terça-feira, 6 de outubro de 2015

SAIBA O QUE É CACHE DE MEMÓRIA E VEJA COMO (E PORQUE) LIMPÁ-LO NO SEU NAVEGADOR DE INTERNET

O PERDEDOR CONQUISTA A DIGNIDADE DE UM VENCEDOR QUANDO ACEITA A DERROTA.
No jargão da informática, o termo “memória” designa qualquer componente do computador (ou dispositivo externo a ele) que tenha por finalidade precípua o armazenamento de dados. Existem memórias de diversas tecnologias, formatos e qualidades (conforme, aliás, já discutimos em outras oportunidades; para mais informações, acesse meu Blog, digite “memórias” no campo de buscas e tecle Enter), mas, por convenção, quando usado isoladamente, esse termo remete à RAM ─ memória física e principal ferramenta da CPU, na qual são carregados o sistema operacional, os aplicativos e todos demais arquivos que manipulamos quando operamos o PC.
Nenhum computador atual, seja um grande mainframe, seja uma simples calculadora de bolso, é capaz de funcionar sem uma quantidade mínima de memória RAM. No entanto, por razões que agora não vem ao caso detalhar, esse importante subsistema não acompanhou pari passu o aumento de velocidade dos processadores. E se os jurássicos i386, que operavam na casa dos megahertz, já precisavam “esperar a memória liberar os dados” para poder cumprir suas tarefas, não é difícil imaginar o imenso “gargalo” que isso acarretaria nos sistemas computacionais atuais, não é mesmo?
Para minimizar esse problema, os fabricantes passaram a se valer de um estratagema conhecido como cache de memória (ou memória cache, dá na mesma), que consiste no uso de uma pequena quantidade de RAM estática ultraveloz para armazenar os dados que a CPU utiliza com maior frequência. Inicialmente, essa memória era instalada nos circuitos da placa-mãe, mas passou a integrar o núcleo dos processadores a partir dos i486. A partir de então, as CPUs passaram a operar com dois níveis de cache (interno e externo, ou L1 e L2), e embora alguns chips da AMD, como o K6-III, tenha usado um terceiro nível (L3), o custo elevado e diversos problemas de ordem técnica impediram que essa solução se popularizasse.
Observação: Quando falamos em cache, logo nos vem à mente o processador, mas esse recurso passou a ser usado também em HDs, servidores, placas de sistema, e até mesmo em softwares ─ como é o caso dos navegadores, que guardam as páginas localmente, de maneira a evitar consultas constantes à rede (solução especialmente útil quando se navega por páginas estáticas).
Note que é importante limpar regularmente o cache do navegador, pois o acúmulo exagerado de dados tende mais a atrapalhar do que a ajudar. A maneira de se fazer isso varia conforme o browser. Se você usa o Chrome ─ que atualmente é o navegador mais popular entre os internautas do mundo inteiro ─, clique no botão com três traços horizontais (que fica no canto superior direito da página, logo após a barra de endereços), aponte o mouse para Mais Ferramentas, clique em Limpar dados de navegação... Na tela que se abre em seguida, clique na setinha ao lado de Eliminar os seguintes itens desde, escolha uma das opções disponíveis (sugiro clicar em desde o começo) e marque as caixas de verificação ao lado dos itens que você deseja eliminar (sugiro limitar-se às primeiras quatro opções) e pressione o botão Limpar dados de navegação. Para não fazer besteira, é enfaticamente recomendável que você clique no link Saiba mais antes de dar início à faxina.
Usuários do Firefox devem clicar no botão Abrir menu (que, como no Chrome, fica na extremidade esquerda da barra de endereços e é identificado por três linhas horizontais), clicar em Opções > Avançado > Rede e, no campo Conteúdo web offline e dados do usuário, clicar em Limpar agora. No IE, clique no menu Ferramentas > Opções da Internet > aba Geral e, no campo Histórico de navegação, clique no botão Excluir... Na janelinha que se abre em seguida, marque os itens desejados e torne a clicar em Excluir (se preferir, marque a caixa ao lado de Excluir histórico de navegação ao sair, para que a limpeza seja feita toda vez que você encerrar o navegador).
Abraços a todos e até mais ler.
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