sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ainda falta muito feijão...

Costuma-se dizer que nada é totalmente bom nem totalmente ruim.
A assim chamada Era Collor ficou na história pelas famigeradas medidas criadas pelo staff chefiado pela então ministra Zélia Cardoso de Mello (que se demitiu em 1991, diante dos resultados recessivos e do aumento do desemprego e da miséria da população); pelo “impeachment” de Fernando Collor (em meados de 1992), cuja impopularidade crescente só perdia para índices de inflação; e por conta de uma sucessão de escândalos denunciados pelo primeiro-irmão Pedro Collor, que acusou ou ex-caixa da campanha (o famoso P. C. Farias, cuja morte misteriosa até hoje não foi devidamente elucidada) de enriquecimento ilícito, obtenção de vantagens no Governo e, principalmente, de profundas ligações comerciais com o Presidente.
Por outro lado, despeito de sua curta duração, o governo Collor deu ênfase à privatização, normalizou as relações com credores estrangeiros e gerou o superávit necessário para ampliar a capacidade de pagamento de dívidas do País. Sem a extinção da reserva de mercado e a liberação da importação de produtos com redução de tarifas, talvez estivéssemos até hoje dirigindo caríssimas carroças carburadas, com portas travadas e destravadas a chave e as janelas abertas e fechadas por manivelas.
Falando em carroças, sem embargo da (impressionante) evolução promovida pela tecnologia embarcada, nossos veículos ainda estão longe dos produtos de primeira linha, digamos assim. O novo Mercedes Benz CL, por exemplo, monitora 70 parâmetros e, quando percebe que o motorista está cansado, emite um sinal sonoro e exibe um ícone de uma xícara de café no painel. Seu sistema de visão noturna permite identificar obstáculos, mesmo com pouquíssima luz, e uma câmera multiuso no pára-brisa ajuda o motorista a se manter na pista (vibrações no volante alertam quando ele invade outra faixa e, se não houver reação, o carro freia suavemente e corrige a trajetória). O piloto automático de última geração faz com que dois radares alertem o condutor para uma aproximação exagerada do veículo que vai à frente ou quando surge um obstáculo inesperado no caminho; se não houver reação ao alerta, o sistema corta a aceleração e aciona os freios; se a colisão for inevitável, os vidros e o teto solar são fechados, os bancos reposicionados, os cintos pré-tensionados e os air bags inflados. Para completar, sensores e radares ajudam a estacionar: o sistema detecta se a vaga é adequada ao tamanho do veículo e monitora o ângulo da direção; se o motorista ignora os sinais sonoros, o carro corrige o trajeto e/ou aciona os freios.
É mole?

Passemos agora ao nosso humor de sexta-feira:

VOCÊ TEM PROBLEMAS COM O PORTUGUÊS NA ANÁLISE SINTÁTICA? Então acompanhe essa excelente aula de gramática, com exemplos claros e concisos:

Filho da puta é adjunto adnominal, quando a frase for:
''Conheci um político filho da puta".

Se a frase for:
"O político é um filho da puta", daí, é predicativo.

Agora, se a frase for:
"Esse filho da puta é um político", é sujeito.

Porém, se o cara aponta uma arma para a testa do político e diz:
"Agora nega o roubo, filho da puta!" - daí é vocativo.

Finalmente, se a frase for:
“O ex-ministro, aquele filho da puta, desviou o dinheiro para o mensalão” daí, é aposto.

Que língua a nossa, não? E se estiver escrito:
"Deixou a presidência em janeiro", filho da puta é sujeito oculto.

Bom f.d.s. a todos e até mais ler.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Smartphones etc. (conclusão)

Mais e mais recursos incorporados a smartphones e celulares de topo de linha comprometem sua autonomia, pois o consumo energético aumenta bem mais depressa do que a capacidade das baterias - e se não surgir uma alternativa viável ao polímero de íon de lítio no curto prazo, logo será impossível utilizá-los a fundo sem uma tomada por perto.
Além de criar designs caprichados, interfaces amigáveis e funções inovadoras, o maior desafio dos fabricantes é encontrar soluções que tornem seus produtos capazes de permanecer funcionando pelo menos por um dia inteiro. Enquanto essa mágica não acontece, veja (e ponha em prática) as dicas a seguir, lembrando que elas são genéricas, pois as funções e os comandos que lhes dão acesso variam conforme a marca e o modelo do aparelho (não deixe de consultar o manual do seu telefone).
  • Quanto maior for o display e a resolução, maior será também o consumo de energia, mas você pode obter uma sensível economia simplesmente reduzindo o brilho da tela. Vale ainda configurar o Timeout (modo de espera) para 30 segundos ou menos e o flash da câmera para atuar somente em condições de pouca luminosidade (na impossibilidade, faça-o manualmente). Demais disso, manter o teclado bloqueado quando o aparelho estiver no bolso evita que a iluminação seja acionada sem necessidade.
  • Desabilite as conexões sem fio (Bluetooth, Wi-Fi, etc.) e o serviço de GPS sempre que esses recursos não sejam necessários. E o mesmo vale para notificações irrelevantes (avisos sonoros ou vibratórios que disparam sempre que você recebe um e-mail ou um SMS, por exemplo). Deixar o smartphone em “modo avião” é indicado apenas quando você não está usando o serviço de voz e dados, mas deseja ouvir música, jogar games, editar documentos ou ler emails previamente baixados.
  • alerta vibratório pode ser útil em situações e ambientes onde “não cai bem” o telefoninho berrar o hino do Corinthians ou outro Ringtone de gosto igualmente discutível, mas consome mais energia do que os alertas sonoros. E se você mantiver ambas as modalidades habilitadas, poderá ficar sem bateria justamente quando for preciso fazer uma chamada de emergência. A propósito, tanto faz utilizar músicas em MP3 quanto os arquivos de som padrão do telefone; em termos de consumo, o que voga é o tempo durante o qual a som é reproduzido até que o usuário atenda a chamada.
  • Há ocasiões em que pode ser preciso checar e-mails em trânsito, embora seja preferível (sempre que possível) fazê-lo a partir do PC de casa ou do trabalho. O mesmo vale para navegação na Web, bate-papo via Messenger, vídeos em streaming, rádios online e atividades afins, pois o tráfego de dados é um consumidor voraz de energia. Use esses recursos com moderação e evite-os quando a bateria estiver com pouca carga (ou tenha sempre à mão uma bateria sobressalente; afinal, ainda não revogaram a Lei de Murphy e nunca se sabe quando será preciso realizar uma chamada de voz realmente importante).
  • Os smartphones varrem constantemente o ambiente para identificar redes disponíveis, e isso consome um bocado de energia. Se o plano contratado com sua operadora não prevê acesso à Internet, desative o recurso 3G para cancelar a varredura automática e manter o aparelho no modo EDGE ou GPRS (esta dica também se aplica para celulares comuns com conexões 3G, que consomem mais bateria que as 2G).
  • Baterias de íon de lítio não estão sujeitas ao “efeito memória” que assombrava os modelos de níquel-cádmio, de modo que você pode recarregá-las a qualquer momento, total ou parcialmente, sem comprometer sua vida útil. No entanto, evite fazê-lo através de portas USB, que fornecem corrente inferior à das tomadas. Prefira sempre utilizar o carregador convencional ou um modelo que possa ser plugado no acendedor de cigarros do carro.
  • Com o passar do tempo, as conexões entre a bateria e o telefone tendem a acumular poeira e outras impurezas que prejudicam o contato. A cada dois meses, passe um pano macio e seco nas interfaces (tanto da bateria quanto dos conectores internos), e se perceber que a autonomia vem diminuindo progressivamente, o jeito será comprar outra – ou mesmo trocar o aparelho; afinal, certamente já haverá um bocado de novidades no mercado.
Em tempoO Zitmo – trojan que já contaminou as plataformas Symbian, BlackBerry e Windows Phone – chega agora ao Android para roubar dados bancários. Capaz de burlar a autenticação dupla que as instituições financeiras promovem por questões de segurança, essa praga primeiro identifica o login e a senha da vítima; depois, passando-se pelo Banco, envia um SMS oferecendo o download de um aplicativo que completará o “trabalho”. 
Vale relembrar que smartphones são, essencialmente, computadores, estando sujeitos, portanto, à ação de pragas digitais e demandando proteção de um antivírus responsável. A maioria das opções disponíveis (tanto pagas quanto gratuitas) geralmente faz uma varredura no sistema para garantir que nenhuma praga o esteja corrompendo, mas algumas incluem ferramentas para localizar o celular em caso de perda ou mesmo para apagar seus dados confidencias. 
Seja como for, antes de instalar qualquer app, informe-se a respeito do desenvolvedor – tanto no Android Market quanto em portais reputação ilibada – e atente para a lista de permissões que o programa exige pra ser instalado (um alarme, por exemplo, não precisa de acesso aos seus contatos). Na dúvida, deixe-o de lado.

