segunda-feira, 25 de abril de 2016

COMPUTADOR NOVO ― FINAL

DEUS DÁ NOZES A QUEM NÃO TEM DENTES E DENTES A QUEM NÃO TEM NOZES.

Conforme eu antecipei no post anterior, o Windows é um sistema extremamente versátil, mas nem por isso ele e seus componentes são suficientes para a execução das nossas tarefas do dia a dia, daí a necessidade de instalarmos aplicativos para os mais variados fins. No entanto, não é por que há uma profusão de programinhas gratuitos (Freeware) disponíveis na Web que a gente vai instalar tudo que encontra pela frente, pois, também como já foi explicado em outras postagens, um dos motivos que levam o sistema a perder seu “viço” inicial é o acúmulo de entulho decorrente da constante instalação/remoção de programas (reveja no post anterior a maneira mais indicada de remover aplicativos).

No entanto, mesmo com o substancial crescimento da oferta de serviços baseados na Web ― muitos dos quais são capazes de substituir com vantagens os aplicativos residentes, notadamente devido ao fato de rodar diretamente do navegador, exigindo menos recursos do computador ―, não dá para escapar da instalação de determinados programinhas, a começar pela suíte de segurança, que, além do tradicional antivírus com proteção em tempo real, deve disponibilizar um firewall responsável, um módulo antispyware, e por aí afora (reveja minhas sugestões de pacotes pagos e gratuitos na primeira parte desta sequência de postagens).

Em sua mais recente edição, o Windows traz não um, mas dois navegadores nativos ― o tradicional (e atualmente desprestigiado) Internet Explorer e o recém-lançado (mas ainda não muito popular) Microsoft EDGE. Hoje em dia, no entanto, o Google Chrome e o Mozilla Firefox são os browsers mais populares ― primeiro tem a preferência de 55,33% dos internautas; o segundo, de apenas 14,67%, mas à frente dos 15,38% do IE e dos 9,46% do Safari (os dados são do StatCounter Global Stats e remetem ao mês de fevereiro de 2016; a participação do Edge nem sequer aparece nos resultados da pesquisa). Enfim, para baixar o Chrome, siga este link (note que existem versões diferenciadas para sistemas de 32-bits e 64-bits; fique atento, portanto, quando for fazer o download). Para baixar o browser da raposinha, siga este link.

Para manter a saúde do sistema nos trinques, uma suíte de manutenção é indispensável. Embora possamos realizar diversos procedimentos usando apenas os recursos nativos do Windows ― tais como remoção de entulho, desfragmentação dos dados e correção de erros no HD, dentre outros ― o trabalho é bem mais simples e os resultados, bem melhores com o IOBit Advanced System Care Free ― que, mesmo na versão Freeware, que é plenamente satisfatória para uso doméstico, conta com uma caixa de ferramentas de fazer inveja a muita suíte paga.
Outros pacotes de manutenção que eu uso e recomendo são o CCleaner (mais detalhes na sequência de postagens iniciada por esta aqui), cuja versão PRO custa R$75, mas a gratuita não deixa nada a desejar, e o AVG PC TUNEUP, que é disponibilizado somente na modalidade paga (R$99,99).

Dispor de um leitor de arquivos .PDF também é fundamental, e a maioria dos fabricantes de PCs já incluem o Adobe Reader DC ― se sua máquina não dispuser do programinha, faça o download a partir deste link. Caso você ache o app da Adobe muito pesado e/ou não tiver paciência para instalar as frequentes correções que a empresa disponibiliza para torná-lo mais seguro, não deixe de conhecer o Foxit Reader. Mais leve, rápido e fácil de utilizar, ele utiliza múltiplos separadores e inclui uma variedade de ferramentas e recursos bastante interessantes (para saber mais, depois de baixar e instalar o programinha, clique no menu Help e em User Manual).

Uma suíte de aplicativos para escritório também não pode faltar. Embora o Windows disponibilize o Bloco de Notas ─ editor de texto básico, mais indicado para lidar com determinadas linguagens de programação do que para a edição de arquivos propriamente dita ─ e o WordPad ─ ferramenta mais rebuscada, que oferece opções de formatação e suporta a adição de imagens ―, a opção primária da maioria dos usuários é o festejado MS Word ― processador de textos que integra o igualmente popular pacote MS Office; para avaliar gratuitamente o pacote por 30 dias, siga este link; para comprar uma licença válida para 1 PC (ou Mac) e um tablet, com direito ao Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook e atualizações contínuas por 1 ano, o preço oficial é R$209 (já com 17% de desconto), mas a FastShop está oferecendo o produto por apenas R$57,81 à vista (ou em 3 x de R$19,96). Mas é bom se apressar, que essa oferta é válida por tempo limitado!

Observação: Note que você pode usar gratuitamente as ferramentas online fornecidas pela Microsoft ― para saber mais, acesse este link.

Se o escorpião que você mantém dentro da carteira for o problema, saiba que existem alternativas gratuitas de softwares residentes (instaláveis) bastante satisfatórias. Duas boas opções são o Libre Office ― que reúne aplicativos similares ao Word, Excel, PowerPoint e outros que permitem desenhar, gerenciar bancos de dados, etc. ― e o Open Office ― que apresenta compatibilidade praticamente total com os documentos criados pelos aplicativos da Microsoft e tem um visual bastante familiar.

Se você prefere um serviço online, mas não simpatiza com o Office Online, o Google pode ter a solução para o seu problema. Para conferir, acesse o site www.google.com.br, faça logon (se não tiver uma conta, clique aqui para criá-la), clique no ícone Aplicativos, em seguida em Mais, selecione a opção Documentos e escolha a ferramenta desejada (para mais informações, clique aqui).

Observação: Documentos de texto, planilhas, apresentações e demais arquivos criados no Google Apps são salvos por padrão no Google Drive (mais informações nesta postagem), mas basta você dar um clique direito sobre eles para baixá-los para o computador ou adotar as demais ações disponíveis no menu suspenso.

Era isso, pessoal. Espero ter ajudado. 
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