sexta-feira, 10 de outubro de 2014

APACHE OPEN OFFICE

TRABALHE POR UMA CAUSA, NÃO POR APLAUSOS.

Eu sempre tive grande admiração pela Microsoft, embora reconheça que o preço dos seus produtos, aqui pelas nossas bandas, sirva como estímulo para a pirataria de software (não que isso justifique o ato ilícito, que fique bem claro).
De uns tempos a esta parte, a empresa de Tio Bill passou a oferecer o MS OFFICE em diversas modalidades, a preços variáveis e de acordo com as necessidades dos usuários (para conferir, clique aqui), mas não custa lembrar que existem alternativas bastante interessantes ao pacote de produtividade da MS.
Uma alternativa totalmente gratuita e que quase nada fica devendo ao original é o APACHE OPEN OFFICE, onde Write, Calc e Impress substituem os tradicionais Word, Excel e PowerPoint, e ainda permitem salvar documentos, planilhas e apresentações que podem ser abertas no MS Office (e vice-versa).

Passemos ao nosso tradicional humor de sexta-feira:

"Sobre Pressão"

Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto.
O médico mandou cortar o sal. Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério!
Não sei mais o que é real.
Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais um Real.
Sem falar na minha esclerose precoce. Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? Esquece!
Aquela viagem? Esquece!
Tudo o que o presidente prometeu? Esquece!
Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time: nas últimas.
Bem, e o que dizer do carioca? Já nem liga mais pra bala perdida...
Entra por um ouvido e sai pelo outro.
Faz diferença...
A diferença entre o "Brasil" e a "República Checa" é que a República Checa tem o governo em Praga e o, Brasil tem essa praga no governo.
“Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio”...

Luiz Fernando Veríssimo
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