônicos – foram desenvolvidos ainda na década de 50 e levaram décadas até se espalharem entre PCs (inicialmente através de disquetes infectados). No entanto, com a popularização da Internet, além de surgiram inúmeras novas espécies de pragas, com características e propósitos distintos, elas passarm a se disseminarar em proporções épicas.
Atualmente, bastam poucos minutos na Web com um computador desprotegido para atrair pestes como uma peça de carne sangrenta atrai tubarões em águas infestadas. E se a pior conseqüência de uma infecção viral tradicional era a aborrecida e trabalhosa reinstalação do Windows, boa parte dos malwares (de MALicious softWARES) atuais serve de ferramenta para crackers e cibercriminosos desfecharem seus golpes escusos.

Observação: A Web não é o único meio de transporte de pragas virtuais, já que também é possível ser infectado por mídias ópticas ou pendrives com arquivos maliciosos que provenham de familiares, amigos e conhecidos (nunca abra ou execute arquivo algum sem antes analisá-lo com um software de segurança).

Diante do exposto, embora a conscientização do internauta em relação aos perigos que o cercam e à necessidade manter os softwares atualizados, dispor de um arsenal de defesa responsável, evitar sites inseguros e redobrar os cuidados com anexos de e-mail e links suspeitos seja meio caminho andado, a jornada ainda é longa...
Amanhã a gente continua; abraços a todos e até lá.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A volta dos Ransomwares e humor de sexta-feira

Muito “populares” no início de 2007, os ransomwares, que andavam meio sumidos, parecem estar voltando à ativa. Ransomwares são programinhas usados por cibercriminosos para “seqüestrar” dados. Quando o código malicioso atinge o sistema alvo, todo o conteúdo da pasta Meus Documentos é transferido para um arquivo protegido por senha, e o usuário recebe um pedido de resgate. Depois que o pagamento é efetuado, os crackers fornecem a senha para que os dados voltem a ser acessados normalmente.
Segundo a empresa de segurança SANS (http://www.sans.org/), as novas versões – que utilizam arquivos PDF infectados para explorar vulnerabilidades conhecidas no Adobe Reader ou visam o registro mestre de inicialização de PCs com Windows – exigem até 120 dólares para devolver o controle dos dados aos seus legítimos proprietários.
Barbas de molho, pessoal.

Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:

Sabem aquele famoso endereço de e-mail que as empresas disponibilizam para contato com seus clientes (faleconosco, falecon@/sac@, etc.)? Pois é, vejam o que algumas pessoas têm a capacidade de escrever – e imaginem a cara dos funcionários encarregados de responder esses e-mails!



EMPRESA: LUPO
Olá, recentemente adquiri três cuecas da Lupo, modelo Speedo. Acontece que após um dia de uso, a hora que eu tiro a cueca, ninguém aguenta o cheiro. A Valdirene, que é empregada de casa, disse que não vai lavar as cuecas por causa do odor, minha mãe também. Meu pai disse que pode ser problema de fungo na virilha ou coisa assim, mas isso não é, por que tenho boa higiene. O que faço? Pode ser problema na fabricação das cuecas? Daniel
Resposta: Prezado Sr. Daniel, Agradecemos seu contato e sua preferência por nossos produtos. Informamos que seu relato sobre as cuecas é inédito.. Acreditamos não se tratar de problema em nossa fabricação, pois nunca tivemos nenhum problema desse tipo e trabalhamos com matérias-primas de qualidade. Atenciosamente, SAC - LUPO


