terça-feira, 16 de junho de 2015

SOBRE O WINDOWS 10 E SEUS PREDECESSORES RECENTES

NÃO SE CONTRATA QUEM NÃO SE PODE DEMITIR.  

Como foi dito em outras postagens, o WINDOWS 10 deve chegar ao mercado no final do mês que vem, o upgrade será gratuito no primeiro ano a contar do lançamento, e os usuários das versões 7 SP1 e 8.1 cujo hardware ofereça compatibilidade com a nova edição já podem fazer a respectiva reserva (para mais detalhes, clique aqui).

No entanto, como cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém , recomenda-se "cozinhar o upgrade em fogo brando" durante algum tempo; afinal, os pioneiros são reconhecidos pela flecha espetada no peito.
  
Observação: Embora seja submetido a exaustivos testes durante seu desenvolvimento, um programa complexo como o Windows não está livre de apresentar alguns probleminhas na versão pronta e acabada. Esses “acidentes de percurso” são corrigidos à medida que a Microsoft os identifica. Até recentemente, eu sugeria esperar o lançamento do SP1 (primeiro service pack), mas, doravante, a mãe da criança deve proceder às correções/atualizações somente através de patches (remendos), de modo que vai ficar mais difícil dizer a partir de quando se pode considerar “segura” a adoção do novo sistema.

Como também já foi dito aqui no Blog, faz mais de um ano que a Microsoft deixou de oferecer suporte estendido ao velho XP, e com isso tornou desaconselhável manter em uso um programa com mais de 13 anos de bons serviços prestados (leia sua “carta de despedida” nesta postagem). Aliás, o principal motivo de sua longevidade foi o fiasco do Windows Vista, lançado em junho de 2005. É certo que o Seven (julho/2009) mostrou a que veio e até hoje mantém o primeiro lugar no seu segmento de mercado (em março passado, ele contava com quase 54% da preferência dos usuários do mundo inteiro, dando de lavada no 8.1, que somava pouco mais de 15%).

A questão é que essas “idas e voltas” deixaram muita gente em compasso de espera. Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições do Windows, hoje em dia é mais comum os usuários pensarem duas, três, ou mesmo quatro vezes antes de migrar. Por outro lado, devido à evolução tecnológica e as exigências dos softwares atuais, um computador fabricado na primeira metade da década passada está indiscutivelmente ultrapassado, quase obsoleto. E como a relação custo/benefício desaconselha um upgrade de hardware, o melhor a fazer é comprar uma máquina nova, com o novo sistema pré-instalado pelo fabricante. Mas tenha em mente que o Windows 10 não é sua única opção, como veremos na postagem de amanhã.

Abraços e até mais ler.
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