sexta-feira, 29 de abril de 2011

Pastas e humor de sexta-feira

Se você quiser saber o “tamanho” de uma pasta – para ter certeza de que ela irá caber no espaço que resta em um CD ou pendrive, por exemplo –, desconsidere a informação exibida na barra de status, pois ela não leva em conta eventuais subpastas, arquivos ocultos e outros que tais. Em vez disso, dê um clique direito no ícone que representa a pasta em questão e clique em Propriedades.

Observação: Em alguns casos, você verá duas informações distintas: “tamanho” e “tamanho em disco”. Nessa situação, considere a primeira, já que a segunda representa o espaço ocupado no disco pelo conteúdo da pasta e pode variar conforme o sistema de arquivos (FAT32 ou NTFS) e outras questões que fogem ao escopo desta postagem.

Se a pasta estiver aberta, dê um clique direito num ponto vazio, em seu interior, ou no ícone do menu de controle (que fica no canto esquerdo da barra de título, na parte superior da janela) e selecione Propriedades.
Falando em pastas, o freeware My Lockbox é um programinha de segurança que permite proteger com senha qualquer pasta do seu computador (ocultando-a inclusive do administrador, mesmo que seja feita uma busca com o recurso Pesquisar do Windows). Mais informações e download em http://www.fspro.net/my-lockbox/).

Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:
A palavra mais rica da língua portuguesa é MERDA, como você pode conferir nos exemplos a seguir:


1) Como indicação geográfica 1: Onde fica essa MERDA?

2) Como indicação geográfica 2: Vá a MERDA!


3) Como indicação geográfica 3: 18:00h - vou embora dessa MERDA.


4) Como substantivo qualificativo: Você é um MERDA!

5) Como auxiliar quantitativo: Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!


6) Como indicador de especialização profissional: Ele só faz MERDA.


7) Como indicativo de MBA: Ele faz muita MERDA.


8) Como sinônimo de covarde: Seu MERDA!


9) Como questionamento dirigido: Fez MERDA, né?


10) Como indicador visual: Não se enxerga MERDA nenhuma!

11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido: Por que você não vai a MERDA?

12) Como especulação de conhecimento e surpresa: Que MERDA é essa?


13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo: Ele está na MERDA....


14) Como indicador de ressentimento natalino: Não ganhei MERDA nenhuma de presente!

15) Como indicador de admiração ou de rejeição: PUTA MERDA!


16) Como indicador de espécie: O que esse MERDA pensa que é?


17) Como indicador de continuidade: Tô na mesma MERDA de sempre.

18) Como indicador de desordem: Tá tudo uma MERDA!


19) Como constatação científica dos resultados da alquimia: Tudo em que ele toca vira MERDA!


20) Como resultado aplicativo: Deu MERDA.

21) Como indicador de performance esportiva: O Vasco não está jogando MERDA nenhuma!!!


22) Como constatação negativa: Que MERDA!


23) Como classificação literária: Êita textinho de MERDA!!!


24) Como situação de 'orgulho/metidez': Ela se acha e não tem 'MERDA NENHUMA!'


25) Como indicativo de ocupação: Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma.

Um bom final de semana a todos e até mais ler.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

USB 3.0

Nos primórdios da computação pessoal, adicionar um novo dispositivo de hardware ao PC exigia intrincadas configurações de endereços IRQ e DMA (vade retro!) que deixavam de cabelo em pé até os técnicos mais experientes. Mais adiante, o advento do PnP (Plug and Play) e o lançamento do Windows 95 facilitariam esses procedimento – conquanto alguns dispositivos de legado (padrão ISA) ainda exigissem configurações via jumpers e causassem conflitos nem sempre fáceis de resolver. Felizmente, tudo isso é passado: hoje em dia, basta conectar fisicamente os dispositivos e instalar os drivers adequados para ver tudo funcionar a contento, sem mencionar que a tecnologia USB simplificou ainda mais a vida dos usuários.
Criado em meados dos anos 90, o Universal Serial Bus conquistou o mercado pela simplicidade de conexão – pois dispensa o desligamento do computador e a abertura do gabinete para fazer as ligações. Suas controladoras detectam automaticamente os periféricos e, dependendo do consumo desses dispositivos, dispensam o uso de fontes externas de energia.
Em 1997, praticamente todas as placas-mãe já ofereciam pelo menos duas portas USB 1.1, mas sua taxa máxima de transferência (1,5 MB/s) logo se revelou insuficiente para a conexão de múltiplos periféricos numa mesma porta (em tese, até 127), pois a velocidade é compartilhada entre todos (isso sem mencionar que o uso de dispositivos mais exigentes como HDs externos, por exemplo, também ficava prejudicado.
A virada do século trouxe o USB 2.0, com taxa de transferência máxima de 60 MB/s e totalmente compatível com a versão anterior (note, porém, que se você conectar um dispositivo USB 1.1 numa porta USB 2.0, ele funcionará na velocidade do padrão 1.1). Esse padrão continua sendo amplamente utilizado por mouses, teclados, impressoras, pendrives, celulares, câmeras digitais, filmadoras e outros gadgets, pois a possibilidade de plugá-los e removê-los “a quente” e o reconhecimento automático (a partir da versão XP do Windows) facilita sobremaneira o dia a dia dos usuários.
Vale lembrar que uma nova versão já chegou ao mercado (USB 3.0, ou SuperSpeed), com taxa de transferência de respeitáveis 4,8 Gbps e capacidade de alimentar eletricamente periféricos que consomem até 900 mA (contra 500 mA da versão anterior). Seus cabos e conectores são compostos por 9 fios, embora suportem dispositivos do padrão antigo (4 fios), quando então são utilizados somente os contatos da parte frontal do conector. Para facilitar a diferenciação, os fabricantes estão adotando a cor azul na parte interna dos novos conectores, mas como isso não é obrigatório, convém atentar para as especificações do produto na hora da compra.
O USB 3.0 tem tudo para aposentar seu predecessor, embora isso não deva ocorrer da noite para o dia, e sim de forma gradual. Durante o período de transição, é possível que portas de ambos os padrões coexistam pacificamente em placas-mãe e laptops.
Bom dia a todos e até a próxima.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