EMPRESA: PHILIPS
Olá, comprei um Philishave Micro Action Dupla Ação HQ 342 há algumas semanas e por necessidade resolvi usá-lo na região do saco escrotal, mas não obtive muito sucesso. Além da forte dor, notei pequenos cortes... Como não fui feliz em minha tentativa e tenho certeza que várias outras pessoas também passam por necessidades pessoais como essa, gostaria de deixar a minha sugestão para elaborarem um produto específico para esse fim. Se possível, para a região anal também. Desde já agradeço e aguardo retorno. Gilbert.
Resposta: Prezado Sr. Gilbert, com referência à solicitação feita, informamos que este aparelho trabalha com lâminas que cortam bem rente a pele, neste caso, o saco escrotal possui uma pele bem fina e sensível, além de ser bem enrugado também, e por este motivo o senhor sentiu dor e teve pequenos cortes. Pedimos encarecidamente para o senhor não tentar barbear o seu ânus com o aparelho pois os resultados podem ser desastrosos. Contamos com sua compreensão.. Atenciosamente, Vinicius Decia CIC - Centro de Informações ao Consumidor Philips e Walita 0800-701-0203 - E-mail:cic@philips.com.br


EMPRESA: SOUZA CRUZ
Gostaria de fazer uma reclamação. É sabido por todos que o cigarro é prejudicial à saúde devido à presença de alguns produtos químicos que podem causar diversas doenças. É óbvio que vocês, assim como eu, sabem disso. Minha reclamação se refere ao fato de minha sogra ser fumante há trinta anos e até agora não ter tido nenhum, nenhum mesmo, tipo de doença relacionada ao consumo de cigarro até agora... Considero isso lamentável, pois eu compro três maços de cigarro Derby pra ela por dia e até agora nada. E isso já faz dez anos!!! Apesar de desapontado com os resultados obtidos, pretendo continuar comprando para ela os cigarros dessa marca, pois não concordo com a pirataria de cigarros que tanto prejudicam o erário público. Dessa forma, gostaria de ser informado sobre qual produto dessa empresa é mais cancerígeno. Respeitosamente, André.
Resposta: Sr. André, agradecemos seu contato, o que muito nos honrou pela lembrança de nossa empresa. A Souza Cruz tem por princípio se comunicar somente com adultos. Para que possamos dar uma resposta sobre sua solicitação necessitamos comprovar a sua maioridade. Pedimos, por gentileza, que nos redirecione este e-mail informando o seu nome completo, CPF, data de nascimento e telefone (com DDD), que entraremos em contato. Ainda para sua conveniência, colocamo-nos também à disposição para maiores informações através do telefone 0800 888 2223 (discagem gratuita) nos dias úteis, de segunda-feira sexta-feira, das 08:00 às 20:00 h.


EMPRESA: TAURUS
Olá, recentemente um grande amigo meu me pregou uma baita peça, e eu preciso descontar. Como possuo uma espingarda modelo Delta, calibre 4,5 mm , gostaria de saber qual distância seria segura para dar um bom susto nele, ou seja, atirar, mas não para matar. Será que vocês poderiam me orientar??? Tenho medo de fazer alguma besteira. Obrigado, forte abraço.
Resposta: Prezado Senhor, nossa orientação é de que o senhor não atire em seu amigo, mesmo que de brincadeira. Uma das regras de segurança para manuseio de armas é bastante clara: 'Nunca, em nenhuma hipótese, aponte qualquer arma, carregada ou descarregada, para qualquer pessoa ou coisa que você não deseje atingir ou destruir. Atenciosamente, Departamento de Marketing Forjas Taurus AS


EMPRESA: SADIA
Há muito tempo venho utilizando a Lingüiça Sadia como parceira sexual. Celibatário e homossexual por opção, gostaria de opinar sobre uma possível mudança na textura da mesma, que poderia apresentar sua superfície em alto relevo e um aumento do seu diâmetro, para aumentar o prazer. Seria possível? Há alguma contra indicação para a penetração anal? Há alguma substância na salsicha que não seja indicada para isso?
Resposta: Caro consumidor, os produtos Sadia não são prejudiciais em nenhuma circunstância, mas recomendamos utilizá-los apenas na culinária, pois existem opções no mercado que atendem mais efetivamente os seus interesses.

Até segunda.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Senhas e mais senhas...

