segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Reinstalação do XP

Conforme já comentamos em outras oportunidades, o desempenho do Windows “perde o brilho” com o uso e o passar do tempo, de modo que, uma hora qualquer, sua reinstalação será inexorável. É certo que medidas preventivas (também já comentadas em diversas postagens) podem postergá-la, mas é igualmente certo que ninguém está livre de problemas inesperados – erros recorrentes, arquivos corrompidos, ação de malwares e outros que tais.
Computadores são máquinas complexas, e “marinheiros de primeira viagem” podem achar melhor recorrer a um “Computer Guy” de confiança a se aventurar em águas turvas. Particularmente, eu aplaudo esse comportamento – afinal, reconhecer as próprias limitações é uma das maiores virtudes do ser humano. No entanto, nas versões mais recentes do Windows, a reinstalação não é mais aquele “bicho-de-sete-cabeças” de antigamente. No XP, o processo transcorre de forma praticamente automática, permitindo que qualquer usuário iniciante faça o trabalho por conta própria. Claro que a formatação do HD e a instalação propriamente dita são apenas a parte visível do iceberg; trabalhoso mesmo é lidar com seus “efeitos colaterais” – mas deixemos isso para depois.
Vale lembrar que existem outras opções de reinstalação além da completa, que eu escolhi por ser a que oferece melhores resultados. No entanto, como ela implica no apagamento dos dados gravados na partição onde o sistema se encontra instalado, antes de qualquer outra coisa você deve fazer um backup de seus arquivos pessoais com o “Assistente para transferência de arquivos e configurações” (Iniciar > Todos os programas > Acessórios > Ferramentas do Sistema). Ao final, transfira o arquivo gerado (com a extensão *.XXX) para um pendrive, mídia óptica, outro HD ou unidade lógica disponível em seu PC.
Supondo que você tenha perdido (ou não saiba onde guardou) os CDs que vieram com sua placa-mãe e outros componentes off-board (placa de vídeo, de som, de modem e de rede), é bom saber que o freeware Driver Magician Lite  pode identificar o hardware, extrair os drivers respectivos e fazer um backup num local à sua escolha (embora seja possível pesquisar e baixar os drivers pela Internet, isso leva bem mais tempo e dá bem mais trabalho).

OBSERVAÇÃO: Computadores “de grife” costumam trazer discos de recuperação personalizados pelos fabricantes (ou uma partição no HD com os arquivos necessários à reinstalação do sistema nos moldes originais). Sendo o caso, desconsidere este tutorial e siga as orientações fornecidas no manual do usuário (ou entre em contato com o suporte técnico).

• Concluído o backup, insira a mídia de instalação do XP na gavetinha do drive óptico e reinicie o computador (talvez seja preciso acessar o CMOS Setup e reconfigurar a seqüência de boot; para mais detalhes, clique aqui ). Quando a frase “Pressione qualquer tecla para iniciar a instalação...” for exibida, pressione qualquer tecla e aguarde até que o Instalador do XP carregue os arquivos necessários.
• Quando vir a tela de boas-vindas, pressione ENTER para dar início à instalação, leia a EULA (licença de uso do Windows) e pressione F8 para aceitar os termos do contrato. Quando for perguntado se você deseja reparar a instalação atual do Windows ou partir para uma nova instalação, pressione a tecla ESC (a reinstalação de reparo pode ser uma boa opção em certos casos, mas isso já é outra história e fica para outra vez).
• Na próxima tela, siga as instruções do Instalador para excluir a partição na qual o XP se encontra instalado (ou seja, selecionar a partição em questão, pressionar a tecla D para excluí-la, teclar ENTER e, finalmente, L). Após excluir a partição, crie uma nova seguindo as instruções do Instalador – ou seja, pressione a tecla ENTER, escolha a opção "Formatar a partição utilizando sistema de arquivos NTFS (rápido)”, aguarde a conclusão da formatação, a cópia dos arquivos e a reinicialização do computador (que será feita automaticamente).
• Quando o computador for reiniciado, volte à tela do Setup e restabeleça a seqüência de boot anterior (com o HD em primeiro lugar). O sistema tornará a ser reiniciado, desta feita a partir do disco rígido e já em modo gráfico, e a instalação prosseguirá por vários minutos sem exigir qualquer intervenção. Ao final, você será instado a fornecer algumas informações básicas (o Windows XP em português já vem configurado para o nosso idioma e para o layout padrão ABNT2 – aquele que tecla Ç –, de modo que, se for o seu caso, basta clicar em “Avançar”).
• Quando solicitado, insira o seu nome e o da sua organização e a chave de instalação (que vem na caixinha do CD). Defina também um nome para o computador (para efeitos de rede), ajuste a data, hora e fuso horário (se necessário) e clique em “Avançar”. Na tela de configuração da rede, basta manter a opção padrão e clicar em “Avançar”.
• Quando o computador tornar a reiniciar, um Assistente irá auxiliá-lo com as configurações iniciais; basta seguir as instruções na tela, responder as perguntas e ir clicando em “Avançar”. Ao final desse processo, seu sistema já estará operacional.

O próximo passo será reinstalar os drivers, começando pelos do chipset. Insira o CD que veio com sua placa-mãe e siga as instruções nas telas. Faça o mesmo com os CDs que acompanham suas placas de vídeo, de som, de modem e de rede, caso sejam off-board (reiniciando o computador sempre que for solicitado). Posteriormente, você poderá fazer os ajustes adicionais a partir do Gerenciador de Dispositivos e atualizar os drivers para suas versões mais recentes.
Na seqüência, reinstale e atualize suas ferramentas de segurança (antivírus, firewall, antispyware, etc.), conecte a Internet e rode o Windows Update para atualizar o sistema (que voltou ao “status quo” original) com os Service Packs e todas as demais correções críticas e de segurança disponibilizadas pela Microsoft (alternativamente, você pode economizar tempo e trabalho com ajuda de sites como o http://www.softwarepatch.com/windows/index.html e o http://downloads.littlbuger.info/).
Finalmente, restaure seus arquivos pessoais a partir do backup que você criou antes de reinstalar o sistema, reinstale os demais aplicativos (aproveite para ver se existem versões mais recentes; caso afirmativo, faça as devidas atualizações) e refaça todas as reconfigurações e ajustes necessários para que tudo volte a ser como antes no quartel de Abrantes.
Boa sorte.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ora (direis) ouvir estrelas!

“E conversamos toda a noite, enquanto a Via Láctea, como um pálio aberto, cintila.”
Pois é, o velho Olavo (Bilac) sabia das coisas. Claro que o céu carioca devia ser bem mais límpido no final do século XIX do que atualmente, já que as luzes das grandes metrópoles e a calota de poluição que encobre a maioria delas prejudicam sensivelmente a observações dos corpos celestes a olho nu. Aliás, isso me faz lembrar meus tempos de garoto, quando passava férias num sítio da família, na região nordeste de SP, e tão logo o sol se punha de um lado, a estrela Vésper (Venus, na verdade) despontava do outro, e a impressão que se tinha era de que bastava estender a mão para tocá-la - depois disso, só tive essa mesma sensação de proximidade com as estrelas em Paty do Alferes (RJ).
Passando ao que interessa, além de navegar pela Terra, o Google Earth - disponível para download em http://www.google.com/earth/index.html - permite visualizar objetos celestes (estrelas, constelações, galáxias, planetas etc.), bastando para isso clicar em Visualizar / Trocar para Sky.
Ao utilizar esse recurso, você deixa de visualizar a imagem “terrestre” do ponto escolhido e passa a ver o que há no céu acima dele. Vale conferir.