Abraços a todos e até a próxima.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Smartphones etc. (continuação)

Conforme antecipamos na postagem anterior, seguem algumas dicas para facilitar a escolha de um smartphone (várias delas valem também para celulares convencionais). Confira: 
  • Só compre aparelhos de marcas conceituadas e que ofereçam ampla rede de assistência e garantia de, pelo menos, 12 meses. Desconfie de preços muito baixos – a não ser em promoções das operadoras – e fuja de produtos “informais”, mesmo que ofereçam mais recursos que os modelos originais por preços convidativos. Comprar gadgets no exterior (ou de importadores independentes) pode parecer vantajoso num primeiro momento, mas se você precisar acionar a garantia ou a assistência técnica, a porca torce o rabo. Além disso, teclados do padrão norte-americano dificultam o uso do “Ç” e a acentuação das palavras. 
  • Igualmente importante é a escolha do sistema operacional. O ideal é optar por plataformas conhecidas e de versões recentes (iPhone OS, BlackBerry, Symbian, Android, Windows Mobile/Phone, etc.), que oferecem melhor suporte e uma gama mais ampla de aplicativos. No entanto, antes de sacar seu poderoso cartão de crédito, teste diversas opções ou, no mínimo, obtenha informações com outros usuários. 
  • O teclado virtual dos modelos touch screen cumpre bem sua função, e a tela sensível proporciona acesso rápido aos recursos, permite aplicar efeitos de zoom em imagens e passar de uma música para outra com um simples arrastar de dedos na tela. Mas para quem pretende gerenciar e-mails, digitar textos, anotações e realizar outras tarefas que exijam intensamente o teclado, um modelo convencional proporcionará ganhos em termos de conforto.
  • Qualquer smartphone que se preze deve oferecer recursos como 3G, Wi-Fi e Bluetooth. O primeiro permite utilizar algum plano de dados da sua operadora; o segundo, o uso da rede sem fio de casa ou de algum lugar público; o terceiro, compartilhar arquivos com outras pessoas e utilizar dispositivos compatíveis (como fones de ouvido). O GPS também pode ser uma mão na roda quando você viaja de carro ou trafega por algum local desconhecido.
  • Aplicativos como player de áudio, navegador, bloco de notas, leitor de PDF e outros que tais devem ser disponibilizados nativamente (embora seja possível preencher as lacunas posteriormente, convém contar com as funcionalidades mais básicas). Igualmente importante é alguma forma de comunicação com fio, preferencialmente USB, para facilitar a transferência de conteúdos para o computador e vice-versa (prefira modelos que usem mini-USB ou micro-USB, pois esses conectores são padronizados).
  • Como qualquer computador, os smartphones devem dispor de poder de processamento e memória adequados às tarefas que você tenciona executar, mas processadores de 1 GHz já estão de bom tamanho; chips duais e mais de 512 GB de RAM só fazem diferença para quem roda dezenas de aplicativos simultaneamente ou joga games extremamente sofisticados. A capacidade de armazenamento de dados pode ser disponibilizada pelo próprio aparelho (8 GB, 16 GB, 32 GB, por exemplo) através de cartões de memória vendidos separadamente; verifique o limite máximo suportado pelo modelo em questão e a facilidade de encontrar cartões para futuros upgrades.
  • Todos os smartphones atuais tiram fotos e gravam vídeos, mas convém escolher um modelo que ofereça resolução em torno de 3 MP, de maneira a ter  maior flexibilidade na hora de manipular as imagens, especialmente se você usar o smartphone como sua câmera principal). Quanto ao flash, há modelos que oferecem apenas iluminação por LEDs, e os resultados não são lá muito satisfatórios – mas considerando que alguns não disponibilizam qualquer tipo de iluminação, antes pouco do que nada.
Amanhã veremos como prolongar a autonomia das baterias de smartphones e celulares de topo de linha, já que a tecnologia íon de lítio não vêm oferecendo contrapartida adequada ao consumo energético promovido pelo vasto leque de recursos desses gadgets.
Abraços e até lá.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Smartphones, celulares e que tais...

