quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

SEGURANÇA DIGITAL, NAVEGAÇÃO ANÔNIMA E ASSUNTOS QUE TAIS

ANTES DE MALDIZER O VENTO, LEMBRE-SE DE QUE FOI VOCÊ QUE DEIXOU ABERTA A JANELA.

A Web vem se tornando um território hostil. Com o passar do tempo e a popularização do acesso à Internet por uma expressiva parcela da população mundial, as pragas digitais, que no início dos anos 1990 representavam meros aborrecimentos, não só cresceram astronomicamente em quantidade, mas também diversificaram sobremaneira seus propósitos.
Além de manter atualizado o software do computador e cultivar hábitos de navegação seguros, é preciso contar com uma suíte de segurança robusta, capaz neutralizar a ação dos malwares, proteger o sistema de acessos remotos não autorizados, encriptar arquivos confidenciais, alertar para plugins mal intencionados e prevenir o acesso a sites de má-reputação.
O lado bom da história é que os browsers também evoluíram, e as opções atuais mais populares podem ser reconfiguradas de maneira minimizar os riscos e permitir a navegação anônima, que ajuda a evitar que o histórico de navegação, os arquivos temporários de Internet, os dados de formulários, os cookies, os nomes de usuários e as senhas sejam retidos pelo browser (para saber como ativer esse recurso, consulte esta postagem).  
Convém destacar que há maneiras mais eficazes de o usuário resguardar sua privacidade. Uma delas consiste baixar e instalar softwares como o TOR, o Surf Anonymous Free, ou a excelente Steganos Online Shield VPN – que a gente analisou no post do último dia 23.
Caso não se entusiasme com a perspectiva de mais um aplicativo ocupando espaço e consumindo recursos do sistema, experimente o serviço online Anonymouse, que tanto lhe permite navegar incógnito quanto enviar emails anônimos não rastreáveis.

Mudando de pau pra cacete:



Amanhã a gente continua; abraços a todos e até lá.
Postar um comentário