Reza uma antiga lenda árabe que o califa AL-MOTACÉM, sabendo que um famoso dervixe (espécie de monge muçulmano, sábio, mago) estava de passagem por Bagdá, chamou-o à sua presença e, após lhe mandar servir um lauto jantar na varanda do palácio, perguntou:
- Estás vendo aquele morro atrás do qual o sol acaba de se pôr, meu bom homem?
- Sim, Majestade – respondeu o dervixe.
- E podes me dizer quantos cestos seriam necessários para conter toda aquela terra?
O sábio cofiou o bigode, curvou-se respeitosamente diante do monarca e respondeu:
- Depende, majestade.
- Depende do quê? – inquiriu o califa.
- Do tamanho do cesto, majestade.
Irritado por ter sido feito de bobo, mas consciente de que a resposta fazia sentido, o rei conteve a ira e tornou a investir:
- Estás vendo esse manto de estrelas brilhando no céu, dervixe?
- Sim, Majestade.
- E podes me dizer quantas são?
Depois de cofiar novamente os longos bigodes e fitar o céu por alguns instantes, o mago fez uma nova mesura e respondeu:
- Um bilhão, setecentos e cinqüenta e dois milhões, trezentos e vinte e quatro mil, quinhentos e catorze astros brilham esta noite nos céus de Bagdá, Majestade.
Pasmo diante da prontidão da resposta, o califa perguntou:
- Tens certeza disso? Como posso saber se tua resposta é correta?
- Majestade – disse o dervixe –, eu sou um homem velho, mas ainda me resta algum tempo de vida, e se Vossa Alteza me honrar com sua hospitalidade, acho que posso esperar até que o senhor mesmo termine de contá-las.
Sentindo-se ultrajado, o rei chamou seu grão-vizir (primeiro ministro) e ordenou a execução sumária do pobre espertalhão, que, ao ouvir tal sentença, curvou-se respeitosamente e argumentou:
- Peço humildemente ao Emir dos Crentes que reconsidere sua decisão, pois uma pena tão severa aplicada a um pobre dervixe irá certamente conspurcar a imagem de justo e clemente que os bagdalis tanto admiram em Vossa Majestade.
Depois de cofiar a barba e pensar por longos minutos, disse o rei ao embusteiro:
- Não posso permitir que um farsante do teu quilate faça pouco da minha real pessoa e continue caminhando impune pelo reino dos vivos. No entanto, devido ao elevado espírito de justiça que tu mesmo mencionaste, conceder-te-ei o direito de escolher ser degolado na sala branca ou na sala negra da masmorra deste palácio. Para tanto, basta que profiras tuas últimas palavras: se disseres uma verdade, perderás tua imunda cabeça na sala branca; se disseres uma mentira, serás decapitado na sala negra:
- Serei degolado na sala negra - disse o dervixe, após alguns minutos de introspecção.
Ao ouvir essas palavras, o grão-vizir chamou de lado o monarca e ponderou:
- Majestade, a escolha do mago torna impossível executá-lo nos moldes propostos por Vossa Alteza, pois se a degola ocorrer na sala negra, ele terá dito uma verdade, devendo, portanto, ser executado na sala branca.
- Que ele seja degolado na sala branca - bradou o sultão.
- Nesse caso, Majestade, a verdade se tornará uma mentira, e ele terá ser executado na sala negra.
Conclusão dos fatos: sem outra opção, o califa engoliu a ira, ruminou o desacato (em sua real visão) e liberou o dervixe, que seguiu em paz o seu caminho. Afinal, palavra de rei não volta atrás.

Observação: Lembrei-me desta velha fábula (narrada magistralmente por Malba Tahan, que na verdade era carioca e se chamava Júlio César de Mello e Souza) ao ler uma matéria publicada na edição 2195 da revista VEJA, segundo a qual a estimativa do número de estrelas que povoam o universo aumentou recentemente de 100 para 3oo sextilhões (3 seguido de 23 zeros). Tentei reproduzi-la de memória, e ainda que não tenha conseguido resgatar seu brilhantismo original, acho que valeu o esforço. Seja como for, se o califa de Bagdá tivesse seguido a sugestão do dervixe e contado uma a uma as estrelas visíveis da varanda de seu palácio, é bem possível que o espertalhão continuasse até hoje enchendo a pança à custa de Sua Alteza.

Bom f.d.s. a todos e até mais ler.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Sobre placas de vídeo e outros que tais...

Computadores são máquinas montadas a partir de diversos dispositivos distintos (mas interligados e interdependentes) e divididos, do ponto de vista da arquitetura, em duas categorias básicas: on-board e off-board. Essa nomenclatura fazia mais sentido na pré-história dos PCs, quando os modelos off-board quase nada ofereciam além do BIOS e do chipset; os demais recursos (controladoras IDE e FDD, portas seriais e de impressora, memória cache, co-processadores matemáticos, etc.) eram vendidos à parte e instalados em soquetes apropriados. Atualmente, todavia, a principal diferença entre as duas arquiteturas remete ao subsistema gráfico, que é responsável por exibir no monitor desde simples imagens bidimensionais até complexos gráficos 3D e vídeos de alta definição: nas placas on-board, o processamento gráfico e de multimídia fica a cargo da CPU, e parte da RAM é alocada para simular memória de vídeo; nas placas off-board, que não oferecem vídeo embarcado, cabe ao usuário instalar um placa gráfica autônoma.
Houve um tempo em que arquitetura on-board era sinônimo de baixo desempenho – especialmente no que diz respeito ao subsistema gráfico, que não só deixava a desejar, mas também consumia ciclos de processamento e boa parte da memória física do PC. De uns tempos para cá, todavia, cada vez mais recursos vêm sendo “embutidos” nos processadores, chipsets e circuitos das placas-mãe, dispensando o uso de placas de expansão e reduzindo o custo final do computador. Isso porque, com processadores de múltiplos núcleos e fartura de memória RAM de tecnologia de ponta, placas superintegradas podem oferecer recursos de vídeo, áudio, modem e rede bastante satisfatórios sem degradar (perceptivelmente) a performance global da máquina. Aliás, essa solução propiciou o barateamento e a popularização dos PCs, de modo que torcer o nariz ao ouvir falar disso é um procedimento preconceituoso, que deve ser reavaliado à luz da evolução tecnológica.
Via de regra, usuários domésticos comuns não precisam investir pesado em aceleradoras gráficas de ponta. Para eles, um sistema on-board capaz de executar funções corriqueiras (texto, planilhas de cálculo, navegação na web, correio eletrônico, gravação de CDs e DVDs etc.) já está de bom tamanho, até porque o desempenho depende mais da qualidade da placa do que da arquitetura propriamente dita.
Para heavy users e gamers radicais, todavia, uma boa pedida é a ASUS ROG ARES (foto): composta por duas placas ATI Radeon 5870 de 850 MHz cada, 4 GB de RAM GDDR5 a 4800 MHz, sistema dissipador próprio com dois ventiladores, saídas HDMI, HDCP, DVI, essa potranca consegue rodar qualquer jogo atual com o nível máximo de qualidade. Mas não se entusiasme demais: além de ser difícil de achar, ela custa a bagatela de R$ 4.699,00!
Bom dia a todos e até mais ler.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Autorun e Autoplay

Embora os disquetes tenham reinado absolutos como opção primária de mídia removível para armazenamento e transporte de dados, o espaço miserável e a falta de confiabilidade os levaram a um processo irreversível de decadência senil – se seu PC ainda tem um Floppy drive, isso se dá mais por uma questão protocolar do que por real necessidade.
À medida que os gravadores de CDs e DVDs se popularizaram, os disquinhos foram sendo progressivamente abandonados, e a queda no preço dos memory keys de grandes capacidades jogou a pá de cal que faltava para sua aposentadoria compulsória.
Por outro lado – e tudo sempre tem outro lado –, os chaveirinhos de memória facilitaram sobremaneira a vida da “turminha do mal”: um pendrive no bolso e uma entrada USB no PC já bastam para alguém disseminar malwares ou surrupiar informações confidenciais, notadamente de empresas e afins.
Sensível a esse problema, a Microsoft achou por bem inibir o “Autorun” dos dispositivos USB no Seven e estender essa medida (via Patch Tuesday deste mês) também ao XP e demais versões do Windows para as quais ela ainda oferece suporte.
Tradicionalmente, sempre que introduzíamos um CD ou DVD no drive óptico ou conectávamos um pendrive na portinha USB do PC, o Autoplay exibia uma telinha com diversas opções – de abertura de pastas e exibição de arquivos, imagens ou multimídia à execução de músicas e outras que variam conforme o conteúdo da mídia e dos programas instalados no computador. No entanto, caso a mídia contivesse um arquivo executável (como em aplicativos que demandam instalação, por exemplo), o conteúdo era carregado automaticamente pelo Autorun. No primeiro caso, a reprodução automática permitia escolher o que fazer, ao passo que, no segundo, o programa era executado automaticamente – e um recurso que invoca a execução de qualquer programa à revelia do usuário pode ser facilmente utilizado na propagação de malwares e códigos mal intencionados que tais.
Quem migrou para o Windows 7 deve ter reparado que aplicativos armazenados em mídias ópticas ainda são executados automaticamente (desde que exista um arquivo “Autorun.Inf” com informações sobre o programa a ser carregado), mas o mesmo já não se dá com “pendrives” e outros dispositivos USB: ainda que eles contenham o Autorun.Inf, o que aparece na tela é a janelinha da reprodução automática, esperando você decidir o que quer fazer (ou não fazer).
Já quem continua fiel ao velho XP (ou Vista, Server 2003 e Server 2008) deve rodar o Windows Update e atualizar seu sistema para obter essa solução de segurança (mais informações no artigo “Update to the AutoPlay functionality in Windows”, disponível em http://support.microsoft.com/kb/971029/en-us).
Abraços a todos, uma ótima quarta-feira e até mais ler.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Cheque: melhor prevenir...