Quem compartilha seu PC deve estabelecer uma senha de login para coibir a curiosidade – até natural – das dos demais usuários em fuçar seus arquivos pessoais (a senha é como uma "chave virtual", devendo ser memorizada e mantida em segredo, e jamais escrita num post-it e colada na moldura do monitor). Entretanto, devido ao vasto leque de serviços on-line que acessamos mediante login, é comum acabarmos esquecendo algumas senhas, quando não aquela com a qual nos logamos no sistema.
Caso isso aconteça e você for usuário do Windows XP,  basta reiniciar o computador, pressionar F8 durante o boot, escolher Modo de segurança e fazer o login usando a conta de Administrador (que não requer uma senha, a menos que essa configuração tenha modificada anteriormente). Finalmente, convém abrir o Painel de controle, clicar em Contas de usuários e definir uma nova senha para a sua conta.

Observação: Quem quiser administrar suas senhas mais facilmente pode fazê-lo com o freeware Password Safe (disponível em http://baixaki.ig.com.br/download/Password-Safe.htm). Assim, além da senha do Windows, só será preciso decorar a password que dá acesso ao programinha – que se encarregará de gerenciar todas as demais.

Bom dia a todos e até mais ler.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

TV e Notebook via HDMI sem fio

Assistir a filmes na telinha do note pode até ser uma opção, conquanto nem de longe ofereça o mesmo conforto da telona de muitas polegadas da TV da sala de casa, não é mesmo?
A boa notícia é que a Intel desenvolveu uma tecnologia – Wireless Display, ou simplesmente WiDi – que dispensa o uso de cabos para transformar a TV numa segunda tela para o portátil (basta manter os dois aparelhos a cerca de 3 metros de distância e simplesmente pressionar um botão).
A má notícia é que, para essa mágica acontecer, é preciso ter um receptor Push2TV PVT1000, da Netgear, plugado via HDMI na TV, bem como um laptop baseado em processadores específicos da família CORE 2010, com placa gráfica HD Intel, adaptador wireless Centrino com tecnologia My WiFi e o software Wireless Display, além do Windows 7 de 64 bits.
Satisfeitos esses pressupostos, uma autenticação com código de quatro dígitos é estabelecida na primeira vez em que os aparelhos são pareados; na próxima, basta rodar o Wireless Display no notebook para que ele reconheça o dispositivo e estabeleça a ligação. Daí em diante, quase tudo que você vê em seu note – de vídeos em 1080p a clipes do YouTube, páginas da Web, apresentações do PowerPoint e vídeo conferência pelo Skype – vai para a telona da TV (com a possível exceção de vídeos em DVD e Blu-ray com proteção de copyright).
Mas é bom não se afobar: como a coisa ainda é recente, deve demorar um pouco para que notebooks que preencham esses requisitos se tornem padrão no mercado, bem como que apareçam TVs com suporte nativo a essa tecnologia (dispensando, assim, o Push2TV, que custa cerca de R$ 400).
Bom dia a todos e até amanhã.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Tranque as portas...

É curioso como muitos de nós costumamos ser cuidadosos no mundo “físico”, mas desleixados no “virtual”. Hoje em dia, embora ninguém saia de casa sem trancar as portas ou deixe o carro ligado enquanto compra cigarros no botequim da esquina, por exemplo, ainda é grande o número de internautas com anos de estrada que continua ignorando solenemente as dicas de segurança mais elementares. Por conta disso, vamos relembrar algumas:

Após acessar sua conta de e-mail, de compras online, sua página no Orkut, seu home banking ou qualquer outro serviço que exija login, clique sempre no botão ou link com o nome Logout, Logoff, Sair, Desconectar ou equivalente para encerrar a sessão de navegação. Fechar pura e simplesmente a janela do navegador não é boa política, especialmente em computadores de uso compartilhado, já que alguém pode retomar a sessão de navegação e obter acesso (voluntário ou não) à página que você estava visitando.

Crie senhas fortes (combinando letras maiúsculas e minúsculas com algarismos e caracteres especiais), troque-as regularmente (pelo menos a cada 3 meses), nunca as digite na presença de abelhudos e jamais reaproveite a mesma senha para múltiplos serviços. Para mais informações sobre senhas, clique aqui.

