terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O CALVÁRIO DO MS EDGE

É MELHOR SER ALEGRE QUE SER TRISTE, ALEGRIA É A MELHOR COISA QUE EXISTE, É ASSIM COMO A LUZ NO CORAÇÃO.

O recém-lançado substituto do velho MS Internet Explorer continua perdendo usuários dia após dia. 

Dados de três fontes diferentes apontam um declínio global — e também nos EUA, onde o Windows 10 e o Edge conseguiram um público maior. Os números diferem entre si, notadamente por conta dos diferentes métodos utilizados na pesquisa, mas todos apontam a mesma tendência (em parte, talvez, porque, ao contrário dos festejados navegadores Google Chrome e Mozilla Firefox, o Edge só funciona na edição mais recente do Windows).

Segundo a Net Applications, que realiza as medições levando em conta os visitantes únicos dos sites de seus clientes, o novo browser chegou a registrar uma participação de 39%, mas os índices foram caindo nos meses seguintes, chegando a novembro na marca dos 31%. Já a StatCounter, que faz suas medições a partir das visualizações de páginas dos sites que usam seu pacote de ferramenta de análise, registrou um número bem menor em agosto (15,2%), e também apontou uma queda consistente (13,9% em setembro, 13,3% em outubro e 12,9% em novembro).

Por último, mas não menos importante, a Digital Analytics, que coleta as informações em mais de 4.000 sites de 400 domínios diferentes mantidos por agências do governo dos EUA, apurou que a participação do navegador da Microsoft caiu de 24,6%, em setembro, para 23,2% em outubro e 22,4% em novembro.

As especulações sobre a baixa adesão costumam focar no status de “não finalizado” do navegador, notadamente sua falta de suporte para add-ons. A empresa prometeu resolver o problema ainda em 2015, mas as “extensões” só devem começar a aparecer nos próximos meses. A conferir.
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