Segundo os historiadores, o primeiro “Festival de Ano-Novo” ocorreu na Mesopotâmia, por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, as comemorações se davam na entrada da lua nova do equinócio da primavera (no calendário atual, isso ocorre em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico). Para os assírios, persas, fenícios e egípcios, o ano começava no mês de setembro (dia 23); para os gregos, entre os dias 21 e 22 do mês de dezembro, mas foram os romanos que instituíram “oficialmente” o 1º de janeiro – mantido nos calendários Juliano e Gregoriano e vigente até hoje na maioria dos países do mundo moderno.
Costuma-se ver a passagem de ano como o fim de um ciclo e o início de outro, um momento prenhe de promessas e esperanças, com direito a fogos de artifício, buzinas, apitos e gritos – que, segundo a tradição, espantariam os maus espíritos. E embora o que mude mesmo seja apenas a folhinha do calendário, desta feita teremos algo inusitado no Brasil, que a partir de amanhã – e pela primeira vez na história da nossa República – será governado uma Presidenta (que Deus a ajude e não nos desampare).
Para os que me acompanharam por mais este ano, para os que estão chegando agora e para quem ainda vai chegar, desejo um Feliz 2011, com muita paz, saúde, prosperidade e toda a felicidade do mundo.
Até segunda, se Deus quiser.
UM BATE-PAPO INFORMAL SOBRE INFORMÁTICA, POLÍTICA E OUTROS ASSUNTOS.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Muvizu
Para quem deseja por à prova sua criatividade de forma interessante e divertida, vale a pena conhecer o Muvizu – que ainda está em fase beta, mas é robusto, estável, gratuito e muito divertido. Com ele, você pode produzir animações tridimensionais a partir de um cenário previamente selecionado (cidade, ficção científica, floresta etc.), definir os personagens (que podem ser totalmente editados, com acessórios, roupas, membros e aparência), acrescentar os diálogos (gerados a partir de arquivos de áudio) e rodar o filme a partir de várias câmeras.
Num primeiro momento, a coisa pode parecer um tanto complicada, mas os desenvolvedores disponibilizam uma série de tutoriais em vídeo que podem transformar sua animação em um sucesso.
O program só roda na plataforma Windows, mas suporta as versões XP, Vista e 7. Para mais informações e download, visite http://www.muvizu.com/Download/
Abraços a todos e até amanhã.
Num primeiro momento, a coisa pode parecer um tanto complicada, mas os desenvolvedores disponibilizam uma série de tutoriais em vídeo que podem transformar sua animação em um sucesso.
O program só roda na plataforma Windows, mas suporta as versões XP, Vista e 7. Para mais informações e download, visite http://www.muvizu.com/Download/
Abraços a todos e até amanhã.
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
CCleaner Enhancer
Conforme a gente já mencionou em diversas postagens aqui do Blog, o CCleaner é uma suíte de manutenção extremamente eficiente e popular.
Se eu volto agora ao assunto, é porque descobri um complemento que potencializa esse já excelente conjunto de ferramentas com recursos para limpeza de dados inúteis abrangendo mais de 270 softwares além daqueles originalmente suportados.
Disponibilizado por um desenvolvedor independente, o CCleaner Enhancer só roda em computadores que já possuam o CCleaner instado. Sendo o seu caso, veja mais detalhes e faça o download em http://thewebatom.net/programs/ccleaner-enhancer/.
Bom dia e até mais ler.
Se eu volto agora ao assunto, é porque descobri um complemento que potencializa esse já excelente conjunto de ferramentas com recursos para limpeza de dados inúteis abrangendo mais de 270 softwares além daqueles originalmente suportados.
Disponibilizado por um desenvolvedor independente, o CCleaner Enhancer só roda em computadores que já possuam o CCleaner instado. Sendo o seu caso, veja mais detalhes e faça o download em http://thewebatom.net/programs/ccleaner-enhancer/.
Bom dia e até mais ler.
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Dica
Os pendrives são, hoje em dia, o que foram os disquetes em seus anos áureos, e cada vez mais usuários se valem deles para transportar dados, fazer backups de arquivos e por aí vai. Vale lembrar, por oportuno, que a remoção dos chaveirinhos de memória da portinha USB do PC deve ser precedida do comando “Remover Hardware com Segurança” – que é exibido quando clicamos no ícone respectivo, na Área de Notificação do sistema, próximo ao relógio do Windows –, de maneira a evitar a corrupção de arquivos e conseqüente perda de dados.
No entanto, é possível desacoplar o pendrive sem antes avisar ao sistema, desde que não haja arquivos abertos para edição ou sendo copiados ou movidos (caso o modelo que você utiliza disponha de um led, jamais o remova enquanto a luzinha estiver piscando). Para tanto, é preciso antes configurar adequadamente a maneira de gravação dos dados: em Meu Computador, dê um clique direito sobre o ícone que representa o drive em questão, clique em Propriedades e, na aba Hardware, selecione o dispositivo, clique no botão Propriedades e, na aba Diretivas, marque a opção “Otimizar para remoção rápida”.
Bom dia a todos e até mais ler.
No entanto, é possível desacoplar o pendrive sem antes avisar ao sistema, desde que não haja arquivos abertos para edição ou sendo copiados ou movidos (caso o modelo que você utiliza disponha de um led, jamais o remova enquanto a luzinha estiver piscando). Para tanto, é preciso antes configurar adequadamente a maneira de gravação dos dados: em Meu Computador, dê um clique direito sobre o ícone que representa o drive em questão, clique em Propriedades e, na aba Hardware, selecione o dispositivo, clique no botão Propriedades e, na aba Diretivas, marque a opção “Otimizar para remoção rápida”.
Bom dia a todos e até mais ler.
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Cadê meus gigabytes???
Dizem que a perseverança é o preço da vitória. Depois de muita insistência de sua parte, Papai Noel, sensibilizado com a situação do seu PC do começo do século, resolveu lhe presentear com um modelo novinho em folha. Feliz da vida com seu desktop (ou portátil, por que não?) de última geração, com processador de ponta e fartura de memória, você resolve conferir o espaço restante em seu HD após a instalação do sistema e demais programas e dá pela falta de dezenas de gigabytes. O que teria acontecido? A rigor, nada. A questão é que muitos fabricantes de componentes e integradores de computadores, buscando valorizar seus produtos, se aproveitam do fato de estarmos acostumados a pensar em valores segundo o padrão decimal, enquanto o computador opera no sistema binário.
Em vista disso, se um quilobyte corresponde a 1024 bytes; um megabyte, a 1024 quilobytes; um gigabyte, a 1024 megabytes (e assim por diante) e as especificações técnicas do seu aparelho consideram um GB como um bilhão de bytes (quando o valor correto seria 1.073.741.824), clique em iniciar, executar, digite “calc.exe” (sem as aspas), faça as contas para descubrir "onde foi parar" o espaço que lhe falta.
Abraços a todos e até amanhã, se Deus quiser.
Em vista disso, se um quilobyte corresponde a 1024 bytes; um megabyte, a 1024 quilobytes; um gigabyte, a 1024 megabytes (e assim por diante) e as especificações técnicas do seu aparelho consideram um GB como um bilhão de bytes (quando o valor correto seria 1.073.741.824), clique em iniciar, executar, digite “calc.exe” (sem as aspas), faça as contas para descubrir "onde foi parar" o espaço que lhe falta.
Abraços a todos e até amanhã, se Deus quiser.
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Feliz Natal a todos
Confesso que nunca fui muito chegado às tradicionais festividades de final de ano – a não ser quando era criança, por motivos óbvios.
Por outro lado, confesso também que antigamente eu sentia a presença do “Espírito do Natal” logo no início de Dezembro – timidamente a princípio, depois num crescendo, até que por volta do dia 20 o troço baixava firme e forte, como Orixá em terreiro de Candomblé (risos).
Não sei se fui eu que mudei, se o mundo mudou, ou se ambas as coisas aconteceram, mas é inegável que o Natal vem se tornando mais “comercial” a cada ano que passa. Aonde foi parar aquele clima festivo, aquele espírito de camaradagem que tomava conta das pessoas, independentemente de sua fé ou crença religiosa? Tempos atrás, os “votos de boas festas” pareciam mais sinceros: durante todo o mês de Dezembro, era comum ver as pessoas desejando um feliz Natal – e ao final, um feliz ano novo – ao caixa da padaria, ao balconista da farmácia, ao frentista do posto de gasolina, ao faxineiro do prédio e até aos desconhecidos que encontravam nos ônibus ou com quem simplesmente cruzavam pelas ruas.
Hoje em dia, embora chegue mais cedo – especialmente nos shopping centers, onde os comerciantes mal esperam o mês de outubro acabar para desembalar e pendurar seus ornamentos –, o Natal ficou impessoal, sem-graça. Ainda que muita gente arme suas árvores e pendure redes de lampadinhas pisca-pisca nas janelas das casas e varandas dos apartamentos – proporcionando um bonito espetáculo para observadores mais atentos e contemplativos –, o clima me parece artificial, e os votos carecem de calor humano.
Seja como for, vale lembrar que o Natal celebra a vinda de Jesus – que, curiosamente, era judeu – embora existam controvérsias em relação à sua verdadeira data de nascimento e à sua passagem pela Terra, já que, segundo algumas fontes, ele teria tido irmãos, irmãs, esposa e filhos, e morrido com bem mais de 33 anos, mas isso não vem ao caso para os efeitos desta postagem.
Já a origem das luzes está nas tradições pagãs. Quando o Papa Libério instituiu o Natal para comemorar o nascimento de Jesus, em 354 d.C., escolheu uma data no calendário próxima do que já era um objeto de cultura: o solstício de inverno no hemisfério norte, durante o qual os povos nórdicos acendiam grandes fogueiras para ajudar o Sol em sua luta contra as trevas. Com o tempo, as fogueiras foram substituídas por velas colocadas nos galhos dos pinheiros, daí a árvore de Natal iluminada dos nossos dias.
No Brasil, essa tradição teria chegado com os holandeses, durante o período em que ocuparam Recife e Olinda, no século XVII. Aliás, ambas essas cidades continuam até hoje premiando fachadas de casas, prédios e lojas por suas decorações natalinas.
Para concluir, desejo um Feliz Natal a todos que me honraram durante mais este ano com suas visitas e sempre bem-vindos comentários. Que vocês nunca deixem de sonhar, e que todos os seus sonhos se tornem realidade.
Até segunda, se Deus quiser.
Por outro lado, confesso também que antigamente eu sentia a presença do “Espírito do Natal” logo no início de Dezembro – timidamente a princípio, depois num crescendo, até que por volta do dia 20 o troço baixava firme e forte, como Orixá em terreiro de Candomblé (risos).
Não sei se fui eu que mudei, se o mundo mudou, ou se ambas as coisas aconteceram, mas é inegável que o Natal vem se tornando mais “comercial” a cada ano que passa. Aonde foi parar aquele clima festivo, aquele espírito de camaradagem que tomava conta das pessoas, independentemente de sua fé ou crença religiosa? Tempos atrás, os “votos de boas festas” pareciam mais sinceros: durante todo o mês de Dezembro, era comum ver as pessoas desejando um feliz Natal – e ao final, um feliz ano novo – ao caixa da padaria, ao balconista da farmácia, ao frentista do posto de gasolina, ao faxineiro do prédio e até aos desconhecidos que encontravam nos ônibus ou com quem simplesmente cruzavam pelas ruas.
Hoje em dia, embora chegue mais cedo – especialmente nos shopping centers, onde os comerciantes mal esperam o mês de outubro acabar para desembalar e pendurar seus ornamentos –, o Natal ficou impessoal, sem-graça. Ainda que muita gente arme suas árvores e pendure redes de lampadinhas pisca-pisca nas janelas das casas e varandas dos apartamentos – proporcionando um bonito espetáculo para observadores mais atentos e contemplativos –, o clima me parece artificial, e os votos carecem de calor humano.
Seja como for, vale lembrar que o Natal celebra a vinda de Jesus – que, curiosamente, era judeu – embora existam controvérsias em relação à sua verdadeira data de nascimento e à sua passagem pela Terra, já que, segundo algumas fontes, ele teria tido irmãos, irmãs, esposa e filhos, e morrido com bem mais de 33 anos, mas isso não vem ao caso para os efeitos desta postagem.
Já a origem das luzes está nas tradições pagãs. Quando o Papa Libério instituiu o Natal para comemorar o nascimento de Jesus, em 354 d.C., escolheu uma data no calendário próxima do que já era um objeto de cultura: o solstício de inverno no hemisfério norte, durante o qual os povos nórdicos acendiam grandes fogueiras para ajudar o Sol em sua luta contra as trevas. Com o tempo, as fogueiras foram substituídas por velas colocadas nos galhos dos pinheiros, daí a árvore de Natal iluminada dos nossos dias.
No Brasil, essa tradição teria chegado com os holandeses, durante o período em que ocuparam Recife e Olinda, no século XVII. Aliás, ambas essas cidades continuam até hoje premiando fachadas de casas, prédios e lojas por suas decorações natalinas.
Para concluir, desejo um Feliz Natal a todos que me honraram durante mais este ano com suas visitas e sempre bem-vindos comentários. Que vocês nunca deixem de sonhar, e que todos os seus sonhos se tornem realidade.
Até segunda, se Deus quiser.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Dicas de última hora.
Tão tradicional quanto o Natal é o costume do brasileiro de deixar tudo para a última hora (inclusive as compras de Natal). Nesse contexto, a Net pode ser tanto a salvação quanto uma fonte de sérias dores de cabeça, especialmente se, no embalo do momento, você não atentar para algumas regrinhas de segurança que a gente vai ver (mais uma vez) nesta postagem – afinal, o que abunda não excede.
• Comprar pela Web economiza tempo e dinheiro, mas também é um prato cheio para os golpistas aproveitem sua melhor oportunidade do ano.
• Se sua caixa de correio está cheia de e-mails que prometem ofertas arrasadoras de Natal, fique esperto. Antes de clicar num link de loja virtual que lhe chegou por e-mail ou foi publicado em algum website (em vez de ter sido digitado por você mesmo), pouse o ponteiro do mouse sobre ele e verifique se o URL confere com o que aparece no rodapé da janela de navegação. Se os endereços não coincidirem, é quase certo que você será redirecionado para um site de phishing.
• Antes de preencher um formulário online, verifique se o URL que aparece na barra de endereços de seu navegador começa com HTTPS (em vez do tradicional HTTP) e se o ícone de cadeado aparece no canto inferior direito da tela (isso indica que você está em um site seguro e que a informação que está prestes a enviar será criptografada).
• Evite usar a mesma pergunta de segurança para todos os sites de comércio eletrônico e jamais utilize em sites de varejo o mesmo par de pergunta e resposta que você usa no site de Internet Banking.
• Na impossibilidade de optar pelo boleto bancário (desconfortável, mas mais seguro), reserve um único cartão de crédito para compras online e estabeleça um limite suficiente, mas o mais baixo possível. No caso de maracutaias, o prejuízo será menor.
• Fique de olho nos lançamentos feitos em suas contas; caso algo não lhe pareça certo, reclame imediatamente.