Quando a telefonia móvel deu as caras aqui pelas nossas bandas, no final do século passado, os celulares eram “tijolões” caros, desajeitados, e que mal serviam para fazer/receber chamadas por voz. Habilitá-los era o “parto da montanha” e as chamadas custavam “os olhos da cara” (de início, os usuários pagavam também pelas ligações recebidas).
Hoje o quadro é bem diferente: os aparelhos diminuíram de tamanho e preço e cresceram em recursos e funções. Ainda que nossas tarifas estejam entre as mais caras do mundo, o número de celulares habilitados já superou o das linhas fixas, e devido à concorrência entre as operadoras – que oferecem telefones por preços subsidiados e planos com bônus e outras vantagens –, tem até quem já abriu mão do telefone “de casa”.
Seja como for, a finalidade precípua de um celular é nos acompanhar a toda parte, e isso o expõe constantemente a riscos de perda, furto e danos de toda espécie. Em mais de dez anos, nunca passei pelo dissabor de ter um aparelho furtado, mas perdi um Samsung no vaso sanitário, aposentei um V3 (Motorola) após uma chuva torrencial, um Sony-Ericsson cujo display se despedaçou numa queda e um LG Touch Screen que perdeu a sensibilidade. Os demais eu troquei por conta do apelo das novidades – aliás, acho nunca mantive o mesmo telefone por mais de um ano; afinal, além de eles não serem projetados para durar eternamente, mandá-los para o conserto, em certos casos, é pagar mais caro pelo molho do que pelo peixe.
Atualmente, eu utilizo – ou subutilizo, melhor dizendo – um DEFY MOTOBLUR, com câmera de 5 MP, Bluetooth, Wi-Fi, 3G, acesso a aplicativos como Google Search, Google Maps, Facebook, Twitter e outras firulas (como a “vantagem” de concentrar mensagens de redes sociais e e-mails num único lugar). Robusto, resistente a quedas, com display à prova de riscos e conectores protegidos contra poeira e umidade, ele certamente sobreviveria ao “mergulho” do Samsung ou à chuva que afogou meu velho V3, mas como a maioria desses recursos exige conexão com a Internet – coisa que meu plano não prevê – melhor seria um modelo com suporte a dois ou mais chips, que me permitiria usar várias linhas (e aproveitar as promoções das operadoras) sem precisar andar com vários aparelhos.
Enfim, mais hora, menos hora, você terá de trocar seu telefoninho, coisa que ficou bem mais fácil com a venda de aparelhos desbloqueados e a portabilidade numérica. No entanto, a fartura de marcas e modelos tende mais a confundir do que a facilitar a vida dos consumidores: afinal, é melhor comprar um celular de topo de linha ou um smartphone – e, nesse caso, qual a plataforma e os recursos mais adequados?
Eis aí uma boa pergunta. Primeiramente, vale lembrar qualquer celular com câmera digital, MP3 Player e acesso à internet já foi considerado como smartphone, mas conforme essas funções se popularizaram, teclado alfanumérico (QUERTY), Wi-Fi e – principalmente – a capacidade de expandir funcionalidades é que passaram a caracterizar os tais “telefones inteligentes”. (Note que “expandir funcionalidades” não significa adicionar novos ringtones ou mesmo rodar aplicações online através de navegadores, mas sim contar com um sistema operacional que permita instalar e rodar os mais variados aplicativos).

ObservaçãoPor terem um sistema operacional que lhes dá a capacidade de baixar, instalar e rodar aplicativos, os smartphones são vulneráveis a pragas virtuais (vírus, trojans e malwares em geral). Para usuários do Android, além do Norton Mobile Security, da Symantec (dentre outras opções pagas), há programinhas interessantes, como o AVG Antivirus Pro, da AVG Technologies (que pode ser baixado gratuitamente do Android Market), ou o Lookout Mobile Security (também disponível no Android Market). Melhor ainda é escolher uma ferramenta que ofereça “exclusão remota” (ou seja, que permita apagar tudo o que está armazenado no smartphone com um simples comando SMS, caso o aparelho seja roubado ou perdido) e rastreamento via GPS.

Dependendo do caso, um celular de topo de linha pode ser mais vantajoso que um smartphone – que embora seja tido e havido como a “cereja do bolo” da telefonia móvel, acaba subutilizado por quem, como no meu caso, deseja apenas suprir suas necessidades de comunicação e mobilidade.
Mesmo assim, se você realmente estiver de olho num smartphone, vale conferir as dicas que serão publicadas amanhã.
Abraços e até lá.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Utilidade Pública

Recebi por e-mail o texto abaixo, e como já passei por situações semelhantes (ou igualmente exasperantes), achei por bem reproduzi-lo nesta postagem. Acreditem: as palavras mágicas funcionam!

Liguei para o Real Visa e pedi que diminuíssem a anuidade, que era de 4 x 24 reais. A atendente disse que era impossível.
Eu disse:
 -Então, cancela!
Ela respondeu:
- Mas senhor, o cartão é muito bom, e etc. e tal...
Eu disse:
 - Não vejo motivo pra pagar 100 merréis por ano para pagar minhas contas com um pedaço de plástico.
Ela disse:
- Mas senhor, nosso produto é diferenciado. Não podemos abaixar o valor.
Eu disse:
- Então, cancela!
Aí ela disse:
- Espere um minuto, por favor.
Voltou com a boa nova:
- Senhor, nós podemos deixar pelo valor que está (4 x 16 reais).
- Cancela!
Ela respondeu:
- Espere um minuto, por favor.
Mais uma vez:
- Podemos deixar por 3 x 16 reais.
Eu disse:
- Não quero. Cancela.
Ela novamente disse:
- Espere um minuto, por favor... Podemos deixar então por 2 x 16.
Aí, eu concordei, mas fiquei com a impressão de que poderia sair dessa negociação com o Real Visa me pagando para usar aquela merda...

A TVA reajustou os preços. Eu disse que não ia pagar aumento nenhum.
A atendente respondeu:
- Senhor, nós infelizmente não podemos fazer nada.
O que eu fiz? Liguei pra Net e assinei com eles. Liguei pra TVA e disse:
- Cancela!
A atendente robótica disse:
- Senhor, espere um minuto... O senhor não precisa cancelar. Manteremos o preço como está.
- Agora eu não quero, só estão me isentando do aumento porque eu estou cancelando!
Eles propuseram isenção de uma mensalidade e eu disse:
- Cancela!
Isenção de duas mensalidades;
- Cancela!
- Manutenção de apenas 1 ponto mais desconto permanente de mensalidade;
- Cancela!
- Manutenção de 1 ponto com pacote reduzido mais desconto permanente;
- Cancela!
- Inclusão de HBO e mais algumas mensalidades reduzidas com internet de alta velocidade.
- Cancela! Cancela! Cancela!
Cancelei, e agora pago mais barato!