iPad

Smartphones, laptops, e-readers/tablets e afins já foram considerados meros sonhos de consumo pela a combalida classe média tupiniquim, mas a estabilidade econômica, o câmbio favorável e o crédito fácil mudaram significativamente esse quadro. E como gadgets cada vez mais avançados são lançados em intervalos de tempo cada vez mais curtos, quem quer (e pode) se manter up-to-date com o que há de mais moderno em tecnologia tem mais é que comemorar.
Por outro lado, será que faz sentido em gastar R$ 1.400 num iPad (preço do modelo mais barato; saiba mais em http://www.apple.com/br/), quando um note de configuração razoável custa menos e oferece bem mais recursos? Claro que não me cabe julgar quem gasta “os tubos” em produtos de última geração, seja por gostar de novidades, seja por apreciar o “status” que “o melhor e mais novo aparelho tecnológico” concede ao usuário (além disso, se dinheiro não é problema, nada melhor do que ter o melhor). No entanto, basta analisar a coisa do ponto de vista prático para ver que as vantagens do “queridinho da Turma da Maçã” não vão muito além de seu tamanho e peso inferiores aos de qualquer note ou netbook disponível no mercado. Já os recursos...
O iPad não oferece drive óptico (dispositivo de indiscutível utilidade) nem portas USB. Sua capacidade de armazenamento é modesta (especialmente para quem costuma baixar e armazenar toneladas de músicas, clipes de vídeo e arquivos multimídia em geral), e seu teclado virtual se torna incômodo na hora de digitar textos mais longos. Se você pretende sintonizar uma rádio online ou assistir ao noticiário pela Web ao mesmo tempo em que gerencia e-mails e posta seu Blog, pode esquecer. Além disso, a despeito da autonomia respeitável, a bateria do iPad (como as dos demais aparelhos móveis da Apple) é selada e não pode ser substituída, de modo que é preciso “ficar esperto” ao utilizar o brinquedinho em trânsito ou em locais onde não haja uma tomada por perto.
Se você continua indeciso sobre qual gadget escolher, considere o SLIDE PC7 da SAMSUNG (http://www.samsung.com.br/), que oferece o melhor dos dois mundos por US$ 700 (preço nos EUA).
Esse “tabbook” vem com chipset Intel Oaktrail (que lhe garante 9 horas de autonomia para a bateria), roda o Windows 7 Home Premium e é capaz de retornar da hibernação em (pasmem!) apenas 3 segundos, graças a seu drive SSD de 32 ou 64 GB. Além disso, ele oferece 2 GB de RAM, leitor de cartões de memória, tela multitoque de 10 polegadas, conexão 3G e WiMax e um teclado deslizante semelhante ao de alguns smartphones – que é uma mão na roda na hora de digitar textos extensos.

Em tempoVeja (bem) mais detalhes sobre o iPad na excelente sequência de postagens publicada pelo nosso parceiro Guilherme em seu Blog "Afirmativo" (para acessara o primeiro post, clique aqui). 

Um ótimo dia a todos e até mais ler.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Informatiquês

Toda disciplina tem seu jargão, e a Informática não é exceção. Aliás, usar um computador sem conhecer o significado de uma profusão de termos e siglas a partir de palavras em inglês resulta em deslizes perdoáveis ou, em certos casos, em erros crassos inadmissíveis.
CPU, por exemplo, é a sigla de Central Processing Unit (Unidade Central de Processamento) que remete ao processador principal do computador – e não ao gabinete (aquela “caixa” que abriga a placa-mãe e demais componentes internos do PC, que também é conhecida como Case, Gabinete do Sistema ou Gabinete de CPU).
Bit é a contração de "Binary Digit" (dígito binário), e designa a menor unidade de informação manipulada pelo computador, ao passo que Byte é uma unidade básica de memória que corresponde a oito bits e representa a quantidade de informação necessária para especificar uma letra, número, símbolo ou outro caractere qualquer.
Drives são unidades – de disquete (Floppy Drive), disco rígido (HDD ou Hard Disk Drive), CD-ROM, pendrive (ou qualquer outro dispositivo de armazenamento de dados) geralmente identificadas pelo sistema operacional por uma letra seguida de dois pontos (por exemplo, A:, C:, etc.), ao passo que drivers são programinhas de baixo nível que servem como ponte (elemento de ligação) entre o sistema operacional e o hardware.
Por ocasião da instalação (ou reinstalação) do sistema, é preciso instalar os drivers (de chipset e de dispositivos) referentes aos componentes de hardware que integram o computador. Embora o Windows conte com um expressivo banco de drivers nativos e seja capaz de fazer funcionar a maioria dos itens de hardware disponíveis no mercado, é sempre preferível usar as versões disponibilizadas pelos fabricantes (que costumam vir nos CDs ou disquetes que acompanham o computador, a placa-mãe e outros dispositivos e periféricos). No caso de uma reinstalação, se você não tiver ou não encontrar os CDs que vieram com seu computador, use o PC Wizard (freeware disponível em http://www.cpuid.com/pcwizard.php) para vistoriar o hardware, acesse o site dos respectivos fabricantes e esquadrinhe a seção de downloads de drivers ou suporte. Note, porém, que é bem mais simples executar essa tarefa com o DriverMender (mais informações e download em http://drivermend.com/).
Bom dia a todos e até amanhã, se Deus quiser.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Arquivos duplicados

Várias postagens aqui no Blog trazem dicas e sugestões para manter “nos trinques” o desempenho do sistema, dentre as quais se destacam os inevitáveis procedimentos de manutenção preventivo/corretiva que devem ser realizados de tempos em tempos.
Programas desnecessários, arquivos inúteis, pastas vazias, atalhos quebrados, chaves inválidas e entradas obsoletas no Registro, dados excessivamente fragmentados no HD e outros “probleminhas” afins degradam a performance do computador, e ainda que solucioná-los dê algum trabalho, a dor de cabeça será maior se você postergar indefinidamente a adoção das providências necessárias. A título de ilustração, a desfragmentação dos dados no HD leva poucos minutos para ser concluída quando realizada semanalmente (claro que isso varia conforme o tamanho do disco, os recursos do computador e a taxa de fragmentação dos arquivos), mas pode demorar horas se você deixar para executá-la a cada seis meses, por exemplo.
Falando em HD, é certo que os drives modernos oferecem espaço de sobra, mas é igualmente certo que o agigantamento dos arquivos – especialmente de multimídia –, combinado com a “vocação” que alguns usuários têm para não jogar nada fora, pode consumir rapidamente centenas de gigabytes. Por conta disso, convém eliminar de tempos em tempos todos os arquivos dispensáveis e executar o utilitário de Limpeza do disco – abra a pasta Meu Computador, dê um clique direito sobre o ícone que representa seu HD, clique em Propriedades e, na aba Geral, clique em Limpeza de disco; na próxima tela, selecione a aba Mais opções se você quiser apagar também os pontos de restauração do sistema (com exceção do mais recente, que é mantido por padrão). Note, porém, que essa “faxina” não exclui arquivos duplicados (ou triplicados, quadruplicados, e daí por diante), que também consomem um bocado de espaço no disco.
Essas redundâncias podem ser criadas pelo usuário, pelo sistema, ou por determinados aplicativos (notadamente ferramentas de backup), e eliminá-las manualmente é um trabalho insano, até porque arquivos idênticos podem ter sido salvos como nomes e/ou extensões diferentes – como quando convertemos uma imagem *.BMP em *.JPG e não apagamos o arquivo original, por exemplo. Então, o jeito é recorrer a ferramentas dedicadas, que esquadrinham os drives e criam uma lista com as possíveis repetições. No entanto, nem sempre é fácil identificar o que pode ser apagado, e considerando que a exclusão fica a cargo do usuário, é preciso tomar cuidado para não excluir backups ou arquivos importantes que, em certos casos, precisam ser mantidos em dois ou mais diretórios distintos.
O DoublesFinder é um programinha gratuito que lista arquivos duplicados levando em conta seu conteúdo – e não somente o nome dos arquivos. Ele não apaga as cópias; apenas as envia para a lixeira, facilitando o resgate de qualquer coisa que eventualmente venha a fazer falta (mais informações e download em http://alainlecomte.free.fr/Download.htm).
Outra opção igualmente gratuita e bastante eficiente integra a suíte de manutenção GLARY UTILITIES (disponível em http://www.glarysoft.com/), que oferece uma coleção de ferramentas pra lá de interessantes. Com a interface em português, o programa é fácil de usar (quem quiser um tutorial detalhado pode obtê-lo no  Baixaki). Vale lembrar apenas que, por ocasião da instalação, será perguntado se você deseja adicionar a barra de ferramentas Ask.com ao seu navegador e configurar seu motor de busca como padrão. Para recusar, desmarque as caixas de seleção respectivas antes de clicar em Avançar.
Bom dia a todos e até mais ler.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Seven x86 ou x64?