Depois de reinar por anos e anos como a modalidade de pagamento preferida pelos consumidores, o cheque acabou sendo destronado pelo “dinheiro de plástico” e até mal visto em inúmeros estabelecimentos comerciais (notadamente devido a fraudes aplicadas por estelionatários e pessoas mal intencionadas).
Mesmo assim, há situações em que a gente precisa do bom e velho talão, até porque o tradicional “pré-datado” continua sendo uma maneira simples e prática de conseguir crédito para parcelamento de contas e outras finalidades afins.
Visando orientar os usuários, o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), lançou um manual prático com dicas de como usar bem e de maneira consciente o talão de cheques. (para baixá-lo, clique aqui).
Bom dia a todos e até mais ler.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Curtas

Com o crescimento das vendas de note e netbooks, os roteadores wireless vêm se tornando cada vez mais populares, até porque não faz sentido ter um computador portátil e ficar come ele preso ao modem pelo cabo de rede. Conforme vimos em outras postagens, um router bem posicionado permite ao usuário acessar a Internet no sofá da sala, ou tomando a fresca na varanda, ou mesmo gozando da privacidade do banheiro (vai do gosto). No entanto, há casos em que o sinal perde a intensidade – e até desaparece – em determinados cômodos da casa, conquanto voe célere pela janela, podendo ser acessado da casa ou apartamento ao lado (ou até vários andares acima ou abaixo), razão pela é importante implementar uma senha de segurança para evitar a utilização indevida do serviço que você paga.
Para investigar essa possibilidade, baixe o freeware oferecido pela ZamZom, que exibe uma lista de todos os computadores “pendurados” na sua rede. Vale conferir.

O correio eletrônico é extremamente popular entre os internautas, até porque substitui com vantagens anacrônico FAX e, em muitos casos, o serviço postal convencional. No entanto, pesquisas revelam que uso do Webmail vem crescendo apenas entre o pessoal da velha guarda, já que os mais novos utilizam cada vez mais as redes sociais e os smartphones.
Isso pode gerar um sério problema para todos nós, já que a falta de suporte publicitário acabará levando gigantes como o GMail e o Hotmail a suspender diversas vantagens disponibilizadas gratuitamente, tais como acesso POP3/IMAP, fartura de espaço para armazenamento de mensagens, disco virtual e por aí vai.
É esperar para ver...
Abraços a todos e até mais ler.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Camaro e humor de sexta-feira

A Chevrolet lançou, no último dia 11, o primeiro episódio  da série CAMAREROS (nome que a empresa adotou para definir os “Camaro Lovers”), e promete mais dois capítulos – um para hoje e outro para sexta-feira que vem).
Quem tem interesse por automóveis – e pelo Camaro em particular – não pode deixar de acompanhar a saga desse ícone do asfalto em http://www.chevroletcamaro.com.br/.

Passemos ao nosso tradicional humor de final de semana, hoje com uma seleção de frases que eu achei imperdíveis:

Fumo maconha, mas não trago, quem traz é um amigo meu'
(Marcelo Anthony)


'O que te engorda não é o que você come entre o Natal e o Ano Novo, mas o que você come entre o Ano Novo e o Natal'
(Solange Couto)


'Para seu marido não acordar com a macaca... Depile-se'
(Cláudia Ohana)


'O homem é um ser tão dependente que até pra ser corno e viúvo precisa da ajuda da mulher.
(Príncipe Charles)


'Por maior que seja o buraco em que você se encontra, pense que, por enquanto, ainda não há terra em cima'
(Dercy Gonçalves)


'Cabelo ruim é igual a bandido...Ou tá preso ou tá armado'
(Ronaldinho Gaúcho)


'Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros'
(Roberto Justus)


'Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que sempre tem razão'
(Galvão Bueno)


'Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança'
(Zeca Pagodinho)


'Mulher gorda é que nem Ferrari... Quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo'
(Reginaldo Leme)


'Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental... Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, retardado é você'
(Antônio Palocci)


'Se homossexualismo fosse normal, Deus teria criado Adão e Ivo'
(Gilberto Braga)


'Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário'
(Bill Gates)


'Casamento começa em motel e termina em pensão'
(Romário)


'Seja legal com seus filhos. São eles que vão escolher seu asilo'
(Itamar Franco)


'Antigamente, o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como coisa normal... Eu vou-me embora antes que se torne obrigatório'
(Arnaldo Jabor)


'Passar a mulher pra trás é fácil. O difícil é passar adiante'
(Eduardo Suplicy)


'O Brasil está igual a carro velho: para subir não tem força, para descer não tem freio'
(Dilma Roussef)


E a melhor de todas...
'Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta?'
(Dorival Caymmi)

Bom final de semana a todos.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A evolução dos computadores...

Atendendo a uma sugestão apócrifa deixada no post do último dia 9, vou dedicar algumas linhas à evolução dos computadores, começando por definir “informática” como a ciência que visa ao tratamento da informação mediante o uso de equipamentos e métodos da área de processamento de dados – até porque processar dados é o que o computador faz ao arquivar, gerenciar e manipular informações.

Reza a lenda que tudo começou com o ábaco – geringonça criada há mais de 3.500 anos no antigo Egito –, cuja desenvoltura na execução de operações aritméticas seria superada somente no século XVII pela Pascalina, desenvolvida pelo matemático francês Blaise Pascal e aprimorada pelo alemão Gottfried Leibniz, que lhe adicionou a capacidade de multiplicar e dividir. Mas o “processamento de dados” só tomaria impulso dois séculos mais adiante, com o Tear de Jacquard – primeira máquina mecânica programável –, que serviu de base para Charles Babbage projetar um dispositivo mecânico capaz de computar e imprimir extensas tabelas científicas, que serviu de base para Herman Hollerith construir um tabulador estatístico com cartões perfurados. (Depois de diversas fusões e mudanças de nomes, a empresa de Hollerith viria a se tornar a International Business Machine, mais conhecida como IBM, mas isso já é outra história).
 
Lá pelos anos 30, Claude Shannon aperfeiçoou o Analisador Diferencial (dispositivo de computação movido a manivelas) mediante a instalação de circuitos elétricos baseados na lógica binária, ao mesmo tempo em que o alemão Konrad Zuze criava o Z1 (primeiro computador binário digital). Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial, a necessidade de decifrar mensagens codificadas e calcular trajetórias de mísseis levou potências como os EUA, Alemanha e Inglaterra a investir no desenvolvimento de computadores como o Mark 1, o Z3 e o Colossus. Aliás, foi com o apoio do exército norte-americano que pesquisadores da Universidade da Pensilvânia construíram o ENIAC – portento de 18 mil válvulas e 30 toneladas –, que produziu um enorme blecaute ao ser ligado, em 1946.

Observação: Apesar de consumir 160 kW/h, o ENIAC só conseguia fazer 5 mil somas, 357 multiplicações ou 38 divisões simultâneas por segundo – uma performance incrível para a época, mas que qualquer videogame dos anos 90 já superava “com um pé nas costas”. Para piorar, de dois em dois minutos uma válvula queimava, e como a máquina só possuía memória interna suficiente para manipular dados envolvidos na tarefa em execução, qualquer modificação exigia que os programadores corressem de um lado para outro da sala, desligando e religando centenas de fios.

