Mostrando postagens com marcador 64-bit. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 64-bit. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de abril de 2017

SOBRE O PRÓXIMO "BUG DO MILÊNIO"

NUNCA DESISTA DO SEU SONHO. SE ACABOU NUMA PADARIA, PROCURE EM OUTRA!

Em sua edição “original”, o Bug do Milênio decorreu do formato da data (DD/MM/AA) que os programadores vinham usando desde sempre, embora o latido tenha sido bem pior do que a mordida (detalhes nesta postagem). Já na edição revista e atualizada, prevista para janeiro de 2038, o problema é outro (aliás, a questão da data poderá trazer novos aborrecimentos na virada do ano de 9999 para 10000, mas não faz sentido nos preocuparmos com isso, pois nenhum de nós estará por aqui na data aprazada.

Voltando a 2038 ― se é que “voltar” se aplica ao caso em tela ―, o tal “bug” se deve à maneira como os processadores dos computadores contam o tempo. Para entender isso melhor, primeiro é recomendável relembrar alguns conceitos sobre a base binária ― que você pode conferir nesta postagem ―, até porque, sabendo o que são bits, bytes e seus múltiplos, fica mais fácil compreender o que será visto a seguir.

No alvorecer da computação pessoal, os processadores eram de 16-bit ― grandeza que remete ao tamanho de seus registradores. Colocando a coisa de forma bem simples, o “registro” do chip é o “local onde ele armazena os ‘endereços’ dos dados que precisa acessar para processar os dados”. Na arquitetura de 16-bit, a capacidade dos chips é limitada a 65.539 “endereços diferentes”, ao passo que na de 32-bit, que se tornou padrão no final do século passado, essa capacidade aumentou para respeitáveis 232, que corresponde a 4.294.967.295 “endereços”. Uma evolução e tanto, mas insuficiente: metade desses “endereços” é usada pelo chip na contagem do tempo ― que teve início em 1º de janeiro de 1970 ―, e 2.147.483.647 segundos nos levam até 1º de janeiro de 2038 (mais exatamente às 03h14min08s desse dia).

Não se sabe exatamente como os sistemas computacionais irão se comportar quando atingirem esse limite; é possível que alguns continuar a funcionar com a data incorreta (se a contagem for zerada e reiniciada), mas os que dependem da data precisa para executar suas tarefas certamente entrarão em colapso. Aliás, essa limitação da arquitetura de 32-bit é responsável também pelo fato de esses processadores não “enxergarem” mais de 4 GB de RAM, inobstante a capacidade dos pentes instalados ― atualmente, computadores de configuração mediana integram 8 GB ou mais de memória física, mas essa “fartura” só faz diferença caso eles disponham de chips de 64-bit, capazes de gerenciar nada menos que 264 endereços, que correspondem, na base decimal, a mais de 18 quintilhões (ou 18.446.744.073.709.551.616, para ser exato). Em tese, essa arquitetura permite gerenciar mais de 17 bilhões de gigabytes de RAM, embora a maioria dos PCs de grife que a gente encontra no mercado raramente suportam mais que 64 GB.

Há tempos que os processadores, sistemas operacionais e uma quantidade significativa de aplicativos são “de 64-bit”. O Windows é disponibilizado em versões de 64-bit desde 2005, e o Mac OS X, desde 2011, mas diversos sistemas usados na operação de servidores (como o Unix) ainda são baseados na anacrônica arquitetura de 32-bit ― espera-se que eles sejam modernizados nos próximos 21 anos, até porque é bem provável que, nesse entretempo, chips de 32-bit se tornem peças de museu.

MONTESQUIEU NÃO CHEGOU AO BRASIL ― Por Marco Antonio Villa.