Três meses após seu lançamento comercial (ocorrido em outubro/09), o “Seven” não só superou a penetração de mercado que o Vista levou onze meses para conseguir, mas também aumentou a renda da Microsoft em 35% e desfez a má impressão deixada pelo seu malsinado predecessor. O XP, por sua vez, embora ainda seja o SO para PCs mais utilizado em todo o mundo, está em fase de suporte estendido desde 2009 e, se nada mudar, deixará de receber correções críticas e de segurança a partir de abril de 2014, o que desestimulará os fabricantes de hardware a disponibilizar atualizações de drivers e lançar novos produtos compatíveis. Então, está mais que na hora de pensarmos seriamente num upgrade para o Seven (a não ser que alguém queira se arriscar a esperar pelo “Windows 8”, cujo lançamento está previsto para o ano que vem), razão pela qual eu achei por bem tecer as seguintes considerações:

1 – Todo novo produto passa por um período de adequação, e a prudência recomenda “esperar a poeira baixar” antes de trocar o velho e confiável pelo novo e desconhecido. No entanto, 18 meses no mercado e um Service Pack lançado recentemente fazem da mais recente versão do Windows um sistema pra lá de “maduro”.

2 – A melhor opção de upgrade é uma operação casada – em outras palavras, a menos que você tenha comprado seu PC há menos de 2 anos, convém adquirir um equipamento novo, de preferência com o Seven pré-instalado pelo fabricante.

3 – Caso pretenda manter seu hardware, baixe e rode o Windows 7 Upgrade Advisor (programinha que faz uma verificação completa no seu PC e indica as alterações necessárias para que o Windows 7 funcione satisfatoriamente).

4 – O sistema mais adequado para um usuário de computador é aquele que melhor corresponde a suas expectativas e necessidades. A grande vantagem dos sistemas x64 (ou de 64 bits) é a otimização do processamento de determinadas tarefas devido à sua capacidade de gerenciar bem mais memória que as versões x86 (ou de 32 bits) – mesmo que o PC tenha 4 GB ou mais de RAM instalada, uma versão de 32 bits do Windows só é consegue endereçar algo entre 2,8 e 3,5 GB.

Observação: Com a possível exceção daqueles que costumam deixar dezenas de programas e outros tantos itens abertos enquanto reproduzem vídeos, por exemplo, ou dos gamers “de carteirinha”, usuários domésticos não notam grandes diferenças ao utilizar uma máquina com 3, 6 ou 8 GB de RAM, até porque a maioria dos aplicativos roda satisfatoriamente com 2 GB.


Da mesma forma que o Vista, o Seven está disponível em diversos “sabores”, mas, para uso doméstico, eu sugiro o Home Premium (para saber mais, clique aqui http://windows.microsoft.com/pt-BR/windows7/products/compare). Se você optar pela versão x64 – capaz de endereçar até 16 GB de RAM (no Professional e no Ultimate, o limite é de 192 GB) –, deverá dispor de um processador compatível e de drivers adequados aos dispositivos de hardware instalados no computador ou conectados a ele (que podem não estar disponíveis para uma máquina com alguns anos de estrada).

Observação: Para checar a compatibilidade do seu processador com a tecnologia x64, instale e rode o CPU-Z e, no relatório, verifique se o campo Instructions (aba CPU) inclui a expressão EM64T (caso utilize um chip Intel; se seu chip for AMD, procure algo como x86-64 ou AMD64).

Todas as versões do Seven vendidas em lojas físicas (com exceção da Home Basic) permitem escolher a opção desejada (32 ou 64 bits) no momento da instalação, mas vale salientar que, para instalar uma versão x64 do Windows em um computador que roda uma versão x86, será preciso fazer uma instalação limpa, “a partir do zero”, que requer a formatação do disco rígido e resulta no apagamento de todos os arquivos e programas (saiba mais em http://windows.microsoft.com/pt-BR/windows7/32-bit-and-64-bit-Windows-frequently-asked-questions).
Ainda que seja possível rodar normalmente a maioria dos aplicativos de 32 bits em sistemas x64 (o antivírus é uma exceção notável), o ideal é instalar softwares escritos especificamente para essa plataforma, que são executados de maneira mais rápida e eficiente.

Bom feriadão a todos, uma ótima Páscoa, e até segunda.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Favoritos/Bookmarks e AM-DeadLink

A Web distrai e abstrai: quando navegamos pela imensidão de páginas que ela disponibiliza, é comum nos darmos conta de que estamos visitando o Louvre, por exemplo, embora nossa intenção precípua fosse cotar preços de pendrives. Usuários mais “focados” até resistem a essa tentação e conseguem deixar tais dispersões para outra hora, mas se até lá o histórico de navegação já tiver sido apagado – coisa que é recomendável fazer ao final de cada sessão de navegação, por motivos de segurança –, aí a porca vai torcer o rabo.
A boa notícia é que os browsers oferecem um recurso mediante o qual é possível armazenar URLs como bookmarks (ou favoritos). No IE8, por exemplo, basta acessar a página desejada, clicar em FAVORITOS e em ADICIONAR A FAVORITOS.

OBSERVAÇÃO: Clique em ORGANIZAR FAVORITOS para visualizar a lista dos seus links e pastas; clique em qualquer pasta para expandi-la e ver os links que ela contém; crie novas pastas clicando em NOVA PASTA, digitando o nome desejado e pressionando ENTER; mova seus favoritos selecionando os links e arrastando-os para a posição desejada; renomeie qualquer link ou pasta selecionando-o(a), clicando em RENOMEAR, digitando o novo nome e pressionando ENTER; exclua qualquer link ou pasta selecionando-o(a), clicando em EXCLUIR e confirmando em SIM; classifique suas entradas em ordem alfabética dando um clique direito sobre qualquer uma delas e escolhendo a opção CLASSIFICAR POR NOME.

Convém ter em mente que alguns sites que você salva como favoritos podem deixar de funcionar, mudar de endereço ou simplesmente desaparecer do mapa, e testá-los de tempos em tempos, um a um, é uma tarefa trabalhosa e aborrecida. Então, a solução é instalar o freeware AM-DeadLink, que suporta diversos navegadores (IE, Chrome, Firefox, Opera, etc.) e ajuda a identificar e eliminar entradas duplicadas ou problemáticas.
Durante a instalação, escolha o idioma “Português-BR” (embora essa alteração possa ser feita também via menu Opções). Ao final, execute o programa, defina o navegador desejado (no canto superior esquerdo da interface), comande a busca (botão verde) e em questão de minutos você ouvirá um sinal sonoro e terá a lista completa de seus favoritos, com o status de cada um deles e outras informações importantes (caminho, pasta, tipo de erro, etc.).
As entradas problemáticas são grafadas em vermelho e podem ser excluídas diretamente, mas convém clicar em Bookmarks > Colocar Bookmarks com erro no topo da lista (para facilitar a análise) e tentar acessar os sites em questão a partir da pasta Favoritos do navegador (em alguns casos, o problema pode ser apenas uma indisponibilidade momentânea do servidor).
Para localizar entradas duplicadas, ainda no menu Bookmarks, clique em “Mostrar Bookmarks duplicados”; para mais informações, consulte a ajuda do programa.

