quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

A SUCESSÃO DO WINDOWS XP – MAC OS ou LINUX UBUNTU?

O VITORIOSO NEM SEMPRE É O VENCEDOR.

A excelência dos produtos da Apple é incontestável, embora seus notebooks e desktops sejam mais populares entre designers gráficos, publicitários, editores de vídeo, heavy users do Photoshop e demais integrantes dessa distinta confraria, notadamente devido ao preço: um iMac de 21,5 polegadas, com CPU Intel i5 quad-core de 2,7 GHz, 8 GB de RAM e HD de 1 TB, custa R$ 6,8 mil na rede credenciada da Apple no Brasil e apenas US$ 1.299 dólares (pouco mais de R$ 3 mil) em Miami.
Não fosse por esse “pequeno detalhe”, este que vos escreve também teria uma belezinha dessas – mesmo que fosse apenas para usufruir do seu hardware primoroso, embora o ideal seja adotar o pacote completo, já que o hardware e o software da Apple foram feitos um para o outro, visando proporcionar mais estabilidade e segurança ao conjunto.

Observação: A partir de meados da década passada, quando os tradicionais processadores PowerPC dos Mac foram substituídos por modelos multi-core da Intel, tornou-se possível – para horror dos macmaníacos da velha escola – instalar o Windows em dual boot e escolher a cada inicialização o sistema a ser carregado.

Uma migração dessa magnitude envolve aspectos personalíssimos, mas, de maneira geral, pode-se dizer que:

·        Um dos motivos que levam a Microsoft a investir a todo vapor em novas edições do seu festejado sistema operacional é o lucro proporcionado pelos upgrades (migrar para o Windows 8.1 custa a partir de R$ 410). No Mac, as atualizações custavam entre US$ 20 e US$ 30, mas passaram a ser gratuitas para qualquer máquina que rode o OS X Snow Leopard ou posterior.

·        O uso de permissões baseadas no UNIX e de mecanismos que coíbem a instalação de softwares de origem duvidosa e protegem o disco contra acessos indevidos tornam os micros da Apple bastante seguros, mas, ao contrário do que muitos acreditam ou querem fazer acreditar, eles NÃO SÃO IMUNES A MALWARES!

·        Houve época em que era possível contar nos dedos os casos de infecção, mas à medida que o número de usuários foi crescendo (hoje o Mac OS X é o segundo SO mais utilizado no mundo), tornou-se indispensável contar com um arsenal de segurança (você encontrará diversas opções, inclusive gratuitas, nos sites de empresas como Symantec, McAfee, ESET, SOPHOS, BitDefender, etc.).

·        Quanto à migração propriamente dita, o aborrecido – mas inevitável –  período de adaptação pode ser desanimador, mas vale lembrar que ele será igualmente exigido no caso de um upgrade para o Eight, por exemplo.

·        No que tange ao computador, se o Mac requer hardware específico, o Eight dificilmente irá cair como uma luva numa máquina configurada para as exigências vigentes em meados da década passada (época áurea do XP).

·        Com referência aos aplicativos, é certo que o leque para Windows é bem mais amplo, mas a Apple oferece seu próprio pacote de produtividade (o iWork) e inclui programa de mensagens instantâneas, cliente de email, calendário, agenda, reprodutor de música e vídeo, e por aí vai. Isso sem mencionar que a App Store dispõe de milhares de aplicativos para os mais variados fins, dentre os quais uma versão do Microsoft Office.

Para não estender exageradamente esta postagem, o Linux será analisado numa próxima oportunidade.

Abraços a todos e até mais ler.
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