Dias atrás, fui jantar num restaurante, e esqueci meu celular lá. Na manhã seguinte, liguei pra Vivo e pedi que desligassem o número por segurança, até que eu recuperasse o aparelho.
A atendente disse, naquela língua odiosa:
- Senhor, estaremos cobrando uma taxa de 24 reais.
Eu me indignei:
- Como é? Eu pago 60 reais pra usar o telefone o mês inteiro, e vou pagar 24 reais pra NÃO usar por três dias?
Ela respondeu que não tinha jeito.
- ENTÃO, CANCELA!
- Senhor, um minuto que eu vou estar lhe passando pra outro setor.
Essa atendente disse que eu 'poderia estar fazendo o cancelamento sem estar pagando a taxa pelo serviço.'
Eu respondi que “se ela estivesse fazendo isso eu ia estar agradecendo”. De qualquer maneira, comprei um celular da Tim (125 minutos por 55 reais) e vou dar um chute na Vivo semana que vem. Vai ser divertido.

Não se esqueçam das palavras mágicas: “Então, cancela!”
Bom dia a todos e até amanhã! 

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Dicas e Humor de sexta-feira

Houve tempos em que Lan Houses e Cybercafés eram a tábua de salvação para internautas em trânsito ou que não dispunham de acesso rápido à Web a partir do PC de casa, mas eu suponho que a crescente popularização dos notebooks e smartphones e as facilidades das redes 3G tenham reduzido sensivelmente a demanda por esses serviços.
Conforme já comentamos em diversas oportunidades, se compartilhar nosso computador com familiares já envolve riscos, não é difícil imaginar como o perigo se potencializa com o uso de máquinas públicas. Talvez ninguém minimamente responsável cogite de realizar transações online ou compras virtuais no PC do McDonalds enquanto espera o filhote terminar seu lanche, mas sempre há aqueles que não resistem a acessar seus e-mails ou a bater um papinho rápido com seus contatos do Messenger, por exemplo, e aí a porca torce o rabo.
Navegar por websites para se atualizar em relação às últimas notícias, consultar a previsão do tempo, cotar preços de produtos e outras atividades afins não implica risco algum, mas acessar serviços que exijam login irá expor seu nome de usuário e senha, que poderão ser facilmente capturados e utilizados por pessoas mal intencionadas.
Enfim, se for realmente necessário acessar o Messenger através de uma máquina pública, evite simplesmente fechar o programa ao final da troca de mensagens, pois seus dados de login ficarão visíveis para o próximo cliente que for se logar no serviço. Para evitar problemas, clique em Arquivo > Sair, remova seus dados e clique em “Esquecer-me”.
Já se você desconfiar que alguém esteja acessando indevidamente sua conta no GMAIL, clique em Detalhes (no canto inferior direito da página, logo abaixo do item Última Atividade da Conta) e confira a lista das últimas dez atividades exibida pelo serviço (que inclui o país, o estado, o endereço IP, a data, a hora e o tipo de acesso). Na parte superior da tela, você verá o número de sessões simultâneas e poderá efetuar o logoff em todas elas clicando no botão Sair de Todas as Sessões. Feito isso, troque sua senha e pense duas vezes antes de tornar a acessar seus e-mails a partir de um computador compartilhado.

Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:

Numa madrugada fria e chuvosa, poucas horas antes de terminar seu plantão, o delegado se depara com meia dúzia de "damas da noite" trazidas pelo camburão.
Encharcadas em seus trajes sumários, as moçoilas promovem a maior algazarra protestando aos berros feito um bando de gralhas. O delegado as fulmina com o olhar e troveja:
- Muito bonito, senhoras. Posso saber o que vocês estavam fazendo na rua, a esta hora e nesses trajes?
Uma das moças se adianta e responde:
- Ah, seu doutor, nós é puta.
- Nós é, não, nós somos - corrige o delegado.
- Desculpa, doutor, eu não sabia que o senhor era colega.  

Bom final de semana a todos, e até mais ler.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Bom e Barato (final)

Concluindo esta seqüência sobre freewares úteis e eficazes, veremos agora mais duas sugestões bem bacanas, começando pelo  TeraCopy, que é gratuito para uso doméstico e permite copiar arquivos grandes ou uma imensidão de arquivos pequenos de um disco para o outro mais rapidamente e sem comprometer (muito) o desempenho do computador. Com ele também é possível pausar e continuar grandes transferências, para que você possa continuar a trabalhar sem incômodos.
Já quem ainda não migrou para o Windows 7 (que tem capacidade nativa de gravar arquivos .ISO integrada ao Windows Explorer) não pode deixar de conhecer o CDBurnerXP. Aliás, ele é útil até para os usuários do Seven, já que traz recursos adicionais, como a capacidade de "desenhar" rótulos no CD usando mídias compatíveis com a tecnologia LightScribe .
Bom dia a todos e até a próxima.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Bom e Barato (3)

Ainda focando os freewares, nossa sugestão de hoje remete a um gerenciador de senhas muito bacana. Afinal, usar a mesma senha para acessar diversos webservices envolve sérios riscos de segurança, mas criar um password para cada caso e memorizar dúzias deles não é para qualquer um. Demais disso, de nada adianta criar senhas seguras se você precisa escrevê-las num post-it e colá-lo no monitor (risos), razão pela qual o LastPass pode ser uma mão na roda.
O programinha não só permite armazenar as senhas de todos os seus sites favoritos (você só precisa criar e memorizar uma “senha mestra”), mas também se integra ao browser (IE, Chrome, Firefox e Safari) para preencher formulários de login e, de quebra, embute uma ferramenta para geração automática de senhas seguras. E se você optar pela versão Premium (que custa apenas US$ 1 por mês) também terá acesso a aplicativos para Android, iOS, Symbian, Windows Phone e Blackberry.
Amanhã a gente conclui. Abraços e até lá.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Bom e Barato (2)

Prosseguindo com o que dizíamos ontem, a Web está coalhada de bons freewares que pouco ou nada ficam devendo a seus correspondentes pagos. Sabendo garimpar, você encontrará aplicativos para as mais diversas tarefas, como o da dica de hoje:

Panda USB Vaccine: A popularização do uso de pendrives para armazenamento de backups, transporte e transferência de dados entre computadores exigia, até algum tempo atrás, trabalhosas gravações de DVDs ou a utilização de HDs externos. No entanto, isso despertou a atenção dos cibercriminosos de plantão, e espetar seu chaveirinho de memória em computadores alheios ou permitir que amigos e conhecidos abram arquivos no seu PC a partir de mídias removíveis vem se tornando mais arriscado a cada dia. Para se prevenir, valha-se do utilitário da Panda (empresa de segurança digital que dispensa apresentações) e neutralize ameaças comuns que chegam a partir de pendrives e outros dispositivos externos de armazenamento de dados que tais.