Abraços e até amanhã.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Website Blocker

Browsers atuais oferecem diversas extensões que acrescentam inúmeros recursos e funcionalidades – para usuários do Google Chrome, elas são mais de 5.000 (todas gratuitas e com instalação instantânea).
Se você é dispersivo no trabalho, por exemplo, ou tem filhos pequenos para os quais deseja bloquear o acesso a determinados sites, o Website Blocker é uma mão na roda. É só fazer o download para impedir o acesso a páginas pré-definidas, gerenciar o tempo de bloqueio e até configurar a exibição de mensagens tipo “você não deve acessar essa página enquanto estuda”, “volte ao trabalho”, ou coisa parecida.
O Website Blocker é em inglês, mas basta conhecer os rudimentos do idioma para poder utilizá-lo sem dificuldades. Caso queira conhecer essa e outras extensões disponíveis para o CHROME, clique aqui.

Uma ótima Semana Santa a todos e até amamhã, se Deus quiser.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Dicas desempenho e humor de sexta-feira

Sempre se pode espremer mais algumas gotas de desempenho do XP fazendo alguns cortes estéticos e desativando programas, processos e serviços não utilizados. Aliás, esse assunto já foi objeto de outras matérias, mas como a audiência aqui do Blog é rotativa, achei por bem relembrar algumas dicas. Confira:
  • Abra a janela das Propriedades do Sistema (Clique em Iniciar > Executar e digite sysdm.cpl), selecione a aba Avançado e, na caixa Desempenho, clique no botão Configurações. Selecione então a opção “Ajustar para obter um melhor desempenho” ou desmarque individualmente os itens que você achar desnecessários.
  • Em tese, os “relatórios de erros” servem para ajudar a Microsoft a encontrar e solucionar bugs e outros que tais, mas, na prática, muitos usuários não vêem benefício algum nesse serviço. Se for o seu caso, selecione a aba Avançado da janela das Propriedades do Sistema, clique no botão Relatório de Erros e marque Desabilitar relatório de erros (convém manter a opção “Notifique-me quando erros críticos ocorrerem” habilitada). 
  • Outro recurso interessante em tese, mas pouco utilizado na prática, é a Assistência Remota. Caso você não o utilize, selecione a aba Remoto, na janela das Propriedades do Sistema, e desmarque a opção “Permitir que pedidos de assistência remota sejam enviados a partir deste computador”.
  • Além dos programas que rodam na inicialização (tema do post anterior), uma porção de processos e serviços também podem comprometer a performance do sistema, e a despeito de vários deles precisarem ser iniciados automaticamente, muitos podem ser desabilitados ou ajustados para inicialização manual. Para visualizar a lista completa, clique em Iniciar > Executar, digite “services.msc” (sem as aspas) e pressione a tecla Enter. Para identificar o que pode ou não ser desativado, visite www.blackviper.com/WinXP/servicecfg.htm – se você usa outra versão do Windows que não o XP x86 (32-bit) SP3, clique em Home e selecione a opção correspondente em Features, na coluna à esquerda da página.
Observação: Quem não se sentir à vontade para fazer esses ajustes manualmente pode recorrer ao Complete System Tuneup, que otimiza itens fundamentais para o desempenho da máquina (inicialização, registro, etc.) e fornece atalhos para ferramentas do sistema.
  • A indexação deixa as buscas no Windows consideravelmente mais rápidas, mas também cobra seu preço em termos de desempenho. Então, se você raramente faz buscas ou se usa uma ferramenta de terceiros para tanto (como o Copernic Desktop ou o Google Desktop), dê duplo clique no item Serviço de Indexação e ajuste-o para Desativado.
  • A “troca rápida de usuário” só faz sentido para quem compartilha seu PC com outra pessoa. Não sendo o seu caso, localize e selecione o item Serviço de Compatibilidade de Troca Rápida de Usuário, escolha a opção Desativado e clique em OK.
  • A não ser que você use a Ajuda do Windows constantemente, localize e selecione o item Ajuda e Suporte e escolha a opção Manual (assim, o serviço só será carregado quando for necessário).

 Observação: Antes de fazer qualquer reconfiguração relevante em seu sistema, não deixe de criar um ponto de restauração (Iniciar > Todos os Programas > Acessórios > Ferramentas do Sistema > Restauração do Sistema > Criar um Ponto de Restauração). Afinal, é sempre melhor prevenir do que remediar.

Passemos agora à piadinha da vez:

ASSALTANTE BAIANO
Ô meu rei... Isso é um assalto... Levanta os braços, mas não se avexe não... Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado... Vai passando a grana, bem devagarzinho... Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado... Não esquenta, meu irmãozinho...Vou deixar teus documentos na encruzilhada .


ASSALTANTE MINEIRO
Ô sô, prestenção issé um assarto, uai. Levantus braço e fica ketin quié mió procê. Esse trem na minha mão tá chein de bala... Mió passá logo os trocados que eu num tô bão hoje. Vai andando, uai! Tá esperando o quê, sô?!


ASSALTANTE CARIOCA
Aí, perdeu, mermão.
Seguiiiinnte, bicho, tu te fu... Isso é um assalto. Passa a grana e levanta os braços rapá. Não fica de caô que eu te passo o cerol... Vai andando e se olhar pra trás vira presunto


ASSALTANTE PAULISTA
Pô, meu... Isso é um assalto, meu; levanta os braços, meu; passa a grana logo, meu; mais rápido, meu; pô, se manda, meu.


ASSALTANTE GAÚCHO
Gurí, tu ficas atento que isso é um assalto. Levanta os braços e te aquieta, tchê !
Não tentes nada e cuidado que esse facão corta uma barbaridade, tchê.
Passa os pilas prá cá! E te manda a la cria, senão o quarenta e quatro fala.


ASSALTANTE DE BRASILIA
Querido povo brasileiro, estou aqui no horário nobre da TV para dizer que, no final do mês, aumentaremos as tarifas de Energia, Água, Esgoto, Gás, Passagem de ônibus, Imposto de renda, Licenciamento de veículos, Seguro Obrigatório, Gasolina, Álcool, IPTU, IPVA, IPI, ICMS, PIS, COFINS, CPMF...
Mas fiquem tranqüilos meus queridos, será tudo revertido para saúde e educação.

Bom final de semana a todos.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ferramentas do Windows

Além dos utilitários para limpeza do disco, correção de erros e desfragmentação dos dados, o XP inclui uma porção de ferramentas “ocultas” – assim projetadas para evitar que usuários iniciantes mexam no que não devem.
Um bom exemplo é o Gerenciamento do Computador (para convocá-lo, dê um clique direito em Meu Computador e selecione a opção Gerenciar), que permite visualizar logs de eventos; gerenciar pastas compartilhadas; criar e modificar contas de usuários; acessar o Gerenciador de Dispositivos; executar o defrag; criar, formatar e excluir partições nos HDs ou dispositivos de mídia removível; iniciar, interromper, pausar ou continuar serviços do sistema; configurar o serviço de indexação, e por aí vai.
Também pouco conhecidas são as Diretivas de Grupos (gpedit.msc), as Configurações Locais de Segurança (secpol.msc), o Utilitário de Configurações do Sistema (msconfig), o “protetor” do Banco de dados e contas do XP (syskey) e a Ferramenta de Diagnóstico do DirectX (dxdiag) – que são acessíveis via Iniciar > Executar, como a gente já viu em outras postagens.
Outro recurso importante, mas subutilizado por muita gente, é a tela das Propriedades do Sistema (para abri-la, dê um clique direito em Meu Computador e selecione Propriedades). Além de um resumo das configurações do PC, ela oferece as seguintes opções de configuração:
• Em Nome do computador, podemos alterar o nome da máquina, o grupo de trabalho ou domínio a que ela pertence;
Hardware oferece um assistente para adição de componentes que permite configurar perfis de hardware e definir se o sistema aceitará ou não drivers não assinados pela Microsoft;
• Em Avançado, configuramos os efeitos visuais do sistema, alteramos o gerenciamento da memória virtual, mudamos o arquivo de paginação para outro HD (ou o desativamos), ajustamos o uso de memória e processador, modificamos as variáveis de ambiente e desativamos o relatório de erros;
• Em Restauração do sistema, podemos tanto desativar esse recurso quanto fazer alguns ajustes avançados;
• Em Remoto, permitimos, negamos ou configuramos o acesso remoto ao nosso computador mediante convite/autorização;
• Em Atualizações Automáticas, além da opção “Desativar”, temos três possibilidades de configuração: “Automático”, “Baixar atualizações, mas eu decidirei quando instalá-las” e “Notificar-me de atualizações, mas não baixá-las ou instalá-las automaticamente” (veja mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2008/04/atualizaes-da-microsoft.html).