Nunca na história recente da democracia brasileira o desequilíbrio os Poderes esteve tão evidente. Juízes, desembargadores e ministros ocupam o primeiro plano da cena política. São os atores principais. Abandonaram os autos dos processos. Ocupam os microfones com naturalidade. Discursam como  políticos. Invadem competências de outros poderes, especialmente do Legislativo. No caso do Supremo Tribunal Federal, a situação é ainda mais grave. Aproveitando-se da inércia do Congresso Nacional, o STF legisla como se tivesse poder legal para tal, interpreta a Carta Magna de forma ampliada, chegando até a preencher supostas lacunas constitucionais. Assumiu informalmente poderes constituintes e sem precisar de nenhum voto popular. Simplesmente ocupou o espaço vazio.

O projeto criminoso de poder petista ao longo de 13 anos destruiu a institucionalidade produzida pela Constituição de 1988. Cabe registrar que até então não tínhamos um pleno funcionamento das instituições. Contudo, havia um relativo equilíbrio entre os poderes e um respeito aos limites de cada um. Mas este processo acabou sendo interrompido pelo PT.

O petrolão foi apenas uma das faces deste projeto que apresou a estrutura de Estado. E que lá permanece. Depois de quase um ano da autorização para a abertura do processo do impeachment, pouco ou nada foi feito para despetizar a máquina governamental. Pedro Parente, quando assumiu a presidência da Petrobras, afirmou que havia uma quadrilha na empresa. Porém, o tempo passou e nada foi apresentado. O que sabemos sobre a ação do PT e de partidos asseclas na empresa deveu-se à ação da Justiça. Foram efetuadas investigações internas? Funcionários foram punidos? Os esquemas de corrupção foram eliminados? A empresa buscou ressarcimento do assalto que sofreu? Como explicar que bilhões foram desviados da Petrobras e seus gestores não foram sequer processados?

Se a nova direção da Petrobras foi omissa, o mesmo se aplica a um dos pilares do projeto criminoso de poder petista, o BNDES. Foi um assalto. Empréstimos danosos ao interesse público foram concedidos sem qualquer critério técnico. Bilhões foram saqueados e entregues a grupos empresariais sócios do PT. Porém, até o momento, Maria Silvia Bastos Marques não veio a público expor, ainda que sucintamente, a situação que encontrou ao assumir a presidência do banco. E os empréstimos a Cuba? E às republicas bolivarianas? E para as ditaduras da África negra?

Não é possível entender o silêncio das presidências da Petrobras e do BNDES. Por que não divulgam a herança maldita que receberam? Desinteresse? Medo? Não é politicamente conveniente? Por que os brasileiros só tomaram — e continuam tomando — conhecimento das mazelas da Petrobras e do BNDES através dos inquéritos e processos judiciais? Por que os presidentes, ex-diretores e demais responsáveis não foram processados pelos novos gestores?

Se o Executivo continua refém da velha ordem, o mesmo se aplica ao Legislativo. O Congresso Nacional se acostumou ao método petista de governar. Boa parte dos parlamentares foram sócios da corrupção. Receberam milhões de reais indiretamente do Estado. Venderam emendas constitucionais, medidas provisórias, leis e até relatórios conclusivos de comissões parlamentares de inquéritos. Tudo foi mercantilizado. E os congressistas participantes do bacanal da propina lá continuam. Desta forma, diversamente de outros momentos da nossa história (1961, 1964 e 1984-85), o Congresso não tem voz própria na maior crise que vivemos. Quais deputados e senadores poderão se transformar em atores à procura de uma solução política? Quem tem respeitabilidade? Quem fala em nome da nação?

Tanto no Executivo como no Legislativo a velha ordem se mantém com apenas pequenas alterações. Colaboradores ativos do petismo, sócios entusiasmados do maior saque estatal da nossa história, ocupam importantes postos nos dois poderes. Há casos, como o de Leonardo Picciani, que seriam incompreensíveis a algum analista estrangeiro que não conhecesse a hipocrisia da política brasileira. O deputado votou contra a abertura do processo do impeachment e, mesmo assim, foi premiado com o cargo de ministro do novo governo. Boa parte da base parlamentar que sustentou os governos criminosos do PT agora apoia Michel Temer, sem, em momento algum, ter efetuado alguma autocrítica.