Abraços e até amanhã.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Bom e Barato

Falta de grana não é desculpa para deixar o PC desprotegido. Basta vasculhar a Web (e saber separar o joio do trigo) para encontrar miríades de freewares úteis e eficazes. E se você anda com uma criação de escorpiões na carteira, confira a seqüência de postagens desta semana, começando pela de hoje, que remete à segurança:

Houve um tempo em que o Avast e o AVG disputavam a preferência dos internautas que não podiam – ou não queriam – pagar por um antivírus comercial, como o Norton ou o McAfee. Hoje, todavia, existe um vasto leque de opções bastante interessantes – saiba mais digitando “antivírus gratuitos” ou termos-chave que tais no campo Pesquisar aqui do Blog.
Aliás, dias atrás eu fiz uma remissão ao excelente Microsoft Security Essentials 2, cuja “desvantagem”, por assim dizer, é ser disponibilizado somente para usuários de versões “oficiais” do Windows.

Observação: Ninguém aqui pretende incentivar a pirataria de softwares, mas tapar o sol com peneira é outra história: sabemos que muita gente recorre ao velho “Capitão Gancho” e burla o verificador de autenticidade da Microsoft para instalar atualizações e downloads opcionais que, em tese, contemplariam somente cópias licenciada do sistema. No entanto, por motivos óbvios, não vou divulgar o “caminho das pedras” – e peço aos leitores que abrilhantam este espaço com seus comentários que tampouco o façam.

Enfim, o mote deste post é sugerir o PSafe, que dispensa o “aval” da Microsoft, proporciona excelentes resultados sem sacrificar o desempenho do computador (até porque utiliza um sistema baseado na nuvem) e ainda concede bônus aos usuários pela instalação e divulgação. Vale a pena conhecer.
Amanhã a gente continua; bom dia a todos e até lá.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Carona? To fora! (e humor de sexta-feira)

Até alguns anos atrás, era comum termos um único PC em casa e compartilhá-lo com os demais familiares (o que nem sempre ocorria de forma pacífica, mas isso já é outra história).
Hoje, todavia, com o relativo barateamento do hardware, é comum “cada macaco ficar no seu galho”, embora seja igualmente comum todo o bando compartilhar a conexão com a Internet através de um roteador wireless estrategicamente posicionado, mas nem sempre devidamente protegido por senhas e outras políticas que visem impedir pessoas não autorizadas de pegar carona na sua conexão.
Esse procedimento varia conforme a marca/modelo do aparelho – de modo que você deve consultar o manual –, mas geralmente consiste em digitar o endereço do roteador em uma janela do navegador para acessar a interface de configuração via web e criar uma senha de acesso à rede. Aliás, da mesma forma como em ralação às demais senhas, convém você não usar seu nome ou o nome da rede, mas sim criar um password “forte”, combinando números com letras maiúsculas e minúsculas.
Note ainda que, em algum lugar na interface web de configuração do roteador, você irá encontrar um menu chamado Wireless, ou Status, com uma lista de todos os clientes conectados. Talvez não seja simples identificar quem é quem à primeira vista, mas será possível ver quantos aparelhos fazem parte da rede e, assim, saber se tem alguém sobrando.
Você pode identificar os clientes conectados através de seu MAC Address – um identificador único designado a cada aparelho conectado a uma rede. Para descobrir o MAC Address de um PC com Windows, clique em Iniciar > Executar, digite “cmd” (sem aspas), tecle Enter, digite o comando ipconfig /all, tecle Enter novamente e confira o MAC Address, que aparecerá listado como “Endereço Físico”.

Observação: Em smartphones Android, o caminho é Configurações, Conexões sem fio e rede, Configurações Wi-Fi. Pressione o botão Menu, clique em Avançado e confira o MAC Address listado como “Endereço MAC”. Em iPhones ou iPads, o caminho é Ajustes, Geral, Sobre (o MAC Address estará listado no campo chamado Wi-Fi).

Outra maneira (talvez mais simples) de conferir se alguém está viajando clandestinamente no serviço que você paga é baixar e instalar o freeware oferecido pela ZamZom, que exibe uma lista de todos os computadores “pendurados” na sua rede. No entanto, conhecer o MAC Address de seus dispositivos proporciona uma vantagem extra: a maioria dos roteadores Wi-Fi tem uma função que permite o acesso à rede apenas aos clientes com endereços conhecidos, adicionado uma camada extra de segurança além da senha.

Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:

O sujeito ia com seu carro esporte por uma estrada do interior quando avistou um velhinho com uma vaca, pedindo carona. Ele resolve parar, mas diz que não há como a vaca acompanhar o carro.
Mas o velhinho garante:
— Tem problema não, seu moço. É só amarrar ela no pára-choque que ela vai.
Então eles seguem e o homem resolve brincar com a vaca e aumenta a velocidade gradativamente: 60, 80, 110, 120. E nada da vaca dar sinais de cansaço. Quando o velocímetro atinge 150 km/h, ele vê a vaca com a língua para fora e diz:
— Olha, meu senhor, eu disse que sua vaca não ia agüentar! Ela já colocou a língua pra fora.
O velhinho, sem se abalar, pergunta:
— Pra que lado tá a língua?
O homem, intrigado, responde:
— Para a esquerda.
— Ah, então encosta que ela tá pedindo passagem!

Bom f.d.s. a todos e até mais ler.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Disfarçadamente...

Se você usa o PC da empresa para enviar e-mails pessoais, acessar redes sociais e realizar atividades que nada tenham a ver com o salário que seu empregador lhe paga, convém não ser flagrado pelo chefe nesses, digamos, momentos de descontração. Claro que sempre é possível desligar o monitor (embora isso possa parecer um tanto suspeito) ou teclar Windows+M (para minimizar todas as janelas simultaneamente), mas aí os botões correspondentes aos aplicativos continuarão “dando bandeira” na barra de tarefas, de modo que o melhor é recorrer ao freeware MAGIC BOSS KEY (disponível em http://www.magictweak.com/freeutil/magicboss/magicboss.php).
Com esse programinha, você define quais janelas continuarão sendo exibidas (convém deixar aberta uma planilha ou qualquer outra coisa atinente ao seu trabalho) e pressiona F2 – ou ambos os botões do mouse (esquerdo e direito) ao mesmo tempo – para ocultar as atividades suspeitas, inclusive da barra de tarefas. Depois, quando o ambiente serenar, torne a pressionar a F2 e tudo voltará a ser como antes no Quartel de Abrantes.
Abraços e até a próxima.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Microsoft Security Essentials Version 2

Depois de descontinuar a versão residente (e paga) do Windows Live OneCare, a Microsoft passou a oferecer o Security Essentials – ferramenta gratuita e fácil de usar, desenvolvida para exigir o mínimo possível de configurações e consumir poucos recursos do computador. O programa não embute um firewall, pois a idéia é que o usuário utilize o recurso nativo do Windows, mas oferece proteção competente em tempo real contra vírus, spyware e outros malwares (como rootkits, spywares, trojans, etc.), permitindo realizar varreduras específicas simples ou completas. A versão 2 dessa (bem sucedida) ferramenta está ainda melhor, com integração aprimorada ao firewall e ao Smart Screen Filter do IE e uma porção de novos recursos para proteger seu PC de pragas digitais. O programa é gratuito e compatível com as versões (originais) XP, Vista e 7 do Windows. Para sistemas de 32 Bits, clique aqui.
Abraços e até mais ler.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Shit happens...

