sexta-feira, 31 de março de 2017

DÊ ADEUS AO CARREGADOR DO SEU CELULAR

DEUS ESTÁ NAS COINCIDÊNCIAS.

Não é de hoje que a telefonia móvel celular e os dispositivos que utilizamos para usufruir dessa tecnologia fazem parte do nosso dia a dia e dos apetrechos que levamos conosco a toda parte. E como a utilidade dos diligentes telefoninhos cresceu exponencialmente depois que eles se tornaram “inteligentes” ― e passaram a se chamar “smartphones” ―, a (baixa) autonomia da bateria se tornou uma fonte de aborrecimentos.
Se você utiliza seu smartphone como um computador em miniatura ― coisa que esses brinquedinhos realmente passaram a ser ―, já deve ter ficado sem bateria no meio do dia, mesmo que tenha deixado o aparelho na carga durante toda a noite anterior. 

Claro que as tomadas estão por toda parte ― em casa, na escola, no escritório, na sala de espera do dentista. Além disso, basta dispor de um carregador portátil e conectá-lo a uma saída 12v ― presente na maioria dos veículos de fabricação recente ― para você recarregar seu telefone enquanto se desloca de casa para o trabalho, por exemplo. Mesmo que o tempo de recarga seja bem maior (como quando carregamos o celular a partir de uma portinha USB do computador), essa é uma alternativa útil em determinadas situações ― como quando você está preso no trânsito e a bateria “morre” no exato momento em que você saca seu poderoso smartphone para enviar uma mensagem ou fazer uma chamada urgente.

A boa notícia é que uma solução que promete solucionar (ou minimizar) esse aborrecimento vem sendo desenvolvida por algumas empresas, dentre as quais a ENERGOUS. Trata-se de uma tecnologia mediante a qual a recarga (inclusive simultânea) de celulares, tablets e relógios inteligentes pode ser feita à distância e totalmente independente de conexões, fios e cabos fio, ou seja, dispensando tomadas e os tradicionais carregadores. O truque consiste no uso de um transmissor capaz de enviar energia por ondas de rádio, e promete recarregar os aparelhos a uma distância de até 1,5m.

Claro que ainda há dificuldades a vencer, uma das quais é o fato de a transferência de carga diminuir de maneira inversamente proporcional ao aumento da distância entre o transmissor e o receptor ― até cerca de 1 metro a eficiência é total; a partir daí, quanto maior a distância, menor a potência e maior o tempo que a bateria leva para ser recarregada. Isso sem mencionar que a Comissão de Comunicação Federal, que regula a indústria sem fio nos EUA, ainda precisa decidir se os carregadores sem fio de longa distância são ou não seguros.

Vale salientar que diversas alternativas “intermediárias” já foram, estão sendo e continuarão a ser lançadas no mercado enquanto os carregadores “wireless de verdade” não se tornam comercialmente viáveis. A partir do princípio da indução eletromagnética, foram desenvolvidas bases de carregamento que criam um campo eletromagnético quando a corrente elétrica passa por rolos de arame estrategicamente posicionados em seu interior. Um bom exemplo dessa tecnologia é o Qi, desenvolvido pela Wireless Power Consortium, que se popularizou pelo fato de a Nokia tê-lo utilizado no seu primeiro Windows Phone.

A transmissão de energia por indução alcança de 60% a 70% de eficiência em relação ao carregamento via cabo, e sua maior vantagem é a compatibilidade com diferentes dispositivos, já que você não precisa se preocupar com diferentes plugues e carregadores. Todavia, o telefone precisa ficar em cima da base, que, por sua vez deve, deve estar conectada a uma tomada da rede elétrica.

Observação: Pesquisando no Mercado Livre, é possível encontrar dezenas de carregadores “sem fio” por preços que partem de R$ 20 (dê uma olhada e depois veja quanto custaria substituir o carregador original do seu aparelho, no caso de ele vir a apresentar defeito).
Seja como for, as ações da Energous subiram 136% neste ano, a despeito de o produto final ainda não ter chegado às lojas. Isso sugere que a eliminação de fios e cabos caminha a passos de gigante, e que, em cerca de 5 anos, a tecnologia nos será tão familiar quanto a própria telefonia móvel celular.

Quem viver verá.

E como hoje é sexta-feira:

Um menino de 7 anos queria ganhar 100 reais. Rezou durante 2 semanas para Deus, mas nada aconteceu, e ele resolveu mandar uma carta para o Todo-Poderoso. O correio interpretou o destinatário ― DEUS-BRASIL ― como sendo o presidente da República, e entregou a missiva no Palácio do Planalto. Sensibilizado com o pedido do menino, Temer lhe enviou uma nota de 10 reais (por achar que 100 reais era muito dinheiro para uma criança de apenas 7 anos). O garotinho recebeu os 10 reais e, ao reparar que o envelope vinha de BRASÍLIA-DF, pegou papel e caneta e escreveu a seguinte carta de agradecimento: 

― Prezado Deus, muito obrigado por me mandar o dinheiro que pedi. Da próxima vez, vê se manda direto pro meu endereço, porque, quando passa por BRASÍLIA, aqueles filhos da puta ficam com 90%.


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