Mantenha seu browser atualizado e tome cuidado redobrando com compartilhamentos de arquivos (P2P). Não existe controle de qualidade no mundo do software ilegal, de modo que é fácil para um cracker batizar um malware com o nome de um filme, álbum, música ou programa popular, por exemplo, para tentar levar os incautos a instalá-lo. Ao baixar seja lá o que for, verifique se o arquivo apresenta alguma característica estranha (mais de uma extensão, por exemplo), já que muitos malwares procuram enganar os internautas travestindo-se de arquivos de áudio, de vídeo, ou de aplicativos úteis. Ao final do download, dê um clique direito no arquivo e cheque-o com seu antivírus.

Ao navegar na Web e deparar com janelas e avisos que prometem corrigir “erros críticos”, “falhas de segurança” ou “otimizar seu PC”, feche-as imediatamente sem clicar em nada dentro delas – faça-o através do atalho Alt+F4, ou então dê um clique direito no botão correspondente a elas na barra de tarefas e escolha a opção “Fechar janela”. Demais disso, muitos freewares podem infectar seu computador durante o processo de instalação, de modo que é importante ler atentamente o contrato de licença antes de clicar em “Próximo”, “OK” ou “Eu Aceito”; se você não se sentir seguro, cancele o processo e faça uma busca sobre o programa no Google.

Preserve sua privacidade em salas de bate-papo, no Orkut, no Twitter ou em qualquer serviço onde os dados sejam acessíveis para qualquer um que se disponha a consultá-los. Evite publicar fotos (que podem ser copiadas, editadas e remontadas) ou divulgar em aberto seu endereço, telefone ou quaisquer informações comprometedoras que possam ser usadas indevidamente por pessoas mal-intencionadas.

Se você é fã de programas mensageiros (Windows Live Messenger, Google Talk, Yahoo! Messenger e assemelhados), saiba que alguns malwares são capazes de emitir mensagens automáticas com links para vírus ou outros códigos maliciosos (nessa situação, jamais clique no link em questão sem antes confirmar com seu contato se foi realmente ele quem o enviou). Tome muito cuidado também com a troca de mensagens comprometedoras, já que esses programas costumam manter por padrão um registro de todas as conversas.

Tome cuidado ao preencher cadastros em sites, especialmente se as perguntas forem muitas ou muito detalhadas, e só informe seus dados bancários/números de cartões de crédito se realmente estiver fazendo uma compra online.

Abraços a todos e até a próxima.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Uma questão de prioridade

Já vimos que diversos processos e serviços que rodam em segundo plano consomem recursos do sistema e degradam a performance global do computador, bem como o que é preciso fazer para minimizar esse problema (e os cuidados que devem ser observados para tanto).

Observação: Um aplicativo pode abrir vários processos ao mesmo tempo, embora o sistema operacional seja capaz de manipular apenas um de cada vez, mas alternando rapidamente entre eles, o que nos dá a impressão de que vários programas estejam rodando simultaneamente. Já os serviços são tarefas executadas em segundo plano que oferecem suporte ao sistema e a outros programas.

No entanto, faltou dizer – ou eu não me lembro de ter dito – que é igualmente possível modificar as prioridades e alocar mais recursos para tarefas importantes (fazer uma verificação completa no sistema com o antivírus, por exemplo, que pode demorar uma eternidade). Para ajustar manualmente as prioridades:

• Abra o Gerenciador de Tarefas (Crtl+Alt+Delete), clique na aba Aplicações, dê um clique direito no programa desejado e escolha Ir para Processo.
• Na aba Processos (que será convocada automaticamente) dê um clique direito na opção cuja prioridade você deseja modificar e escolha Definir Prioridade.
• Dentre os seis níveis disponíveis (Baixo, Abaixo do Normal, Normal, Acima do Normal, Alto ou Tempo Real), configure o Alto se quiser que o processo receba mais recursos e seja realizado mais rapidamente.

Observação: Alterar prioridades significa indicar ao Windows os processos que você reputa mais importantes, mas convém evitar a opção Tempo Real - sob pena de comprometer outros processos essenciais ao sistema - ou colocar tudo como Alto - quando então o sistema não conseguirá diferenciar as prioridades.