• Sites de compras coletivas e clubes de descontos estão na moda, até porque oferecem descontos que, em alguns casos, chegam a 90%. No entanto, as reclamações também vêm crescendo: um levantamento feito pelo IDG Now! com base nos registros do site Reclame Aqui apontou 5,8 mil reclamações feitas contra cinco dos maiores sites – ClickOn, Peixe Urbano e Groupon/Clube Urbano, em compras coletivas, e Brandsclub e Privalia, em clubes de compra. Dessas, quase 10% continuam sem resposta.
Boas compras a todos e até mais ler.
• Comprar pela Web economiza tempo e dinheiro, mas também é um prato cheio para os golpistas aproveitem sua melhor oportunidade do ano.
• Se sua caixa de correio está cheia de e-mails que prometem ofertas arrasadoras de Natal, fique esperto. Antes de clicar num link de loja virtual que lhe chegou por e-mail ou foi publicado em algum website (em vez de ter sido digitado por você mesmo), pouse o ponteiro do mouse sobre ele e verifique se o URL confere com o que aparece no rodapé da janela de navegação. Se os endereços não coincidirem, é quase certo que você será redirecionado para um site de phishing.
• Antes de preencher um formulário online, verifique se o URL que aparece na barra de endereços de seu navegador começa com HTTPS (em vez do tradicional HTTP) e se o ícone de cadeado aparece no canto inferior direito da tela (isso indica que você está em um site seguro e que a informação que está prestes a enviar será criptografada).
• Evite usar a mesma pergunta de segurança para todos os sites de comércio eletrônico e jamais utilize em sites de varejo o mesmo par de pergunta e resposta que você usa no site de Internet Banking.
• Na impossibilidade de optar pelo boleto bancário (desconfortável, mas mais seguro), reserve um único cartão de crédito para compras online e estabeleça um limite suficiente, mas o mais baixo possível. No caso de maracutaias, o prejuízo será menor.
• Fique de olho nos lançamentos feitos em suas contas; caso algo não lhe pareça certo, reclame imediatamente.
• Sites de compras coletivas e clubes de descontos estão na moda, até porque oferecem descontos que, em alguns casos, chegam a 90%. No entanto, as reclamações também vêm crescendo: um levantamento feito pelo IDG Now! com base nos registros do site Reclame Aqui apontou 5,8 mil reclamações feitas contra cinco dos maiores sites – ClickOn, Peixe Urbano e Groupon/Clube Urbano, em compras coletivas, e Brandsclub e Privalia, em clubes de compra. Dessas, quase 10% continuam sem resposta.
Boas compras a todos e até mais ler.
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Tweak-Me! e TweakNow PowerPack
Não faz muito tempo, vimos que o Windows “esconde” um vasto leque de possibilidades de personalização e configuração em seu Registro, e que a edição manual desse importante banco de dados deve ser evitada por leigos e iniciantes, ou pelo menos precedida de um backup e levada a efeito com muito cuidado. Alternativamente, sugerimos algumas ferramentas de TWEAK (como você pode conferir clicando
A segunda é o TweakNow PowerPack – uma suíte de ferramentas para limpeza do disco e do Registro e acesso às configurações do Windows Vista, XP e 2000). O pacote inclui ainda o RAM Optimizer, que melhora o gerenciamento de memória; o AutoShutdown, que desliga o computador num horário pré-definido pelo usuário; o CD AutoRun, que oferece opções extras para a função de auto-executar CDs e DVDs; e o Virtual Desktop, que cria áreas de trabalho virtuais no estilo do Linux. Mais informações e download em http://www.tweaknow.com/index.php.
Até mais ler.
aqui), que facilitam sobremaneira esse procedimento e permitem que usuários menos experientes "façam a festa" sem grandes riscos.
Volto agora ao assunto para sugerir mais duas outras opções similares, mas muito interessantes. A primeira delas é o Tweak Me! (compatível com as versões XP, Vista e 7 do Windows), que se propõe a deixar as configurações do sistema mais compatíveis com os recursos de hardware do computador. Suas várias opções se dividem em diversas áreas – Windows, Internet Explorer, Windows Media Player, performance, segurança, controle de contas, Aero e Windows update – e vêm acompanhadas de informações detalhadas sobre as mudanças e seus respectivos efeitos. Para conhecer melhor e baixar gratuitamente o programa, siga o link http://www.wecode.biz/p/tweak-me.html. A segunda é o TweakNow PowerPack – uma suíte de ferramentas para limpeza do disco e do Registro e acesso às configurações do Windows Vista, XP e 2000). O pacote inclui ainda o RAM Optimizer, que melhora o gerenciamento de memória; o AutoShutdown, que desliga o computador num horário pré-definido pelo usuário; o CD AutoRun, que oferece opções extras para a função de auto-executar CDs e DVDs; e o Virtual Desktop, que cria áreas de trabalho virtuais no estilo do Linux. Mais informações e download em http://www.tweaknow.com/index.php.
Até mais ler.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Barbas de molho
Como bem disse Kevin Mitnick – o “Papa” dos hackers nos anos 90 –, computador seguro é computador desligado. Entretanto, se você adotar aquelas tradicionais medidas preventivas que a gente vem repisando em nossas postagens (atualizar regularmente o sistema e os programas, usar um antivírus e um aplicativo de firewall, evitar navegar por águas turvas e redobrar os cuidados em relação a links e anexos de e-mails suspeitos, dentre outras mais), poderá se considerar relativamente seguro.
Por outro lado, não custa relembrar que:
• Os PENDRIVES, por serem dispositivos baratos, portáteis e capazes de armazenar grande quantidade de dados, vêm sendo largamente utilizados na disseminação de pragas eletrônicas. Além disso, máquinas digitais, MP3 players, impressoras e até porta-retratos digitais são igualmente capazes de armazenar arquivos potencialmente danosos (não é a toa que o Departamento de Defesa dos EUA proíbe terminantemente a entrada de qualquer dispositivo USB em suas dependências).
• Mídias portáteis (CDs e DVDs) são igualmente capazes transportar informações de um lugar para outro e podem ser usadas, portanto, como veículos de transporte para vírus, trojans e outros malwares.
• A mobilidade e portabilidade dos laptops também contribuem para aumentar a insegurança, já que muitos usuários costumam levá-los para todo lado sem criptografar dados pessoais e informações confidenciais ou utilizar qualquer recurso que permita a deleção do sistema de arquivos à distância (no caso de o aparelho “se perder”).
• Embora as redes sem-fio possam ser acessadas por qualquer um que esteja no raio de alcance da antena, muita gente não se preocupa em estabelecer senhas ou outros protocolos de segurança. Se pessoas não autorizadas se “pendurarem” em sua rede (seu vizinho de apartamento ou o morador da casa do lado, por exemplo), além de dividir com o “espertinho” a sua largura de banda, você ainda aumenta o risco de ter seu sistema invadido.
• Celulares modernos integram câmeras de alta resolução e portas de conectividade variadas, de modo que as ameaças que eles representam são igualmente dignas de nota.
Barbas de molho, minha gente.
Por outro lado, não custa relembrar que:
• Os PENDRIVES, por serem dispositivos baratos, portáteis e capazes de armazenar grande quantidade de dados, vêm sendo largamente utilizados na disseminação de pragas eletrônicas. Além disso, máquinas digitais, MP3 players, impressoras e até porta-retratos digitais são igualmente capazes de armazenar arquivos potencialmente danosos (não é a toa que o Departamento de Defesa dos EUA proíbe terminantemente a entrada de qualquer dispositivo USB em suas dependências).
• Mídias portáteis (CDs e DVDs) são igualmente capazes transportar informações de um lugar para outro e podem ser usadas, portanto, como veículos de transporte para vírus, trojans e outros malwares.
• A mobilidade e portabilidade dos laptops também contribuem para aumentar a insegurança, já que muitos usuários costumam levá-los para todo lado sem criptografar dados pessoais e informações confidenciais ou utilizar qualquer recurso que permita a deleção do sistema de arquivos à distância (no caso de o aparelho “se perder”).
• Embora as redes sem-fio possam ser acessadas por qualquer um que esteja no raio de alcance da antena, muita gente não se preocupa em estabelecer senhas ou outros protocolos de segurança. Se pessoas não autorizadas se “pendurarem” em sua rede (seu vizinho de apartamento ou o morador da casa do lado, por exemplo), além de dividir com o “espertinho” a sua largura de banda, você ainda aumenta o risco de ter seu sistema invadido.
• Celulares modernos integram câmeras de alta resolução e portas de conectividade variadas, de modo que as ameaças que eles representam são igualmente dignas de nota.
Barbas de molho, minha gente.
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Internet,
malware,
PC,
segurança,
tecnologia,
vírus,
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Boas Compras!
A proximidade do Natal vem dando margem a inúmeras promoções de eletrodomésticos e eletroeletrônicos – amplamente alardeadas na mídia impressa e televisiva e enfatizadas por expressões como “grande feirão”, “queima de estoque”, “só esta semana”, e por aí vai.
Ninguém discute que o momento é favorável para quem realmente precisa ou deseja trocar seu computador (de mesa ou portátil) por um modelo novinho em folha, já que os preços estão palatáveis e as condições de pagamento bastante atraentes. No entanto, fazer uma boa compra não significa apenas pagar barato e em suaves prestações “sem acréscimos”, mas sim levar para casa um produto compatível com suas necessidades, dentro de uma faixa de preço pré-estabelecida, e com prestações que realmente caibam no seu bolso. E como existem computadores de diversos tipos, marcas e modelos, a escolha pode não ser tão simples quanto parece.
Conforme vimos na postagem http://fernandomelis.blogspot.com/2010/07/de-volta-ao-processador-conclusao.html, a “bola” da vez, no que diz respeito à CPU, são os chips da linha Core 2010 da Intel, sucessores dos core2duo e quad-core. Para usuários domésticos, a melhor relação custo benefício é oferecida pelos i3, que são direcionados ao mercado de entrada – embora sejam baseados na mesma arquitetura do i5, que custa mais caro e é focado no mercado corporativo.
Mesmo assim, não é difícil encontrar máquinas equipadas com chips de versões anteriores, inclusive modelos Pentium e Celeron. Aliás, o nome Pentium é forte demais para ser abandonado pela Intel, de modo que a empresa resolveu mantê-lo com o modelo G6950, que é um Core i3 “rebaixado”: sua freqüência (2,8 GHz) é inferior à do mais lento Core i3, como também seu cache L2 (3 MB), sem mencionar que ele não conta com HT nem com TurboBoost.
No que concerne à AMD, vale mencionar que a arquitetura do Phenon II está ultrapassada, embora mesmo os modelos de quatro núcleos custem mais barato que os i5. Em algumas aplicações, a versão X4 pode ser até mais rápida, conquanto não ofereça aprimoramentos como o AES-NI e o vPro, perdendo terreno para a concorrente, portanto, também no mercado corporativo.
No que diz respeito aos demais itens da configuração do aparelho, vale o que já foi dito a propósito em diversas postagens já publicadas, lembrando sempre que optar por um determinado computador somente porque ele traz 4 ou mais Gigabytes de RAM só faz sentido no caso de a versão do Windows ser de 64-bit.
Observação: Sistemas de 32 bits só gerenciam algo em torno de 3,25 GB de RAM, de maneira que pagar mais caro num aparelho que venha com 4 GB, por exemplo, será jogar dinheiro fora (a menos que você tencione migrar para uma versão do Windows 64-bit). Aliás, muitos aplicativos vêm sendo desenvolvidos para arquitetura específicas (de 32 ou 64 bits), o que causa dúvidas na hora de fazer um download. É possível rodar um programa de 32 bits num computador com arquitetura de 64 bits, porém não o contrário. Então, para saber se o seu Windows XP é de 32 ou 64 bits, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone do Meu Computador, selecionar “Propriedades” e, na a guia “Geral”, checar a seção “Sistema”: se não constar nada além da versão do XP (Home Edition Service Pack 3, por exemplo), seu Windows é 32bit.
Boas compras e até mais ler.
Ninguém discute que o momento é favorável para quem realmente precisa ou deseja trocar seu computador (de mesa ou portátil) por um modelo novinho em folha, já que os preços estão palatáveis e as condições de pagamento bastante atraentes. No entanto, fazer uma boa compra não significa apenas pagar barato e em suaves prestações “sem acréscimos”, mas sim levar para casa um produto compatível com suas necessidades, dentro de uma faixa de preço pré-estabelecida, e com prestações que realmente caibam no seu bolso. E como existem computadores de diversos tipos, marcas e modelos, a escolha pode não ser tão simples quanto parece.
Conforme vimos na postagem http://fernandomelis.blogspot.com/2010/07/de-volta-ao-processador-conclusao.html, a “bola” da vez, no que diz respeito à CPU, são os chips da linha Core 2010 da Intel, sucessores dos core2duo e quad-core. Para usuários domésticos, a melhor relação custo benefício é oferecida pelos i3, que são direcionados ao mercado de entrada – embora sejam baseados na mesma arquitetura do i5, que custa mais caro e é focado no mercado corporativo.
Mesmo assim, não é difícil encontrar máquinas equipadas com chips de versões anteriores, inclusive modelos Pentium e Celeron. Aliás, o nome Pentium é forte demais para ser abandonado pela Intel, de modo que a empresa resolveu mantê-lo com o modelo G6950, que é um Core i3 “rebaixado”: sua freqüência (2,8 GHz) é inferior à do mais lento Core i3, como também seu cache L2 (3 MB), sem mencionar que ele não conta com HT nem com TurboBoost.
No que concerne à AMD, vale mencionar que a arquitetura do Phenon II está ultrapassada, embora mesmo os modelos de quatro núcleos custem mais barato que os i5. Em algumas aplicações, a versão X4 pode ser até mais rápida, conquanto não ofereça aprimoramentos como o AES-NI e o vPro, perdendo terreno para a concorrente, portanto, também no mercado corporativo.
No que diz respeito aos demais itens da configuração do aparelho, vale o que já foi dito a propósito em diversas postagens já publicadas, lembrando sempre que optar por um determinado computador somente porque ele traz 4 ou mais Gigabytes de RAM só faz sentido no caso de a versão do Windows ser de 64-bit.
Observação: Sistemas de 32 bits só gerenciam algo em torno de 3,25 GB de RAM, de maneira que pagar mais caro num aparelho que venha com 4 GB, por exemplo, será jogar dinheiro fora (a menos que você tencione migrar para uma versão do Windows 64-bit). Aliás, muitos aplicativos vêm sendo desenvolvidos para arquitetura específicas (de 32 ou 64 bits), o que causa dúvidas na hora de fazer um download. É possível rodar um programa de 32 bits num computador com arquitetura de 64 bits, porém não o contrário. Então, para saber se o seu Windows XP é de 32 ou 64 bits, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone do Meu Computador, selecionar “Propriedades” e, na a guia “Geral”, checar a seção “Sistema”: se não constar nada além da versão do XP (Home Edition Service Pack 3, por exemplo), seu Windows é 32bit.
Boas compras e até mais ler.
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Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Ainda a memória virtual
Devido ao interesse que alguns leitores demonstraram pela memória virtual, resolvi acrescentar mais algumas informações conceituais sobre o assunto, já que o mote da postagem do último dia 14 era apenas mostrar como configurar o Registro para “limpar” automaticamente esse importante arquivo do sistema.
