segunda-feira, 4 de agosto de 2014

DE VOLTA ÀS URNAS ELETRÔNICAS

VOCÊ PODE ME MATAR, MAS NÃO PODE ME JULGAR.


Um post que publiquei em maio passado recomendava a leitura do livro FRAUDES E DEFESAS NO VOTO ELETRÔNICO, escrito pelo especialista em segurança de dados de computador Amílcar Brunazo Filho em co-autoria com a advogada e procuradora de partidos políticos Maria Aparecida Cortiz.
Volto agora ao assunto porque me deparei acidentalmente com mais informações a propósito da fidedignidade das urnas utilizadas no Brasil – o que é preocupante, a meu ver, sobremaneira porque a nossa presidente disse com todas as letras que “em ano eleitoral a gente faz o Diabo”. E sendo ela que é (e quem foi) e filiada ao partido dos PTralhas, não me espantaria se... Enfim, para bom entendedor...
Passando ao que interessa, se você quer conhecer os modelos e as gerações das máquinas de votar, clique aqui (no Brasil, ainda são usadas as urnas eletrônicas de 1ª geração, que são as mais antiquadas e obscuras em uso no mundo). Se quiser garantia de Transparência na Votação e Apuração Eletrônica dos Votos, assine em apoio ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular (o PLIP do Voto Impresso). E se tem dúvidas sobre sua privacidade no uso da Biometria nas Eleições, conheça o problema e entre no Movimento de Obediência Civil.
Mas, pasmem, havendo vontade política, há uma luz no fim do túnel:


Sobrando tempo, assista a mais este:



Tenham todos um ótimo dia.