Uma ótima semana a todos.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Otimizadores de Registro do Windows e humor de sexta-feira

Embora muita gente torça o nariz para otimizadores do Registro do Windows, é inevitável que o acúmulo de entradas inválidas nesse importante banco de dados é um dos grandes responsáveis pela lentidão que o computador passa a apresentar após alguns meses de uso.
Apesar de contar com ferramentas nativas para remoção de arquivos inúteis, correção de erros no HD e desfragmentação dos dados – providências que também ajudam a prevenir a degradação do desempenho –, o Windows não oferece um “limpador” para o Registro, deixando os usuários abandonados à própria sorte.
Em tese, seria até possível fazer essa faxina com o REGEDIT, mas convenhamos que vasculhar milhares e milhares de entradas para identificar o que pode e o que não pode ser excluído, além de ser uma tarefa insana, requer um grau de conhecimento que somente os engenheiros de software da Microsoft possuem (e olhe lá). Assim, nós, pobres mortais, ficamos entre a cruz e a caldeirinha: ou recorremos a softwares de terceiros para manter o Registro livre de “impurezas”, ou nos conformamos com a perspectiva incomodativa e trabalhosa de reinstalar o Windows duas ou três vezes por ano.

Observação: É certo que o uso desses programinhas não é 100% isento de riscos, mas é igualmente certo que eles geralmente permitem reverter facilmente qualquer ação cujo resultado fuja ao esperado. No entanto, mesmo considerando que, no âmbito do software, tudo é reversível – ainda que mediante a reinstalação do sistema –, é sempre bom fazer um backup do registro e criar um ponto de reinicialização antes de dar início à “faxina”.

Independentemente do software de manutenção que você for usar, rode primeiro o utilitário de limpeza de disco nativo do Windows. Pode parecer redundância, já que essas suítes também excluem arquivos temporários e outras inutilidades, mas, por razões que nunca ficaram muito claras para mim, cada programa sempre acaba encontrando coisas que os demais deixaram para trás.
Embora já tenhamos analisado e sugerido diversas soluções em outras postagens, não custa relembrar que o Norton Utilities, da Symantec, e o System Mechanic, da IOLO, são excelentes opções pagas (mas que podem ser avaliadas gratuitamente por 30 dias – tempo mais do que suficiente para você “dar uma geral” no seu sistema). Para quem anda sempre com um escorpião no bolso, o CCleaner é uma alternativa gratuita muito bem conceituada – que você pode usar em conjunto com o FREE REGISTRY CLEANER, igualmente gratuito, que se destaca pela competência com que realiza a limpeza do Registro.

Agora, nossa seção de humor:

1) O que é um cigarro de maconha feito com papel de jornal?
Baseado em fatos reais.

2) Qual é o fim da picada?
Quando o mosquito vai embora.
3) O que são dois pontos pretos no microscópio?
Uma blacktéria e um pretozoário.

4) Qual é a comida que liga e desliga?
O Strog-ON-OFF. (PUTZ)!

5) Como se faz para ganhar um Chokito?
É só colocar o dedito na tomadita.

6) Qual o vinho que não tem álcool?
Ovinho de Codorna. (afff...),
7) O que é que a banana suicida falou?
Macacos me mordam!!!
8) Qual é o doce preferido do átomo?
Pé-de-moléculas.
9) O que é uma molécula?
É uma meninola muito sapécula.
10) Como o elétron atende ao telefone?
Próton!
11) O que um cromossomo disse para o outro?
Oh! Cromossomos felizes!
12) Como as enzimas se reproduzem?
Fica uma enzima da outra.
13) Qual é a parte do corpo que cheira bacalhau?
O nariz.
14) O que é um ponto marrom no pulmão?
Uma brownquite.
15) O que é um pontinho vermelho no meio da porta?
Um olho mágico com conjuntivite.
16) O que o canibal vegetariano come?
A planta do pé, a maçã do rosto e a batata da perna

17) Por que as estrelas não fazem miau?
Por que Astro-no-mia.
18) Por que a vaca foi para o espaço?
Para se encontrar com o vácuo. (mto boa..)
19) O que o espermatozóide falou para o óvulo?
Deixa eu morar com você porque a minha casa é um saco...