Sem descer a detalhes técnicos que mais complicariam do que explicariam a coisa toda, vale lembrar que esse recurso foi implementado pela Intel em seus processadores 386, juntamente com a capacidade de operação tanto no modo real quando no protegido, sendo que este último trouxe o benefício da “multitarefa” – isto é, a execução simultânea de vários aplicativos. No entanto, embora fosse um aprimoramento louvável, logo se notou que a multitarefa levava a RAM a se esgotar rapidamente e obrigava o usuário a encerrar alguns programas para poder continuar trabalhando com os demais.
Em vista disso, considerando que o MB de memória custava os olhos da cara naquela época, a solução foi criar um arquivo temporário no disco rígido (Swap File, ou arquivo de troca) para funcionar como uma extensão da RAM. Assim, sempre que vários programas fossem executados simultaneamente e memória física do sistema se tornasse insuficiente para comportá-los, o que não era indispensável naquele instante seria despachado para essa “memória virtual” (e trazido de volta quando necessário).
Nas primeiras versões do Windows, esse arquivo de paginação era configurado manualmente, deixando o usuário entre a cruz e a caldeirinha: se reservasse uma porção grande do disco para esse fim, ele ficaria com pouco espaço para a instalação de programas e armazenamento de arquivos; se o limitasse a uns poucos MB, não poderia vários programas ao mesmo tempo e trabalhar com arquivos volumosos.
Mais adiante, com a adoção do swap file dinâmico e o gerenciamento mais racional dos recursos do sistema, os arquivos mais acessados passaram a ser mantidos na RAM – ou na memória cache, conforme o caso – e os menos acessados, despachados para o arquivo de troca.
Observação: Para minimizar os constantes travamentos que testavam a paciência dos usuários do Windows 3x – causados geralmente por programas mal-comportados que invadiam áreas de memória necessárias ao funcionamento do sistema e de outros aplicativos – as versões 9x/ME passaram a utilizar a multitarefa semi-preemptiva, que isola as áreas de memória ocupadas pelos aplicativos e garante maior estabilidade ao sistema. No XP, que é baseado no kernel do Windows NT, a multitarefa preemptiva completa garante prioridade às tarefas executadas pelo sistema em relação a qualquer outro aplicativo; se algum programa trava ou tenta invadir uma área de memória que não lhe tenha sido designada, ele simplesmente é fechado e, pelo menos em tese, os demaia continuam rodando sem problemas.
Embora seja um recurso valioso, a memória virtual é na verdade um paliativo, até porque o disco rígido é milhares de vezes mais lento do que a já relativamente lenta memória RAM; quanto mais o sistema recorre ao swap, mais lento ele se torna, especialmente se houver pouco espaço disponível no HD e se os dados estiverem muito fragmentados.
Observação: Há quem recomende configurar manualmente a memória virtual e estabelecer valores idênticos para os campos “mínimo” e “máximo” (cerca de uma vez e meia a quantidade de RAM instalada) ou usar programinhas de terceiros como o FREE RAM XP PRO, que permite liberar espaço sempre que necessário, tanto automaticamente quanto por iniciativa do usuário. No entanto, o gerenciamento de memória no XP é mais eficiente do que nas versões 9x/ME do Windows, e se você dispuser de uma quantidade razoável de memória física (entre 1 e 2 GB), não deverá enfrentar grandes problemas.
Com o barateamento do hardware, abastecer o PC com fartura de RAM ainda é a melhor solução, conquanto o gerenciamento da memória seja um compromisso conjunto do processador e do sistema operacional. Processadores de 32 Bits são limitados pelo VAS (Virtual Address Space) a endereçar algo entre 3 e 3,5 GB de RAM, de modo que não compensa pagar mais caro por um PC com mais de 4 GB de memória física, a não ser que ele integre uma CPU de 64 Bits e você instale uma versão do Windows com suporte a essa tecnologia, evidentemente.
Vale mencionar também que a quantidade de RAM que um sistema de 32 bits é capaz de endereçar é repartida entre todos os programas abertos, mas, no caso do Windows, cada programa sozinho não pode usar mais do que 2 GB, já que tanto o sistema quanto os aplicativos gerenciam a memória utilizando endereços de 32 bits. Isso representa uma limitação importante em alguns games e aplicativos pesados – que podem exceder este limite nos momentos de maior atividade e simplesmente travar, exibindo alguma mensagem de erro genérica –, e afeta tanto quem utiliza versões de 32 bits do Windows (com mais de 2 GB de RAM) quanto quem roda programas de 32 bits sobre versões de 64 bits do Windows. Mas isso já é outra história e fica para outra vez.
E já que falamos em armazenamento de dados, vale a pena dedicar um minutinho ao vídeo a seguir (só não tente fazer isso em casa, ok?).
Pra concluir, como estamos a uma semana do Natal, lembro a todos que me mandaram correntes prometendo fortuna e dinheiro em 2010: NÃO FUNCIONOU! Por isso, em 2011, mandem o dinheiro diretamente! Ficarei muiiiito mais feliz.
Bom final de semana a todos e até segunda, se Deus quiser.
Sem descer a detalhes técnicos que mais complicariam do que explicariam a coisa toda, vale lembrar que esse recurso foi implementado pela Intel em seus processadores 386, juntamente com a capacidade de operação tanto no modo real quando no protegido, sendo que este último trouxe o benefício da “multitarefa” – isto é, a execução simultânea de vários aplicativos. No entanto, embora fosse um aprimoramento louvável, logo se notou que a multitarefa levava a RAM a se esgotar rapidamente e obrigava o usuário a encerrar alguns programas para poder continuar trabalhando com os demais.
Em vista disso, considerando que o MB de memória custava os olhos da cara naquela época, a solução foi criar um arquivo temporário no disco rígido (Swap File, ou arquivo de troca) para funcionar como uma extensão da RAM. Assim, sempre que vários programas fossem executados simultaneamente e memória física do sistema se tornasse insuficiente para comportá-los, o que não era indispensável naquele instante seria despachado para essa “memória virtual” (e trazido de volta quando necessário).
Nas primeiras versões do Windows, esse arquivo de paginação era configurado manualmente, deixando o usuário entre a cruz e a caldeirinha: se reservasse uma porção grande do disco para esse fim, ele ficaria com pouco espaço para a instalação de programas e armazenamento de arquivos; se o limitasse a uns poucos MB, não poderia vários programas ao mesmo tempo e trabalhar com arquivos volumosos.
Mais adiante, com a adoção do swap file dinâmico e o gerenciamento mais racional dos recursos do sistema, os arquivos mais acessados passaram a ser mantidos na RAM – ou na memória cache, conforme o caso – e os menos acessados, despachados para o arquivo de troca.
Observação: Para minimizar os constantes travamentos que testavam a paciência dos usuários do Windows 3x – causados geralmente por programas mal-comportados que invadiam áreas de memória necessárias ao funcionamento do sistema e de outros aplicativos – as versões 9x/ME passaram a utilizar a multitarefa semi-preemptiva, que isola as áreas de memória ocupadas pelos aplicativos e garante maior estabilidade ao sistema. No XP, que é baseado no kernel do Windows NT, a multitarefa preemptiva completa garante prioridade às tarefas executadas pelo sistema em relação a qualquer outro aplicativo; se algum programa trava ou tenta invadir uma área de memória que não lhe tenha sido designada, ele simplesmente é fechado e, pelo menos em tese, os demaia continuam rodando sem problemas.
Embora seja um recurso valioso, a memória virtual é na verdade um paliativo, até porque o disco rígido é milhares de vezes mais lento do que a já relativamente lenta memória RAM; quanto mais o sistema recorre ao swap, mais lento ele se torna, especialmente se houver pouco espaço disponível no HD e se os dados estiverem muito fragmentados.
Observação: Há quem recomende configurar manualmente a memória virtual e estabelecer valores idênticos para os campos “mínimo” e “máximo” (cerca de uma vez e meia a quantidade de RAM instalada) ou usar programinhas de terceiros como o FREE RAM XP PRO, que permite liberar espaço sempre que necessário, tanto automaticamente quanto por iniciativa do usuário. No entanto, o gerenciamento de memória no XP é mais eficiente do que nas versões 9x/ME do Windows, e se você dispuser de uma quantidade razoável de memória física (entre 1 e 2 GB), não deverá enfrentar grandes problemas.
Com o barateamento do hardware, abastecer o PC com fartura de RAM ainda é a melhor solução, conquanto o gerenciamento da memória seja um compromisso conjunto do processador e do sistema operacional. Processadores de 32 Bits são limitados pelo VAS (Virtual Address Space) a endereçar algo entre 3 e 3,5 GB de RAM, de modo que não compensa pagar mais caro por um PC com mais de 4 GB de memória física, a não ser que ele integre uma CPU de 64 Bits e você instale uma versão do Windows com suporte a essa tecnologia, evidentemente.
Vale mencionar também que a quantidade de RAM que um sistema de 32 bits é capaz de endereçar é repartida entre todos os programas abertos, mas, no caso do Windows, cada programa sozinho não pode usar mais do que 2 GB, já que tanto o sistema quanto os aplicativos gerenciam a memória utilizando endereços de 32 bits. Isso representa uma limitação importante em alguns games e aplicativos pesados – que podem exceder este limite nos momentos de maior atividade e simplesmente travar, exibindo alguma mensagem de erro genérica –, e afeta tanto quem utiliza versões de 32 bits do Windows (com mais de 2 GB de RAM) quanto quem roda programas de 32 bits sobre versões de 64 bits do Windows. Mas isso já é outra história e fica para outra vez.
E já que falamos em armazenamento de dados, vale a pena dedicar um minutinho ao vídeo a seguir (só não tente fazer isso em casa, ok?).
Pra concluir, como estamos a uma semana do Natal, lembro a todos que me mandaram correntes prometendo fortuna e dinheiro em 2010: NÃO FUNCIONOU! Por isso, em 2011, mandem o dinheiro diretamente! Ficarei muiiiito mais feliz.
Bom final de semana a todos e até segunda, se Deus quiser.
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Plano de fundo
Decorar a área de trabalho com um plano de fundo (ou papel de parede, como queira) não traz qualquer benefício prático para o computador, mas o mesmo não se pode dizer em relação ao usuário. Afinal, às vezes é preciso dar uma pausa no trabalho para descansar a vista e refrescar as idéias, e nada melhor do que fazê-lo diante de um lindo pôr-do-sol, de uma praia paradisíaca ou de outra imagem qualquer que você se sinta bem ao visualizar.
Antigamente, quando os PC tinham pouca memória física, era recomendável evitar o uso de planos de fundo muito rebuscados, de modo a não comprometer o desempenho do sistema. Ainda me lembro de quando troquei meu velho 486 por um Celeron 600 MHz e 32 MB de RAM (montado pela METRON, lá pela virada do século), que na semana seguinte já contava com 128 MB de memória e operava a 933 MHz – que eu consegui alcançar reconfigurando tanto o barramento frontal quanto o multiplicador de clock... Mas isso já é outra história.
Voltando ao que interessa, com 2, 3 ou até mais gigabytes de RAM, os computadores atuais podem exibir tranquilamente uma paisagem bonita, a Ferrari dos seus sonhos ou aquela coelhinha da PLAYBOY que... bom, deixa pra lá.
Para configurar um plano de fundo para seu Desktop:
1- Dê um clique direito com o mouse num ponto vazio da tela, clique em Propriedades e na aba Área de Trabalho.
2- Em Plano de Fundo, selecione cada uma as imagens disponíveis e confira o resultado no simulacro de monitor. Quando encontrar aquela que você quiser utilizar, clique em Aplicar e em OK. (Clicando no botão Procurar, você terá outras opções de imagens).
3- Note que a pequena seta para baixo da caixa Posição permite escolher como a imagem será exibida (as possibilidades são centralizar, estender ou lado a lado).
Observação: Caso queira manter seu Desktop sem qualquer plano de fundo, volte ao passo número 2, escolha a opção NENHUM, clique na setinha ao lado da caixa Cor e escolha o tom desejado para o preenchimento da tela.
A rigor, praticamente qualquer imagem salva em seu computador pode ser usada como plano de fundo, bastando para isso que você clique sobre ela com o botão direito do mouse e, no menu de contexto, escolha a opção respectiva. No entanto, dependendo das características (formato, tamanho, resolução etc.), o resultado pode deixar um pouco a desejar, de modo que o ideal é recorrer a um website que ofereça planos de fundo para download (há uma porção deles; abra a página do Google, insira “wallpaper”, “plano de fundo” ou “papel de parede” como palavra-chave e confira).
A título de sugestão, dê uma olhada no NatGeo Wallpaper Downloader, que é gratuito e permite baixar milhares de wallpapers da National Geographic com uns poucos cliques do mouse. Basta fazer o download, dar duplo clique sobre o executável (o programinha não requer instalação), escolher o ano das fotos, os temas e a resolução das imagens.
Outro site bem bacana é o www.osmais.com/index.php, cujo campo WALLPAPERS (na coluna à esquerda da página inicial) oferece uma grande variedade de opções divididas por categoria.
Abraços a todos e até a próxima.
Antigamente, quando os PC tinham pouca memória física, era recomendável evitar o uso de planos de fundo muito rebuscados, de modo a não comprometer o desempenho do sistema. Ainda me lembro de quando troquei meu velho 486 por um Celeron 600 MHz e 32 MB de RAM (montado pela METRON, lá pela virada do século), que na semana seguinte já contava com 128 MB de memória e operava a 933 MHz – que eu consegui alcançar reconfigurando tanto o barramento frontal quanto o multiplicador de clock... Mas isso já é outra história.
Voltando ao que interessa, com 2, 3 ou até mais gigabytes de RAM, os computadores atuais podem exibir tranquilamente uma paisagem bonita, a Ferrari dos seus sonhos ou aquela coelhinha da PLAYBOY que... bom, deixa pra lá.
Para configurar um plano de fundo para seu Desktop:
1- Dê um clique direito com o mouse num ponto vazio da tela, clique em Propriedades e na aba Área de Trabalho.
2- Em Plano de Fundo, selecione cada uma as imagens disponíveis e confira o resultado no simulacro de monitor. Quando encontrar aquela que você quiser utilizar, clique em Aplicar e em OK. (Clicando no botão Procurar, você terá outras opções de imagens).
3- Note que a pequena seta para baixo da caixa Posição permite escolher como a imagem será exibida (as possibilidades são centralizar, estender ou lado a lado).
Observação: Caso queira manter seu Desktop sem qualquer plano de fundo, volte ao passo número 2, escolha a opção NENHUM, clique na setinha ao lado da caixa Cor e escolha o tom desejado para o preenchimento da tela.
A rigor, praticamente qualquer imagem salva em seu computador pode ser usada como plano de fundo, bastando para isso que você clique sobre ela com o botão direito do mouse e, no menu de contexto, escolha a opção respectiva. No entanto, dependendo das características (formato, tamanho, resolução etc.), o resultado pode deixar um pouco a desejar, de modo que o ideal é recorrer a um website que ofereça planos de fundo para download (há uma porção deles; abra a página do Google, insira “wallpaper”, “plano de fundo” ou “papel de parede” como palavra-chave e confira).