Em 1947 surgiria o EDVAC – já com memória, processador e dispositivos de entrada e saída de dados –, seguido pelo UNIVAC – que utilizava fita magnética em vez de cartões perfurados –, mas foi o transistor que revolucionou a indústria dos computadores, notadamente a partir de 1954, quando seu custo de produção foi barateado pela utilização do silício como matéria prima.
 
No final dos anos 50, a IBM lançou os primeiros computadores totalmente transistorizados (IBM 1401 e 7094) e uma década depois a TEXAS INSTRUMENTS revolucionou o mundo da tecnologia com os circuitos integrados (compostos por conjuntos de transistores, resistores e capacitores), usados com total sucesso no IBM 360 (lançado em 1964). No início dos anos 70, a INTEL desenvolveu uma tecnologia capaz de agrupar vários CIs numa única peça, dando origem aos microprocessadores, e daí à criação de equipamentos de pequeno porte foi um passo: em poucos anos surgiria o ALTAIR 8800 (vendido sob a forma de kit), o PET 2001 (lançado em 1976 e tido como o primeiro microcomputador pessoal) e os Apple I e II (este último já com unidade de disco flexível).

O sucesso estrondoso da Apple despertou o interesse da IBM no filão dos microcomputadores, levando-a a lançar seu PC (sigla de PERSONAL COMPUTER), cuja arquitetura aberta e a adoção do MS-DOS da Microsoft viriam a estabelecer um padrão de mercado.

De olho no desenvolvimento de uma interface gráfica com sistema de janelas, caixas de seleção, fontes e suporte ao uso do mouse – tecnologia de que a XEROX dispunha desde a década de 70, conquanto só tivesse interesse em computadores de grande porte –, a Apple fez a lição de casa e incorporou esses conceitos inovadores num microcomputador revolucionário. E a despeito de a IBM pressionar a Microsoft no sentido de não atrasar o lançamento de sua interface gráfica para rodar em DOS, a Apple já estava anos-luz à frente quando o Windows 2.0 chegou ao mercado.

Muita água rolou por baixa da ponte desde então. Em vez de aperfeiçoar o PC de maneira a utilizar o novo processador 80386 da INTEL, a IBM preferiu lançar o PS/2, com arquitetura fechada e proprietária. Mas a Compaq – que já vinha ameaçando destronar a rival – convenceu os fabricantes a continuarem utilizando a arquitetura aberta. Paralelamente, o estrondoso sucesso do Windows 3.1 contribuiu para liquidar de vez a parceria Microsoft/IBM, conquanto ambas as empresas continuassem buscando desenvolver, cada qual à sua maneira, um sistema que rompesse as limitações do DOS. Depois de uma disputa tumultuada entre o OS/2 WARP e o Windows 95 (já um sistema operacional autônomo), a estrela de Bill Gates brilhou mais forte, e o lançamento do Win 98 sacramentou a Microsoft como a “Gigante do Software”.

O resto é história recente: a arquitetura aberta se tornou padrão de mercado; o Windows se firmou como o SO mais utilizado em todo o mundo (a despeito da evolução das distribuições LINUX e dos fãs da Apple/Macintosh); a evolução tecnológica vem favorecendo o surgimento de dispositivos de hardware cada vez mais poderosos – e propiciando a criação de softwares cada vez mais exigentes –; a INTEL e a AMD continuam disputando “a tapa” a preferência dos usuários pelos seus processadores (agora com 2, 3, 4 ou mais núcleos); memórias SDRAM de 64/128 MB cederam lugar para 2 ou mais GB DDR2 ou DDR3; placas gráficas de última geração permitem jogar games radicais, assistir a filmes em alta definição e com efeitos 3D, e por aí vai. 

Tenham todos um ótimo dia.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Sobre câmeras digitais... (final)

Para concluir esta seqüência sobre câmeras digitais, vale lembrar que cada fabricante procura diferenciar seus produtos dos demais – e assim conquistar a preferência do consumidor – mediante a inclusão de recursos como captura de alta velocidade, editor de imagens nativo, projetor embutido, criação de fotos panorâmicas, e por aí vai. No entanto, quanto mais recursos a câmera oferecer, mais caro ela irá custar – e se alguns incrementos ajudam a obter fotos melhores, outros, por serem difíceis de usar, acabam solenemente ignorados.
Embora a maioria dos modelos permita fotografar em modo totalmente automático, a ausência de configurações manuais pode se tornar um problema quando você dominar o equipamento e ansiar por mais efeitos (não deixe de cotar câmeras que ofereçam modos de prioridade e controle de exposição manual, que permitem adaptá-las a quase todo tipo de situação). Em qualquer caso, é importante que a máquina ofereça acesso fácil às configurações básicas (resolução, modo macro, flash, ajustes de exposição, etc.) e visualização das fotos recém-tiradas – botões em profusão e menus complexos acabam dificultando o uso.
Não deixe de incluir em sua compra uma bolsa acolchoada para transportar a câmera – além de protegê-la contra impactos, poeira e umidade, ela costuma dispor de espaço para o carregador, jogo extra de baterias (ou pilhas), cartões de memória, cabo USB e outros acessórios.
Antes de sair por aí dando seus cliques com o brinquedinho novo, dedique um tempinho ao manual do usuário (a cada seção, leia as instruções e, com a máquina em mãos, ponha em prática o que acabou de aprender). Demais disso, não deixe de ler dez dicas preciosas que o Kevin publicou sobre fotos digitais (siga o link http://updatefreud.blogspot.com/2009/10/10-dicas-de-fotografia-digital.html).
No mais, procure manter seu equipamento sempre limpo e seco – resista à tentação de tirar fotos dentro da piscina, no mar ou debaixo de chuva – e somente conecte e desconecte cabos ou troque as lentes ou os cartões de memória com a máquina desligada.
Boa sorte.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Sobre câmeras digitais... (parte 2)

Câmeras de muitos megapixels se tornaram “símbolos de status”, e os fabricantes, sensíveis a esse apelo, passaram a lançar modelos cada vez mais “poderosos” (atualmente, a maioria oferece no mínimo 10MP). Mas a resolução não é o único parâmetro a ser considerado na hora de escolher uma câmera digital, até porque a qualidade da lente, o tamanho do sensor (e de seus pixels) e a velocidade de processamento são fatores igualmente (ou até mais) relevantes.
A rigor, um modelo de 2MP já atende as necessidades de quem tenciona simplesmente armazenar as fotos no PC (ou em mídias ópticas), publicá-las na Web ou imprimi-las em tamanho convencionais. Mesmo que resoluções mais elevadas proporcionem melhores resultados e facilitem ajustes posteriores (como o redimensionamento da imagem ou a remoção de uma pessoa muito afastada, por exemplo), 5MP são suficientes para impressões de até 20x25 cm; 8MP até 24x30 cm; 10MP até 28x35 cm e 13MP até 30x40 cm. Demais disso, convém ter em mente também que:

- Sensores e lentes maiores produzem fotos melhores, independentemente da resolução (se você não puder testar o equipamento no ato da compra, confira o tamanho do sensor e da lente frontal; se ambos forem grandes, a qualidade de imagem oferecida será boa).

- As lentes possuem capacidades luminosas diferentes (quanto menor o valor, mais luminosa será a lente e mais nítidas as imagens capturadas em ambientes escuros).

- Displays LCD, que até algum tempo atrás eram de tamanho reduzido, ganharam dimensões maiores, permitindo melhor enquadramento e visualização das imagens (convém escolher o modelo de maior tela que seu bolso suportar).

- Quanto aos cartões de memória, os SDHC, mais caros que os SD e incompatíveis com máquinas mais antigas, oferecem capacidades de até 32GB, enquanto os SDXC, ainda mais caros, armazenam até 2TB de dados (mas são incompatíveis tanto com o padrão SD quanto com o SDHC). Observe também a velocidade do cartão: nos modelos SD e SDHC, quanto maior a “classe”, mais rapidamente a informação é escrita (procure usar um cartão de classe 4 ou 6).