Um ótimo dia a todos.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

"Arquivos Suspeitos"

Já dissemos que o Correio Eletrônico pode substituir com vantagens o serviço postal convencional e os (já quase obsoletos) aparelhos de fax, especialmente por conta da rapidez com que as mensagens chegam até os destinatários e da possibilidade de anexar a elas praticamente qualquer tipo de arquivo. No entanto, essa versatilidade também faz dele o meio de transporte preferido pelos disseminadores de vírus e códigos maliciosos que tais, razão pela qual qualquer cartilha de segurança, por mais elementar que seja, recomenda muito cuidado ao abrir anexos suspeitos.

Se você está se perguntando o que são – ou como reconhecer – “anexos suspeitos”, a resposta é: todo anexo é suspeito até prova em contrário, ainda que provenha (supostamente) de um amigo, conhecido, ou mesmo da senhora sua mãe. Claro que os riscos são bem menores quando a mensagem é esperada – se você estiver falando com alguém ao telefone, por exemplo, e esse alguém lhe disser “olha, estou enviando as fotos que tirei no último final de semana”. Não sendo esse o caso, barbichas de molho!
Conforme foi dito linhas atrás, praticamente qualquer tipo de arquivo pode ser anexado a um e-mail, mas é óbvio que ninguém envia mensagens mal-intencionadas com o termo “vírus” no campo do assunto e o texto “abra o anexo para ser infectado pelo vírus XXX”. Via de regra, os vigaristas digitais se valem da engenharia social (saiba mais em http://fernandomelis.blogspot.com/2011/01/engenharia-social.html) para explorar a inocência, a curiosidade, a boa-fé ou a ganância dos incautos – ou seja, eles dão a corda e torcem para que a vítima se enforque com ela.
Os anexos mais perigosos são os de extensão “exe” – arquivos executáveis cujo conteúdo é interpretado como um programa –, mas extensões como “cmd”, “bat”, “scr”, “vbs”, “ws”, “doc”, “xls” e “ppt”, dentre outras, também exigem cuidados redobrados. As duas primeiras executam scripts conhecidos como arquivos batch (ou de lote), que servem para automatizar tarefas – e, se “bem utilizados” pelos cybercriminosos, propiciam o roubo de dados (senhas bancárias e números de cartões de crédito no mais das vezes). A extensão “scr” é geralmente associada “descansos de tela” – mas os arquivos podem conter instruções maliciosas ou danosas que são ativadas quando a animação é executada –; a “vbs” remete a scripts que atuam como executáveis, e as três últimas a documentos do MS OFFICE (que podem conter vírus de macro).
É importante salientar que, por padrão, o Windows oculta extensões dos tipos de arquivo conhecidos, de modo que um internauta descuidado pode ser facilmente enganado por um anexo renomeado como Foto1.jpg.exe, por exemplo, já que sua verdadeira extensão (“exe”) ficará oculta. Para evitar armadilhas dessa natureza, se você usa o XP, abra o Painel de Controle, selecione “Opções de Pasta” e, em “Modo de Exibição”, localize e desmarque a caixa “Ocultar as extensões dos tipos de arquivo conhecidos”. (Nas versões Vista e 7, o caminho é Windows Explorer > Organizar > Opções de pasta e pesquisa > Modo de Exibição > Configurações avançadas).
Vale lembrar também que, para burlar as restrições que muitos servidores de e-mail e programas clientes impõem a anexos potencialmente perigosos, a bandidagem cibernética passou a utilizar links que redirecionam os destinatários a sites infestados de trojans, spywares e keyloggers (não só por e-mail, mas também via Messenger e redes sociais).
No caso do e-mail, tanto o assunto quanto o texto costumam embutir ardis que visam engabelar o destinatário –  fique atento para e-mails dando conta de que você ganhou na loteria, que seu parceiro(a) está lhe pondo chifres, que será negativado na SERASA ou SCPC, que terá seu CPF cancelado ou que foi premiando num concurso do qual nem sequer participou, por exemplo; quando por mais não seja, só o teor da mensagem já basta para disparar o desconfiometro.
Para encerrar, não custa reforçar que um e-mail não pode ser legitimado apenas pelo que traz no campo de remetente (que, conforme já dissemos em outras postagens, pode ser facilmente alterado). Além disso, determinadas pragas costumam varrer o computador infectado em busca de endereços de e-mail e enviar automaticamente cópias da mensagem maliciosa para todos eles, à revelia do usuário (que talvez nem se tenha dado conta de que seu sistema foi infectado).
Barbas de molho, pessoal!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Pedro, Paulo ou João?

Desligar o computador constantemente pode comprometer a vida útil dos componentes (notadamente do HD), mas mantê-lo ligado por dias a fio também não é uma boa ideia – além do risco de uma interrupção inesperada no fornecimento de energia, as reinicializações periódicas ajudam a resgatar a performance que o sistema tende a perder após muitas horas de atividade ininterrupta.

Mas suas opções não se limitam simplesmente a desligar o PC ou deixá-lo ligado, já que você pode colocá-lo em espera ou em hibernação – aprimoramentos desenvolvidos originalmente para laptops, mas que estão disponíveis em qualquer aparelho moderno.

O modo de espera é um estado de baixo consumo de energia no qual o sistema e os programas continuam carregados na RAM (via de regra, basta mover o mouse ou pressionar uma tecla qualquer para o Windows “despertar” e você voltar a trabalhar normalmente), ao asso que, na hibernação, o conteúdo da RAM é transferido para o HD e o computador é totalmente desligado (você pode até desconectá-lo da tomada).

A grande vantagem da hibernação em relação ao desligamento tradicional é que o boot costuma ser mais rápido, e todos os aplicativos e telas ressurgem da maneira como se encontravam antes de o sistema "adormecer". Esses “estados” podem ser induzidos manualmente, via botão Desligar (pressione SHIFT na tela de opções, para que o botão "Em Espera" alterne para "Hibernar"), ou pré-configurados através da tela das “Opções de energia” (acessíveis via Painel de Controle), onde você pode ajustar o desligamento do monitor, dos discos e do PC como um todo.

Observação: O retorno do estado de espera é imediato, mas como o mouse é um dispositivo muito sensível, basta um movimento involuntário ou um esbarrão na mesa de trabalho para que o sistema “desperte” num momento indesejado. Para evitar isso, acesse o Painel de Controle, abra o miniaplicativo com o ícone do mouse, clique na guia “Hardware”, no botão “Propriedades”, na aba “Gerenciamento de Energia”, desmarque a caixa de verificação ao lado de “Este dispositivo pode ativar novamente o computador” e clique em OK.