A título de sugestão, dê uma olhada no NatGeo Wallpaper Downloader, que é gratuito e permite baixar milhares de wallpapers da National Geographic com uns poucos cliques do mouse. Basta fazer o download, dar duplo clique sobre o executável (o programinha não requer instalação), escolher o ano das fotos, os temas e a resolução das imagens.
Outro site bem bacana é o www.osmais.com/index.php, cujo campo WALLPAPERS (na coluna à esquerda da página inicial) oferece uma grande variedade de opções divididas por categoria.
Abraços a todos e até a próxima.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Sonho de consumo
Se você vem aventando para amigos e parentes que seu sonho de consumo é um pendrive de grande capacidade, esperando com isso ganhar de Natal um DataTraveler 310 256GB, é melhor tirar o cavalo da chuva.
O preço dessa belezinha – que oferece 256 GB de espaço (suficiente para gravar 365 CDs, 43 DVDs ou 51.000 imagens), tem velocidades de leitura e gravação de 25 MB/s e 12 MB/s, respectivamente, e integra um software de segurança que permite a criação de uma zona protegida por senha com até 90% de sua capacidade – é de assustar até o próprio Papai Noel: R$ 4.466,00 no site do fabricante (http://www.kingston.com.br/).
Mesmo considerando a garantia de 5 anos e o suporte técnico gratuito, é uma paulada.
Bom dia a todos e até amanhã.
O preço dessa belezinha – que oferece 256 GB de espaço (suficiente para gravar 365 CDs, 43 DVDs ou 51.000 imagens), tem velocidades de leitura e gravação de 25 MB/s e 12 MB/s, respectivamente, e integra um software de segurança que permite a criação de uma zona protegida por senha com até 90% de sua capacidade – é de assustar até o próprio Papai Noel: R$ 4.466,00 no site do fabricante (http://www.kingston.com.br/).
Mesmo considerando a garantia de 5 anos e o suporte técnico gratuito, é uma paulada.
Bom dia a todos e até amanhã.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Limpando a memória virtual do sistema
Já vimos que memória virtual (ou arquivo de paginação) corresponde a um espaço do HD destinado a “ampliar” a memória física do sistema. Assim, quando rodamos vários programas simultaneamente e a RAM se torna insuficiente, o swap despacha para essa área do disco alguns processos e serviços que não são essenciais naquele momento (e os traz de volta quando necessário). No entanto, quando desligamos o PC, esse arquivo é preservado e, com o passar do tempo, pode comprometer o desempenho do sistema. Mas basta uma rápida incursão pelo Registro para modificar esse comportamento do Windows.
Observação: Conforme eu já disse uma porção de vezes, alterações no Registro tanto podem trazer melhorias quanto problemas, no caso de serem mal-sucedidas ou procedidas de maneira inadequada. Antes de se aventurar em modificar esse importante banco de dados, crie um ponto de restauração do sistema e faça um backup da chave que você irá modificar. Afinal, seguro morreu de velho.
Voltando à dica em questão:
1. Abra o editor do registo e navegue até à chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\Curre ntControlSet\Control\Session Manager\Memory Managment.
2. Crie ou modifique o valor DWORD de ClearPageFileAtShutdown, que determina se a memória é apagada ou não.
3. Ative-o e configure o valor como 1.
Um ótimo dia a todos.
Observação: Conforme eu já disse uma porção de vezes, alterações no Registro tanto podem trazer melhorias quanto problemas, no caso de serem mal-sucedidas ou procedidas de maneira inadequada. Antes de se aventurar em modificar esse importante banco de dados, crie um ponto de restauração do sistema e faça um backup da chave que você irá modificar. Afinal, seguro morreu de velho.
Voltando à dica em questão:
1. Abra o editor do registo e navegue até à chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\Curre ntControlSet\Control\Session Manager\Memory Managment.
2. Crie ou modifique o valor DWORD de ClearPageFileAtShutdown, que determina se a memória é apagada ou não.
3. Ative-o e configure o valor como 1.
Um ótimo dia a todos.
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Privacidade na Internet
Embora tenha se tornado indispensável ao nosso dia a dia, a Web é também um território perigoso, onde nenhum descuido fica impune por muito tempo. Aliás, segurança é um hábito, e como tal deve ser cultivado. Chamamos “privacidade” ao controle temos diante da disponibilização de informações sobre nós mesmos, de forma a evitar que esses dados nos exponham indevidamente ou nos prejudiquem no meio em que vivemos. No entanto, muita gente ainda se abre como uma flor em pétalas de informação em e-mails, Blogs, programas mensageiros e redes sociais, apenas para citar alguns dos exemplos de exposição mais comuns. Por falar nisso, você sabia...
• Que programas mensageiros costumam criar registros das conversas – a menos que sejam configurados para não fazê-lo –, e que links e arquivos maliciosos podem ser incluídos automaticamente na troca de mensagens, levando alguém a clicar neles por pensar que foram enviados pelo interlocutor?
• Que manter o sistema e os programas atualizados e contar com programas de segurança responsáveis não garante 100% de proteção? (Para mais detalhes, clique aqui).
• Que os e-mails não são “cartas virtuais”, mas sim “cartões postais” que trafegam abertos em texto puro, e que podem ser alterados, re-encaminhados e até interceptados por pessoas mal intencionadas? (Para enviar informações confidenciais por e-mail, utilize programas de criptografia como o GnuPG).
• Que nenhum software é idot-proof a ponto de proteger o usuário de si mesmo, especialmente se o bonitão (ou a bonitona) der sopa para o azar e expuser sua privacidade aos olhos de quem quiser ver?
Manter um Blog e/ou participar de redes sociais estimula você a falar demais sobre si mesmo, mas a prudência recomenda não entrar em detalhes sobre sua situação financeira ou divulgar em aberto endereços ou números de telefone. Lembre-se de que fotos publicadas na Web podem ser copiadas, editadas e utilizadas de diversas maneiras, inclusive na produção de montagens ofensivas ou pornográficas. Evite ainda exibir fotos com a fachada de sua casa, escola ou escritório – bem como quaisquer características que permitam identificar esses locais, e ao publicar fotos do carro, tenha pelo menos o cuidado de editá-la e apagar a placa.
Cuidado com o que você escreve em Blogs ou fóruns que se apresentam como privados, pois nada garante que eles permanecerão assim ou que algum bug não venha a expor suas conversas. Evite comentários impulsivos – aliás, não escreva nada que você não diria pessoalmente; mesmo que você apague os comentários depois, talvez seja possível recuperá-los através do cache dos servidores.
Quando enviar currículos pela Net, certifique-se de que empresas pretendidas sejam idôneas e leia a declaração de privacidade para saber de que forma suas informações serão tratadas. Em seu Blog ou em sua página pessoal, prefira relatar suas experiências profissionais ou conquistas acadêmicas, deixando as informações adicionais para quando a empresa de seu interesse entrar em contato com você.
Ao conhecer alguém pela Web, limite-se a fornecer seu endereço eletrônico (ou do Messenger, Google Talk, etc.). Jamais informe seu número de telefone ou qualquer informação mais importante sem antes sopesar bem os riscos, até porque você não sabe se a pessoa é realmente quem ela afirma ser.
Ao fazer compras online, cheque a idoneidade do site – no Reclame Aqui, por exemplo –, e ao preencher seu cadastro, leia atentamente a declaração de privacidade e assegure-se de que a página com o formulário exibe o símbolo de um cadeado (geralmente no canto inferior direito), indicando que as informações serão criptografadas. Caso o formulário envolva informações que você repute desnecessárias e a empresa não deixe claro o motivo pelo qual pede esses dados, evite a inscrição ou preencha a menor quantidade de campos possível. Redobre os cuidados no caso de dados bancários ou números de cartão de crédito; só os forneça se realmente for adquirir produtos ou contratar serviços naquele endereço. Lembre-se ainda de que sempre existe o risco de as informações serem repassadas para outras instituições, ou de um cracker invadir os servidores e fazer a festa com os seus dados.
Evite usar a mesma senha para tudo; mude-as regularmente e evite digitá-las na presença de curiosos (para mais dicas sobre senhas, clique aqui). Em sites que permitem recuperar sua senha perdida mediante resposta a uma “pergunta secreta”, fuja do óbvio: se você torce pelo São Paulo, por exemplo, escolha o Inter, o Remo, ou qualquer outro time de fora do seu estado. E se seus amigos sabem que o nome de seu bichinho de estimação é Totó, utilize como resposta o sobrenome de solteira da sua avó.
Ao gerenciar e-mails num computador compartilhado (ou acessar páginas que exijam login), certifique-se de que o navegador não esteja configurado para salvar senhas automaticamente. Demais disso, procure utilizar sempre que possível o modo de navegação privada (para mais detalhes, clique aqui). Ao encerrar a sessão de navegação, clique em “Fechar”, “Logoff”, “Logout” ou algo semelhante (fechar simplesmente o navegador não exclui seus dados de login, facultando a outras pessoas o acesso ao que não devem).
Por último, mas não menos importante, o uso de celulares com Bluetooth também requer alguns cuidados, especialmente se o recurso vier ativado de fábrica. Consulte o manual para saber como desabilitá-lo (ative-o somente se e quando for necessário) ou, na impossibilidade, configure o aparelho como “Oculto” ou “Invisível”.
Barbas de molho, minha gente.
Boa semana a todos e até mais ler.
• Que programas mensageiros costumam criar registros das conversas – a menos que sejam configurados para não fazê-lo –, e que links e arquivos maliciosos podem ser incluídos automaticamente na troca de mensagens, levando alguém a clicar neles por pensar que foram enviados pelo interlocutor?
• Que manter o sistema e os programas atualizados e contar com programas de segurança responsáveis não garante 100% de proteção? (Para mais detalhes, clique aqui).
• Que os e-mails não são “cartas virtuais”, mas sim “cartões postais” que trafegam abertos em texto puro, e que podem ser alterados, re-encaminhados e até interceptados por pessoas mal intencionadas? (Para enviar informações confidenciais por e-mail, utilize programas de criptografia como o GnuPG).
• Que nenhum software é idot-proof a ponto de proteger o usuário de si mesmo, especialmente se o bonitão (ou a bonitona) der sopa para o azar e expuser sua privacidade aos olhos de quem quiser ver?
Manter um Blog e/ou participar de redes sociais estimula você a falar demais sobre si mesmo, mas a prudência recomenda não entrar em detalhes sobre sua situação financeira ou divulgar em aberto endereços ou números de telefone. Lembre-se de que fotos publicadas na Web podem ser copiadas, editadas e utilizadas de diversas maneiras, inclusive na produção de montagens ofensivas ou pornográficas. Evite ainda exibir fotos com a fachada de sua casa, escola ou escritório – bem como quaisquer características que permitam identificar esses locais, e ao publicar fotos do carro, tenha pelo menos o cuidado de editá-la e apagar a placa.
Cuidado com o que você escreve em Blogs ou fóruns que se apresentam como privados, pois nada garante que eles permanecerão assim ou que algum bug não venha a expor suas conversas. Evite comentários impulsivos – aliás, não escreva nada que você não diria pessoalmente; mesmo que você apague os comentários depois, talvez seja possível recuperá-los através do cache dos servidores.
Quando enviar currículos pela Net, certifique-se de que empresas pretendidas sejam idôneas e leia a declaração de privacidade para saber de que forma suas informações serão tratadas. Em seu Blog ou em sua página pessoal, prefira relatar suas experiências profissionais ou conquistas acadêmicas, deixando as informações adicionais para quando a empresa de seu interesse entrar em contato com você.
Ao conhecer alguém pela Web, limite-se a fornecer seu endereço eletrônico (ou do Messenger, Google Talk, etc.). Jamais informe seu número de telefone ou qualquer informação mais importante sem antes sopesar bem os riscos, até porque você não sabe se a pessoa é realmente quem ela afirma ser.
Ao fazer compras online, cheque a idoneidade do site – no Reclame Aqui, por exemplo –, e ao preencher seu cadastro, leia atentamente a declaração de privacidade e assegure-se de que a página com o formulário exibe o símbolo de um cadeado (geralmente no canto inferior direito), indicando que as informações serão criptografadas. Caso o formulário envolva informações que você repute desnecessárias e a empresa não deixe claro o motivo pelo qual pede esses dados, evite a inscrição ou preencha a menor quantidade de campos possível. Redobre os cuidados no caso de dados bancários ou números de cartão de crédito; só os forneça se realmente for adquirir produtos ou contratar serviços naquele endereço. Lembre-se ainda de que sempre existe o risco de as informações serem repassadas para outras instituições, ou de um cracker invadir os servidores e fazer a festa com os seus dados.
Evite usar a mesma senha para tudo; mude-as regularmente e evite digitá-las na presença de curiosos (para mais dicas sobre senhas, clique aqui). Em sites que permitem recuperar sua senha perdida mediante resposta a uma “pergunta secreta”, fuja do óbvio: se você torce pelo São Paulo, por exemplo, escolha o Inter, o Remo, ou qualquer outro time de fora do seu estado. E se seus amigos sabem que o nome de seu bichinho de estimação é Totó, utilize como resposta o sobrenome de solteira da sua avó.
Ao gerenciar e-mails num computador compartilhado (ou acessar páginas que exijam login), certifique-se de que o navegador não esteja configurado para salvar senhas automaticamente. Demais disso, procure utilizar sempre que possível o modo de navegação privada (para mais detalhes, clique aqui). Ao encerrar a sessão de navegação, clique em “Fechar”, “Logoff”, “Logout” ou algo semelhante (fechar simplesmente o navegador não exclui seus dados de login, facultando a outras pessoas o acesso ao que não devem).
Por último, mas não menos importante, o uso de celulares com Bluetooth também requer alguns cuidados, especialmente se o recurso vier ativado de fábrica. Consulte o manual para saber como desabilitá-lo (ative-o somente se e quando for necessário) ou, na impossibilidade, configure o aparelho como “Oculto” ou “Invisível”.
Barbas de molho, minha gente.
Boa semana a todos e até mais ler.
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PC,
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Desfragmentação de disco e humor de sexta-feira
Criar, editar e excluir arquivos e instalar e remover aplicativos são tarefas que realizamos freqüentemente, e devido à maneira como o Windows organiza as informações no HD – reutilizando cada cluster vazio, mesmo que ele esteja no meio de uma grande área ocupada e que haja muito espaço disponível mais adiante – o resultado é a fragmentação dos dados. E quanto mais os arquivos forem divididos e espalhados ao longo das trilhas, maior será o tempo necessário para as cabeças de leitura remontá-los na memória – o que, em última análise, significa uma sensível queda no desempenho do sistema. É certo que o Windows dispõe do DEFRAG para recompor os arquivos e regravá-los em clusters adjacentes – conquanto ele não tenha acesso a determinados arquivos do sistema (que ficam bloqueados quando o Windows está carregado) e nem atue sobre o Registro. Para utilizá-lo, basta abrir a pasta Meu Computador, dar um clique direito sobre a unidade desejada, clicar em Propriedades > Ferramentas e no botão Desfragmentar agora...