É justamente devido às contradições dos outros dois poderes que o Judiciário acabou invadindo o espaço que constitucionalmente não é o seu. Isto não significa que opere sem divergências. Pelo contrário. Basta recordar os constantes atritos entre os responsáveis pela Lava-Jato e alguns ministros do STF, o que também não é recomendável.

O que é inquestionável é o desequilíbrio entre os poderes. Mais ainda, a supremacia do Judiciário. É um desserviço ao Estado democrático de Direito o enorme poder dos juízes, também porque, mas não apenas por isso, sequer receberam um voto popular. E continuam incólumes ao controle democrático. O que diria o Barão de Montesquieu de tudo isso?

Marco Antonio Villa é historiador

Bom feriadão a todos.

Confira minhas atualizações diárias sobre política em www.cenario-politico-tupiniquim.link.blog.br/

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

WMP 64 (conclusão)

Antes de entrar na questão específica do WMP 64, vale relembrar que:
  • Se você tem intenção (e condições) de migrar para o Seven, faça-o. Mesmo que eu seja fã de carteirinha do XP, é impossível não reconhecer a excelência da mais recente (por enquanto) versão do Windows.
  • Para uso doméstico, a versão Home Premium está de bom tamanho, embora a Home Basic quebre bem o galho. Só fuja do Seven SE – ainda que seja menos limitado do nas versões XP e Vista, continua bastante espartano (para mais detalhes, clique aqui).
  • Sem embargo do que foi dito na postagem de ontem, o Seven 64 é flagrantemente superior ao de 32-bits, mesmo numa máquina com “apenas” 2 GB de RAM. No entanto, convém ter em mente que a obtenção de melhores resultados está vinculada à utilização de softwares específicos.
  • Embora exista a opção de evoluir para o Seven a partir do XP ou do Vista, você só poderá fazê-lo para uma versão x64 do novo sistema se a atual também for de 64-bits – o que, convenhamos, é uma possibilidade remota. O melhor é partir para um upgrade “casado” – adquirindo uma máquina nova (de mesa ou portátil) com o SO pré-instalado pelo fabricante. Se você realmente quiser aproveitar o hardware em uso, baixe e execute o Windows 7 Upgrade Advisor e veja se sua configuração é plenamente compatível. Lembre-se de que os drives de hardware deverão ser substituídos, e que você nem sempre encontrará versões de 64-bits para componentes mais antigos. Para verificar a disponibilidade de drivers (e programas) de 64-bits, acesse o Centro de Compatibilidade do Windows 7.
  • Caso queira obter mais informações sobre a instalação do Seven, consulte o pai da criança (ou a mãe, melhor dizendo): basta seguir os links Instalando o Windows 7: perguntas frequentesAtualizando para o Windows 7: perguntas frequentes e Problemas de instalação do Windows 7: perguntas frequentes.  
Passando agora ao "x" da questão, o Windows Media Player funciona no Seven como um programa de 32-bits (mesmo que a versão do sistema seja de 64-bits). Se você quiser explorar plenamente todos os seus recursos, clique em Iniciar\Acessórios, dê um clique direito em Prompt de Comando, selecione Executar como Administrador, digite unregmp2.exe /SwapTo:64 e tecle Enter (observe o espaço entre .exe e /Swap e tome o cuidado de digitar o S e o T em maiúsculas).
Abra então o Editor de Registro, navegue até HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\App Paths\wmplayer.exe\, dê duplo clique em Path e, em Dados de Valor, substitua %ProgramFiles(x86) por %ProgramFiles% (lembre-se de que quaisquer codecs que você instalar daí em diante deverão ser de 64-bits).
Abraços e até mais ler.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Windows Media Player 64-bits


