quarta-feira, 27 de julho de 2016

BUGS E BUGS...


DIGNIDADE NÃO É TER DE SER GRATO A POLÍTICO, MAS SENTIR GRATIDÃO AO BRASIL PELAS OPORTUNIDADES QUE O CRESCIMENTO GERA.

O termo BUG, que em inglês significa inseto, remete, no âmbito da informática, a “defeito”, tanto de hardware quanto de software.

Diz-se que tal acepção se deve às frequentes queimas de válvulas provocadas pelas mariposas, que, atraídas pelo calor, invadiam os gigantescos mainframes da pré-história da computação. Aliás, circuitos de placas-mãe e de expansão destruídos por formigas (que buscam abrigo e calor no interior do gabinete) não são exatamente incomuns, mesmo nos dias atuais.

Para alguns estudiosos, todavia, o termo em apreço já tinha essa acepção desde o século XIX ― muito antes, portanto, do velho mainframe Mark II ter sido ajambrado (em 1947). O registro mais antigo da expressão é de Thomas A. Edison, referindo-se a uma pequena falha em seus inventos numa mensagem de 1878.

Para outros, no entanto, a coisa vai ainda mais além: a origem mais remota de bug seria a expressão medieval BUGGE, que deu origem a BUGBEAR (“bicho papão” em inglês).

Cultura inútil, mas enfim...
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