Observação: O Defrag proporciona melhores resultados se executado no modo de segurança (modalidade de inicialização que torna o boot mais “limpo” e facilita a reorganização dos dados) ou via prompt de comando (clique em Iniciar > Todos os Programas > Acessórios > Prompt de comando, digite “defrag -f” (sem as aspas) e tecle Enter). Demais disso, é possível ainda configurar o sistema para desfragmentar automaticamente os arquivos de boot clicando em Iniciar > Executar, digitando “regedit” (sem as aspas), teclaando Enter, localizaando e abrindo a pasta HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\MICROSOFT\Dfrg\BootOptmizeFunction e, no painel à direita, dando um clique direito em “Enable”, escolhendo “Modificar”, mudando o valor de “X” (desabilitar) para “Y” (habilitar) e reiniciando o computador.
Existem diversos softwares comerciais mais rápidos e eficientes do que o DEFRAG. Eu gosto muito do desfragmentador incluído na suíte System Mechanic ( http://www.iolo.com/SYSTEM-MECHANIC/standard/) e do Perfect Disk (http://www.raxco.com/), que podem ser experimentados gratuitamente (Trial) por 30 dias. Entre os freewares, o Auslogic Disk Defrag e o Defraggler são boas opções (download em www.auslogics.com/en/software/disk-defrag/download e em www.defraggler.com/, respectivamente). O MyDefrag também é gratuito e aparenta ser competente, mas sua utilização é um pouco mais complicada. A quem interessar possa, o Baixaki oferece um tutorial detalhado sobre a instalação, configuração e utilização desse programa (http://www.baixaki.com.br/download/mydefrag.htm). Já para desfragmentar o Registro e os arquivos de paginação (memória virtual), de hibernação (para onde é copiado o conteúdo da RAM quando o computador é posto para "dormir") e de log de eventos, eu sugiro o PageDefrag (disponível em http://technet.microsoft.com/pt-br/sysinternals/bb897426(en-us).aspx).
Há quem afirme que os discos rígidos atuais não sejam susceptíveis à fragmentação, já que dispõem de centenas de gigabytes de espaço e podem abrigar arquivos volumosos inteiros numa seqüência de clusters (pena que não contaram isso para o Windows). Há quem diga também que a queda de preço da RAM permite abastecer o computador com memória suficiente para evitar que a fragmentação cause grande impacto na performance do sistema. Mesmo assim, eu continuo achando que vale a pena desfragmentar o HD pelo menos uma vez por mês. Mas não espere milagres: todo dispositivo tem suas limitações; para obter resultados mais expressivos nesse contexto, só instalando um drive maior e mais rápido (em espaço, rotação e taxas de transferência).
Passemos agora ao nosso tradicional humor de final de semana:
Todos sabem que hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável.
Não podemos deixar nem Uno de nossos Benz a Mercedes desses ladrões que fazem a Fiesta, nessa Honda de assaltos! A Marea está Brava!
Quem não segura o seu automóvel pode se Ferrari e depois só GM pelos cantos ou fica a Ranger os dentes e a Courier de um lado para outro, vigiando a Strada e perguntando: Kadett meu carro?.
Faz a maior Siena e fica Palio de nervoso! Aí, vai rezar um terço para Santana ajudar, mas isso não Elba stante para ter seu carro de volta!
Seguro é o Tipo de negocio difícil, Mazda para resolver sem ficar com cara de Besta no final!
O seguro é um Premio para quem o faz! Tempra todo veículo. Tem Parati também. E, na hora de fazer o seguro do seu carro, pense nas Variant es... Afinal Quantum mais opções, melhor!
Você vai ver que o nosso seguro é legal as Pampa...
Por isso, ele o Fusca os demais, e vai marcar um Gol na hora do Accord!
Não deixe o prazo Passat!... Monza obra!
Venha Logus! Estamos Kombi nados? Espero seu contato....
Visite nossa agência e se Accent na frente do Galant, que é o nosso gerente! Não se esqueça de levar o Stratus de seu banco e colocar um Blazer bem bonito, parecendo um Diplomata de Classe A. Mas não deixe de olhar todos os Topic do contrato...
Somos bem melhores Kia concorrência e se você perder esta Xantia, vai se Corsa todo de raiva, o KA?
Com nosso seguro, você pode passar um Weekend tranqüilo pela praia de Ipanema que, se roubarem seu carro, mesmo que seja em dia de Eclipse, você não terá problema... Temos nossa Suprema garantia de pagamento em prazo recorde! Não precisa D20 dias como outros que tem por aí... Hoje mesmo estamos pagando um seguro de um roubo que ocorreu A10 dias, S10 se, nós pagaríamos até antes!
Você pode estar em qualquer lugar, de um Polo ao outro, que nós damos a assistência que precisar! E só Scania os documentos e mandar por e-mail mesmo!
Faça seguro! É Clarus que é bom! Boa Voyage e Pointer final.
OBS: Se você achou este texto interessante, Cherokee e Mondeo para seus amigos!
Um bom final de semana a todos e até mais ler.
Observação: O Defrag proporciona melhores resultados se executado no modo de segurança (modalidade de inicialização que torna o boot mais “limpo” e facilita a reorganização dos dados) ou via prompt de comando (clique em Iniciar > Todos os Programas > Acessórios > Prompt de comando, digite “defrag -f” (sem as aspas) e tecle Enter). Demais disso, é possível ainda configurar o sistema para desfragmentar automaticamente os arquivos de boot clicando em Iniciar > Executar, digitando “regedit” (sem as aspas), teclaando Enter, localizaando e abrindo a pasta HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\MICROSOFT\Dfrg\BootOptmizeFunction e, no painel à direita, dando um clique direito em “Enable”, escolhendo “Modificar”, mudando o valor de “X” (desabilitar) para “Y” (habilitar) e reiniciando o computador.
Existem diversos softwares comerciais mais rápidos e eficientes do que o DEFRAG. Eu gosto muito do desfragmentador incluído na suíte System Mechanic ( http://www.iolo.com/SYSTEM-MECHANIC/standard/) e do Perfect Disk (http://www.raxco.com/), que podem ser experimentados gratuitamente (Trial) por 30 dias. Entre os freewares, o Auslogic Disk Defrag e o Defraggler são boas opções (download em www.auslogics.com/en/software/disk-defrag/download e em www.defraggler.com/, respectivamente). O MyDefrag também é gratuito e aparenta ser competente, mas sua utilização é um pouco mais complicada. A quem interessar possa, o Baixaki oferece um tutorial detalhado sobre a instalação, configuração e utilização desse programa (http://www.baixaki.com.br/download/mydefrag.htm). Já para desfragmentar o Registro e os arquivos de paginação (memória virtual), de hibernação (para onde é copiado o conteúdo da RAM quando o computador é posto para "dormir") e de log de eventos, eu sugiro o PageDefrag (disponível em http://technet.microsoft.com/pt-br/sysinternals/bb897426(en-us).aspx).
Há quem afirme que os discos rígidos atuais não sejam susceptíveis à fragmentação, já que dispõem de centenas de gigabytes de espaço e podem abrigar arquivos volumosos inteiros numa seqüência de clusters (pena que não contaram isso para o Windows). Há quem diga também que a queda de preço da RAM permite abastecer o computador com memória suficiente para evitar que a fragmentação cause grande impacto na performance do sistema. Mesmo assim, eu continuo achando que vale a pena desfragmentar o HD pelo menos uma vez por mês. Mas não espere milagres: todo dispositivo tem suas limitações; para obter resultados mais expressivos nesse contexto, só instalando um drive maior e mais rápido (em espaço, rotação e taxas de transferência).
Passemos agora ao nosso tradicional humor de final de semana:
Todos sabem que hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável.
Não podemos deixar nem Uno de nossos Benz a Mercedes desses ladrões que fazem a Fiesta, nessa Honda de assaltos! A Marea está Brava!
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Com nosso seguro, você pode passar um Weekend tranqüilo pela praia de Ipanema que, se roubarem seu carro, mesmo que seja em dia de Eclipse, você não terá problema... Temos nossa Suprema garantia de pagamento em prazo recorde! Não precisa D20 dias como outros que tem por aí... Hoje mesmo estamos pagando um seguro de um roubo que ocorreu A10 dias, S10 se, nós pagaríamos até antes!
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OBS: Se você achou este texto interessante, Cherokee e Mondeo para seus amigos!
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
NEXUS e VISTA START MENU
Diversas postagens aqui do Blog remetem a sugestões de programas (muitos deles gratuitos) destinados a realizar procedimentos de manutenção, aprimorar o desempenho do sistema e tornar o computador mais seguro em relação a malwares e invasões virtuais. No entanto, “nem só de pão vive o homem” – e, como dizia Vinícius, “beleza e fundamental”.
Para quem gosta de personalizar sua área de trabalho, seja tornando a interface parecida com as das versões mais modernas do Windows, seja acrescentando firulas e embelezamentos diversos, o NEXUS é uma boa pedida. Além de inúmeras possibilidades de configuração (quantos docks exibir, onde exibir, agrupar ou não atalhos de tarefas semelhantes, tamanho dos ícones, opacidade, efeitos diferenciados para cada ação e muitos mais), ele oferece acesso rápido a qualquer aplicativo e permite monitorar o uso do processado e da memória RAM. (Mais informações e download no site do fabricante http://www.winstep.net/nexus.asp).
E no caso de você estar enjoado do menu Iniciar padrão do XP, não deixe de conhecer o Vista Start Menu, cujo layout aprimorado e interface diferenciada permitem acessar todos os programas instalados sem precisar navegar por vários níveis de menus. (Para mais informações e download, visite http://www.vistastartmenu.com/pt/index.html).
Observação: Antes de qualquer modificação no sistema, mesmo que seja uma pura e simples instalação de software, não deixe de criar um ponto de restauração (no XP, clique em Iniciar > Todos os Programas > Acessórios > Ferramentas do Sistema > Restauração do Sistema). Assim, caso algo não saia como esperado, fica bem mais fácil fazer com que tudo volte a ser como antes no quartel de Abrantes.
Tenham todos um ótimo dia.
Para quem gosta de personalizar sua área de trabalho, seja tornando a interface parecida com as das versões mais modernas do Windows, seja acrescentando firulas e embelezamentos diversos, o NEXUS é uma boa pedida. Além de inúmeras possibilidades de configuração (quantos docks exibir, onde exibir, agrupar ou não atalhos de tarefas semelhantes, tamanho dos ícones, opacidade, efeitos diferenciados para cada ação e muitos mais), ele oferece acesso rápido a qualquer aplicativo e permite monitorar o uso do processado e da memória RAM. (Mais informações e download no site do fabricante http://www.winstep.net/nexus.asp).
E no caso de você estar enjoado do menu Iniciar padrão do XP, não deixe de conhecer o Vista Start Menu, cujo layout aprimorado e interface diferenciada permitem acessar todos os programas instalados sem precisar navegar por vários níveis de menus. (Para mais informações e download, visite http://www.vistastartmenu.com/pt/index.html).
Observação: Antes de qualquer modificação no sistema, mesmo que seja uma pura e simples instalação de software, não deixe de criar um ponto de restauração (no XP, clique em Iniciar > Todos os Programas > Acessórios > Ferramentas do Sistema > Restauração do Sistema). Assim, caso algo não saia como esperado, fica bem mais fácil fazer com que tudo volte a ser como antes no quartel de Abrantes.
Tenham todos um ótimo dia.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
ALL-IN-ONE
Os net e notebooks vêm sendo objeto de diversas postagens, aqui no Blog, já que a sensível redução no preço dessas belezinhas as torna uma excelente opção, tanto para quem precisa realmente de portabilidade e mobilidade, como para quem deseja substituir seu computador de mesa por um aparelho que ocupa menos espaço e elimina aquela incomodativa macarronada de cabos.
Mesmo assim, convém ter em mente que os portáteis continuam mais caros que os Desktops de configurações equivalentes, e ainda alguns portáteis possam ser adquiridos por pouco mais de R$ 1000, basta examinar suas características (processador, memória e periféricos) para ver que eles permitem mal e parcamente executar tarefas de escritório e produtividade, navegar na Web, gerenciar emails e jogar joguinhos bem “basiquinhos”.
Por outro lado, existem outras opções bastante interessantes, mas quase sempre esquecidas pela maioria dos usuários que pretendem modernizar seu equipamento. Chamados de ALL-IN-ONE (ou TUDO-EM-UM), esses aparelhos, desenvolvidos com base nos princípios da convergência, dispensam o gabinete (os componentes internos e as caixas acústicas ficam acoplados ao monitor de vídeo) e boa parte dos cabos. Confira a seguir algumas sugestões:
Se você pode desembolsar algo em torno de R$ 4000, não deixe de conhecer o INFOWAY AT0101, que combina boa performance e conectividade com economia de espaço e integra ao monitor LCD multi-touch de 21 polegadas uma placa digital de TV, que permite ao usuário sintonizar seus programas favoritos no próprio computador. A CPU Intel Core 2 Duo E7500 com 3M Cache e 2,93 GHz, embora robusta, não é exatamente de última geração, mas os 4GB de memória Dual Channel DDR3, o processador gráfico de alto desempenho e o HD de 500 GB fazem dele uma opção interessante, tanto para uso corporativo quanto doméstico (o preço já inclui um copia do Windows 7 Home Premium 64-bit; mais informações no site da ITAUTEC) .
O THINKCENTRE M90z sai cerca de R$ 500 mais em conta e oferece tela full HD (23 polegadas) sensível ao toque, processador Intel Core i5, 2 GB de RAM, HD de 320 GB e Windows 7 Pro 32-bit. No entanto, sua aceleradora gráfica é “fraquinha”, seus falantes não reproduzem bem sons mais graves e o teclado ultraslim e mouse sem fio são opcionais (mais informações no site da LENOVO).
Para não estender ainda mais esta postagem, sugiro buscar outras opções e informações sobre computadores “tudo-em-um” nos sites de fabricantes como HP e Positivo, por exemplo.
Um bom dia a todos e até mais ler.
Mesmo assim, convém ter em mente que os portáteis continuam mais caros que os Desktops de configurações equivalentes, e ainda alguns portáteis possam ser adquiridos por pouco mais de R$ 1000, basta examinar suas características (processador, memória e periféricos) para ver que eles permitem mal e parcamente executar tarefas de escritório e produtividade, navegar na Web, gerenciar emails e jogar joguinhos bem “basiquinhos”.
Por outro lado, existem outras opções bastante interessantes, mas quase sempre esquecidas pela maioria dos usuários que pretendem modernizar seu equipamento. Chamados de ALL-IN-ONE (ou TUDO-EM-UM), esses aparelhos, desenvolvidos com base nos princípios da convergência, dispensam o gabinete (os componentes internos e as caixas acústicas ficam acoplados ao monitor de vídeo) e boa parte dos cabos. Confira a seguir algumas sugestões:
Se você pode desembolsar algo em torno de R$ 4000, não deixe de conhecer o INFOWAY AT0101, que combina boa performance e conectividade com economia de espaço e integra ao monitor LCD multi-touch de 21 polegadas uma placa digital de TV, que permite ao usuário sintonizar seus programas favoritos no próprio computador. A CPU Intel Core 2 Duo E7500 com 3M Cache e 2,93 GHz, embora robusta, não é exatamente de última geração, mas os 4GB de memória Dual Channel DDR3, o processador gráfico de alto desempenho e o HD de 500 GB fazem dele uma opção interessante, tanto para uso corporativo quanto doméstico (o preço já inclui um copia do Windows 7 Home Premium 64-bit; mais informações no site da ITAUTEC) .