Mesmo quem mantém seu sistema e programas atualizados, dispõe de um arsenal de segurança ativo e operante e não se arrisca em águas perigosas não está livre de ter problemas com malwares.
Caso seu computador comece a se comportar de forma estranha – lentidão excessiva, pop-ups surgindo do nada, mesmo quando você não está navegando – é possível que seu antivírus residente tenha “comido bola” e deixado passar alguma praga mais sub-reptícia. Atualizá-lo e fazer uma varredura completa no sistema, preferencialmente no modo de segurança (já explicamos como fazer isso em diversas postagens) pode até ser uma boa idéia, mas o melhor mesmo é obter uma segunda (ou terceira, ou quarta) opinião.
Comece com o  Malwarebytes Anti-Malware (utilitário com um histórico excepcional na busca e remoção de malwares). Depois de instalá-lo, atualize a base de dados (database update) e faça uma varredura completa (full scan).
Para mais opções, consulte a postagem http://fernandomelis.blogspot.com/2011/03/mata-que-e-bicho.html.
Uma boa semana a todos e até amanhã.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

De volta ao PDF e outros que tais

Já vimos que o versátil formato PDF (criado pela Adobe) é amplamente utilizado na captura e revisão de informação de mídia rica e transferência de arquivos pela Net, notadamente por preservar o conteúdo e a formatação dos documentos originais, independentemente do programa e da plataforma em que eles foram criados. Por conta disso, 99,9% dos internautas têm em seus computadores o Adobe Reader ou outro leitor de PDF similar, mas esses programinhas destinam-se apenas à exibição dos arquivos; para criá-los é preciso recorrer a outros softwares (como o  PDFCreator, por exemplo) ou a um serviço online – como o disponibilizado em http://www.pdfonline.com/index.htm –, que é indicado para usuários eventuais, pois dispensa instalação e não ocupa espaço no HD (basta acessar o site, fazer o upload do arquivo desejado e informar o endereço de e-mail e aguardar a mensagem com o arquivo PDF em anexo).
Volto agora ao assunto para recomendar o site http://www.online-convert.com – que eu descobri numa postagem publicada no Blog do meu amigo José Viegas –, onde não só é possível converter arquivos de diversos formatos para o PDF, mas também fazer o caminho inverso e, de quebra, manipular imagens, vídeos, documentos, e-books e arquivos de áudio.
Um ótimo dia a todos e até mais ler.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Aceleração do navegador via hardware e humor de sexta-feira

As versões mais recentes do IE e do Firefox (9 e 4, respectivamente) permitem alocar recursos da aceleradora gráfica para tornar o navegador mais rápido na abertura das páginas, já que, nesse caso, a renderização é dividida entre a CPU principal e o processador dedicado da placa de vídeo (GPU).
No entanto, em máquinas de configurações modestas (notadamente com subsistema gráfico on-board), o tiro acaba saindo pela culatra, ou seja, esse aprimoramento acaba proporcionando resultados opostos ao esperado. Se você estiver experimentando problemas dessa natureza com seu navegador, desabilite a aceleração via hardware:

·         No IE9, acione o menu Configurações, no canto superior direito da interface (é o último ícone da janela, que simboliza uma engrenagem), clique em Opções da Internet e, na próxima tela, clique na aba Avançadas e marque a caixa ‘USAR RENDERIZAÇÃO DE SOFTWARE EM VEZ DE RENDERIZAÇÃO DE GPU’. Para que a reconfiguração surta efeito, você deve fechar e reabrir o navegador.

·         No Firefox 4, clique no botãozinho cor de laranja (no canto superior esquerdo da janela), entre em Opções e, na aba Avançado, desmarque a caixa ‘QUANDO DISPONÍVEL, USAR ACELERAÇÃO POR HARDWARE’. Nesse caso, não é preciso reiniciar o programa.

Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:

Ricardo está no motel com a amante, curtindo o pós, quando ela resolve perguntar:
- Ricardo, por que você não corta essa barba?
- Ah... Se dependesse só de mim... Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar.
- Ora, querido - insiste a amante -, faça isso por mim, por favor...
- Não sei não, meu bem... Minha mulher me ama muito, não tenho coragem de decepcioná-la...
- Mas você sabe que eu também te amo muito... Pense no caso, por favor...
O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante. Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios. Quando volta para casa, sua esposa já está dormindo.Assim que se deita, ele sente a mão da mulher afagar seu rosto lisinho e ouve sua voz sonolenta:
- Paulão, seu louco, você ainda está aqui? Vá embora... O barbudinho já está pra chegar!


Um ótimo f.d.s. a todos e até mais ler.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Registro, limpeza e otimização (conclusão).

Para concluir esta seqüência de postagens, vale lembrar que o backup do Registro pode ser feito a partir do respectivo Editor, bastando para isso clicar em Iniciar > Executar, digitar regedit na caixa respectiva, teclar Enter e, na tela do Editor, abrir o menu Arquivo, selecionar a chave desejada, clicar em Exportar e definir o Desktop (ou outro local de fácil acesso) para salvar o arquivo *.REG.

Observação: O Registro do XP é composto por 5 chaves principais (nas versões 9x/ME, elas eram seis) cujos nomes são iniciados por HKEY – “key” significa “chave”, mas o “h” é controverso: alguns autores o associam a “hive” (colméia), enquanto outros sugerem “handle” (que remete a uma construção de programação utilizada para acessar objetos no Windows). Na porção à esquerda da tela do Editor — uma janela parecida com a do Windows Explorer —, são exibidas as pastas e subpastas organizadas de forma hierárquica, e à direita, seu respectivo conteúdo. Da mesma forma como no Explorer, cada pasta pode ser expandida pelo sinal de mais (+) ou contraída pelo sinal de menos (-), conforme a situação em que é exibida.

