segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

SEGURANÇA DIGITAL - MITOS E VERDADES

Mitos, lendas urbanas e afins têm transito livre na Web e podem se tornar um problema quando envolvem a segurança dos dados, pois inverdades e meias-verdades repetidas insistentemente acabam sendo aceitas sem maiores questionamentos (para saber mais, clique aqui).
Há quem afirme que as atualizações do Windows deixam o computador mais lento – quando na verdade elas o deixam mais seguro –, ou que deve-se substituir as senhas regularmente – mas não deixem claro o motivo dessa recomendação

Observação: O importante é criar senhas fortes (combinações alfanuméricas de 6 ou mais caracteres) e, de preferência, fáceis de lembrar (na impossibilidade, recorra a um gerenciador de senhas como o LASTPASS, por exemplo). A rigor, só faz sentido substituir uma senha em caso comprovado de “quebra” ou se você a tiver informado a alguém (sócio, consorte, namorada, etc.) e, por qualquer razão, deseja evitar que esse alguém venha – ou torne – a utilizá-la. 

Falando em senhas, outra  sugestão questionável remete a "errar propositadamente" as informações de login para checar a autenticidade de uma Webpage. A maioria das páginas maliciosas é capaz de redirecionar os dados aos sites legítimos e adotar seu comportamento – ou seja, se a página verdadeira recusar a senha, a falsa fará o mesmo. Usar o teclado virtual para evitar a ação de keyloggers também não adianta, de modo que o melhor é salvar o URL do seu Banco nos Favoritos e acessá-lo a partir dali.
pousar o mouse sobre um link para identificar maracutaias só seria uma medida de segurança 100% garantida se os endereços maliciosos aparecessem como http://irmãosmetralha.com/roubarsenhas.exe, por exemplo, ou sempre terminassem em .EXE ou outra extensão perigosa facilmente identificável. Infelizmente, a bandidagem digital se vale de técnicas de engenharia social, domínios quase idênticos aos legítimos ou páginas legítimas “infectadas”, e nem sempre é fácil identificar a fraude. Caso um link duvidoso lhe chegue por email, analise o assunto e o teor da mensagem e pondere a confiabilidade do remetente; se surgir num bate-papo via Messenger, confirme com seu interlocutor se foi ele mesmo quem o postou; se aparecer do nada numa sala de chat, num banner ou numa janelinha pop-up, NÃO CLIQUE sem antes verificá-lo com um scanner de links (para saber mais, clique aqui e aqui). Se seu arsenal de segurança não incorpora esse recurso, experimente o TrendProtect ou o URLVoid; para links encurtados, use o Sucuri, e para manipular um link sem correr o risco de abri-lo acidentalmente, dê um clique direito sobre ele e, no menu de contexto, clique em Copiar atalho (Internet Explorer), Copiar Link (Firefox) ou Copiar endereço do link (Chrome) e cole-o com segurança utilizando o atalho Ctrl+V.
Boa sorte a todos e até mais ler.
Postar um comentário