segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

FELIZ ANO NOVO A TODOS

NA DÚVIDA, USE O BOM SENSO!

Amanhã, último dia do ano, os Bancos não dão expediente, já que é dia de "balanço". Só que desde a invenção dos computadores que essa história de balanço é falácia para dormitar bovinos.
No meu tempo de bancário, a gente realmente tinha de cumprir aquelas sofridas quatro horas (das 8 às 12), tanto na véspera do Natal quanto na do Ano Novo. Depois, a farra rolava solta e, lá pelas 4 da tarde, cada qual tomava (ou desentortava) seu rumo.
Reminiscências à parte, desta vez eu estava pensando em fazer como como nos velhos tempos: fechar o balaio hoje e reabri-lo na quinta-feira (se os Bancos não ficaram mais pobres, acho que eu também não ficaria). Mas resolvi aproveitar o espaço de amanhã para publicar um texto que, embora fuja um pouco ao nosso convencional, encerra considerações apropriadas para o dia em que o Ano Velho dá as boas vindas para o Ano Novo  que, além de Copa do Mundo e Olimpíadas, ainda por cima é ano eleitoral.
Entrementes, para ninguém dizer que eu não falei das flores, as próximas linhas sugerem aos neófitos como escolher um bom espumante e abri-lo adequadamente no Réveillon.

Primeiramente, vale lembrar que todo champagne é espumante, mas nem todo espumante é champagne (apenas os vinhos produzidos na região francesa de mesmo nome, a partir de uvas Pinot NoirPinot Meunier e Chardonnay, podem ser considerados como tal).
Se você não estiver disposto a preencher cheques de quatro dígitos (fora os centavos) para degustar um excelente D. Pérignon – topo de linha da casa Moët et Chandon –, há excelentes opções de ProseccosFrisantes e assemelhados (inclusive nacionais) bem mais acessíveis. Em qualquer caso, para alcançar a temperatura ideal (aproximadamente 8ºC), mantenha a garrafa num recipiente apropriado, com água e gelo, por pelo menos 45 minutos. Se preferir, deixe-a na geladeira (mas não no freezer) de um dia para o outro.

Ao abrir a garrafa, lembre-se de que você não é um piloto de F1 que acabou de subir ao pódio – ou por outra, evite que o “estouro” da rolha comprometa a coroa de bolhas de gás carbônico que se forma no topo da “flute”. Se a ideia for rememorar seus concursos de mijo à distância (ou coisa pior) dos tempos de moleque, escolha um espumante mais barato – como aquelas cidras que o povo usa em despachos – e reserve a de melhor qualidade para a hora do brinde. 


Postar um comentário