- Em relação ao formato em que as fotos serão salvas, o JPEG resulta em arquivos menores, mas de qualidade inferior aos do RAW – que, por sua vez, requer cartões com maior capacidade de armazenamento (esclareça direitinho suas dúvidas com o vendedor).

- Algumas câmeras utilizam pilhas AA (recarregáveis ou não), enquanto outras usam baterias proprietárias, desenvolvidas pelo próprio fabricante. Em qualquer caso, quanto maior a autonomia, melhor (assim, você não precisará transportar carregadores ou comprar pilhas adicionais), embora seja possível prolongar a duração da carga desabilitando a visualização do LCD, reduzindo a intensidade do flash e diminuindo o tempo de visualização das fotos já batidas.

- O zoom analógico é sempre preferível ao digital, já que este último amplia o trecho enquadrado depois que a imagem é capturada, degradando a qualidade da foto.

Amanhã a gente conclui.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sobre câmeras digitais...

Entusiastas da fotografia têm muito a festejar com o advento das câmeras digitais, com as quais só é preciso clicar, excluir as fotos que não ficaram a contento, transferir as demais para o computador e editar, publicar na Web, enviar aos amigos por e-mail, etc.
Como vimos no post do último dia 9, a obsessão do homem em criar "álbuns visuais" de seus feitos remonta à pré-história, e a idéia de tirar fotos sem o uso de filmes, ao início do século XX. Na prática, todavia, a fotografia digital começou a se tornar popular na década de 90, especialmente por desobrigar os usuários de gastar com filmes e revelações, além de permitir tirar centenas de fotos “de uma enfiada só” (enquanto os filmes convencionais ofereciam 12, 24 ou 36 poses).
As máquinas digitais funcionam, basicamente, como as convencionais, só que, em vez de filmes, elas usam sensores para captar a luz e convertê-la para o formato digital. As imagens são decompostas em milhões de pixels (quanto mais megapixels, melhor a resolução).
A quantidade de megapixels presente numa imagem corresponde ao número de pontos de cor (ou de luz) que o sensor é capaz captar – a título de comparação, um filme de 35 milímetros teria o equivalente a 20 milhões de pixels, ou seja, uma resolução correspondente à de uma câmera digital de 20 MP. Mas essa quantidade pode variar também por conta do tamanho dos sensores e respectivos pixels (sensores e pixels menores são mais susceptíveis a interferências eletromagnéticas responsáveis pelos "pontos sem resolução" nas imagens). Quando o sensor capta a imagem, o processador da máquina grava-a na memória como um arquivo, cujo formato determina o tamanho e a qualidade da foto (devido à taxa de compressão do formato JPEG, cerca de 20% das informações de cor ou luz referentes à imagem capturada são perdidas, conquanto esse efeito só seja perceptível em grandes ampliações).
Se você estiver planejando comprar uma câmera digital, não o faça por impulso (o caminho mais curto para o arrependimento). Depois de ler as postagens de amanhã e depois, vá até uma loja idônea, peça ao vendedor uma demonstração do produto e, se possível, faça um “test drive”. Caso realmente se interesse pelo modelo em questão, anote as especificações técnicas e outros detalhes relevantes, bem como o preço e as condições de pagamento. Em casa, analise as informações à luz do seu perfil de usuário e dos recursos oferecidos pela câmera que integra seu celular, e na hipótese de você continuar inclinado a comprar o “brinquedinho”, não volte à loja sem antes fazer uma pesquisa em outros estabelecimentos, sites de leilão e de compras online (às vezes, a diferença de preço é brutal).
Amanhã a gente continua.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Curtas e humor de sexta-feira

Os cursos do MIT (INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE MASSACHUSETTS) são verdadeiros sonhos de consumo dos “nerds”, mas muita gente não sabe que a universidade mantém o MIT OPEN COURSEWARE – serviço de e-learning com cursos gratuitos que podem ser feitos pela WEB. Como não poderia deixar de ser, dentre as diversas disciplinas está a CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, cujo conteúdo (como o das demais) você pode acessar em texto e vídeo sem qualquer pré-requisito (com exceção, evidentemente, de alguma familiaridade com o idioma do Tio Sam).

Em determinadas situações, você pode querer copiar o texto de algum arquivo PDF que encontra na Web, mas ao clicar sobre ele com o botão direito do mouse, repara que os comandos COPIAR/COLAR estão desabilitados.
Em alguns casos, é possível contornar essa restrição selecionando o texto e teclando o atalho CTRL+C, mas isso nem sempre funciona, e nesse caso só resta transcrever a coisa manualmente, não é mesmo?
Felizmente, a resposta é não, já que o site http://www.free-ocr.com/ oferece um serviço que funciona como um scanner virtual com função de reconhecimento de caracteres. Com ele, para extrair o texto desejado – inclusive de imagens em apresentações em PowerPoint –, é só fazer o upload do arquivo e copiar ou recortar o conteúdo a partir da transcrição exibida na janelinha respectiva.

Passemos agora à nossa piadinha:

O bêbado, no ponto do ônibus, olha pra uma mulher e diz:

- Você é feia hein?
A mulher não diz nada. E o bêbado insiste:

- Nossa, mas você é feia demais!
A mulher finge que não ouve. E o bêbado torna a dizer:
- Puta merda! Você é muito feia!
A mulher não se agüenta e diz:
- E você é um bêbado!
- É, mas amanhã eu melhoro – e tomou um ônibus.
Logo na roleta, cambaleando, o bêbado diz ao cobrador:
- Se meu pai fosse um gato e minha mãe uma gata, eu seria um gatinho!
E continua:
- Se meu pai fosse um cachorro e minha mãe uma cachorra, ai eu era um cachorrinho!
E mais:
Se meu pai fosse um touro e minha mãe uma vaquinha, ai eu seria um bezerrinho!
O cobrador, nervoso, pergunta:
- E se o seu pai fosse um veado e sua mãe uma puta?
- Ai eu seria cobrador de ônibus!
Saindo da roleta, o bêbado grita:
- Hoje eu quero comer um cu!
Todos os passageiros olham assustados para ele, que diz:
- Calma gente, eu só quero um.
Já na parte de trás do ônibus, grita de novo.
- Do lado direito todo mundo e corno! Do lado esquerdo todo mundo é veado!
Ao ouvir isto, levanta um negão do lado esquerdo e fala:
- Eu não sou veado!
E o bêbado responde:
- Então muda de lado que não gosto de confusão!
Os passageiros começaram a xingar o bêbado e ameaçando cobri-lo de porrada. O motorista, para evitar confusão, freia bruscamente e todos caem. Um dos passageiros se levanta, pega o bêbado pelo colarinho e pergunta:
- Fala de novo, safado. Quem é corno e quem é veado?
- Agora eu não sei mais. Misturou tudo!
O bêbado desce do ônibus e entra em uma igreja. Ao vê-lo, o padre resolve fazer um sermão:
- Irmãos, quem não for a favor da bebida que se sente agora!
Todos se sentaram e o Bêbado gritou:
- Oh seu padre, Só nós dois hein?
Expulso da igreja, o bêbado entra num boteco e pede:
- Coloca aí dez pinga pra mim.
O dono obedeceu e o bêbado bebeu todas.
- Coloca agora cinco pinga!
O dono colocou, o cara bebeu todas e disse:
- Agora coloca só três, viu?
Bebeu as três num gole só, fez aquela careta típica de borracho e pediu:
- ZZZZZZ só uma agora! ZZZZZZ só mais uma!
O bêbado bebeu aquela, deu uma cambaleada e concluiu:
- Eu num to enZenZendo... Quanto menossss eu bebo, mais eu fico tonto!
Antes de sair, ele pede um maço de cigarros, que traz escrito na lateral: "O MINISTERIO DA SAUDE ADVERTE: Cigarro pode causar impotência sexual". Assustado, gritou pro garçom:
- NÃO. Esse aqui não! Me dá aquele que causa câncer.
Já na, toca o interfone de uma casa e pergunta:
- Seu marido taí?
Uma mulher responde:
- Está, quem quer falar com ele?
- Xá pra lá, brigado.
Chega noutra casa e toca o interfone:
- Seu marido taí?
Outra mulher responde: - Está no banho, quem quer falar...
- Brigaaaaaado, pooooode deixar.
Na outra casa...
- Bom dia, seu marido taí?
- Está... Vou chamá-lo...
- Não, não é preciiiiiiso, responde o bêbado.
- Na outra casa:
- Oi, seu marido taí?
A mulher responde:
- Não, mas já deve estar chegando.
O bêbado responde:
- Então, faz favor, olha aqui pra fora e vê se sou eu!
Tempos depois ele consegue chegar em casa, abre a porta, vai correndo para o banheiro, sai assustado, corre para o quarto e acorda a mulher:
- Ô muié... Essa casa ta mal assombrada! Eu abri a porta do banheiro e a luz acendeu sozinha. Depois, fechei a porta e a luz apagou sozinha....
A mulher, puta da vida, grita:

- Filho da puta!!! Você mijou na geladeira de novo!!!
Enxotado pela mulher, ele acaba dormindo num beco e tem o relógio roubado.
No dia seguinte, já curado da manguaça, ao andar pela rua, vê um cara usando o seu relógio:
- Ei, cara, esse relógio é meu!
- Que seu que nada. Esse relógio eu peguei de um bêbado que eu enrabei ontem lá no beco.
Tem razão, não é meu mesmo. Mas bem que parece...

Bom final de semana a todos.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Senhas e Teclado Virtual

O teclado virtual do XP visa ajudar portadores de deficiências motoras a digitar pequenas quantidades de texto, mas também pode servir como “quebra galho” no caso de uma pane inesperada do diligente ratinho. Com uns poucos cliques (Iniciar > Todos os programas > Acessórios > Acessibilidade > Teclado Virtual), você tem na tela uma representação gráfica do teclado e, também com auxílio do mouse, pode dar andamento a tarefas associadas ao uso do teclado convencional.
Há quem diga o teclado virtual ofereça uma camada adicional de segurança em transações bancárias ou compras on-line, pois, pelo menos em tese, ele pode frustrar a ação dos “Keyloggers”. No entanto, é bom você não se fiar nisso, já que, além de monitorar a digitação, alguns softwares espiões são capazes também de tirar “instantâneos” das telas (uma resposta dos cybercriminosos à iniciativa dos Bancos que oferecem blocos numéricos virtuais para os clientes inserirem seus dados de login).
Do ponto de vista da segurança, realizar transações bancárias e/ou compras online em computadores estranhos (como os de cybercafés, por exemplo) é uma péssima idéia. Caso isso seja realmente necessário, você pode inserir sua senha com alguns caracteres a mais e, em seguida, selecionar e apagar os excedentes com auxílio do mouse. Por exemplo, supondo que sua senha seja cunegundes, digite c1u2n3e4g5u6n7d8e9s e apague um asterisco sim, outro não (ou então escreva cuneratogundes e delete a palavra rato).
A única maneira (relativamente) segura de resguardar sua privacidade ao usar um computador público é contar com algum aplicativo móvel (que rode a partir de um pendrive) para gerenciamento de senhas e preenchimento de formulários. Assim, mesmo que um Keylogger capture a senha mestra, o ladrão nada poderá fazer com ela sem o dispositivo USB em mãos. Não é uma receita infalível, até porque os softwares espiões podem guardar imagens da tela contendo informações financeiras importantes, números de cartões de crédito, e por aí vai. Então, caso você realmente precise realizar esse tipo de operação em trânsito, compre um laptop, proteja-o adequadamente e conforme-se em levá-lo a tiracolo.
Bom dia a todos e até mais ler.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Algumas linhas sobre fotografia, edição de imagens e outros que tais...

A primeira fotografia de que se tem notícia foi produzida por Nicéphore Niépce, no início do século XIX, a partir de uma placa de estanho coberta com betume da Judéia e exposta à luz solar por cerca de 8 horas. Mais adiante, viriam as folhas de papel cobertas com cloreto de prata e uma série de refinamentos cuja abordagem foge aos propósitos desta postagem. Vale registrar que a obsessão do homem em criar "álbuns visuais" de seus feitos remonta à pré-história, quando cenas cotidianas eram pintadas nas rochas das cavernas, e daí até o surgimento dos primeiros "lambe-lambe" foi um longo passo – mas isso também é outra história e fica para outra vez.
A idéia de se tirar fotos sem o uso de filmes, por sua vez, remonta ao início do século XX, conquanto os recursos para pô-la em prática só tenham surgido décadas mais tarde. A partir daí, foi só uma questão de tempo até a Sony criar um modelo capaz de armazenar imagens em disquetes e a Kodak, anos mais tarde, lançar a primeira câmera digital “comercial”.
A popularização das câmeras digitais revolucionou a fotografia como um todo; se antigamente era preciso gastar dinheiro com filmes e revelações e esperar semanas para ver o resultado, hoje as imagens são disponibilizadas no ato, podendo ser descartadas ou transferidas para o computador para edição, publicação na Web, envio por e-mail, e por aí vai. Além disso, como máquinas mais sofisticadas oferecem recursos nativos para edição e algumas impressoras imprimem fotos diretamente dos cartões de memória, o uso do PC vem se tornando cada vez mais dispensável (mas isso também é outra história).
Passando ao que realmente nos interessa, a progressiva redução no preço do hardware vem democratizando a fotografia digital: mesmo os celulares mais simples já são capazes de tirar fotos bastante aceitáveis, desobrigando usuários menos exigentes de investir em aparelhos dedicados (a propósito, o Kevin publicou um elenco imperdível de dicas envolvendo enquadramento, uso do flash, aproveitamento da luz, configuração dos controles e outros truques que ajudam a obter fotos de qualidade; para conferir, visite http://updatefreud.blogspot.com/2009/10/10-dicas-de-fotografia-digital.html).
No entanto, se hoje podemos editar fotos com diferenças de tonalidade, remover “olhos de vampiro”, ajeitar fios de cabelo rebeldes, suprimir espinhas inoportunas e resolver outros probleminhas que, no tempo dos filmes tradicionais, não tinham solução, recorrer a softwares caros e complexos (como o festejado Adobe Photoshop) é o mesmo que matar moscas com tiros de escopeta.
O Paint – cuja versão atual oferece interface Ribbon, pincéis adicionais e diversos outros aprimoramentos – é um excelente quebra-galho para “retocar” fotos e fazer ajustes simples em imagens baixadas da Web (para ilustrar trabalhos, montar apresentações, etc.). E se você achar esse componente do Windows muito “pobre” em termos de recursos, os freewares  Gimp e Paint.Net certamente irão surpreendê-lo favoravelmente.
Não custa salientar que edições eventuais de imagens não justificam a instalação de mais programas no computador. Para esses casos, existem bons serviços online capazes de fazer praticamente a mesma coisa – dentre os quais o meu preferido é o  FotoFlexer, que usei para criar a imagem que ilustra esta postagem. Embora tenha dado um bocado de trabalho tornar "transparente" o plano de fundo da minha foto, combiná-la com a da Angelina Jolie foi bem simples (e o resultado ficaria ainda melhor se eu retrabalhasse as luzes e fizesse umas poucas modificações adicionais, mas enfim...).
Um bom dia a todos e até mais ler.

Em Tempo: Ontem foi dia de Patch Tuesday da Microsoft, que disponibilizou diversas correções para o XP (nove, no meu caso), sendo que uma delas envolve também o IE8. A décima correção remete ao filtro de lixo eletrônico do Outlook – que eu recebo sempre, por qualquer motivo incerto e não sabido, já que declinei desse programa na instalação do MS Office.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Vapt-Vupt.