Um bom f.d.s. a todos e até mais ler.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Ad-Aware Internet Security

Como dissemos anteriormente, tanto as pragas eletrônicas quanto as ferramentas de segurança evoluíram substancialmente ao longo das últimas décadas, conquanto os mecanismos de defesa costumem ser aprimorados depois que uma nova modalidade de ataque é desenvolvida, o que deixa os usuários de computadores sempre em desvantagem. Aliás, para quem tem interesse em saber mais sobre esse assunto, recomendo a seqüência de postagens que publiquei no final de 2009 (para iniciar, clique aqui), focando os vírus de computador e a popularização das ferramentas destinadas a inibir suas ações maliciosas.
Seja como for, é importante ter em mente que navegar na Web sem dispor de um arsenal de defesa responsável é uma temeridade; há alguns anos, testes realizados por empresas de segurança idôneas demonstraram que um computador desprotegido conectado à Internet era invadido ou infectado em questão de minutos – e eu suponho que a coisa não tenha melhorado muito, de lá para cá.
Para piorar, boa parte dos malwares que espreitam os internautas priorizam atualmente o roubo de identidade e a captura de informações sigilosas (notadamente senhas bancárias e números de cartões de crédito), embora ainda existam pragas fiéis aos propósitos dos vírus “originais”, que buscavam destruir arquivos e comprometer o sistema infectado até torná-lo inoperável.
Diante do agravamento dos incidentes de segurança, há anos que não basta ter apenas um programa antivírus como instrumento de proteção. Um aplicativo de firewall ativo e operante também é imprescindível, sem mencionar outros programinhas destinados a inibir a ação de spywares, rootkits, keyloggers, phishing scam e distinta companhia.
Sensíveis a esses problemas, as empresas de segurança investiram em soluções “completas” (suítes), oferecidas inicialmente em versões pagas, mas que de uns tempos para cá já podem ser encontradas também (nem todas, infelizmente) na modalidade freeware. Um bom exemplo é o novo Ad-Aware Internet Security, da Lavasoft, que passou a integrar proteção contra vírus, trojans e assemelhados às suas tradicionais funções antispyware e antirootkit. Mesmo sendo mais “espartana” do que as versões PRO e TOTAL (US$ 29,95 e US$ 49,95, respectivamente), a versão gratuita oferece proteção em tempo real, tecnologia avançada de detecção de genótipos (habilidade de identificar e proteger proativamente os usuários contra ameaças ainda não catalogadas), atualizações automáticas e outras sutilezas, consistindo numa alternativa interessante para quem quer se proteger sem precisar meter a mão no bolso.

Observação: Os softwares de segurança precisam monitorar em tempo real – e eventualmente modificar – tudo que o sistema operacional está fazendo. Quando você comanda a abertura de um arquivo, por exemplo, tanto o antivírus quanto o antispyware precisam “espiar dentro dele”, e sempre que um aplicativo tenta conectar a Internet, o firewall deve decidir se permite ou nega o acesso. Quanto mais programas abertos, maior o risco de conflitos e perda de desempenho, de modo que as suítes de segurança, com diversos módulos trabalhando de maneira integrada (antivírus, antispyware, antispam, controle de pais, proteção à privacidade, etc.), evitam a duplicação de esforços, reduzem o impacto no desempenho e a possibilidade de conflitos que costumam ocorrer num arsenal formado por  vários programas de diversos fabricantes.

