sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

NFC, BLUETOOTH, SOL, CERVEJA E CARNAVAL.

VIVEMOS NUM PAÍS ONDE O CRIME COMPENSA E O CRIMINOSO É CONHECIDO, RECONHECIDO, RECOMPENSADO, INDENIZADO E TRANSFORMADO EM HERÓI.


Embora pareça sigla de time de futebol, NFC (de NEAR FIELD COMMUNICATION) remete a uma tecnologia semelhante ao Bluetooth, mas que permite a troca de dados (arquivos, programas, músicas, filmes e fotos) através de uma conexão wireless entre aparelhos compatíveis colocados próximos uns dos outros.

Observação: o NFC é mais rápido – pois dispensa o “shakehands” do concorrente – e mais seguro – já que seu alcance não vai além de uns poucos centímetros (contra 1, 10 ou 100 metros do Bluetooth, conforme a classe).
Volto a lembrar que é recomendável ativar o Bluetooth em celulares, smartphones, tablets e afins somente quando você for realmente transferir ou receber arquivos, de modo a prevenir acessos não autorizados, infecções ou ataques Bluejacking e Bluebugging, que visam burlar os procedimentos de autorização e identificação que exigem do usuário uma autorização expressa para abrir um arquivo ou aceitar uma transferência de dados.

Hoje, última sexta-feira deste mês de fevereiro, é dia de “Grito de Carnaval”, como se dizia quando eu era moleque. Lembrando disso, em vez do nosso tradicional humor de final de semana, resolvi republicar duas dicas que reputo interessantes para quem tenciona passar o reinado de Momo na praia, debaixo de muito sol (se São Pedro colaborar) e regado a muita cerveja. Confira:



Expor-se ao sol sem proteção não causa danos somente à pele, mas também aos olhos, pois o excesso de luz pode "queimar" as córneas, acelerar o surgimento cataratas e, em situações críticas, acarretar até mesmo a perda da visão. 
Além de um protetor solar de boa qualidade e FPS adequado, colocar na mala óculos escuros (que não devem privilegiar a estética em detrimento da proteção; o indicado é usar modelos que assentem bem no rosto e impeçam a passagem de luz pelas laterais).
No que concerne às lentes, os especialistas recomendam as de cor marrom, verde ou cinza; as azuis, rosa e laranja filtram menos, e as amarelas são mais indicadas para a prática de esportes na neve.
O material não influencia a eficácia da proteção; a opção pelo cristal ou pela resina deve levar em conta o peso e a resistência dos óculos de sol (lentes de cristal são mais pesadas que as de resina, mas estas últimas arranham mais facilmente). Já o espelhamento é uma questão de preferência pessoal, pois seu efeito puramente estético.
Quando for comprar óculos de sol, fuja dos camelôs, marreteiros e assemelhados. Embora eles ofereçam réplicas de modelos de marca por preços bastante atraentes, seus produtos são geralmente de má qualidade, importados informalmente sabe lá Deus de onde. No mais, antes de se decidir por um modelo, fite fixamente um ponto qualquer e mova as lentes em círculos diante dos olhos; se houver distorção na imagem, não compre. 
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Pouco importa que alguns atribuam a invenção da cerveja aos bávaros, e outros, aos alemães (na verdade, essa bebida já era consumida pelos antigos egípcios). O importante mesmo é que o brasileiro não abre mão de uma "loura gelada", especialmente nos dias (e noites) quentes do Carnaval.
Os ingredientes básicos da cerveja são água, lúpulo, levedura e malte (de cevada, trigo ou outro cereal). A água corresponde a mais de 90% da beberagem, o lúpulo imprime o amargor, a levedura transforma os carboidratos em álcool e o malte determina o sabor - e, a despeito da crendice popular, parece não haver qualquer relação entre a obesidade e o consumo (moderado) da bebida: pesquisas realizadas com habitantes da República Tcheca - país com maior índice de consumo per capita de cerveja - dão conta de que somente um consumo excessivo acarreta aumento significativo da cintura ou do volume do corpo em geral.
Embora cada qual tenha suas preferências pessoais (especialmente em relação à marca do produto), é melhor gelar a cerveja no refrigerador (entre zero e 4ºC) do que colocá-la diretamente no freezer. A formação de espuma é essencial (a falta indica que a cerveja está choca ou que o copo não foi bem lavado), pois o "colarinho" retém o aroma e dosa a liberação do gás carbônico - um colarinho de até três dedos evita a oxidação e mantém a cerveja mais gostosa por mais tempo. 
Na hora de degustar sua loura, prefira um copo de vidro de espessura fina ou cristal, no formato de tulipa (cuja borda estreita evita que a bebida esquente rápido demais), embora na praia, debaixo de um sol abrasador, talvez você acabe mesmo é bebendo-a diretamente da latinha ou do bico de uma "long neck".
Apreciem com moderação. 

Até segunda, se Deus quiser.
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