terça-feira, 29 de setembro de 2015

CURIOSIDADES SOBRE A MICROSOFT

O PROBLEMA DO MUNDO DE HOJE É QUE AS PESSOAS INTELIGENTES ESTÃO CHEIAS DE DÚVIDAS E AS IDIOTAS, CHEIAS DE CERTEZAS.

A Microsoft é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, e não foi por acaso que acabou conhecida como “GIGANTE DO SOFTWARE”. Hoje em dia, no entanto, poucos lembram que ela não passava de uma “empresa de garagem” quando foi fundada por Bill Gates e Paul Allen, na década de 70, mas que não demorou para revolucionar o universo dos computadores pessoais com seu consagrado sistema operacional.

A despeito do nome Windows (janelas) e da interface gráfica que rodava no MS-DOS (e somente viria a se tornar um sistema operacional autônomo a partir de 1993, com o lançamento da versão NT, ou, no âmbito doméstico, do festejado Win95) ser baseada em janelas e menus clicáveis, o mouse e o GUI (sigla de graphical user interface, ou interface gráfica do usuário) foram criados por Douglas Englebart, do Instituto de Pesquisa de Stanford, em 1968 (quando Bill Gates tinha apenas 11 anos de idade) e aprimorados na década seguinte por pesquisadores da empresa californiana XEROX. Aliás, foi Steve Jobs quem desenvolveu o primeiro computador pessoal com interface gráfica, em 1983. Quatro anos mais tarde, quando Bill Gates lançou o Windows 2.0, a Apple processou a Microsoft por roubo da interface gráfica do Mac, mas acabou perdendo a ação.

Observação: Antes de se chamar Windows, a criação da Microsoft atendia pelo nome de Interface Manager. O registro da marca foi complicado, já que Windows (que, como dito anteriormente, significa janelas) é uma palavra de uso corrente no idioma do Tio Sam.

Muito se falou (e ainda se fala) da suposta insegurança do Windows, que o levou a ser maldosamente acunhado de Ruíndows ou, na versão NT (sigla de New Technology), de “Nice Try” (“boa tentativa”, numa alusão às brechas de brechas de segurança exploradas pelos hackers/crackers de plantão). Todavia, a preocupação da empresa de Redmond com a segurança de seus produtos é inegável, como, aliás, comprova o grande número de remendos (patches, em inglês) disponibilizados conforme a identificação de bugs e brechas de segurança o que, inclusive, valeu ao sistema o apelido de “colcha de retalhos”. Por outro lado, é preciso levar em conta que a grande popularidade do Windows faz dele o alvo preferido da bandidagem digital, até porque é mais vantajoso desenvolver malwares ou exploits para um sistema que abocanha 87% do seu segmento de mercado, do que para outro que mal chega a 10%, como o Mac OS, ou a míseros 1,7%, como as distribuições Linux.

Observação: Igualmente digno de nota é o fato de a MS não ter “criado” muitos de seus produtos, que foram adquiridos de seus verdadeiros desenvolvedores e reformulados pela GIGANTE DO SOFTWARE. Um bom exemplo disso é o tradicional navegador Internet Explorer, cujo código foi adaptado do Mosaic, desenvolvido originalmente pela NCSA e licenciado pela Spyglass Inc. Mas isso não desabona a empresa nem seus fundadores, ou Bill Gates não teria acumulado encabeçaria o ranking dos bilionários da Forbes/2015, com patrimônio próximo de US$ 80 bilhões.    

Sabe aquela musiquinha que você ouve quando o Windows é iniciado? Para chegar a essa inconfundível “melodia de abertura”, foram testadas nada menos que 84 opções vale lembrar que é possível personalizar esse e os demais “sons do Windows”; para saber como, basta rever esta postagem. Enfim, o tema em questão foi composto por Brian Eno, a quem foi encomendado um som "inspirador, universal, otimista, futurista, sentimental" e com duração de exatos 3,25 segundos.

Era isso, pessoal. Cultura inútil, dirão alguns, mas nem só de pão vive o homem. Abraços e até mais ler.
Postar um comentário