quarta-feira, 11 de julho de 2012

TECLADO - BACTÉRIAS E PROBLEMAS AFINS

Tomara que o Cascão não compartilhe o PC com os demais integrantes da Turma da Mônica (personagens criados pelo impagável Maurício de Souza): segundo o Dr. Bactéria, diretor técnico da Microbiotécnica, teclados de computador tendem a acumular mais germes do que vasos sanitários (para saber mais, clique aqui).
Além do risco de disseminar gripe, conjuntivite e moléstias que tais, a falta de higiene pode acarretar problemas de funcionamento, sendo recomendável faxinar – ou substituir – esses dispositivos de tempos em tempos.
No caso da faxina, desconecte o periférico, solte os parafusos que fixam as duas metades da carcaça, passe um pincel entre e sob as teclas e na placa lógica e complete a limpeza com um aspirador de pó. Se necessário, passe um pano umedecido em água morna (adicione algumas gotas de detergente neutro) nas teclas e na carcaça, segue tudo muito bem, remonte e pronto.

OBSERVAÇÃO: É impressionante a quantidade de poeira, cabelos, fios de barba, cinza de cigarro, fiapos e outras impurezas que se acumulam no interior dos teclados. Em alguns casos é possível remover as teclas para fazer uma limpeza mais profunda, mas sempre existe o risco de o plástico ressecado trincar. Então, considerando que teclados básicos custam a partir de R$ 12, talvez seja melhor comprar um novo e um abraço.

Lave sempre as mãos depois de comer, espirrar ou usar o banheiro. Se você cultiva o (mau) hábito de fazer uma “boquinha” enquanto opera o computador, cubra o teclado físico e ative o virtual (digite osk na caixa de pesquisas do menu Iniciar) para degustar seus salgadinhos, bolachinhas e outras guloseimas sem emporcalhar o períférico. Se o mouse ficar engordurado, mas basta limpá-lo com um pano úmido (a não penetrará no dispositivo, a menos que você use um jurássico modelo de esfera, o que é bem pouco provável).


Abraços a todos e até amanhã.
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