Bom seria se o PC respondesse ao botão “POWER” tão prontamente quanto uma lâmpada responde ao interruptor, não é mesmo? Assim não precisaríamos esquadrinhar configurações avançadas e/ou recorrer a programinhas de terceiros para reduzir em alguns segundos o tempo de inicialização do sistema.
A boa notícia é que já existem luzes no fim do túnel, representadas notadamente pela substituição dos HDs tradicionais por drives SSD e pela aposentadoria compulsória do BIOS.
Os Solid State Drives, baseados em memória flash, são bem mais velozes e seguros do que os jurássicos drives eletromecânicos, embora sua popularização ainda esbarre no alto custo de produção.
Já o  BIOSfirmware responsável pelo boot e pelo provimento de informações essenciais ao funcionamento do computador – chegou ao fim da linha após 25 anos de bons serviços prestados, e a despeito de constantes atualizações e lançamento de novas versões para correção de problemas e ampliação de compatibilidade (mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2008/04/atualizao-do-bios.html), tornou-se imperativo encontrar um substituto capaz de superar suas notórias limitações.
A Unified Extensible Firmware Interface – desenvolvida no início dos anos 90 pela Intel (com apoio da Microsoft) e aceita por empresas como a AMD, APPLE, DELL, HP e IBM – parece ter tudo para ser a bola da vez. Dentre outras vantagens, ela oferece suporte tanto a sistemas de 32 quanto de 64 bits, facilidade de atualização e correção de erros e interface gráfica com uso do mouse para configurações de hardware do sistema. Em 2009, a Phoenix Tecnologies apresentou um note Lenovo T400s com drive SSD que, equipado com UEFI, capaz de realizar o boot em pouco mais de 10 segundos.
É esperar para ver.
Abraços e até mais ler.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Google, pesquisa e afins.

Os poucos gatos pingados que seguem este humilde Blog (e os outros tantos que o visitam eventualmente) sabem que o buscador do Blogger permite acessar postagens a partir de palavras-chave, conquanto o resultado não seja lá muito satisfatório. Então, para vasculhar os mil duzentos e tantos textos já publicados, ou você escolhe o ano e o mês e clica no título de seu interesse (na coluna à direita, “Arquivo do Blog”) ou insere o(s) termo(s) desejado(s) no campo de pesquisa do Google (que eu adicionei logo abaixo do nome do Blog, neste novo layout) e tecla ENTER. Curiosamente, o leque de resultados costuma ser mais abrangente quando a pesquisa é feita diretamente na página do Google, com os termos cheve seguidos de um espaço, da expressão site: e do URL pretendido (por exemplo, segurança site:http://fernandomelis.blogspot.com).
Não custa lembrar que o motor de busca do Google muda de comportamento diante de algumas variáveis, e sem prejuízo do que já vimos em http://fernandomelis.blogspot.com/2008/05/dicas-de-busca-no-google.html, http://fernandomelis.blogspot.com/2009/02/mais-dicas-do-google.html e http://fernandomelis.blogspot.com/2009/02/dicas-de-busca.html, vale dar uma olhadinha nas dicas a seguir:

1- Colocar conjuntos de palavras entre aspas leva o sistema a procurar exatamente aquelas palavras (na mesma ordem em que foram digitadas), conquanto o Google já utilize a ordenação e leve em conta, por padrão, o fato de as palavras terem sido escritas naquela ordem.


2- Colocar um sinal de menos antes de uma palavra indica que você não deseja que os resultados exibam páginas que contenham a palavra em questão. O sinal de menos deve aparecer imediatamente antes da palavra e ser precedido por um espaço: em “couve-flor”, por exemplo, o sinal de menos não será interpretado como um símbolo de exclusão, ao passo que se você digitar “couve -flor, a pesquisa levará em conta ocorrências de "couve" em sites que não apresentem a palavra flor. Note que o sinal de menos pode ser usado para excluir mais do que palavras (você pode colocá-lo antes do operador "site:", por exemplo (sem espaço), para excluir um site específico dos resultados de pesquisa.


3- O asterisco (*) é um recurso pouco conhecido, mas muito útil: incluí-lo numa consulta leva o Google a considerá-lo como um espaço reservado para termos desconhecidos e a exibir os resultados mais adequados (por exemplo, digitar “* ganhou Oscar de *”, por exemplo, retornará resultados sobre diferentes ganhadores do Oscar.


4- Colocar o sinal de adição (+) antes de uma palavra – sem adicionar um espaço – informa ao serviço que você está buscando resultados idênticos àquilo que digitou (colocar palavras entre aspas funciona do mesmo jeito).


5- O Google considera todas as palavras em uma pesquisa, mas usar o operador OR faz com que qualquer uma das palavras pesquisadas retorne resultados. Por exemplo, “campeão brasileiro 1994 OR 2005” retornará resultados sobre qualquer um desses anos, ao passo que “campeão brasileiro 1994 2005” (sem OR) irá retornar links que incluam ambos os anos na mesma página (note que, nesse caso, OR deverá ser digitado em maiúsculo).


6- Palavras de uso comum, como “a”, “um” e “de” (stop words) são geralmente ignoradas, mas pesquisar “a fazenda” provavelmente trará links relacionados ao programa de TV, enquanto que consultar “fazenda” trará informações sobre o Ministério da Fazenda.


7- Por padrão, os sinônimos podem substituir algumas palavras em sua consulta original (adicionar o sinal de + antes de uma palavra os desativa), mas a adição de sinais gráficos a termos comuns com significados específicos (C++ ou C#, por exemplo, que são nomes de linguagens de programação) não será ignorada.


8- O cifrão ($) é usado para indicar preços (“nikon 400” e “nikon $400” trarão resultados diferentes), e a união de duas palavras por hífen (-) pode sinalizar ao programa que elas estão intimamente relacionadas (desde que não haja espaço antes ou depois do hífen, pois, nesse caso, ele será interpretado como sinal de subtração).


Uma ótima semana a todos e até amanhã, se Deus quiser.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

SHOTTY e humor de sexta-feira

Embora o Windows ofereça um recurso nativo para captura de telas – basta você pressionar a tecla “PrtScn” (ou Alt+PrtScn, caso queira salvar somente a janela que aparece em primeiro plano), abrir o Paint, dar um clique direito na área respectiva e selecionar a opção COLAR, o Shotty é um aplicativo grátis que aprimora sobremaneira essa tarefa.
Simples de usar, ele oferece diversas opções – tela cheia, região, alta ou baixa resolução, e por aí vai – bem como permite definir o tempo de delay entre o clique e a captura efetiva da tela, inserir de marca d’água no fundo da imagem, configurar o salvamento automático das telas em pastas pré-definidas, enviar as imagens para a nuvem e muito mais.
Para outras informações e download, siga o link http://shotty.devs-on.net/en/Download.aspx.

Passemos agora à piadinha da vez:

Alguém aí sabe quem era aquela mulher gorda e meio desengonçada, com andar de pingüim, cabelo esquisito, com uma faixa verde-amarelo no peito, que ficou o tempo todo tentando chamar a atenção da imprensa na posse da Marcela Temer?
Está estremecida a relação da presidente Dilma Roussef com seu vice Michel Temer. Após a posse, Dilma teria consultado Temer sobre a possibilidade de ficar com a mulher dele, Marcela. Diante da negativa de Temer, Dilma propôs uma alternativa: dar em troca a Erenice Guerra mais um Ministério. Inflexível, Temer manteve sua negativa. Dilma acrescentou na negociação, além de Erenice, a ministra Ideli Salvatti e as deputadas Erundina e Benedita da Silva, além do Ministério.
A mulher de Michel Temer, Marcela Temer, se recusou a mudar para o Palácio Jaburu, destinado ao vice-presidente e sua família. “Sou bonita demais para morar num lugar chamado Jaburu”, disse ela.
A oposição já propõe uma CPI para investigar como Temer conseguiu conquistar Marcela. “Há um evidente tráfico de influência nesse caso ou talvez Temer tenha feito algum superfaturamento de alguma qualidade sua”, disse o deputado Marcelino Ribeiro.
Marcela sugeriu que o casal troque de residência com Dilma. Temer e Marcela morariam na Granja do Torto, e Dilma no Jaburu. “É mais apropriado”, disse ela. A amigos, Dilma teria dito que a granja combina mais com Marcela.
G Magazine quer Temer na capa: “Ele deve ser muito bem dotado”.
O vice-presidente Michel Temer pode ser o primeiro ocupante do cargo a posar para uma revista Gay. Temer receberá nos próximos dias um convite da G Magazine para aparecer na revista. A idéia surgiu depois que a mulher de Temer, Marcela, de 28 anos, apareceu na posse de Dilma. Os editores ficaram intrigados com o atrativo de Temer. “Acho que ele deve ser muito bem dotado”, disse o editor da revista, Marcelo Lanna. Especulações em Brasília, porém, garantem que o dote é de outra natureza. Brasileiros comemoraram porque, com uma mulher jovem e bonita, Temer pode desistir de foder o povo.
Mas todos acham que esse casamento é uma Temer-idade.


