terça-feira, 3 de junho de 2014

MAIS SOBRE O SMARTPHONE ANDROID

NINGUÉM É FRIO POR OPÇÃO, MAS SIM POR DECEPÇÃO.

Diante do que foi dito no post anterior, convém verificar com antecedência se o formato do SIM-Card do smartphone que você tenciona adquirir é compatível com o do seu aparelho atual. Se sim, basta transplantá-lo (e o mesmo se aplica a um cartão Mini-SIM recortado para funcionar num slot padrão Micro-SIM, por exemplo); se não, lembre-se de que a migração feita pela operadora se resume à linha, dados do assinante, características do plano contratado e outros que tais – ou seja, sua lista de contatos, fotos e demais arquivos armazenados na memória do chip antigo serão perdidos, pois ele será desativado tão logo o novo for habilitado.
    
Observação: Não tivesse eu criado uma agenda redundante no chip da TIM, estaria até agora tentando recuperar meus quase 400 contatos. Fazer um backup na memória interna também pode ser uma boa ideia, conquanto exponha nossas informações no caso de perda ou roubo do aparelho. Para prevenir problemas dessa natureza, convém anotar e guardar em local seguro o IMEI (International Mobile Equipment Identity) do telefone, de modo a poder solicitar o bloqueio do hardware e evitar que quem o achou ou roubou venha a habilitá-lo com um novo número. Esse código vem na nota fiscal, na etiqueta colada à caixa do produto e na carcaça do telefone, embaixo da bateria, mas também é exibido no display quando digitamos *#06# (veremos isso em detalhes ainda nesta sequência de postagens).

Muitos celulares armazenam os contatos na memória interna do aparelho (configuração padrão de diversos modelos). Sendo o seu caso, não deixe de transferir os dados para o SIM-Card antes de transplantar o cartão para o telefone novo – se houver compatibilidade, naturalmente. Na falta de espaço, transfira os contatos mais importantes e refaça a operação com os demais (melhor isso do que digitá-los manualmente, um de cada vez). Alguns modelos, no entanto, dificultam o gerenciamento dos dados, que só podem ser remanejados de forma mais ou menos intuitiva com o auxílio de programinhas dedicados, mas isso já é assunto para o post de amanhã

Abraços e até lá.

Em tempo:  Indignação é pouco. Vamos acordar, Brasil!



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