sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

SUGESTÕES DE NATAL – ALL-IN-ONEs E HUMOR DE FINAL DE SEMANA

QUEM FAZ DE VOCÊ UMA PESSOA MELHOR NÃO SÃO AS SUAS CRENÇAS, MAS SIM O SEU COMPORTAMENTO.

Nos computadores ALL-IN-ONE, o “gabinete” que abriga os componentes internos do aparelho (placa-mãe, CPU, memórias, drives de HD e DVD, etc.) vem acoplado à face traseira do monitor de vídeo. Com isso, considerando que a maioria desses modelos integra teclado e mouse sem fio, você economiza um bocado de espaço em sua mesa de trabalho e, de quebra, elimina aquela incomodativa macarronada de fios e cabos dos desktops convencionais.
Para melhorar, a despeito da recente disparada do dólar, os preços dessas belezinhas continuam convidativos. Nas AMERICANAS.COM, por exemplo, é possível encontrar opções por menos de R$ 1.000, como é o caso do All-in-One CCE vide ilustração à direita). Ele conta com CPU Intel Dual Core, 4 GB de RAM, 500 GB de espaço em disco, monitor LED de 24 polegadas, drive de DVD-RW e o malfadado Windows 8.1 (que também acompanha as demais opções sugeridas nesta postagem).
Por R$ 400 a mais, é possível levar para casa o AOC 20C45U-W81S, de configuração semelhante, mas com CPU INTEL Pentium de quatro núcleos. Vale salientar, porém, que nesse caso o monitor é de “apenas” 19,5 polegadas, o teclado e o mouse são cabeados e não há drive de mídia óptica.
Se seu bolso permitir, não deixe de considerar o All-in-One Pavilion 20-b410br, da HP, que integra CPU Intel Core i3, 4GB de RAM, HD de 500GB, monitor LED de 20 polegadas e drive de DVD-RW. O preço é R$ 2.159,10 e pode ser dividido em 10 parcelas de R$ 215,91.

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Já disse algo parecido em “outros dezembros” – e fui contestado por alguns leitores –, mas é impossível deixar de notar que o Natal parece chegar mais depressa a cada ano e ficar menos interessante.
Foi-se a alegria inerente à efeméride, que, se não advinha do cenário religioso – afinal, o Brasil é um país laico –, era efeito do assim chamado “Espírito do Natal”, e se fazia presente e palpável como no festejado CONTO DE NATAL, do escritor inglês Charles Dickens. Isso sem mencionar os enfeites natalinos, as luzinhas pisca-piscas, a tão esperada ceia, a troca de presentes...
De uns tempos a esta parte, a decoração residencial anda em baixa. No bairro onde eu moro, a maioria dos condomínios está devidamente paramentada, mas a profusão de lampadinhas coloridas que compõem motivos natalinos e alegram as noites de dezembro piscando nas varandas dos apartamentos vem minguando a cada ano. Das 40 varandas que eu consigo enxergar no prédio defronte ao meu, metade ostentava algum tipo de decoração, no ano passado. Neste, em três noites seguidas, eu contei apenas sete.
Em última análise, se nos damos conta da aproximação da data máxima da cristandade, isso se deve aos comerciantes, que buscam aquecer suas vendas criando um ambiente festivo em seus estabelecimentos. No mais, é um fiasco: estamos a menos de uma semana do Natal e a árvore gigante que é montada todos os anos no Parque do Ibirapuera ainda não ficou pronta (ficou, sim, no último dia 13).

Observação: Talvez porque o prefeito Malddad esteja mais empenhado em obter a aprovação do aumento do IPTU para o próximo exercício. Aliás, até que ocorra o julgamento dos recursos, podem ser aplicados reajustes de 20% para imóveis residenciais e de 35% para os comerciais, o que representa um aumento na arrecadação da ordem de R$ 800 milhões, que certamente farão a festa dos políticos mau-caráter de plantão. (Como dizia Vandré, “escrevendo numa conta, pra junto a gente cobrar, no dia que já vem vindo, em que esse mundo vai virar”.)




Nosso humor de sexta-feira da vez:



Um ótimo f.d.s. a todos e até mais ler.
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