“Dilma toma posse;
Lula, cachaça;
Temer, Viagra;
Marcela, dinheiro do velho.
E o povo, na bunda.”

Bom f.d.s. a todos.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Freeware, Shareware e Comodo Firewall

Muita gente vê as distribuições Linux como exemplo de software gratuito, conquanto seu principal diferencial seja o “open-source” – modalidade de distribuição de software que permite aos usuários não só copiar, mas também adaptar, modificar, aprimorar e redistribuir os programas a seu bel-prazer. (Note que isso não implica em “domínio público”, mas sim em licenciamentos que, em maior ou menor grau, concedem essas liberdades).
Conforme já dissemos, o valor real dos computadores residia originalmente no hardware, mas o crescimento da indústria de TI fez com que os programas passassem a ser comercializados separadamente, levando os desenvolvedores a buscar mecanismos visando proteger a propriedade intelectual e garantir suas vantagens competitivas, surgindo então a figura dos softwares PROPRIETÁRIOS. (Vale lembrar que nem todo software livre é gratuito e nem todo software gratuito é livre).
Hoje em dia, adquirir softwares em lojas de informática e grandes magazines é a maneira mais segura de se agregar novos recursos e funções ao computador, embora o e-commerce venha crescendo a passos de gigante. Mesmo assim, o freeware e o shareware são modalidades de distribuição amplamente conhecidas e utilizadas.
O freeware é uma estratégia de marketing mediante a qual o desenvolvedor não cobra pelo software, conquanto procure incentivar o usuário a migrar para a versão paga, que geralmente conta com mais recursos e funcionalidades. (Note, porém, que a despeito de serem oferecidos gratuitamente, esses programas são distribuídos na forma binária, já que seus contratos de licença proíbem os usuários de implementar modificações em nível de código-fonte). Já os sharewares podem ser baixados, instalados e utilizados experimentalmente por prazos pré-definidos (ou limitados a um determinado número de execuções), ao final dos quais é preciso registrá-los, ou eles deixarão de funcionar. A propósito, a grande vantagem dessa modalidade de distribuição, além do test-drive, é a celeridade, já que o usuário pode dispor imediatamente do produto, sem ter de amargar a tradicional espera inerente à aquisição via e-commerce.
Existem ainda outras formas de distribuição (Demo, Trial, etc.), inclusive versões suportadas por adwares (caso em que o “pagamento” pelo uso do produto se dá mediante a concordância do usuário em conviver com constantes mensagens publicitárias e ter seus hábitos monitorados com vistas à personalização dos anúncios), mas isso agora não vem ao caso.
Importante mesmo é salientar que alguns freewares pouco ficam devendo a seus correspondentes pagos, como é o caso do Comodo Firewall – excelente alternativa ao firewall nativo do Windows. Além da interface intuitiva e dos textos explicativos presentes na maioria dos comandos, ele oferece proteção responsável já na configuração padrão, além de permitir a instalação conjunta de um antivírus igualmente gratuito, competente e fácil de usar.
Para acessar um tutorial detalhado com link para download e tudo mais, clique aqui http://www.raymond.cc/forum/pt/tutorials/11420-comodo-firewall-tutorial.html.
Bom dia a todos e até amanhã.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

HDs, gravação perpendicular e outras considerações

No final da década de 90, quando publiquei meus primeiros escritos sobre tecnologia da informação, eu já dizia que um sistema computacional é um “amálgama” de dois segmentos distintos, ainda que complementares (hardware e software), e que sua performance global depende de cada um dos dispositivos que o integram.
Aprendi com o mestre Carlos Morimoto (que considero um dos papas do hardware, ao lado de Laércio Vasconcelos, Gabriel Torres e outros expoentes de igual quilate) que qualquer PC será tão “rápido” quanto o for seu componente mais lento, devido à importância relativa de cada um. Como numa orquestra, onde mesmo o melhor dos maestros não consegue mascarar a incompetência de músicos chinfrins, uma CPU de ponta só irá mostrar todo seu poder de fogo se a placa-mãe (e respectivo chipset), o subsistema de memórias, a aceleradora gráfica, o HD e os demais componentes lhe oferecerem a devida contrapartida.
Passando ao mote desta postagem, vale lembrar que o HD, embora tido e havido por muita gente como mero dispositivo de memória de massa, influencia – e muito – a performance do sistema como um todo.
Numa seqüência de postagens publicada há cerca de 3 anos (clique aqui para acessar a primeira delas) eu ofereci uma visão detalhada do disco rígido, e retomei o tema em outras oportunidades, inclusive para dizer que a tecnologia SSD não deve demorar a aposentar os jurássicos drives eletromecânicos, responsáveis, atualmente, pelo principal “gargalo” dos sistemas computacionais (para saber mais, clique aqui).
Desta feita, volto ao assunto para recomendar a leitura de um post publicado pelo Kevin (para acessá-lo, clique aqui) que aborda de forma magistral as principais especificações dos discos rígidos (cuja complexidade confunde a maioria dos usuários na hora da compra, levando-os a se balizarem apenas pela capacidade de armazenamento de dados).
Antes de encerrar, vale dedicar algumas linhas à evolução dos discos rígidos por conta da velocidade vertiginosa com que a tecnologia substitui produtos de ponta por outros ainda mais avançados.
Veja o leitor que o primeiro HD, construído no final da década de 50, era composto por 50 pratos de 24 polegadas de diâmetro, custava cerca de 30 mil dólares e armazenava somente 4.36 MB (pouco mais que uma faixa musical em MP3). No entanto, se os fabricantes levaram décadas para romper a barreira do Gigabyte, a partir de então o espaço foi crescendo exponencialmente, e em poucos anos já tínhamos drives com capacidade superior a 100 GB. Mais recentemente, graças a uma nova tecnologia (gravação perpendicular), drives de 1 ou mais TB (1 Terabyte corresponde a 1000 GB) já podem ser encontrados no mercado a preços relativamente acessíveis.
Para entender melhor essa questão, tenha em mente que os HDs são compostos por 1 ou mais pratos revestidos por uma camada magnética (óxido de ferro), e que os dados são gravados e lidos por cabeças eletromagnéticas a partir da polarização dos elétrons. Considerando que a capacidade física dos discos é limitada, a gravação de mais e mais dados no sentido longitudinal, com alinhamento horizontal e posicionamento dos elétrons lado a lado acaba resultando num fenômeno conhecido como “superparamagnetismo”, em decorrência do qual bastam pequenas variações de temperatura para a ocorrência da inversão de polaridades espontânea dos elétrons, o que resulta na corrupção dos dados.
Já a gravação perpendicular – que, como o nome sugere, implica no alinhamento vertical dos elétrons – resulta num melhor aproveitamento do espaço físico do disco, elimina o superparamagnetismo e permite, conseqüentemente, aumentar a capacidade de armazenamento de dados.
Tenham todos um ótimo dia.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

ZOOM.IT

Você está navegando na Web, vê uma imagem que lhe chama a atenção, aumenta o Zoom do navegador para distinguir melhor os detalhes, mas não obtém resultados satisfatórios.
Em situações como essa, vale a pena experimentar o Zoom.it: basta acessar o site do serviço, inserir o URL da imagem no campo respectivo e clicar em CREATE.
Quando a imagem for carregada na tela, você poderá arrastá-la com o mouse, definir o enfoque desejado, clicar em +/- (ou usar o scroll do mouse) para aumentar ou diminuir a aproximação e, com o quarto botão (da esquerda para a direita), visualizar o resultado em tela cheia. Confira na imagem abaixo:


O serviço (criado pela Microsoft) funciona tanto com imagens (jpg, png, tiff, etc.) quanto com arquivos PDF e páginas da Web, além de permitir salvar um link reduzido (para retornar à imagem mais facilmente) ou um código EMBED (caso você queria publicá-la no seu Blog).
Abraços a todos e até mais ler.