quinta-feira, 9 de abril de 2015

INTERNET ATRAVÉS DE REDES WI-FI PROTEGIDAS POR SENHA.


A CABEÇA QUE OSTENTA A COROA É A QUE PERDEU A TRANQUILIDADE.

Vai longe o tempo em que os telefones celulares eram tijolões caro e desajeitados que mal serviam para fazer e receber chamadas por voz. Hoje, eles são verdadeiros PCs em miniatura, capazes de conectar a Internet praticamente de qualquer lugar (via 3G/4G) e, mediante uma vasta gama de apps, realizar funções até recentemente exclusivas de desktops e notebooks. Mas nem tudo são flores nesse jardim. 

Visando abrir o apetite dos usuários, as operadoras de telefonia móvel celular ofereciam acesso à Net por um valor ínfimo (por exemplo, R$0,50/dia cobrados somente nos dias em que o serviço era utilizado), mas bastou o pessoal gostar da brincadeira para que fosse estabelecida uma franquia 
  ao final da qual a velocidade era reduzida a ponto de tornar a navegação praticamente impossível. Agora, finda a tal franquia, ou você espera para navegar no dia seguinte ou contrata um pacote de dados mais adequado às suas necessidades ─ que certamente custará bem mais caro. 

Felizmente, a esmagadora maioria dos smartphones atuais suporta o Wi-Fi (rede sem fios padrão IEEE 802.11). Assim, basta um roteador bem posicionado para você navegar do sofá da sala, tomando a fresca na varanda ou gozando da privacidade do banheiro, a gosto do freguês.


No entanto, há casos em que o sinal perde a intensidade em determinados cômodos do seu imóvel, conquanto voe célere pela janela, tornando-se acessível da rua, da casa do vizinho ou até de apartamentos localizados vários andares acima ou abaixo do seu. Claro que a perspectiva de brincar de penetra na rede alheia pode até ser interessante ─ especialmente quando estamos em trânsito e já consumimos nossa franquia de dados via 3G/4G ─, mas ter alguém pendurado na nossa conexão é outra história, sobretudo porque a qualidade piora à medida que o número de usuários cresce, e se alguém der início a um download pesado, por exemplo, os demais irão amargar uma indesejável lentidão.

Diante do exposto, é de bom alvitre utilizar mecanismos de proteção que evitem a ação de pingentes, mas isso já é assunto para a próxima postagem, quando trataremos também do tema a que remete o título desta matéria.

Abraços a todos e até lá.
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