segunda-feira, 27 de abril de 2026

MISTÉRIOS DA MEIA-NOITE — AINDA SOBRE VIDA APÓS A MORTE

É LOUCURA NUNCA PENSAR NA MORTE, MAS TAMBÉM O É PENSAR NELA O TEMPO TODO.

A vida após a morte intriga a humanidade desde os tempos de antanho. Os antigos egípcios acreditavam na jornada do Ka (espírito) rumo ao reino onde os mortos passam a eternidade. Platão acreditava que uma metempsicose (transmigração das almas) produzisse um ciclo contínuo de renascimentos e uma existência além da física. Entre os hinduístas, o conceito de Sansara define a vida após a morte como um longo caminho até Moksha, onde a alma alcança a purificação e se liberta do ciclo de renascimentos.


CONTINUA DEPOIS DA POLÍTICA


Desde o momento da filiação ao Partido dos Trabalhadores, Jorge Rodrigo Araújo Messias, o "Bessias", que neste 29 de abril deverá ser autorizado pelo Senado a assumir a vaga aberta com a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, pertence por vontade própria a seus chefes no partido, sabe disso e é feliz. 

No governo de Dilma, ele passou a ter por perto alguém a obedecer e aprendeu a cumprir missões complicadas sem perguntas nem hesitações. Graças ao desempenho no segundo escalão da Casa Civil, foi incorporado ao grupo de assessores jurídicos a serviço da "presidanta", que, impressionada com o espetáculo da obediência, passou a lhe delegar todas as tarefas perigosas. 

Ironicamente, a única que ele não pôde concluir lhe concedeu seus dez dias de fama, mas com o sobrenome deformado pela troca do M por um B.

Em março de 2016, o jovem recifense pousou no noticiário jornalístico devido a uma conversa telefônica entre Dilma e Lula, gravada com autorização judicial. Naquele dia, a dupla combinou que a afilhada instalaria na chefia da Casa Civil o padrinho, que estava prestes a ser preso pela Operação Lava-Jato, que assim recuperaria o direito de ser julgado pelo Supremo. 

Coisas do Brasil — hoje (des)governado por um ex-presidiário descondenado que sucedeu a um sacripanta golpista, que ora cumpre no conforto de sua mansão em Brasília a pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. E como o que é ruim sempre pode piorar, os pré-candidatos mais cotados para o Planalto na eleição de outubro são o macróbio eneadáctilo, que pugna pelo quarto mandato, e o primogênito do refugo da escória da humanidade. 

É mole ou quer mais???

 

Relatos envolvendo a permanência do "eu" durante EQMs vêm sendo colecionados e estudados há mais de 150 anos. Além da sensação de pairar fora do corpo, de encontrar parentes mortos ou entidades espirituais, de avistar jardins ou túneis com ou sem luz no final, algumas pessoas descrevem minuciosamente os procedimentos que as trouxeram de volta e o que os médicos conversaram durante a reanimação. 

 

Visando diferenciar EQMs de simples alucinações ou ilusões e ajudar a compreender melhor um fenômeno relatado de maneiras diversas por diferentes culturas, religiões e linhas de pensamento o psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, coautor do livro Ciência da Vida Após a Morte, criou o Modelo de Validação Espiritual baseado em critérios como inefabilidade (incapacidade de descrever completamente a experiência em palavras), novidade (característica incomum à experiência sensorial normal) e transformação (impacto profundo na visão de mundo e valores do indivíduo).  


Segundo Alexander, há quatro tipos de evidências: experiências de quase morte, experiências mediúnicas, memórias de vidas passadas, e aparições. No âmbito das EQMs, ele cita um caso publicado no The Lancet, no qual um paciente que chegou ao hospital praticamente morto, mas foi reanimado e, ao despertar do coma, pediu a um enfermeiro que fosse buscar sua dentadura... que estava exatamente onde ele disse que estaria, embora ele não pudesse saber disso. 


Em outro experimento, um médium foi solicitado a colocar um casal em contato com o filho que morrera de câncer aos 11 anos. Durante a psicografia, o menino fez uma piada com a senha de Internet da família — coisa que o médium não teria como saber. 


Há milhares de casos de crianças que descrevem o que faziam "em vidas passadas" logo que aprendem a falar. Num deles, uma menina asiática de 3 anos que estava vendo televisão apontou para a imagem de um templo famoso do Sri Lanka, disse que morou naquela região, descreveu um rio que ficava próximo dali e contou que andava de bicicleta quando "um carro grande passou por cima dela". A família investigou e descobriu que havia uma loja de incenso atrás do templo e que um dos funcionários que fazia entregas de bicicleta passou desta para melhor após ter sido atropelado por um caminhão. 


A única explicação possível é que a consciência continua existindo depois que o cérebro para de funcionar. Em outras palavras, talvez a morte não seja um acontecimento tão "terminal" quanto a maioria de nós imagina. Como ensinou Esculápio — o filho de Apolo e da mortal Corônis, que, treinado pelo centauro Quíron, tornou-se um curandeiro tão habilidoso que conseguia ressuscitar os mortos, o que levou Zeus a matá-lo com um raio para restaurar a ordem natural —, muitas pessoas temem a morte e a consideram a pior tragédia que podem sofrer, quando ela não passa da dissolução de um corpo exaurido.


Assim como o corpo deixa ventre da mãe ao ficar maduro, a alma deixa o corpo ao atingir a perfeição.

Continua…