Você pode criar diversos esquemas com intervalos de tempo distintos para o sistema entrar automaticamente em stand-by e/ou em hibernação. Para uso doméstico, uma boa ideia é definir o desligamento do monitor após 15 minutos de ociosidade, o stand-by após ½ hora e a hibernação após 1 hora. Note que, ao retornar da hibernação, o Windows pode exibir uma mensagem de erro do tipo "A REINICIALIZAÇÃO DO SISTEMA FOI INTERROMPIDA: CONTINUAR A REINICIALIZAÇÃO DO SISTEMA; EXCLUIR DADOS DE RESTAURAÇÃO E PROSSEGUIR PARA O MENU DE INICIALIZAÇÃO DO SISTEMA" (essa anormalidade geralmente acontece quando o computador acessa um instantâneo corrompido da memória, e você deve escolher a opção "Excluir dados ... etc." e deixar o sistema ser carregado normalmente).

Seja como for, não deixe de desligar o computador nos moldes convencionais de tempos em tempos (semanalmente, por exemplo), para que a memória RAM seja completamente esvaziada e o desempenho do sistema, restabelecido.

Bom dia a todos e até mais ler.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Inicialização

Já mencionamos que o acúmulo de programinhas que pegam carona na inicialização do Windows sem real necessidade (alguns até criam ícones na Área de Notificação) degrada o desempenho global do sistema, e ainda que determinados aplicativos precisem estar sempre ativos – como o antivírus e o firewall, por exemplo –, manter o Adobe Reader, o iTunes, o Messenger e outros que tais em QAP permanente é, no mínimo, desnecessário.
Para prevenir essa “invasão”, fique de olho nas janelinhas que são exibidas por ocasião da instalação dos softwares e desmarque opções do tipo “iniciar junto com o Windows” ou coisa parecida. No caso de programas já instalados, caso não exista um comando que permita reverter o quadro (se existir, ele provavelmente estará sob o menu Ferramentas ou em Opções), clique em Iniciar > Executar e digite “msconfig” (sem as aspas) para abrir o UTILITÁRIO DE CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA. Em seguida, clique na aba Inicializar e desmarque as opções que você não quer que sejam carregadas automaticamente (caso precise reativar algum deles, basta repetir os mesmos passos e remarcar a opção correspondente).
Vale lembrar que muitas dessas entradas não são auto-explicativas, o que torna mais difícil decidir se elas podem ser desmarcadas sem que isso resulte em prejuízos para o sistema. Na dúvida, como diz um velho ditado, “não se mexe em time que está ganhando”, mas quem tem alguma noção do idioma do Tio Sam, pode consultar a Startup Application List  – que apresenta dezenas de milhares de itens detalhados e organizados. Além da descrição, cada um deles traz uma legenda de "status" que informa se o aplicativo deve ser deixado marcado (Y), se é desnecessário (N), se mantê-lo ou não fica a critério do usuário (U), se representa alguma ameaça à segurança do sistema (X) ou se é desconhecido (?).

Observação: Utilitários como o CCleaner, o Advanced System Care e o Revo Uninstaller (dentre outros que já analisamos e recomendamos aqui no Blog) dispõem de módulos que permitem gerenciar mais facilmente os itens de inicialização.

Um ótimo dia a todos.

EM TEMPO: A Microsoft deve lançar amanhã 17 atualizações de segurança - nove críticas e oito importantes - visando corrigir um total de 64 vulnerabilidades no Windows, Office, Internet Explorer, Visual Studio e outros produtos, além da tradicional ferramenta para remoção de malwares e de atualizações para os filtros de lixo eletrônico do Windows Mail, Outlook 2003, Outlook 2007 e Outlook 2010. Para mais informações, clique aqui.  

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Conclusão e humor de sexta-feira

Para concluir as ilações sobre e-mails fraudulentos, iniciadas no post de anteontem, vale lembrar que:

• Saudações “genéricas” (tipo “olá”, “oi”, “caro amigo”, etc.) sugerem alguma maracutaia. Erros de digitação, ortografia, gramática, concordância, frases com palavras faltando e outros que tais também são bons indicativos de fraudes (mesmo que os vigaristas digitais venham se esmerando na redação das mensagens, esses “deslizes” ajudam a burlar a fiscalização dos filtros anti-spam).

• Tome muito cuidado com anexos, ainda que provenientes de pessoas conhecidas (mensagens enviadas por um amigo ou parente cujo sistema esteja infectado também podem conter malwares). Vírus, spywares e outros códigos maliciosos podem se travestir de fotos, apresentações PPS ou qualquer outra coisa aparentemente útil ou inocente, de modo que você só deve abrir um anexo se tiver certeza de sua origem e conteúdo e, mesmo assim, após checá-lo com o antivírus. “Urgência” também pode indicar fraude; redobre os cuidados se a mensagem procurar induzi-lo a clicar num link ou abrir um arquivo usando termos como “imediatamente”, “agora mesmo” ou algo do gênero (até para evitar que você pense duas vezes).

• Falando em links, verifique sempre para onde eles apontam – pouse o ponteiro do mouse sobre um link e cheque o endereço que aparece na barra de status do navegador (para habilitar a barra em questão, clique em Exibir > Barra de ferramentas). Links fraudulentos podem redireicioná-lo a sites maliciosos ou instalar spywares, baixar códigos nocivos, e por aí vai. Se você observar um “@” no meio do link, fique esperto: empresas idôneas utilizam domínios próprios, tipo https://www.empresa.com.br. E ainda que o link contenha algo sugestivo – como “bancobrasil”, “playboy”, “receitafederal” –, só isso não basta para que você o tome por legítimo.

• Sempre que um site solicitar seus dados pessoais, assegure-se de que o endereço seja iniciado por https (o “s” indica segurança), e que a barra de status do navegador exiba o ícone de um cadeado – no qual você pode clicar para conferir o certificado digital do site e o nível de criptografia utilizado (que deve ser, no mínimo, de 128 bits).

• Tome muito cuidado com janelas pop-up que se abrem do nada ou surgem quando você clica num link qualquer. Feche-as imediatamente via ALT+F4 (clicar no X de fechar da janelinha pode ser perigoso).

• Estelionatários utilizam engenharia social para levar os incautos a seguir suas instruções mal-intencionadas. Fique atento para mensagens dando conta de que você ganhou na loteria, é herdeiro de um rei nigeriano, precisa confirmar dados do imposto de renda, está devendo na praça, negativado no sistema financeiro ou sendo chifrado pelo(a) parceiro(a). Atente também para e-mails não solicitados que contenham links para descadastramento (se você nunca se cadastrou, não há o que descadastrar).

• O e-mail nunca será a prova de falhas; se você não precisa de um registro por escrito ou se o interlocutor não está do outro lado do mundo, talvez um telefonema (ou um contato pessoal, melhor ainda) seja a forma mais segura de trocar informações importantes.

Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:

Dois juízes se encontram no estacionamento de um motel e reparam, constrangidos, que cada um está com a mulher do outro. No entanto, mantendo a compostura própria de magistrados, em tom solene e respeitoso, diz o primeiro:
- Conspícuo colega, peço vênia para sugerir que ambos esqueçamos este incidente fortuito e lamentável. O correto, salvo melhor juízo, seria minha esposa vir comigo no meu carro, e Vossa Excelência levar a sua no seu.
Responde o outro:
- Estou inclinado a concordar com o nobre colega no sentido de que isso seria o CORRETO, mas ouso ponderar que não serio o JUSTO, já que vocês estão saindo e nós, entrando...


