terça-feira, 15 de agosto de 2017

COMO EVITAR GOLPES ONLINE

É UMA PRAGA DOS TEMPOS QUANDO OS LOUCOS GUIAM OS CEGOS.

Há muito tempo que navegar na Web está mais para safári que para passeio no parque, e, ao que tudo indica, a coisa vai de mal a pior: da mesma forma que na política, as novidades surgem dia sim, outro também, mas nenhuma delas é alvissareira. 

No contexto das ameaças digitais há de tudo, dos indefectíveis vírus eletrônicos aos acessos remotos não autorizado via exploits; dos spywares e keyloggers aos mega-ataques ransomware  ― como os desfechados recentemente pelo WannaCrypt e pelo Petya Golden Eye ―, e isso só para ficar nos exemplos mais notórios.

Num primeiro momento, as pragas digitais limitavam-se a pregar sustos nos usuários de PCs ― produzindo sons esdrúxulos e/ou exibindo imagens pornográficas, por exemplo ―, mas logo passaram a danificar arquivos e, mais adiante, tornaram-se ferramentas valiosas para os cibercriminosos de plantão (para saber mais sobre a evolução do malware, leia a sequência iniciada por esta postagem).

Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém, e as velhas regrinhas de segurança digital ― como manter o sistema e os programas atualizados, evitar abrir anexos suspeitos e clicar em links que chegam por email, fugir de sites duvidosos (como os de pornografia, páginas de hackers, etc.) e desconfiar sempre, de tudo e de todos ― continuam aplicáveis e devem ser rigorosamente observadas, até porque é sempre melhor prevenir do que remediar.

Considerando que a maioria das vigarices eletrônicas explora a boa-fé, o despreparo, o descaso [com as medidas de proteção] e a ganância dos internautas, ou seja, reproduz no universo virtual o que os estelionatários fazem desde sempre no mundo real, a próxima postagem trará algumas dicas valiosas para você não cair nessa esparrela. Até lá.

A PASSO DE CÁGADO

Três meses após a divulgação da chamada Lista de Fachin, que expôs políticos pendurados no caixa da Odebrecht, o STJ ainda não recebeu os pedidos para abertura de inquérito contra sete dos nove governadores com foro na Corte. As exceções foram os casos do mineiro Fernando Pimentel (PT), já arquivado, e de Marcelo Miranda (Tocantins), ambos em andamento. Na sombra refrescante continuam, entre outros, Geraldo Alckmin (São Paulo), Beto Richa (Paraná), Luiz Fernando Pezão (Rio de Janeiro), Raimundo Colombo (Santa Catarina), Robinson Faria (Rio Grande do Norte), Flavio Dino (Maranhão) e Marconi Perillo (Goiás).

OUTRA VEZ

A Segunda Turma do STF vai decidir nesta terça-feira se aceita denúncia contra Fernando Collor. O ex-presidente é acusado de sete crimes, entre eles, corrupção e lavagem de dinheiro, todos em prejuízo da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. No mesmo processo estão envolvidos mais nove suspeitos, inclusive a mulher do senador, Caroline.

Com Ricardo Boechat.

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