segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

TABLETS e HÍBRIDOS - O FUTURO


Andam dizendo a boca pequena que os note e ultrabooks (não incluo aqui os netbooks porque já os considero coisa do passado) devem ser aposentados em breve pelos tablets e dispositivos híbridos. No entanto, se eu ganhasse US$ 1000 por cada previsão que não se concretizou nos últimos 2000 anos, estaria mais rico que Bill Gates.

Observação: No contexto em assunto, os “híbridos” são tablets que combinam telas sensíveis com teclados convencionais, tornado-se bastante semelhantes a notebooks.

A popularização dos laptops foi um caso clássico de demanda reprimida: na condição de sonho de consumo da maioria dos usuários de PCs, bastou o preço cair para as vendas explodirem, deixando os fabricantes confortáveis – afinal, por que mexer em time que está ganhando? Por outro lado, é indiscutível que o lançamento do Eight deve promover uma revisão substancial na velha fórmula tela/teclado/trackpad.
Mesmo assim, considerando que a festa está só no começo e que os pioneiros são reconhecidos pela flecha espetada no peito, melhor ir devagar com o andor, porque o santo é de barro.
Para alguns analistas (adivinhos?), os portáteis do futuram serão um misto de smartphone, tablet, notebook com tela destacável, caneta para reconhecimento da escrita, farta autonomia de bateria e suporte a comandos por voz. Para outros os híbridos têm vida curta e tendem a ceder espaço a tablets de configuração robustas e providos de teclados adicionais – a própria Microsoft parece apostar nesse formato, já que o Surface Pro tem configuração similar à de muitos Ultrabooks e um teclado de borracha que também serve de capa para o aparelho.
Enfim, quem viver verá. 

Abraços a todos e até a próxima.
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