Bom fina de semana a todos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Seguro... (continuação)

Ainda sobre o assunto da postagem anterior, vale dizer que quem utiliza o serviço de e-mail do Google e deseja checar o IP do rementente de uma mensagem potencialmente maliciosa deve acessar sua conta, abrir a mensagem, clicar na “seta para baixo” próxima a Responder (no canto superior direito da mensagem) e selecionar a opção Mostrar Original.
Repare no exemplo a seguir:

Delivered-To: Cunegundes@gmail.com
Received: by 10.36.81.3 with SMTP id e3cs239nzb; Tue, 29 Mar 2011 15:11:47 -0800 (PST)
Return-Path:
Received: de mail.emailprovider.com (mail.emailprovider.com [111.111.11.111]) por mx.gmail.com with SMTP id h19si826631rnb.2011.03.29.15.11.46; Tue, 29 Mar 2011 15:11:47 -0800 (PST)
Message-ID: <20050329231145.62086.mail@mail.emailprovider.com>
Received: from [11.11.111.111] by mail.emailprovider.com via HTTP; Tue, 29 Mar 2011 15:11:45 PST
Data: Tue, 29 Mar 2011 15:11:45 -0800 (PST)
De: Jucapato
Assunto: Olá
Para: Cunegundes

A partir dessas informações, é fácil descobrir o nome do destinatário, o assunto, o nome do remetente e a data e hora de remessa da mensagem, bem como que ela foi recebida pelos servidores SMTP de mail.emailprovider.com na data e hora ali consignadas (existe ainda um número exclusivo de identificação atribuído pelo provedor), transmitida de mail.emailprovider.com para um servidor do Gmail e, segundos depois, depositada na caixa postal de Cunegundes (desitnatário final).

Observação: O número grafado em vermelho, que aparece na linha iniciada por "Received", corresponde ao endereço IP que você deve pesquisar para se assegurar da legitimidade do remetente (mais informações no post de ontem).

Se você usa o Hotmail, abra sua caixa de entrada, dê um clique direito no e-mail cujo cabeçalho você quer visualizar e selecione Exibir código-fonte da mensagem (as informações serão exibidas em uma nova janela). Usuários do Yahoo!Mail, por sua vez, devem selecionar a mensagem desejada, clicar no menu suspenso Ações e em Exibir cabeçalho completo. No Outlook do pacote MS Office, rode o programa, abra a mensagem em questão, clique na aba Mensagem e, no grupo Opções, clique em Iniciador de Caixa de Diálogo > Opções de Mensagem > Cabeçalhos de Internet (em versões anteriores ao Outlook 2007, após abrir a mensagem, clique em Exibir > Opções...). No IncrediMail, dê um clique direito na mensagem, selecione Propriedades e clique em Detalhes.

Um bom dia a todos e até amanhã.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Seguro morreu de velho...

Cresce a cada dia o uso do Correio Eletrônico para fins escusos, já que a rapidez e a versatilidade dos e-mails fazem deles ferramentas extremamente úteis para crackers e cybercriminosos ludibriarem suas vítimas - afinal, basta pesquisar a Web para encontrar miríades de tutoriais que ensinam a adulterar o campo REMETENTE das mensagens. Isso facilita a disseminação de arquivos suspeitos ou links mal-intencionados, pois a maioria dos destinatários não desconfia de e-mails provenientes (supostamente) de órgãos governamentais, instituições bancárias ou empresas renomadas como a Symantec, Microsoft, etc.
Convém sempre verificar a autenticidade de e-mails "esquisitos" mediante a análise de seus cabeçalhos (ainda que as informações pareçam confusas, basta examiná-las com com mais vagar para ver que são bastante intuitivas (linhas iniciadas por "for", "to", "Return-Path" e distinta companhia, por exemplo).
Se você utiliza o Outlook Express, antes de abrir qualquer mensagem “duvidosa”, dê um clique direito sobre ela, selecione a aba Detalhes e esquadrinhe o “header” do e-mail (de baixo para cima) até localizar uma linha iniciada pela palavra “Received” (se a mensagem já estiver aberta, clique em Arquivo > Propriedades e selecione a aba Detalhes).
Supondo que a linha em questão traga algo como “Received: from "200 228 90 152" (helo=receita.fazenda.gov.br)” e que o restante do cabeçalho exiba outras referências ao endereço real do site da Receita, você pode identificar a fraude se obtiver mais informações sobre o IP do remetente (o IP é único no mundo para cada usuário, de modo que não há dois usuários com o mesmo IP no mesmo instante). Mesmo que haja outras linhas iniciadas pela palavra “Received” (o que ocorre sempre que a mensagem passa por dois ou mais servidores antes de chegar ao computador do destinatário), é a primeira, de baixo para cima, que indica o IP do computador de onde a ela partiu e revela sua verdadeira origem. No Brasil, os IPs são geralmente iniciados por 200 e podem ser consultados no site http://www.registro.br/,  que centraliza o registro dos domínios terminados em “.br”. Assim, pesquisando o IP em questão, você verá ele está associado a um provedor de Internet de uma cidade do interior do Pará – e não à Receita Federal, cujos servidores centrais ficam em Brasília.

Observação: O IP poderia ser de um cliente do provedor, ou o servidor da empresa poderia ter sido usado à revelia de seu proprietário, de modo que convém você não tirar conclusões precipitadas. No entanto, uma coisa é certa: a mensagem não partiu da Receita Federal.

Todo e-mail passa pelo servidor do provedor em que o destinatário mantém sua conta, embora, conforme já foi dito, alguns passem também por outros servidores SMTP – da mesma forma que uma carta convencional passa por uma ou mais agências dos Correios antes de ser entregue ao destinatário. Cada servidor adiciona automaticamente sua linha “Received”, de modo que sempre haverá pelo menos uma em qualquer cabeçalho. Quando dois ou mais servidores participam do processo, essas linhas aparecem em ordem lógica; a presença de um “Received” deslocado sugere tentativas de ocultar a origem da mensagem.
Para obter mais informações – ou denunciar spam, e-mails com vírus, links maliciosos e outros que tais –, visite http://antispam.br/reclamar/.

Amanhã tem mais; abraços e até lá.

terça-feira, 5 de abril de 2011

De volta aos encurtadores de URL

Se o limite de 140 caracteres imposto pelo Twitter não permite grandes lucubrações, a coisa fica ainda mais "apertada" quando você inclui no micropost um link "por extenso" - a título de exemplo, o endereço http://technet.microsoft.com/pt-br/magazine/gg558108.aspx (que remete à TechNet Magazine) consome mais de 40% do espaço disponível. No entanto, se você usar a um redutor de URL como o BITLY, por exemplo, o link resultante terá apenas 20 caracteres (http://bit.ly/i2pTF0), o que significa uma subtancial economia de espaço (cerca de 65%).

Observação: Para encurtar um URL, basta você recorrer a serviços online como o TINYURL, o  BI.TLY, o IS.GD, o MIGRE.ME  ou o GOO.GL, apenas para citar os mais conhecidos.