O THINKCENTRE M90z sai cerca de R$ 500 mais em conta e oferece tela full HD (23 polegadas) sensível ao toque, processador Intel Core i5, 2 GB de RAM, HD de 320 GB e Windows 7 Pro 32-bit. No entanto, sua aceleradora gráfica é “fraquinha”, seus falantes não reproduzem bem sons mais graves e o teclado ultraslim e mouse sem fio são opcionais (mais informações no site da LENOVO).
Para não estender ainda mais esta postagem, sugiro buscar outras opções e informações sobre computadores “tudo-em-um” nos sites de fabricantes como HP e Positivo, por exemplo.
Um bom dia a todos e até mais ler.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Encurtador de URL do GOOGLE
Devido principalmente às limitações do Twitter, o uso dos “encurtadores de links” – que geram URLs reduzidos a partir dos endereços originais – vem se tornando bastante popular. Aliás, o Google lançou recentemente seu próprio encurtador, já disponível para todos os usuários em http://goo.gl/. A título de exemplo, o endereço aqui do Blog (http://fernandomelis.blospot.com/), reduzido, fica http://goo.gl/uPFiP. Embora destinado a proporcionar economia de espaço nas postagens, esse recurso pode também ser utilizado por pessoas mal intencionadas para levar os internautas a sites maliciosos, de modo que convé fazer uma pesquisa no ExpandMyURL (serviço online que funciona com a maioria dos encurtadores de URL usados atualmente). Basta acessar a página e consultar o URL encurtado; se o endereço for considerado seguro, ele será exibido na cor verde. Note, porém, que esse site ainda não é capaz de manipular URLs encurtadas pelo serviço do Google.
Um ótimo dia a todos e até mais ler.
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
MOJOPAC
Pegando um “gancho” na post da última quinta-feira, vamos analisar um programinha sugerido pelo Kleber, que promete evitar problemas de privacidade quando da utilização de computadores de terceiros. Trata-se do MojoPac – freeware que “transforma” um pendrive ou outro dispositivo similar num “computador portátil” capaz de executar a maioria dos aplicativos que rodam no XP.
Após baixar os arquivos de instalação (download em http://www.mojopac.com/) e executá-los, o programinha pergunta em que dispositivo (móvel ou rígido) você quer instalá-lo e ajuda a copiar os arquivos e pastas, acrescentar os aplicativos desejados, etc. Ao final, ele exibe a tela de login (que permite usar novamente o assistente de cópia e otimizar aquela porta USB específica para melhor desempenho, em vez de mantê-la configurada para remoção rápida), carrega o ambiente virtual e cria uma barra na parte superior da tela, cujo botão central faz a troca entre o ambiente virtual e o ambiente hospedeiro. Sua área de trabalho é como a de um Windows XP qualquer, mas basta abrir o menu iniciar e o painel de controle para ver que muitas das opções não estão disponíveis/visíveis, já que o Mojo é uma solução de virtualização intermediária entre soluções mínimas, como o SandBoxie, e quase totais, como os programas da VMware.
Observação: O SandBoxie serve para restringir possíveis danos decorrentes da execução de outros programas. Se você abrir um aplicativo útil, mas suspeito, ele o executa numa "caixa de areia", sem "sujar" o Registro e bagunçar o que quer que seja. Já o VMware permite rodar um sistema operacional absolutamente independente dentro de janela do seu sistema nativo (ideal para testar softwares perigosos ou abrir arquivos infectados por malwares, por exemplo), cuja principal vantagem é dispensar a divisão do HD e a inicialização em dual-boot.
A principal vantagem do Mojo é ser leve e criar um ambiente próprio, com aparência e programas próprios. Mas a má notícia é que ele requer privilégios de administrador, e ainda você possa conseguir essa prerrogativa na casa de um parente ou amigo que o hospede durante as férias, por exemplo, dificilmente a obterá em Lan Houses ou Cyber-Cafés (e mesmo que consiga, não estará livre da ação de Keyloggers e Screenscrapers). Já no que diz respeito à ação de vírus e outros malwares, as informações do fórum oficial do Mojo são contraditórias: ora há garantia de isolamento, ora não há.
Enfim, vale a pena saber da existência do programinha (e até conhecê-lo melhor). Quanto a utilizá-lo no dia a dia, aí fica por conta dos propósitos e necessidades de cada um.
Boa semana a todos e até mais ler.
Após baixar os arquivos de instalação (download em http://www.mojopac.com/) e executá-los, o programinha pergunta em que dispositivo (móvel ou rígido) você quer instalá-lo e ajuda a copiar os arquivos e pastas, acrescentar os aplicativos desejados, etc. Ao final, ele exibe a tela de login (que permite usar novamente o assistente de cópia e otimizar aquela porta USB específica para melhor desempenho, em vez de mantê-la configurada para remoção rápida), carrega o ambiente virtual e cria uma barra na parte superior da tela, cujo botão central faz a troca entre o ambiente virtual e o ambiente hospedeiro. Sua área de trabalho é como a de um Windows XP qualquer, mas basta abrir o menu iniciar e o painel de controle para ver que muitas das opções não estão disponíveis/visíveis, já que o Mojo é uma solução de virtualização intermediária entre soluções mínimas, como o SandBoxie, e quase totais, como os programas da VMware.
Observação: O SandBoxie serve para restringir possíveis danos decorrentes da execução de outros programas. Se você abrir um aplicativo útil, mas suspeito, ele o executa numa "caixa de areia", sem "sujar" o Registro e bagunçar o que quer que seja. Já o VMware permite rodar um sistema operacional absolutamente independente dentro de janela do seu sistema nativo (ideal para testar softwares perigosos ou abrir arquivos infectados por malwares, por exemplo), cuja principal vantagem é dispensar a divisão do HD e a inicialização em dual-boot.
A principal vantagem do Mojo é ser leve e criar um ambiente próprio, com aparência e programas próprios. Mas a má notícia é que ele requer privilégios de administrador, e ainda você possa conseguir essa prerrogativa na casa de um parente ou amigo que o hospede durante as férias, por exemplo, dificilmente a obterá em Lan Houses ou Cyber-Cafés (e mesmo que consiga, não estará livre da ação de Keyloggers e Screenscrapers). Já no que diz respeito à ação de vírus e outros malwares, as informações do fórum oficial do Mojo são contraditórias: ora há garantia de isolamento, ora não há.
Enfim, vale a pena saber da existência do programinha (e até conhecê-lo melhor). Quanto a utilizá-lo no dia a dia, aí fica por conta dos propósitos e necessidades de cada um.
Boa semana a todos e até mais ler.
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Seguro morreu de velho (conclusão) e humor de sexta-feira
Segurança é o carro-chefe do nosso Blog, e considerando que a audiência é rotativa, não custa tornar a alertar a todos sobre o perigo de ter a máquina contaminada por trojans (ou cavalos-de-Tróia). Esse tipo de malware – fartamente utilizado para roubar dados bancários e números de cartão de crédito – costuma chegar através de spams, de anexos de emails ou de links publicados em redes sociais, visando coletar e enviar as informações para os crackers, que montam pacotes e os vendem para os estelionatários de plantão.
A atualização adequada do sistema e dos programas e o uso de antivírus e firewalls responsáveis não são soluções infalíveis, mas diminuem sensivelmente o perigo de infecções por pragas virtuais. No entanto, como essas ferramentas não são capazes de proteger os usuários de si mesmos, é muito importante evitar atividades de risco (navegar por sites suspeitos, instalar freewares de origem duvidosa, clicar em links estranhos e abrir anexos de emails pouco confiáveis).
Se o PC passar a apresentar comportamentos estranhos, você pode ir pondo suas barbichas de molho: lentidão anormal da máquina ou da conexão com a Internet, janelinhas pop-up que explodem na tela sem qualquer razão aparente e mensagens ou comunicados estranhos dando conta da necessidade de proteger seu computador, por exemplo, são sólidos indícios de infecção.
Outros sintomas comuns são o desaparecimento inopinado de arquivos pessoais ou de atalhos, a desativação “espontânea” do antivírus ou do firewall, a mudança do idioma de determinados aplicativos, a abertura de sessões de internet e o envio automático de e-mails sem o comando (ou o conhecimento) do usuário.
Nessa situação, além de atualizar o antivírus com as definições mais recentes e fazer uma varredura completa no sistema, vale também obter uma segunda (ou terceira, ou quarta) opinião com serviços online como o como o TrendMicro HouseCall, o Live OneCare ou o ActiveScan (dentre diversas outras opções já sugeridas aqui no Blog).
Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:
Visivelmente bêbada, a "perua" sai da boate cambaleando e caminha em direção ao seu carro esporte. Ao tentar introduzir a chave na fechadura, ela cai sentada, de pernas abertas, e quando se de conta de que não está usando calcinha, começa a conversar com suas “partes íntimas”:
- Vc paga o carro, paga as jóias, paga as minhas plásticas, a casa onde eu moro... Vc me dá tanto dinheiro, permite que eu escolha o homem que me agrade....
De repente, ela começa a urinar e diz:
- Não precisa chorar!!! Eu não estou zangada com você, tô só conversando!!!
Boa final de semana a todos e até mais ler.
A atualização adequada do sistema e dos programas e o uso de antivírus e firewalls responsáveis não são soluções infalíveis, mas diminuem sensivelmente o perigo de infecções por pragas virtuais. No entanto, como essas ferramentas não são capazes de proteger os usuários de si mesmos, é muito importante evitar atividades de risco (navegar por sites suspeitos, instalar freewares de origem duvidosa, clicar em links estranhos e abrir anexos de emails pouco confiáveis).
Se o PC passar a apresentar comportamentos estranhos, você pode ir pondo suas barbichas de molho: lentidão anormal da máquina ou da conexão com a Internet, janelinhas pop-up que explodem na tela sem qualquer razão aparente e mensagens ou comunicados estranhos dando conta da necessidade de proteger seu computador, por exemplo, são sólidos indícios de infecção.
Outros sintomas comuns são o desaparecimento inopinado de arquivos pessoais ou de atalhos, a desativação “espontânea” do antivírus ou do firewall, a mudança do idioma de determinados aplicativos, a abertura de sessões de internet e o envio automático de e-mails sem o comando (ou o conhecimento) do usuário.
Nessa situação, além de atualizar o antivírus com as definições mais recentes e fazer uma varredura completa no sistema, vale também obter uma segunda (ou terceira, ou quarta) opinião com serviços online como o como o TrendMicro HouseCall, o Live OneCare ou o ActiveScan (dentre diversas outras opções já sugeridas aqui no Blog).
Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:
Visivelmente bêbada, a "perua" sai da boate cambaleando e caminha em direção ao seu carro esporte. Ao tentar introduzir a chave na fechadura, ela cai sentada, de pernas abertas, e quando se de conta de que não está usando calcinha, começa a conversar com suas “partes íntimas”:
- Vc paga o carro, paga as jóias, paga as minhas plásticas, a casa onde eu moro... Vc me dá tanto dinheiro, permite que eu escolha o homem que me agrade....
De repente, ela começa a urinar e diz:
- Não precisa chorar!!! Eu não estou zangada com você, tô só conversando!!!
Boa final de semana a todos e até mais ler.
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Seguro morreu de velho...
Final de ano sempre é prenúncio de correria, especialmente para os brasileiros típicos, que têm a bendita mania de deixar tudo para a última hora. Aí, falta tempo para as compras de Natal ou para ir ao Banco antecipar o pagamento das contas (já que, para muitos, final de ano também é sinônimo de férias), e por aí vai. Nesse contexto, a Web pode ser uma grande aliada, já que serviços de net banking e sites de compras online facilitam sobremaneira a nossa vida (desde utilizados de forma segura e responsável).
Então, pra relembrar, jamais acesse sua conta bancária ou faça compras online em máquinas de "Lan Houses" ou "Cyber Cafés". Prefira utilizar seu computador pessoal e, mesmo assim, depois de se assegurar que ele está saudável (livre de vírus, trojans, spywares e companhia bela).
Faça compras online somente em lojas confiáveis (sites como Buscapé e Bondfaro, por exemplo, têm um processo de filiação sujeito a aprovação, selos de empresa reconhecida e opiniões e avaliações dos consumidores) e redobre os cuidados em relação a ofertas de produtos difíceis de encontrar ou com preços muito baixos.
Usar cartões de crédito em compras online é tão (in)seguro quanto fazê-lo no "mundo real". Reserve um cartão específico para usar na Web e mantenha o limite dentro do estritamente necessário (para minimizar eventuais prejuízos). Se desconfiar de um site, cancele a transação ou então pague o produto via boleto bancário ou SEDEX a cobrar.
Observação: Mais informações sobre este assunto podem ser encontradas na Cartilha do E-consumidor.
Um ótimo dia a todos e até amanhã.
Então, pra relembrar, jamais acesse sua conta bancária ou faça compras online em máquinas de "Lan Houses" ou "Cyber Cafés". Prefira utilizar seu computador pessoal e, mesmo assim, depois de se assegurar que ele está saudável (livre de vírus, trojans, spywares e companhia bela).
Faça compras online somente em lojas confiáveis (sites como Buscapé e Bondfaro, por exemplo, têm um processo de filiação sujeito a aprovação, selos de empresa reconhecida e opiniões e avaliações dos consumidores) e redobre os cuidados em relação a ofertas de produtos difíceis de encontrar ou com preços muito baixos.
Usar cartões de crédito em compras online é tão (in)seguro quanto fazê-lo no "mundo real". Reserve um cartão específico para usar na Web e mantenha o limite dentro do estritamente necessário (para minimizar eventuais prejuízos). Se desconfiar de um site, cancele a transação ou então pague o produto via boleto bancário ou SEDEX a cobrar.
Observação: Mais informações sobre este assunto podem ser encontradas na Cartilha do E-consumidor.
Um ótimo dia a todos e até amanhã.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Olha a chuva...
Com a aproximação do verão, as “tempestades de final de tarde” ocorrem com maior freqüência, e ainda que os tradicionais “filtros de linha” permitam conectar vários aparelhos numa única tomada, eles não filtram coisa alguma e nem oferecem proteção adequada contra distúrbios da rede elétrica ou sobretensões decorrentes de relâmpagos e assemelhados. Como seguro morreu de velho, o melhor é desligar da tomada todos os eletroeletrônicos (mesmo que não esteja relampejando, rajadas de vento podem derrubar árvores, causar acidentes e provocar interrupções inesperadas no fornecimento de energia).
Quanto ao computador, ainda que estabilizadores de tensão e nobreaks ofereçam um nível de proteção bem mais aceitável, a prudência recomenda encerrar os trabalhos em andamento, fechar os aplicativos e desligar tudo, inclusive o modem e o roteador.
Se você estiver pensando em adquirir um nobreak, prefira um modelo online, já que as versões offline – mais baratas – usam a energia da tomada até que um problema na rede seja detectado, e só então passam a alimentar o computador pela bateria interna.
