quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

DESATUALIZAÇÃO É A VULNERABILIDADE CRÍTICA MAIS COMUM NO BRASIL

O HOMEM PASSA A PRIMEIRA METADE DA VIDA DESEJANDO A SEGUNDA, E A SEGUNDA A TER SAUDADES DA PRIMEIRA.

Brechas de segurança relacionadas à desatualização de componentes responderam por 92% das vulnerabilidades críticas de infraestrutura identificadas em empresas brasileiras nos últimos 12 meses. A informação é do Relatório de Ameaças 2016 da iBLISS, que teve como base pesquisas realizadas em mais de 70 empresas de diversos setores, incluindo cartões, esportes, e-commerce, finanças, indústria, internet, logística, seguros, tecnologia, telecomunicações e varejo no último ano, classificando as vulnerabilidades de acordo com quatro níveis: críticas ou de alta, média e baixa criticidade.

As vulnerabilidades críticas de segurança, que respondem por 11% das falhas de segurança de infraestrutura identificadas nos últimos 12 meses, podem levar ao comprometimento em larga escala da infraestrutura de TI, pois são facilmente exploradas pelos cibercriminosos. O Relatório mostra que a maioria das falhas de atualização diz respeito à ausência de pacotes de atualização críticos de aplicações, como Apache, VMware e Windows, ou ao uso de versões de aplicações que não são mais suportadas pelo fabricante. A maioria dos pacotes de atualização contém patches de segurança importantes, que solucionam vulnerabilidades críticas interrompendo as falhas e até corrigindo problemas de desempenho.

No Brasil, é fácil encontrar empresas usando softwares sem suporte em processos de negócio críticos ― melhor exemplo são os caixas eletrônicos, que ainda usam o Windows XP, para o qual a Microsoft que deixou de oferecer suporte em abril de 2014. Entre as vulnerabilidades de infraestrutura de alta criticidade ― que podem causar danos graves, mas são menos facilmente exploradas que as falhas de segurança críticas ―, aquelas relacionadas à falta de atualização de aplicações correspondem a 32%, ficando atrás apenas das falhas de Acesso Remoto (61%).

Daí eu recomendar insistentemente, tanto aqui quanto na minha comunidade de informática, manter o software do computador sempre em dia ― não só o sistema operacional propriamente dito, mas também os aplicativos, plug-ins e demais programas. Afinal, cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém. 

Com conteúdo da COMPUTERWORLD.

FAÇAM SUAS APOSTAS

O site de apostas canadense BUMBET, especializado em apostas esportivas, chegou ao Brasil e lançou uma proposta para que os internautas apostem se Lula será ou não preso em 2017.

Quem apostar na prisão de Lula receberá o dobro do valor, porque, segundo as estimativas do site, isso tem menos chance de ocorrer em 2017 ― já quem apostar contra, se ganhar, receberá menos, naturalmente, já que, como no turfe, apostar nos azarões (e acertar) sempre rende mais.
O Antagonista aposta todas as fichas na prisão do molusco, e pretende quebrar a banca. Eu vou com ele. E você?

A propósito, o BUMBET criou também uma aposta sobre o futuro de Temer: ele continuará ou não no cargo em 2017?

Façam suas apostas.

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