Os “encurtadores de URL” vêm sendo largamente usados em Blogs e Webpages - e até na mídia impressa, como é o caso da revista INFO -, mas vale lembrar que um link encurtado não oferece indícios que permitam identificar seu “endereço real”, nem mesmo quando você pousa o ponteiro do mouse sobre ele, aspecto que facilita sobremaneira a ação dos vigaristas de plantão. Então, o jeito é reocrrer a sites como o ExpandMyURL, Knowurl ou LongUrl (apenas para citar os mais populares), que "fazem a respectiva tradução" e, em alguns casos, informa também se a página é segura.
Dependendo do serviço usado no encurtamento do URL, é possível obter mais informações introduzindo o micro link na barra de endereços do navegador, acrescentando um sinal de adição (+) e teclando Enter - experimente fazer isso com o link reduzido aqui do Blog (http://goo.gl/uPFiP); comigo, isso funcionou tanto no IE8 quanto no Chrome 12.0.712.0.
Bom dia a todos e até mais ler.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

DLLs

Se você utiliza o Windows há algum tempo, provavelmente já teve o dissabor de receber mensagens de erro do tipo “Este programa causou um erro na 'nome estranho'.DLL e será fechado”, por exemplo, e sido forçado reiniciar o computador para contornar o problema. No entanto, pouca gente sabe o que são esses enigmáticos arquivos DLL, de modo que eu resolvi abordá-los nesta postagem.

Para entender isso melhor, é preciso ter em mente que os “programas” são conjuntos de instruções, em linguagem de máquina, que permitem ao usuário operar o computador. O sistema operacional também é um programa, mas funciona como uma espécie de “software-mãe”, que dá suporte a todos os demais aplicativos.
Nos primórdios da computação, os aplicativos eram constituídos por arquivos executáveis que continham todas as instruções necessárias ao seu funcionamento. No entanto, com a adoção generalizada da interface gráfica e o aumento do tamanho dos softwares, sua simples divisão em múltiplos executáveis deixou de ser eficiente (até porque seus respectivos códigos não podiam ser compartilhados).
Diante disso, os engenheiros da Microsoft criaram as DLLs (Dynamic Link Library), ou seja,“bibliotecas dinâmicas” que permitem aos programadores tirar vantagem da "linkagem dinâmica", onde o código das funções reside numa biblioteca pré-compilada e compartilhada por vários executáveis, gerando arquivos menores e mais fáceis de atualizar.
Numa analogia elementar e tecnicamente inexata, mas que ajuda a entender melhor o assunto, as DLLs estão para o para o software como os drivers estão para os componentes físicos do computador. Em outras palavras, se os drivers fazem uma “ponte” entre o hardware e o SO, as DLLs fazem o mesmo em relação ao SO e os aplicativos, sendo responsáveis por exibir as janelas dos programas, criar sons, conectar o computador à Internet, salvar e carregar arquivos, e por aí vai.
De certa forma, o próprio Windows é uma vasta coleção DLLs, já que sua função precípua (como a de qualquer SO) é garantir que as demais aplicações funcionem sem que tenham de “se preocupar com os detalhes de suas tarefas rotineiras”. (O kernel32.dll, por exemplo, é encarregado de salvar arquivos e gerenciar o uso da memória RAM, enquanto o user32.dll gerencia a área de transferência do sistema e cuida dos menus exibidos na tela, do papel de parede e do ponteiro do mouse).
As DLLs podem ter diversas versões, e aplicativos compilados para operar com uma delas podem não funcionar corretamente com outra mais nova, mais antiga, ou de idioma diferente. Ainda que elas incluam instruções para que somente as mais recentes sobrescrevam as antigas, algumas atualizações podem resultar em comportamento errático ou mesmo inviabilizar o funcionamento de determinados programas.
As versões 9x/ME do Windows eram bem mais susceptíveis ao "inferno das DLLs" do que as mais recentes, mas não custa lembrar que o XP possui uma ferramenta para verificação de integridades dos arquivos do sistema – para convocá-la clique em Iniciar > Executar, digite "sigverif.exe" (sem as aspas) e pressione o botão "OK"; no quadro que se abre em seguida, clique no botão "Iniciar" e aguarde até que o "Verificador de Assinatura de Arquivo" apresente seu relatório.
Outra boa opção para tentar solucionar problemas com DLLs corrompidas ou ausentes é visitar o site http://www.dll-files.com/.
Bom dia a todos e até mais ler.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

BlackBox, Firefox e humor de sexta-feira

Chamamos “caixa preta” àquele artefato que ajuda a elucidar acidentes aéreos mediante o fornecimento de informações sobre a situação do vôo, os últimos 30 minutos de conversa entre a aeronave e a torre de controle, além da velocidade, altitude, direção e ângulos de subida e descida do aparelho no momento do acidente. Aliás, ao contrário do que se costuma imaginar, ela não é preta, mas geralmente cor de laranja, e não fica na cabine (principal ponto de impacto numa queda), e sim na cauda da aeronave.
Mudando de pato para ganso, interessa dizer que o nome BlackBox também remete a uma ferramenta de diagnóstico e benchmark gratuita que esquadrinha, analisa e quantifica os recursos de hardware do computador (mais informações e download em http://hwmblackbox.com/). Dentre diversos outros recursos, ela atribui notas a vários componentes do PC, avalia a performance global do sistema, identifica o codinome e o modelo do processador, o modo de operação das memórias e sua latência e clock.
Para quem deseja uma opção mais completa que o  CPU-Z e mais barata que o Everest (versão gratuita para teste e tutorial detalhado disponíveis em http://www.baixaki.com.br/download/everest-ultimate-edition.htm), o BlackBox é uma mão na roda.

Os comentários deixados nas postagens que publiquei recentemente sobre navegadores deixaram clara a preferência dos leitores pelo Firefox. Sobre o Chrome, quase ninguém falou, e o IE (que é o meu favorito, mas isso já é outra história) não recebeu grandes elogios (para dizer o mínimo). No entanto, segundo um artigo publicado na PCWorld EUA, algumas modificações implementadas na nova versão da Raposa não foram de agrado geral – tais como a nova posição do botão Atualizar e das Abas –, sem mencionar que alguns add-ons deixaram de funcionar.
Para saber sabe mais sobre o assunto (e ver como resolver esses probleminhas), clique aqui.

Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:

Num ponto incerto e não sabido das montanhas do Tibet, vivia um sábio que, perguntado sobre qual o caminho mais curto e seguro para atingir o coração de uma mulher, respondeu:
- Não há caminho seguro, só trilhas beirando penhascos e caminhos sem mapas cheios de pedras e de serpentes venenosas. É preciso ser amigo, companheiro, amante, irmão, educador, cozinheiro, mecânico, encanador, eletricista, decorador, estilista, sexólogo, psicólogo, ginecologista e terapeuta. Ajuda também ser simpático, carinhoso, atento, cavalheiro, inteligente, imaginativo, criativo, doce, gentil, forte, compreensivo, tolerante, prudente, ambicioso, valente, decidido, confiável, apaixonado e, de preferência, rico. Adicionalmente, convém não cuspir no chão, coçar o saco em público, arrotar alto, falar palavrão ou peidar na presença da amada. Vale ainda levantar a tampa do vaso antes de mijar, dar descarga, ser rápido no banho, fazer a barba, não ter amigos (nem muito menos sair para beber com eles), não roncar (e nem mencionar que ela ronca), telefonar 5 vezes por dia só para dizer “eu te amo”, sempre lembrar datas de aniversário (natalício, de noivado, casamento, formatura, menstruação, primeiro beijo e outras do tipo), sem mencionar que...
Ei, rapaz, espere... Volte aqui... Não pule!!!

Bom f.d.s. a todos.