Boa chuva a todos e até a próxima.
Quanto ao computador, ainda que estabilizadores de tensão e nobreaks ofereçam um nível de proteção bem mais aceitável, a prudência recomenda encerrar os trabalhos em andamento, fechar os aplicativos e desligar tudo, inclusive o modem e o roteador.
Se você estiver pensando em adquirir um nobreak, prefira um modelo online, já que as versões offline – mais baratas – usam a energia da tomada até que um problema na rede seja detectado, e só então passam a alimentar o computador pela bateria interna.
Boa chuva a todos e até a próxima.
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Armazenamento externo e transporte de dados
Quando eu arrisquei meus primeiros artigos sobre Tecnologia da Informação, no final do século passado, já se dizia que o disquete (Floppy Disk) estava com os dias contados – mas parece que ninguém contou isso para ele, que, da mesma forma como certos políticos, vem se recusando teimosamente a sair de cena. No entanto, talvez a coisa mude de figura a partir de março do ano que vem, quando esse tipo de mídia terá sua fabricação encerrada no Japão.
Criados quando os computadores ainda não tinham disco rígido – tanto o sistema quanto os programas e os arquivos eram carregados e manipulados diretamente a partir de disquetes de 5 ¼ polegadas –, eles encolheram para 3 ½ polegadas e foram durante décadas a opção primária para instalação de softwares, realização de backups e transporte de dados. Mas o “inchaço” dos sistemas e programas, a popularização dos gravadores de CD/DVD e o surgimento dos “chaveirinhos de memória” viriam torná-los anacrônicos e pouco funcionais; hoje, se a maioria dos desktops ainda conta um drive de disquete, isso se dá mais por uma questão protocolar do que por real necessidade.
Observação: Até meados da década passada, os arquivos de instalação de softwares vinham em disquetes (o próprio Windows 95 chegou a ser disponibilizado dessa maneira), mas bastava um único disquinho embolorar ou desmagnetizar para comprometer todo o conjunto. Hoje em dia, considerando que os 1.44 MB de espaço oferecidos pelos disquetes dão para gravar pouco mais de 1 minuto de música em MP3, imagine quantos deles seriam necessárias para backup completo de um HD moderno ou para armazenar arquivos de instalação das versões mais recentes do Windows.
Mesmo que tanto os HDs externos quanto os práticos “chaveirinhos de memória” venham oferecendo cada vez mais espaço por preços cada vez menores, as mídias ópticas continuam em alta, especialmente na hora de gravar arquivos de multimídia (músicas, clipes, filmes, etc.), até porque é possível tocá-las também no player de casa, do carro, em dispositivos portáteis, e por aí vai. Alguns fabricantes sugerem que, se bem conservados, CDs e DVDs funcionam por várias décadas, mas convém lembrar que eles também são frágeis, sensíveis ao calor e a maus tratos.
Para prolongar a vída útil de seus discos, manuseie-os com cuidado, pegando sempre pelas bordas, e mantenha-os guardados nas caixinhas, ao abrigo da luz solar e de outras fontes de calor. Quando um simples pano seco não remover os resíduos de gordura, suor e outros que tais, pingue algumas gotas de detergente neutro num copo com água, umedeça uma esponja (ou um pano macio) e esfregue gentilmente – sempre do centro para a borda do disco, nunca em sentido circular.
Riscos pouco profundos podem atrapalhar a leitura, mas geralmente é possível elimina-los com um cotonete e uma pequena quantidade de creme dental (ou de um polidor de metais como Kaöl). Se isso não resolver, tente um kit para recuperação de CDs e DVDs (vendidos em grandes magazines, hipermercados e lojas de produtos eletrônicos). Caso sua leitora continue se recusando a ler a mídia (e o problema não for a própria leitora, coisa que você pode averiguar usando outro disco que esteja em perfeitas condições), experimente um programa de recuperação como o CDCheck, gratuito para uso pessoal e disponível em www.kvipu.com/CDCheck/registration.php).
Bom dia a todos e até mais ler.
Criados quando os computadores ainda não tinham disco rígido – tanto o sistema quanto os programas e os arquivos eram carregados e manipulados diretamente a partir de disquetes de 5 ¼ polegadas –, eles encolheram para 3 ½ polegadas e foram durante décadas a opção primária para instalação de softwares, realização de backups e transporte de dados. Mas o “inchaço” dos sistemas e programas, a popularização dos gravadores de CD/DVD e o surgimento dos “chaveirinhos de memória” viriam torná-los anacrônicos e pouco funcionais; hoje, se a maioria dos desktops ainda conta um drive de disquete, isso se dá mais por uma questão protocolar do que por real necessidade.
Observação: Até meados da década passada, os arquivos de instalação de softwares vinham em disquetes (o próprio Windows 95 chegou a ser disponibilizado dessa maneira), mas bastava um único disquinho embolorar ou desmagnetizar para comprometer todo o conjunto. Hoje em dia, considerando que os 1.44 MB de espaço oferecidos pelos disquetes dão para gravar pouco mais de 1 minuto de música em MP3, imagine quantos deles seriam necessárias para backup completo de um HD moderno ou para armazenar arquivos de instalação das versões mais recentes do Windows.
Mesmo que tanto os HDs externos quanto os práticos “chaveirinhos de memória” venham oferecendo cada vez mais espaço por preços cada vez menores, as mídias ópticas continuam em alta, especialmente na hora de gravar arquivos de multimídia (músicas, clipes, filmes, etc.), até porque é possível tocá-las também no player de casa, do carro, em dispositivos portáteis, e por aí vai. Alguns fabricantes sugerem que, se bem conservados, CDs e DVDs funcionam por várias décadas, mas convém lembrar que eles também são frágeis, sensíveis ao calor e a maus tratos.
Para prolongar a vída útil de seus discos, manuseie-os com cuidado, pegando sempre pelas bordas, e mantenha-os guardados nas caixinhas, ao abrigo da luz solar e de outras fontes de calor. Quando um simples pano seco não remover os resíduos de gordura, suor e outros que tais, pingue algumas gotas de detergente neutro num copo com água, umedeça uma esponja (ou um pano macio) e esfregue gentilmente – sempre do centro para a borda do disco, nunca em sentido circular.
Riscos pouco profundos podem atrapalhar a leitura, mas geralmente é possível elimina-los com um cotonete e uma pequena quantidade de creme dental (ou de um polidor de metais como Kaöl). Se isso não resolver, tente um kit para recuperação de CDs e DVDs (vendidos em grandes magazines, hipermercados e lojas de produtos eletrônicos). Caso sua leitora continue se recusando a ler a mídia (e o problema não for a própria leitora, coisa que você pode averiguar usando outro disco que esteja em perfeitas condições), experimente um programa de recuperação como o CDCheck, gratuito para uso pessoal e disponível em www.kvipu.com/CDCheck/registration.php).
Bom dia a todos e até mais ler.
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Quando o perigo mora ao lado...
Atire o primeiro mouse quem nunca pressionou uma tecla errada no momento errado, por exemplo, ou clicou em SIM numa caixa de diálogo onde o correto seria clicar em NÃO! Errar é humano, como se costuma dizer, mas, dependendo das circunstâncias, burradas como essas podem ter conseqüências desastrosas.
Ainda que a insegurança dos dados esteja intimamente ligada a malwares, invasões e outros que tais, o perigo nem sempre vem de fora, especialmente para quem compartilha o computador com outros usuários (familiares ou colegas de trabalho, por exemplo). E a despeito de a política de contas das versões mais recentes do Windows permitir um compartilhamento responsável, quase ninguém se preocupa em criar contas limitadas para filhos pequenos, irmãos menores ou outros usuários com “dedos nervosos”, que clicam em tudo o que vêem pela frente.
Usar um roteador wireless ou integrar seu computador a uma rede (mesmo doméstica) sem implementar senhas fortes e estabelecer políticas de segurança responsáveis é imperdoável (senhas baseadas em datas de aniversário, nomes de filhos, do cãozinho de estimação ou do time “do coração” são fáceis de ser “adivinhadas” por familiares, amigos e colegas de trabalho). E mesmo que você seja o único a operar seu equipamento, não descarte a possibilidade de alguém “filar” sua conexão na casa ao lado ou no apartamento vizinho.
Tome cuidado também com o compartilhamento de pastas (para mais detalhes, abra a Ajuda do Windows e consulte o tópico “Visão geral sobre o compartilhamento de arquivos e pastas”). Compartilhe apenas a pasta “Documentos compartilhados” e o que mais for estritamente necessário, inibindo, assim, o acesso não autorizado aos seus dados particulares. Convém criar uma pasta compactada (zipada) protegida por senha e arrastar para ela todos os seus arquivos confidenciais (Para saber como proteger suas pastas com senhas, clique aqui).
Se você utiliza o Messenger, talvez não seja uma boa idéia manter um registro de suas conversas (sabe-se lá do que é capaz um familiar indiscreto ou um cônjuge ciumento). Para evitar situações embaraçosas, clique em Ferramentas > Opções > Mensagens e, no campo “Histórico de Mensagens”, desmarque a caixa “Manter um histórico de minhas conversas automaticamente”.
Abraços e até mais ler.
Ainda que a insegurança dos dados esteja intimamente ligada a malwares, invasões e outros que tais, o perigo nem sempre vem de fora, especialmente para quem compartilha o computador com outros usuários (familiares ou colegas de trabalho, por exemplo). E a despeito de a política de contas das versões mais recentes do Windows permitir um compartilhamento responsável, quase ninguém se preocupa em criar contas limitadas para filhos pequenos, irmãos menores ou outros usuários com “dedos nervosos”, que clicam em tudo o que vêem pela frente.
Usar um roteador wireless ou integrar seu computador a uma rede (mesmo doméstica) sem implementar senhas fortes e estabelecer políticas de segurança responsáveis é imperdoável (senhas baseadas em datas de aniversário, nomes de filhos, do cãozinho de estimação ou do time “do coração” são fáceis de ser “adivinhadas” por familiares, amigos e colegas de trabalho). E mesmo que você seja o único a operar seu equipamento, não descarte a possibilidade de alguém “filar” sua conexão na casa ao lado ou no apartamento vizinho.
Tome cuidado também com o compartilhamento de pastas (para mais detalhes, abra a Ajuda do Windows e consulte o tópico “Visão geral sobre o compartilhamento de arquivos e pastas”). Compartilhe apenas a pasta “Documentos compartilhados” e o que mais for estritamente necessário, inibindo, assim, o acesso não autorizado aos seus dados particulares. Convém criar uma pasta compactada (zipada) protegida por senha e arrastar para ela todos os seus arquivos confidenciais (Para saber como proteger suas pastas com senhas, clique aqui).
Se você utiliza o Messenger, talvez não seja uma boa idéia manter um registro de suas conversas (sabe-se lá do que é capaz um familiar indiscreto ou um cônjuge ciumento). Para evitar situações embaraçosas, clique em Ferramentas > Opções > Mensagens e, no campo “Histórico de Mensagens”, desmarque a caixa “Manter um histórico de minhas conversas automaticamente”.
Abraços e até mais ler.
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Segurança e humor de sexta-feira
Segurança é um tema recorrente aqui no Blog, não só por ser nosso carro-chefe, mas também pelo fato de nossa audiência ser rotativa. Assim, conforme comentamos em várias ocasiões, vale repetir que um bom arsenal de defesa deve prevenir infecções e acessos não autorizados ao sistema e neutralizar eventuais pragas pré-existentes.
Programas antivírus, antispyware e de firewall são essenciais para manter o PC seguro (para mais detalhes e opções, consulte a seqüência de postagens iniciada no dia 16 e os posts dos dias 19, 25 e 26 de novembro do ano passado), e a popularização das “suítes” de segurança levou alguns desenvolvedores a disponibilizá-las também na modalidade freeware, facilitando a vida de muitos usuários que até então eram obrigados a instalar soluções de diferentes fabricantes para obter proteção adequada.
Por outro lado, como nenhum software garante 100% de segurança, convém você ficar atento a qualquer lentidão anormal no sistema, abertura de janelas estranhas no navegador e aumento inopinado da atividade de rede, por exemplo. Claro que a presença de um ou mais desses sintomas não remete necessariamente à ação de malwares, sem falar que algumas pragas agem “na surdina” (passando despercebidas aos olhos do usuário e dificultando sua remoção).
Seja como for, diante da suspeita de contaminação de seu sistema, atualize suas ferramentas de segurança e faça uma varredura completa no computador (preferencialmente após reinicializar o sistema no modo de segurança).
Observação: Para acessar o modo de segurança do Windows, reinicie o computador e pressione repetidamente a tecla F8 durante a contagem da memória. Alternativamente, com o sistema ativo e operante, clique em Iniciar > Executar, digite "msconfig" (sem as aspas), pressione Enter, clique na aba BOOT.INI, habilite a opção /SAFEBOOT e dê OK (ao final, para reiniciar o sistema no modo normal, clique novamente na aba BOOT.INI, desfaça as modificações implementadas e, na aba Geral, marque a opção Inicialização Normal e reinicie o computador).
Se nada de estranho for identificado, obtenha uma segunda opinião com um antivírus online (para mais informações e opções, clique aqui), e se nem isso resolver, acesse a página de utilitários da Sysinternals e baixe o AUTORUNS ou o PROCESS EXPLORER (ambos oferecem um vasto leque de informações sobre processos e serviços executados em segundo plano que você deve examinar um a um, ajudando a prevenir a desativação de algum item essencial ao funcionamento do sistema).
Examine também seu arquivo HOSTS (no XP, clique em Meu Computador, expanda sua unidade de sistema, navegue até Windows\System32\Drivers\etc., dê um clique direito sobre o arquivo HOSTS e abra-o com o Bloco de Notas). Você deve visualizar somente uma linha formada pelo número 127.0.0.1 separado por alguns espaços da palavra localhost; caso haja mais linhas que não sejam iniciadas pelo símbolo #, crie um ponto de restauração do sistema (clique em Iniciar > Todos os programas > Acessórios > Ferramentas do Sistema > Restauração do Sistema > “Criar um ponto de restauração”, > “Avançar”, dê um nome ao ponto, clique em “Criar” e aguarde a conclusão do processo) e elimine todas elas.
No que concerne ao firewall (leia mais sobre esse assunto no post de 16.10.07), o XP oferece uma opção nativa – que pode não ser uma muralha intransponível, mas é a alternativa natural para quem não dispõe de um aplicativo de terceiros. Em sendo o caso, assegure-se de que o Firewall do Windows esteja ativo e operante (Iniciar > Painel de Controle > Firewall do Windows) e faça uma checagem online com o Symantec Security Check ou com o Gibson Research (clique em Services > Shields UP! > Proceed > Common Ports; o ideal é que as principais portas TCP/IP do computador estejam fechadas ou escondidas; caso as portas 135, 139 e 445 estiverem abertas, é possível que seu computador esteja infectado).
Passemos agora à nossa tradicional piadinha:
O vigário de um vilarejo tinha como mascote um pinto chamado Valente. Certo dia, o Valente desapareceu, e ele achou que alguém o havia roubado. Por conta disso, o vigário aproveitou o momento da missa para perguntar aos fiéis:
- Alguém de vocês aqui tem um pinto?
