segunda-feira, 24 de outubro de 2016

OI DISPONIBILIZA WI-FI GRATUITO TAMBÉM PARA NÃO CLIENTES

A EVOLUÇÃO DO HOMEM PASSA, NECESSARIAMENTE, PELA BUSCA DO CONHECIMENTO.

De acordo com o portal de tecnologia IDG NOW!, a Oi passou a liberar o uso da rede Oi Wi-Fi gratuitamente para clientes de qualquer operadora. Assim, se você dispõe de um smartphone ou tablet com sistema Android, já pode acessar os pontos de conexão à rede sem fio da empresa sem precisar gastar sua franquia de dados.

Interessado? Então clique  aqui, para baixar o aplicativo Oi Wi-Fi da Google Play, siga o passo-a-passo da instalação e aceite os termos de uso e publicidade. O aplicativo conecta automaticamente seu dispositivo com o hotspot mais próximo e permite pesquisar pontos de acesso por endereço. No entanto, assim que você se conectar à rede, um “banner” será exibido na sua tela, e permanecerá visível enquanto o serviço estiver em uso.

Clientes da Oi podem usar o Oi Wi-Fi gratuitamente sem as mensagens publicitárias. Já quem for cliente de outra e não quiser ser aborrecido pelo banner, pode comprar o acesso: as opções vão de R$5,79 por uma hora a R$19,99 por um mês, e o pagamento é feito via cartão de crédito.


 
AINDA SOBRE A POSSÍVEL DELAÇÃO DE EDUARDO CUNHA

Ainda sobre o assunto em tela, a ideia de que Cunha deve partir mesmo para a delação premiada foi reforçada com a contratação do criminalista Marlus Arns de Oliveira ― que atuou nos primeiros acordos de empreiteiros enrolados na Lava-Jato e já integrava a banca de defesa de Cláudia Cruz, esposa do parlamentar. Já as chances de suas revelações desmantelarem o governo Temer são remotíssimas, a despeito de focarem a cúpula do PMDB, que foi presidido por Temer até abril deste ano.

Ao fim e ao cabo, a pergunta é: o que aconteceria se um tsunami varresse o partido do presidente? Aos petistas e esquerdistas? Possivelmente, mas apenas para lhes aplacar a sede de vingança pelo papel que Cunha desempenhou no impeachment da anta petralha, pois, ainda nada indica que as revelações do ex-deputado ferissem de morte Michel Temer. E ainda que elas tivessem potencial para implodir o governo ― o que se admite apenas por amor à argumentação ―, dificilmente reconduziriam o PT ao poder (Vade retro, Satanás!), como deixaram claro os resultados do primeiro turno das eleições municipais, semanas atrás.

Como dizia uma velha cantiga popular, “macaco, olha seu rabo e deixa o rabo do vizinho”. Convenhamos que, bem mais preocupante para os incansáveis defensores da petralhada seria uma possível delação de Antonio Palocci, já que apressaria o encontro final de Lula com seu merecido destino (Lula ― na prisão!).

Neste ponto, torno a citar Reinaldo Azevedo, para quem o fato de Cunha entregar uma penca de 
parlamentares ― aí incluídos ministros de Estado ― provocaria um efeito cascata, já que nada impede os denunciados de optar pela delação. E se Palocci entregar Lula e mais alguns “cumpanhêros”? Será que isso não levaria o próprio Lula (que é conhecido pelo hábito de abandonar aliados para salvar o próprio couro) a colaborar com a Lava-Jato em troca da redução da pena? E quem, então, ele entregaria? Dilma? Seus amados pimpolhos, que também andam mais sujos que pau de galinheiro?

Nos moldes como vem sendo aplicada, a delação premiada visa à identificação do mentor intelectual que está por trás do incomensurável mar de corrupção que o PT não criou, mas tampouco combateu, antes pelo contrário: institucionalizou com seu espúrio projeto de poder. Que essa figura é Lula, disso todos sabemos, até porque os procuradores da Lava-Jato não só o disseram com todas as letras, mas também ilustraram com uma tosca apresentação em PowerPoint (que se disseminou mundo afora pelas redes sociais em questão de minutos). 

Mas Lula não é o único, já que essa verdadeira putaria franciscana se estende por empreiteiras, sindicatos, fundos de pensão, estatais (a Petrobras parece ser apenas a parte visível desse iceberg) e envolve políticos de todas as esferas e gente graúda de todos os partidos. Pelo jeito, política e honestidade são mesmo conceitos mutuamente excludentes, como eu venho dizendo desde meus mais verdes anos ― e assim fazendo, acabei me indispondo com uma tia mui querida, cujo marido, na época, era prefeito do 5º maior município do Estado.

Voltando a citar Reinaldo Azevedo, ou se estabelece um marco temporal para as delações da Lava-Jato, ou ainda veremos Sergio Moro e Deltan Dallagnol convocarem coletivas de imprensa para anunciar a corrupção no Brasil remonta ao próprio Demo. Claro que a Lava-Jato precisa continuar a prospectar esse lençol de podridão, mas o ciclo de benefícios para delatores precisa ter um limite, ou o resultado será um inominável festival de impunidade. Afinal, quem Cunha poderia denunciar acima de si mesmo em sua esfera de influência? E Lula? 

Um ótimo dia a todos. 

Confira minhas atualizações diárias sobre política em www.cenario-politico-tupiniquim.link.blog.br/

3 comentários:

Martha disse...

Oi Fernando
Eu fico muito desconfiada em relação ao serviço da Oi pois o investimento aqui no Rio tem sido muito ruim. Já usei a operadora há alguns anos e depois tive que mudar em função do sinal e de não poder aumentar a velocidade ( o própio técnico me disse , na época ,que estava tudo muito velho e sem perspectiva de investimento).
Em relação ao que você falou sobre a delação: se continuar nessa progressão não sobrará ninguém para ser preso....rsrsrs
Lamentavelmente não temos a mínima noção do quão gigantesca é a teia que envolve essas pessoas....
Pobre país!!!!
Bjs e obrigada sempre!!!

Martha disse...

Oi Fernando
Saiu errada a grafia...próprio...
Bjs

Fernando Melis disse...

Oi, Martha.
A Oi é a Telemar com outro nome. Precisa dizer mais?
Se gritar pega ladrão, não fica um!
Realmente, é chato quando só reparamos num erro de digitação depois que clicamos em Publicar, quando então já não é mais possível mexer no texto - o Blogger bem que poderia abrir uma janela de edição por pelo menos um minuto, e não limitar as opções à simples remoção do comentário.
Beijos e até mais ler. E Lula Lá (atrás das grades). Pelo andar da carruagem, o desenlace está cada vez mais próximo.