Para finalizar, não custa lembrar que os principais desenvolvedores de aplicativos de segurança (inclusive a Symantec e a McAfee) costumam fazer promoções, de tempos em tempos, oferecendo licenças gratuitas para o uso de seus produtos por prazos que vão de 30 dias a um ano. Basta esquadrinhar regularmente os respectivos websites para não “perder o bonde”.
Bom dia a todos e até mais ler.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A última Flor do Lácio

Se, como dizia Drummond, escrever é a arte de cortar palavras, convém no mínimo grafar corretamente aquelas que permanecem no texto, bem como evitar as inúmeras armadilhas gramaticais que a língua portuguesa nos impõe. Seja por distração, erro de digitação ou puro e simples desconhecimento, é comum cometermos deslizes em nossos textos – embora o MS Word tenha um corretor ortográfico-gramatical nativo – que não é nenhum primor, mas ajuda um bocado – só é possível adequá-lo às “novas” normas (que entraram em vigor há coisa de dois anos) se a versão do Office for recente.
A coisa fica ainda pior quando utilizamos um editor/processador de textos que não oferece esse tipo de auxílio ou, pior ainda, quando postamos comentários em blogs e assemelhados, por exemplo. Para quem se mantém fiel ao MS Internet Explorer, o IESpell (http://www.unochapeco.edu.br/downloads/iespell-corretor-ortografico-para-o-internet-explorer) pode ser um paliativo interessante, embora não seja tão prático quando o corretor nativo do Google Chrome (que pode ser habilitado em Opções > Configurações Avançadas > Alterar as Configurações de Fonte e Idioma > Idioma, onde é possível também alterar o idioma e adicionar palavras sobre as quais você deseja ser notificado). Aliás, outra ferramenta para o Chrome é o After Deadline (http://afterthedeadline.com/), que é gratuito e pode ser usado como complemento ao recurso nativo (note, porém, que ele não identifica os erros automaticamente; ao terminar o texto, você terá de clicar no ícone respectivo para que ele destaque as palavras incorretas com uma linha vermelha).
Já para o Firefox, a opção é utilizar o recurso Dicionário pt-Br (https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/3257/), também gratuito, que exibe notificações similares às do corretor nativo do Chrome. Após o download, basta clicar no item Complementos do browser para visualizar a extensão.
Bom dia a todos e até mais ler.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Pastas protegidas no Seven

Já vimos como proteger nossos documentos pessoais e outros arquivos privados, no XP, mediante a criação de pastas compactadas protegidas por senha (veja mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2010/01/seguro-morreu-de-velho.html). Quem já migrou para o Windows 7 não dispõe desse recurso, mas a boa notícia é que, nessa versão, o sistema criptografa automaticamente as pastas particulares do usuário que definir uma senha para a sua conta. Em outras palavras, se sua conta de usuário no Seven tiver uma senha, suas pastas particulares (Documentos, Fotos, etc.) só poderão ser acessadas por você, que terá de entrar com sua senha pessoal ao logar-se no sistema.
Para definir sua senha de usuário, faça o seguinte:

1 – No Painel de controle, clique no link CONTAS DE USUÁRIO E SEGURANÇA FAMILIAR e em MUDAR SUA SENHA DO WINDOWS.

2 – A tela seguinte exibe um resumo da sua conta e permite fazer ajustes como mudar sua foto, tipo de conta, etc. Clique na opção CRIAR UMA SENHA PARA A CONTA.

3 – Você verá então dois campos para a senha, nos quais ela deve ser repetida, e um terceiro, correspondente a uma dica para a senha. Preencha tudo direitinho e clique em CRIAR SENHA.

4 – Se tudo estiver certo, você retornará à tela da conta de usuário, e a partir de então, sempre que ligar o computador ou alternar entre contas, será instado a entrar com sua senha.

Bom dia a todos e até mais ler.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ano novo, computador limpo...

Lembro-me de ter lido, certa vez, que um teclado de computador abriga mais germes do que um vaso sanitário.
Exagero ou não, é inegável a “vocação” que o PC tem para “armazenar” poeira e outras impurezas que ficam em suspensão na atmosfera, já que suas ventoinhas resfriam os componentes sugando ar frio do ambiente e expulsando o ar quente do interior do gabinete. Além disso, o suor e a gordura das mãos encardem o mouse e o teclado, sem mencionar que este último, além de poeira, também acumula cabelos, fios de barba e resíduos de comida (muitos usuários não dispensam uma bolachinha, um sanduba ou outro mastigável qualquer enquanto trabalham com o computador, ainda que esse hábito seja pra lá de reprovável). Por conta disso, convém você fazer uma faxina geral, de tempos em tempos, tomando sempre o cuidado de desligar o equipamento da tomada e desconectar todos os cabos (monitor, teclado, mouse, modem, caixas de som, microfone, dispositivos externos USB etc.).