Todos os homens se levantaram.
- Não, não - disse o vigário. - O que eu quero saber é se algum de vocês viu um pinto?
Todas as mulheres se levantaram..
- Não, o que eu quis dizer é se alguém de vocês viu um pinto que não lhe pertence.
Metade das mulheres se levantou.
- Talvez seja melhor reformular a pergunta: O que eu quero saber é se alguém de vocês viu meu pinto?
Todas as freiras se levantaram.
- Deixa pra lá...
Um ótimo final de semana a todos.
Programas antivírus, antispyware e de firewall são essenciais para manter o PC seguro (para mais detalhes e opções, consulte a seqüência de postagens iniciada no dia 16 e os posts dos dias 19, 25 e 26 de novembro do ano passado), e a popularização das “suítes” de segurança levou alguns desenvolvedores a disponibilizá-las também na modalidade freeware, facilitando a vida de muitos usuários que até então eram obrigados a instalar soluções de diferentes fabricantes para obter proteção adequada.
Por outro lado, como nenhum software garante 100% de segurança, convém você ficar atento a qualquer lentidão anormal no sistema, abertura de janelas estranhas no navegador e aumento inopinado da atividade de rede, por exemplo. Claro que a presença de um ou mais desses sintomas não remete necessariamente à ação de malwares, sem falar que algumas pragas agem “na surdina” (passando despercebidas aos olhos do usuário e dificultando sua remoção).
Seja como for, diante da suspeita de contaminação de seu sistema, atualize suas ferramentas de segurança e faça uma varredura completa no computador (preferencialmente após reinicializar o sistema no modo de segurança).
Observação: Para acessar o modo de segurança do Windows, reinicie o computador e pressione repetidamente a tecla F8 durante a contagem da memória. Alternativamente, com o sistema ativo e operante, clique em Iniciar > Executar, digite "msconfig" (sem as aspas), pressione Enter, clique na aba BOOT.INI, habilite a opção /SAFEBOOT e dê OK (ao final, para reiniciar o sistema no modo normal, clique novamente na aba BOOT.INI, desfaça as modificações implementadas e, na aba Geral, marque a opção Inicialização Normal e reinicie o computador).
Se nada de estranho for identificado, obtenha uma segunda opinião com um antivírus online (para mais informações e opções, clique aqui), e se nem isso resolver, acesse a página de utilitários da Sysinternals e baixe o AUTORUNS ou o PROCESS EXPLORER (ambos oferecem um vasto leque de informações sobre processos e serviços executados em segundo plano que você deve examinar um a um, ajudando a prevenir a desativação de algum item essencial ao funcionamento do sistema).
Examine também seu arquivo HOSTS (no XP, clique em Meu Computador, expanda sua unidade de sistema, navegue até Windows\System32\Drivers\etc., dê um clique direito sobre o arquivo HOSTS e abra-o com o Bloco de Notas). Você deve visualizar somente uma linha formada pelo número 127.0.0.1 separado por alguns espaços da palavra localhost; caso haja mais linhas que não sejam iniciadas pelo símbolo #, crie um ponto de restauração do sistema (clique em Iniciar > Todos os programas > Acessórios > Ferramentas do Sistema > Restauração do Sistema > “Criar um ponto de restauração”, > “Avançar”, dê um nome ao ponto, clique em “Criar” e aguarde a conclusão do processo) e elimine todas elas.
No que concerne ao firewall (leia mais sobre esse assunto no post de 16.10.07), o XP oferece uma opção nativa – que pode não ser uma muralha intransponível, mas é a alternativa natural para quem não dispõe de um aplicativo de terceiros. Em sendo o caso, assegure-se de que o Firewall do Windows esteja ativo e operante (Iniciar > Painel de Controle > Firewall do Windows) e faça uma checagem online com o Symantec Security Check ou com o Gibson Research (clique em Services > Shields UP! > Proceed > Common Ports; o ideal é que as principais portas TCP/IP do computador estejam fechadas ou escondidas; caso as portas 135, 139 e 445 estiverem abertas, é possível que seu computador esteja infectado).
Passemos agora à nossa tradicional piadinha:
O vigário de um vilarejo tinha como mascote um pinto chamado Valente. Certo dia, o Valente desapareceu, e ele achou que alguém o havia roubado. Por conta disso, o vigário aproveitou o momento da missa para perguntar aos fiéis:
- Alguém de vocês aqui tem um pinto?
Todos os homens se levantaram.
- Não, não - disse o vigário. - O que eu quero saber é se algum de vocês viu um pinto?
Todas as mulheres se levantaram..
- Não, o que eu quis dizer é se alguém de vocês viu um pinto que não lhe pertence.
Metade das mulheres se levantou.
- Talvez seja melhor reformular a pergunta: O que eu quero saber é se alguém de vocês viu meu pinto?
Todas as freiras se levantaram.
- Deixa pra lá...
Um ótimo final de semana a todos.
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Receitas...
As receitas publicadas a seguir não têm nada a ver com culinária (isso fica para as postagens que eu “cometo” lá no Blog da Cátia, todas as sextas e domingos).
Para alterar o esquema do ponteiro do mouse no XP, vá até o Painel de Controle, dê duplo clique no miniaplicativo respectivo, clique na opção Ponteiros e selecione o esquema que mais lhe agradar. Se você já migrou para o Windows 7 (ou para o malfadado Vista), dê um clique direito num ponto vazio da área de trabalho, escolha Personalizar>Alterar>Ponteiros do Mouse e selecione o esquema desejado a partir da lista fornecida (ou modifique individualmente os ponteiros a partir do esquema em uso clicando em Procurar). Se preferir, localize mais opções em www.goldfiles.com/cat.php?catid=31, por exemplo, ou crie você mesmo seus próprios modelos em arquivos bitmap (.BMP) utilizando o programa gráfico de sua preferência e salvando-os no formato .CUR ou .ANI (estáticos ou dinâmicos, respectivamente).
Se você quiser manter sua área de trabalho (Desktop) absolutamente imaculada, saiba que é possível eliminar o ícone da Lixeira (depois dessa providência, para descartar arquivos e pastas, você terá apenas que selecioná-los e teclar Crtl+Delete). Entretanto, como em toda dica que envolve a edição manual do Registro do Windows, convém primeiramente criar um ponto de restauração do sistema e fazer um backup da chave envolvida.
Tomadas essas precauções:
1- Abra o Editor do Registro (clique em Iniciar>Executar, digite “regedit” – sem as aspas – e tecle Enter).
2- Navegue até a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Hide DesktopIcons\NewStartPanel, dê um clique direito na porção direita da tela, selecione Novo>Valor DWORD, torne a clicar com o botão direito sobre o novo valor criado e atribua-lhe o nome 645FF040-5081-101B-9F08-00AA002F954E.
3- Dê duplo clique sobre o valor e altere seus parâmetros para 1.
4- Feche o Editor do Registro, torne a dar um clique direito num ponto vazio da sua área de trabalho e clique em Atualizar (para reverter essa configuração, refaça os mesmo passos e altere o valor DWORD para 0).
Para concluir, se ainda resta tempo para arrependimento, fica aqui uma dica importante: Se você quiser degustar deliciosas esfihas sírias, siga a receita que nossa amiga Suzy publicou em http://passeandopelocotidiano.blogspot.com/2010/11/receita-de-domingo-esfiha-siria.html. Eu ainda estou me lambendo (difícil é tourear a balança, mas até aí...).
Até mais ler.
Para alterar o esquema do ponteiro do mouse no XP, vá até o Painel de Controle, dê duplo clique no miniaplicativo respectivo, clique na opção Ponteiros e selecione o esquema que mais lhe agradar. Se você já migrou para o Windows 7 (ou para o malfadado Vista), dê um clique direito num ponto vazio da área de trabalho, escolha Personalizar>Alterar>Ponteiros do Mouse e selecione o esquema desejado a partir da lista fornecida (ou modifique individualmente os ponteiros a partir do esquema em uso clicando em Procurar). Se preferir, localize mais opções em www.goldfiles.com/cat.php?catid=31, por exemplo, ou crie você mesmo seus próprios modelos em arquivos bitmap (.BMP) utilizando o programa gráfico de sua preferência e salvando-os no formato .CUR ou .ANI (estáticos ou dinâmicos, respectivamente).
Se você quiser manter sua área de trabalho (Desktop) absolutamente imaculada, saiba que é possível eliminar o ícone da Lixeira (depois dessa providência, para descartar arquivos e pastas, você terá apenas que selecioná-los e teclar Crtl+Delete). Entretanto, como em toda dica que envolve a edição manual do Registro do Windows, convém primeiramente criar um ponto de restauração do sistema e fazer um backup da chave envolvida.
Tomadas essas precauções:
1- Abra o Editor do Registro (clique em Iniciar>Executar, digite “regedit” – sem as aspas – e tecle Enter).
2- Navegue até a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Hide DesktopIcons\NewStartPanel, dê um clique direito na porção direita da tela, selecione Novo>Valor DWORD, torne a clicar com o botão direito sobre o novo valor criado e atribua-lhe o nome 645FF040-5081-101B-9F08-00AA002F954E.
3- Dê duplo clique sobre o valor e altere seus parâmetros para 1.
4- Feche o Editor do Registro, torne a dar um clique direito num ponto vazio da sua área de trabalho e clique em Atualizar (para reverter essa configuração, refaça os mesmo passos e altere o valor DWORD para 0).
Para concluir, se ainda resta tempo para arrependimento, fica aqui uma dica importante: Se você quiser degustar deliciosas esfihas sírias, siga a receita que nossa amiga Suzy publicou em http://passeandopelocotidiano.blogspot.com/2010/11/receita-de-domingo-esfiha-siria.html. Eu ainda estou me lambendo (difícil é tourear a balança, mas até aí...).
Até mais ler.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Entre a Cruz e a Caldeirinha...
O Sistema Operacional é o “software-mãe” do PC, a base sobre a qual rodam os demais programas (pacotes de produtividade, de segurança, aplicativos e utilitários diversos, e por aí vai), até porque, mesmo sendo versátil e pródigo em recursos, o Windows não é capaz de executar todas as tarefas que desejamos ou de que precisamos.
No entanto, sabemos que o acúmulo desmedido de programas degrada o desempenho global do sistema, pois compromete recursos do computador (memória, processamento, espaço em disco, etc.), e que a desinstalação de softwares inúteis, embora seja uma providência necessária, também contribui para a perda de performance – notadamente devido aos resíduos que ficam perdidos no disco e às entradas inválidas que sobram no Registro.
Nesse contexto, ficamos entre a cruz e a caldeirinha: se corremos, o bicho pega; se ficamos, o bicho come. Mas a boa notícia é que um serviço que o Kevin sugeriu recentemente lá no Blog do seu PC permite acessar um vasto leque de aplicativos sem ter de mantê-los residentes no computador.
Depois de instalar o plug-in do SPOON e preencher um cadastro, basta clicar na imagem correspondente ao software desejado (há browsers como o Firefox e o Chrome, comunicadores como o GTalk, programinhas de conversão, plataformas de emails, editores, diagramadores, games, e muito mais). Ao final, é só fechar a caixa referente ao programa para que nenhum resquício fique no computador, já que tudo roda virtualmente. (Mais informações e download em http://www.spoon.net/).
Para adicionar um pouco de cor local a esta postagem, vale dizer que o download do plug-in é rápido (menos de 10 segundos com a minha largura de banda) e que o instalador conclui o procedimento em pouco tempo, conquanto não ofereça um assistente com opções de configuração e outros que tais. Quando eu cliquei sobre o executável, nenhum ícone na área de trabalho ou menu Iniciar foi criado; surgiram apenas uma entrada no menu Inicializar e outra no Painel de Controle, em Adicionar ou remover programas. E ao acessar a página do SPOON e fazer o login para testar um ou dois programinhas, confesso que achei o troço demorado, sem falar que os tópicos da ajuda (em inglês) não são lá de grande ajuda. Resta pesquisar um pouco mais e fazer umas tantas experiências.
Enfim, a dica é interessante para quem não quer sobrecarregar o sistema com uma porção de aplicativos pouco utilizados (games, conversores, editores de imagens, redes sociais e outros que tais). Mas não espere substituir seu antivírus ou seu aplicativo de firewall, evidentemente (que devem permanecer residentes no computador).
Confesso que ainda não entendi direito por que é preciso instalar o plug-in (já que o acesso ao serviço na nuvem se dá mediante login) e tampouco tentei usar o troço sem o miniaplicativo instalado, mas pretendo fuçar essas possibilidades e voltar ao assunto assim que desvendar esse mistério. Seja como for, fica aqui a sugestão.
Um bom dia a todos e até a próxima.
No entanto, sabemos que o acúmulo desmedido de programas degrada o desempenho global do sistema, pois compromete recursos do computador (memória, processamento, espaço em disco, etc.), e que a desinstalação de softwares inúteis, embora seja uma providência necessária, também contribui para a perda de performance – notadamente devido aos resíduos que ficam perdidos no disco e às entradas inválidas que sobram no Registro.
Nesse contexto, ficamos entre a cruz e a caldeirinha: se corremos, o bicho pega; se ficamos, o bicho come. Mas a boa notícia é que um serviço que o Kevin sugeriu recentemente lá no Blog do seu PC permite acessar um vasto leque de aplicativos sem ter de mantê-los residentes no computador.
Depois de instalar o plug-in do SPOON e preencher um cadastro, basta clicar na imagem correspondente ao software desejado (há browsers como o Firefox e o Chrome, comunicadores como o GTalk, programinhas de conversão, plataformas de emails, editores, diagramadores, games, e muito mais). Ao final, é só fechar a caixa referente ao programa para que nenhum resquício fique no computador, já que tudo roda virtualmente. (Mais informações e download em http://www.spoon.net/).
Para adicionar um pouco de cor local a esta postagem, vale dizer que o download do plug-in é rápido (menos de 10 segundos com a minha largura de banda) e que o instalador conclui o procedimento em pouco tempo, conquanto não ofereça um assistente com opções de configuração e outros que tais. Quando eu cliquei sobre o executável, nenhum ícone na área de trabalho ou menu Iniciar foi criado; surgiram apenas uma entrada no menu Inicializar e outra no Painel de Controle, em Adicionar ou remover programas. E ao acessar a página do SPOON e fazer o login para testar um ou dois programinhas, confesso que achei o troço demorado, sem falar que os tópicos da ajuda (em inglês) não são lá de grande ajuda. Resta pesquisar um pouco mais e fazer umas tantas experiências.
Enfim, a dica é interessante para quem não quer sobrecarregar o sistema com uma porção de aplicativos pouco utilizados (games, conversores, editores de imagens, redes sociais e outros que tais). Mas não espere substituir seu antivírus ou seu aplicativo de firewall, evidentemente (que devem permanecer residentes no computador).
Confesso que ainda não entendi direito por que é preciso instalar o plug-in (já que o acesso ao serviço na nuvem se dá mediante login) e tampouco tentei usar o troço sem o miniaplicativo instalado, mas pretendo fuçar essas possibilidades e voltar ao assunto assim que desvendar esse mistério. Seja como for, fica aqui a sugestão.
Um bom dia a todos e até a próxima.
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Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
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