Entretanto, esse procedimento funciona melhor com chaves individuais; para backups totais, o melhor é usar programinhas como o ERUNT– que tanto cria cópias automaticamente quanto permite que você o faça manualmente (em qualquer caso, elas serão armazenadas por padrão em C:\Windows\ERDNT, a partir de onde você deverá restaurá-las, se e quando isso se fizer necessário). Então, sempre que você fizer uma edição manual no Registro (como as que a gente sugeriu no post http://fernandomelis.blogspot.com/2011/06/prognosticos-e-outros-que-tais.html, por exemplo), selecione antes a chave que será envolvida e crie um backup. Caso não fique satisfeito com o resultado e não se lembre do caminho que percorreu para implementar as modificações, dê duplo clique no arquivo de backup e reinicie o computador (vale lembrar que, nesse caso, as alterações serão desfeitas, mas eventuais chaves e/ou entradas de valores que você criou manualmente não serão apagadas).
Resumo da ópera: a Restauração do Sistema copia todos os arquivos do Windows e dos aplicativos instalados, além de drivers e diversas outras configurações. Em tese, isso propicia uma reversão mais eficaz, mas resulta em backups volumosos e, por vezes, interdependentes. Além disso, os pontos mais antigos são apagados quando não há espaço para armazenar os mais recentes, o que pode fazer a ferramenta não funcionar adequadamente.

Observação: Se você se deparar com problemas dessa natureza, tente primeiramente escolher outro ponto de restauração; se não resolver – ou se o Windows não for capaz de inicializar – experimente rodar a ferramenta no modo de segurança: dê o boot e, logo após a contagem de memória, pressione a tecla F8 várias vezes; quando a tela de opções for exibida, escolha “Modo seguro” e então faça uma nova tentativa. Se nem assim funcionar, digite c:\windows\system32\restore\rstrui.exe, pressione Enter e siga as instruções exibidas na tela.  

Já os backups do Registro geram arquivos menores, mas suficientes para você reverter seu sistema a um estado anterior. Criando-os com o ERUNT, eles não só serão autônomos e independentes – minimizando o risco de falhas – como também ocuparão menos espaço no disco (e poderão ser apagados individualmente a qualquer momento). No mais, não custa lembrar que todos os discos de instalação do Windows a partir da versão XP funcionam como discos de boot. Se você inserir a mídia na gavetinha, reconfigurar a ordem de inicialização pelo setup, aguardar o programa de instalação identificar uma versão do sistema já instalada e escolher a opção “Reparar esta instalação”, poderá solucionar um vasto leque de problemas sem formatar o HD e reinstalar o sistema a partir do zero.
Boa sorte a todos e até mais ler.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Registro, limpeza e otimização (parte 3).

Dissemos que criar pontos de restauração do sistema e backups do Registro ajuda a solucionar problemas decorrentes de reconfigurações ou instalações/remoções mal-sucedidas de softwares e drivers, bem como da ação de malwares e até de atualizações obtidas via Windows Update. No entanto, embora essas providências pareçam redundantes e mutuamente excludentes, diz um velho ditado que “quem tem dois tem um, e quem tem um não tem nenhum”.
Nos tempos do Win98, reverter o sistema ao “status quo ante” exigia recorrer ao prompt do DOS para convocar o SCANREG e escolher um dos últimos backups do Registro (algo pouco amigável para a maioria dos usuários domésticos “comuns”). A partir da versão Millennium, todavia, uma ferramenta mais funcional e fácil de usar passou a criar backups em intervalos regulares (ou por iniciativa do usuário) sempre que atualizações, modificações abrangentes ou novos aplicativos ou drivers fossem instalados. A quantidade desses “pontos” varia conforme o uso do computador, do espaço livre no disco rígido e da quantidade alocada para armazená-los; para verificar se o serviço está habilitado no XP, acesse o Painel de Controle, abra o miniaplicativo Sistema e selecione a aba Restauração do Sistema.
Usar essa ferramenta é muito simples: basta clicar em Iniciar>Todos os Programas>Acessórios>Ferramentas do sistema>Restauração do sistema e seguir as instruções na tela. Escolhendo “Restaurar o computador mais cedo” (parabéns ao pessoal da Microsoft pela tradução) e clicando em Avançar, o Assistente exibe um calendário que destaca as datas em que pelo menos um ponto foi criado. Para reverter o sistema, selecione o ponto desejado, clique em Avançar e aguarde a reinicialização do computador e a mensagem dando conta de que o procedimento foi concluído (ou não) com êxito. Já a segunda opção (“Criar um ponto de restauração”) exige apenas que você dê um nome para o ponto, clique em Criar, aguarde alguns instantes (enquanto o Windows realiza a cópia dos arquivos) e confira o nome, data e hora em que o novo ponto foi criado. Simples assim.

Observação: Note que qualquer aplicativo instalado após a criação de um determinado ponto deixará de funcionar se você reverter o sistema a partir dali; os arquivos de dados não serão perdidos, mas será preciso reinstalar os programas a eles associados para tornar a acessá-los. Note também que esses “pontos” consomem um bocado de espaço no HD, sendo conveniente excluí-los de tempos em tempos com a ferramenta Limpeza de Disco (clique na aba Mais Opções e faça o ajuste respectivo).

Amanhã a gente conclui; abraços e até lá.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Registro, limpeza e otimização (parte 2)

Vimos que o Registro é um banco de dados dinâmico e, por conta disso, submetido a freqüentes modificações que não raro geram chaves e/ou entradas de valores inúteis ou inválidas, e cujo acúmulo acaba fatalmente comprometendo a estabilidade e a performance do computador.
Infelizmente, o Windows não dispõe de uma ferramenta nativa para a otimização do Registro, e a despeito de ser possível (em tese) fazê-lo manualmente, seria preciso vasculhar dezenas de milhares de entradas e identificar o que pode ou não ser excluído - exigindo conhecimentos que a maioria dos usuários comuns não possui.
Assim, o jeito é recorrer a otimizadores de terceiros, como o excelente freeware  CCleaner (focado em diversas postagens) ou, entre as opções pagas, o  Norton Utilities, da Symantec, e o System Mechanic, da IOLO (que podem ser avaliados gratuitamente por 30 dias, tempo mais do que suficiente para você “dar uma geral” no seu sistema). No entanto, devo dizer que fiquei muito bem impressionado com o  ERUNT e o  MV REGCLEAN 6.O, que eu testei recentemente (após executá-los, o Registro do meu XP “encolheu” de 11 para apenas 3 MB!).
O primeiro não só automatiza a criação de backups do Registro, mas também disponibiliza um módulo (NTREGOPT) para sua otimização. No entanto, embora sejam necessários poucos cliques do mouse para executá-lo, entender seu funcionamento demanda uma leitura atenta da documentação que o acompanha e das informações disponibilizadas no site do fabricante. Já o segundo é a nova edição do tradicional REGCLEAN, do brasileiro Marcos Velasco, que agora remove um número maior de chaves inválidas, oferece uma interface gráfica mais bonita e amigável e embute a opção de restauração no próprio programa. Vale conferir.
Já para proceder a configurações avançadas (que não são disponibilizadas via interface do sistema, ferramentas nativas ou miniaplicativos do Painel de Controle), os freewares X-Setup Pro e Tweak UI são os meus preferidos, pois permitem fazer uma vasta gama de ajustes com poucos cliques, desobrigando-nos da trabalheira e dos riscos inerentes à edição manual do Registro.
Amanhã a gente conclui; abraços e até lá.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Registro, limpeza e otimização