Sistemas e programas de 64-bits ainda despertam dúvidas num bocado de gente, razão pela qual, antes de entrar no mote desta postagem, achei por bem dedicar mais algumas linhas ao tema.
O precursor dos microprocessadores atuais (8088), lançado pela Intel no final dos anos 70, trabalhava com palavras de 8 bits, e as primeiras CPUs contemporâneas (386), de 32 bits e capazes de endereçar (em tese) 4 GB de RAM, surgiram em meados da década de 80 - mas, no âmbito do software, essa evolução só se daria quase 10 anos depois, com o lançamento do Windows 95.
A migração para os 64 bits, por sua vez, vem patinando desde o início da década passada. O XP de 64 bits não teve a aceitação esperada pela Microsoft – notadamente devido à instabilidade dos drivers específicos –, e no Vista a coisa ficou ainda pior, pois até mesmo a versão de 32 bits foi um fiasco (conforme já comentamos em diversas oportunidades). No Seven, todavia, a empresa finalmente acertou a mão, mas adoção das versões x64 vem se dando de forma bastante lenta, pois muitos usuários “espicham” a vida útil de computadores antigos – que não integram processadores x86-64 e cujos periféricos tampouco contam com drivers apropriados –, sem mencionar que muitos modelos atuais – como é caso dos notebooks com CPUs Intel Atom – não oferecem suporte à “nova” tecnologia (saiba mais em http://fernandomelis.blogspot.com/).

Observação: Para saber se seu processador é compatível com a tecnologia x64, rode o CPU-Z e, no relatório, verifique se o campo Instructions (aba CPU) inclui a expressão EM64T (chips da Intel) ou x86-64 (chips da AMD).

Embora a pura e simples adoção do Seven 64 não garanta uma melhora expressiva no desempenho do PC – a não ser em determinadas aplicações e com programas especialmente desenvolvidos para se beneficiar desse aprimoramento –, o aumento da capacidade de gerenciamento da memória (8 GB no Home Basic, 16 GB no Home Premium e 192 GB nas edições Professional, Enterprise e Ultimate) justifica plenamente o investimento. Note que, a despeito de a maioria dos aplicativos destinados a versões x86 do Windows funcionar sem problemas nas edições x64 (com a possível exceção de determinados antivírus e alguns utilitários de manutenção), a recíproca não é verdadeira.    

Observação: Para saber se seu Windows é de 32 ou 64 bits, dê um clique direito em Meu Computador, clique em Propriedades e cheque a seção Sistema.

Amanhã a gente conclui; abraços e até lá.

EM TEMPO: Amanhã é dia de atualizações da Microsoft; se você não configurou seu sistema para baixá-las automaticamente, não se esqueça de acessar o Windows Update.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Seven x86 ou x64?

Três meses após seu lançamento comercial (ocorrido em outubro/09), o “Seven” não só superou a penetração de mercado que o Vista levou onze meses para conseguir, mas também aumentou a renda da Microsoft em 35% e desfez a má impressão deixada pelo seu malsinado predecessor. O XP, por sua vez, embora ainda seja o SO para PCs mais utilizado em todo o mundo, está em fase de suporte estendido desde 2009 e, se nada mudar, deixará de receber correções críticas e de segurança a partir de abril de 2014, o que desestimulará os fabricantes de hardware a disponibilizar atualizações de drivers e lançar novos produtos compatíveis. Então, está mais que na hora de pensarmos seriamente num upgrade para o Seven (a não ser que alguém queira se arriscar a esperar pelo “Windows 8”, cujo lançamento está previsto para o ano que vem), razão pela qual eu achei por bem tecer as seguintes considerações:

1 – Todo novo produto passa por um período de adequação, e a prudência recomenda “esperar a poeira baixar” antes de trocar o velho e confiável pelo novo e desconhecido. No entanto, 18 meses no mercado e um Service Pack lançado recentemente fazem da mais recente versão do Windows um sistema pra lá de “maduro”.

2 – A melhor opção de upgrade é uma operação casada – em outras palavras, a menos que você tenha comprado seu PC há menos de 2 anos, convém adquirir um equipamento novo, de preferência com o Seven pré-instalado pelo fabricante.