Observação: Embora a reconexão dos cabos não ofereça problemas, convém você desenhar um esquema numa folha de papel – apesar de os fabricantes usarem cores diferentes para orientar o usuário, é comum a inversão entre o teclado e o mouse (padrão PS2), por exemplo, ou entre os cabinhos do microfone e das caixas acústicas.

Desobstrua as ranhuras de ventilação do monitor com auxílio de um pincel e de um mini-aspirador (para evitar que a poeira caia dentro do aparelho). Limpe a carcaça com um pano macio (tipo Perfex) LEVEMENTE UMEDECIDO numa solução leve de água morna e detergente neutro (não use álcool, removedor, produtos a base de nafta ou similares). Para limpar a tela, uma flanela geralmente é suficiente, mas há casos em que é preciso passar antes o pano úmido (bem torcido).
O mesmo pano úmido pode ser usado para limpar a carcaça e a base do mouse (use uma escova de dentes para remover a sujeira acumulada na ranhura dos botões). Se você ainda usa um mouse “de esfera”, gire a trava no sentido anti-horário, retire a bolinha e limpe a cavidade com um cotonete. Se houver muita sujeira grudada nos eixos, remova-a com auxílio de um palito. Ao final, limpe a bolinha, remonte, reposicione a trave e gire-a no sentido horário.
Vire o teclado de cabeça para baixo e sacuda-o gentilmente. Depois, varra a poeira e demais resíduos com o pincel e complete o serviço com o mini-aspirador (se for possível reverter o fluxo de ar, primeiro aspire, depois sopre, e então aspire novamente). Para limpar manchas de suor ou da gordura, use o pano umedecido em água e detergente (evite o uso de álcool, solventes e esponjas abrasivas, que podem remover a inscrição das teclas).

Observação: Embora seja possível, não é recomendável desmontar o teclado para limpá-lo internamente e desencardir as teclas (o ressecamento natural do plástico pode acarretar a quebra dos encaixes e resultar em teclas soltas e outros probleminhas que tais). Como esse dispositivo custa barato, o melhor mesmo é substituí-lo sempre que necessário.

Remova a tampa lateral do gabinete e “espane” a sujeira acumulada na placa-mãe, nas placas de expansão, nos módulos de memória e nas hélices das ventoinhas (do processador, da fonte de alimentação e demais coolers, se houver) com um pincel de cerdas macias. Feito isso, aspire, sopre e torne a aspirar (dedique especial atenção às entradas de ar do gabinete, especialmente nos dutos frontais, laterais e do painel traseiro, próximo à gradinha do exaustor da fonte de alimentação). Ainda com o paninho úmido, limpe a face interna da tampa, remonte-a, proceda à limpeza externa, dê acabamento com uma flanela seca, reconecte os cabos e agende uma nova faxina para daí a um seis meses (a periodicidade varia conforme o uso e as condições do ambiente).
Enfim, se você cultiva o (mau) hábito de comer enquanto opera o computador, saiba que teclados impermeáveis a umidade e poeira (como o da foto que ilustra esta postagem) custam menos de R$ 50,00. Alternativamente, sempre que for fazer uma “boquinha”, pressione a tecla com o logotipo do Windows mais a tecla R e, no campo Executar, digite “osk” (sem as aspas) para convocar o teclado virtual. Recolha então a gavetinha corrediça do teclado e proceda à digitação com auxílio do mouse. Isso pode não ser prático para digitar textos longos, mas é uma opção interessante quando você está com o sanduíche numa das mãos, por exemplo, ou para evitar que keyloggers capturem seus dados de login.
Vale lembrar que o contrário também é possível – isto é, usar o teclado para simulas as funções do mouse –, como você pode conferir em http://fernandomelis.blogspot.com/2006/11/sutilezas-do-xp.html.
Bom dia a todos e até mais ler.