O Registro é a espinha dorsal do Windows desde a versão 95, que já não era mais uma simples interface gráfica que rodava em DOS, mas sim um sistema operacional autônomo. A partir de então, esse importante banco de dados – que armazena uma vasta gama de informações, do hardware e os softwares instalados ao perfil de cada usuário – é consultado a cada inicialização, modificado a cada sessão e salvo ao final, com as respectivas alterações. Mesmo que não possamos visualizá-lo diretamente pela interface do sistema, sempre que fazemos reconfigurações ou instalamos/removemos aplicativos e drivers, por exemplo, estamos promovendo modificações, embora isso transcorra de maneira transparente, pois os assistentes de instalação ou os miniaplicativos do Painel de Controle fazem os ajustes necessários.
Há casos, todavia, em que não existe alternativa à edição manual, seja para solucionar problemas específicos, seja para evitar que eles ocorram. A Microsoft reconhece essa necessidade, tanto que disponibiliza um Editor para tanto (voltaremos a ele na parte final desta sequência), conquanto se exima expressamente de qualquer responsabilidade por eventuais danos decorrentes de utilização inapropriada dessa ferramenta – que nem sequer é acessível pela interface gráfica do sistema, o que evidencia o propósito da empresa em dificultar-lhe o uso. 
Note que em nenhuma circunstância você deve promover qualquer modificação direta no Registro sem antes fazer um backup (de todas as chaves ou apenas daquela que será modificada) e criar um ponto de restauração do sistema (isso também será visto mais adiante). Em princípio, a edição manual compete apenas a usuários avançados, até porque, conforme já dissemos, qualquer “deslize” pode desestabilizar ou mesmo inviabilizar o funcionamento do computador. Claro que no âmbito do software, tudo é reversível – em última análise, basta formatar o HD e reinstalar o Windows – mas a adoção dessas medidas preventivas facilita a reversão do sistema ao status quo ante.
Amanhã a gente continua.
Abraços e até lá.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Você sabia?

A despeito de ser o sistema operacional para PCs mais utilizado em todo o mundo, o Windows (e a Microsoft, em última análise) tem um bocado de detratores entre os “Old School Hackers” e os defensores mais radicais do Open Source. Nos tempos das versões 9x, o sistema era jocosamente chamado de “Ruíndows” e de “Colcha de Retalhos” – por conta dos constantes travamentos e dos “remendos” (patches) que a Microsoft disponibiliza regularmente para corrigir bugs e falhas de segurança. Aliás, a versão NT (de “New Technology”), cujo kernel (núcleo) serve de base também para o XP, logo ficou conhecida como Nice Try (boa tentativa), devido à quantidade de brechas de segurança exploradas pelos representantes do “underground digital”.

A Lixeira do Windows permite reverter exclusões de arquivos feitas por acidente ou por engano - isso enquanto ela não for esvaziada, pois aí só será possível recuperar os arquivos com a ajuda de programinhas dedicados.


Observação: Aliás, é bom lembrar disso quando você for modernizar seu equipamento e vender ou doar seu PC antigo, já que esses programinhas permitem ao novo usuário bisbilhotar as informações que você supõe ter apagado simplesmente formatando o disco. Nessas circunstância, vale a pena fazer a exclusão irreversível dos dados com o ERASER ou outro programinha similar (há diversas sugestões a propósito aqui no Blog).

Enfim, para evitar acidentes, o sistema pergunta se você tem certeza de que deseja apagar o arquivo (o que pode ser contornado mediante o uso do atalho Shift+Del na hora da exclusão). No entanto, esse pedido de confirmação será desabilitado de vez se você der um clique direito sobre o ícone da Lixeira, clicar em Propriedades, selecionar a aba Geral e desmarcar a opção “Exibir caixa de diálogo de confirmação de exclusão”. Aliás, nessa mesma tela, é possível realizar um ajuste mais radical, marcando a opção “Não mover os arquivos para a Lixeira. Remover os arquivos imediatamente quando forem excluídos”.
Enfim, embora seja bom saber que essa possibilidade existe, é melhor não utilizá-la, já que ela não dá margem a arrependimentos; apagou, um abraço!

Passemos agora ao nosso tradicional humor de final de semana, ainda sobre o comportamento das mulheres finas, comuns, vulgares e depravadas nas mais diversas situações (a primeira parte foi publicada na sexta-feira passada; se você não leu, vale conferir).

VENDO UM HOMEM INTERESSANTE:


Mulher fina: Muito simpático!
Mulher comum: Que homem liiiindo!
Mulher vulgar: Dessa fruta eu chupava até o caroço!
Mulher depravada: Eu deixava ele fazer barba, cabelo e bigode.


QUANTO UM INDESEJÁVEL LHE FALA UMA GRACINHA:
(ignora)
Tem gente que não tem noção!
Vai te catar o meu! Não se enxerga, não?
Vai tomar no cú, viado, corno.


OUVINDO JAZZ:
Liiindo!
Adoro qualquer tipo de música!
Que porra de música é essa?
Tira essa merda aí, coloca um pagode, cacete!


DIANTE DA BROCHADA DO PARCEIRO:
Meu amor, isso acontece.
O problema é comigo?
Você já trepou hoje com alguma vadia?
Caralho, quer que eu faça fio terra em você?


ASSISTINDO BALLET:
Bravo!!!
Lindo!!!
Perdi meu tempo, deixei de ver as videocassetadas.
Que porra é essa? Ridículo, isso é coisa de viado!


PRIMEIRO CONTATO NO MSN:
Boa Noite!
Oiiiii.
Falaê gato.
Peraê, vou ligar a webcam.


DECLARAÇÃO DE AMOR:
Eu te amo!
Você é o homem da minha vida!
Você é a tampa da minha panela!
Só consigo gozar no seu pau!

Bom f.d.s. e até segunda, se Deus quiser.