3 – Caso pretenda manter seu hardware, baixe e rode o Windows 7 Upgrade Advisor (programinha que faz uma verificação completa no seu PC e indica as alterações necessárias para que o Windows 7 funcione satisfatoriamente).

4 – O sistema mais adequado para um usuário de computador é aquele que melhor corresponde a suas expectativas e necessidades. A grande vantagem dos sistemas x64 (ou de 64 bits) é a otimização do processamento de determinadas tarefas devido à sua capacidade de gerenciar bem mais memória que as versões x86 (ou de 32 bits) – mesmo que o PC tenha 4 GB ou mais de RAM instalada, uma versão de 32 bits do Windows só é consegue endereçar algo entre 2,8 e 3,5 GB.

Observação: Com a possível exceção daqueles que costumam deixar dezenas de programas e outros tantos itens abertos enquanto reproduzem vídeos, por exemplo, ou dos gamers “de carteirinha”, usuários domésticos não notam grandes diferenças ao utilizar uma máquina com 3, 6 ou 8 GB de RAM, até porque a maioria dos aplicativos roda satisfatoriamente com 2 GB.


Da mesma forma que o Vista, o Seven está disponível em diversos “sabores”, mas, para uso doméstico, eu sugiro o Home Premium (para saber mais, clique aqui http://windows.microsoft.com/pt-BR/windows7/products/compare). Se você optar pela versão x64 – capaz de endereçar até 16 GB de RAM (no Professional e no Ultimate, o limite é de 192 GB) –, deverá dispor de um processador compatível e de drivers adequados aos dispositivos de hardware instalados no computador ou conectados a ele (que podem não estar disponíveis para uma máquina com alguns anos de estrada).

Observação: Para checar a compatibilidade do seu processador com a tecnologia x64, instale e rode o CPU-Z e, no relatório, verifique se o campo Instructions (aba CPU) inclui a expressão EM64T (caso utilize um chip Intel; se seu chip for AMD, procure algo como x86-64 ou AMD64).

Todas as versões do Seven vendidas em lojas físicas (com exceção da Home Basic) permitem escolher a opção desejada (32 ou 64 bits) no momento da instalação, mas vale salientar que, para instalar uma versão x64 do Windows em um computador que roda uma versão x86, será preciso fazer uma instalação limpa, “a partir do zero”, que requer a formatação do disco rígido e resulta no apagamento de todos os arquivos e programas (saiba mais em http://windows.microsoft.com/pt-BR/windows7/32-bit-and-64-bit-Windows-frequently-asked-questions).
Ainda que seja possível rodar normalmente a maioria dos aplicativos de 32 bits em sistemas x64 (o antivírus é uma exceção notável), o ideal é instalar softwares escritos especificamente para essa plataforma, que são executados de maneira mais rápida e eficiente.

Bom feriadão a todos, uma ótima Páscoa, e até segunda.

quarta-feira, 16 de março de 2011

32 x 64 bits

Lançado menos de três anos depois do malfadado Vista, o “Seven” desfez a má impressão deixada pelo seu predecessor e aumentou a renda da Microsoft em 35% já no último trimestre de 2009.
Caso você esteja pensando em fazer o upgrade, vale lembrar que o Windows 7 é disponibilizado em várias versões, e algumas delas vêm com dois DVDs de instalação: um para sistemas de 32 Bits e outro para sistemas de 64 Bits.
Dentre outras vantagens, os sistemas de 64 bits são capazes de gerenciar uma quantidade de memória física muito superior aos de 32 bits, cujo limite utilizável fica entre 2,8 e 3,5 GB de RAM. E como PCs com 4, 6 ou mais Gigabytes de RAM já podem ser encontrados a preços relativamente acessíveis, tenha em mente que, para tirar proveito dessa fartura, além do sistema de 64 bits, você precisa contar com um processador compatível – como os Pentium D, Extreme Edition, Core 2, Core i3, Core i5 e Core i7, da Intel, e os AMD Athlon II X2, X3, X4 e XLT, Athlon 64, Opteron e Turion 64.
Bom dia a todos e até a próxima.