EXISTEM DUAS POSSIBILIDADES: OU ESTAMOS SOZINHOS NO UNIVERSO, OU NÃO ESTAMOS. AMBAS SÃO IGUALMENTE ATERRORIZANTES.Por incomensuráveis, as distâncias entre corpos celestes são expressas em unidades astronômicas (UA), que representam a distância média entre a Terra e o Sol (≈ 150 milhões de km), e em anos-luz, que equivalem à distância que os fótons percorrem no vácuo em um ano — além do parsec, que corresponde a 3,26 anos-luz ou 206 mil UA.
CONTINUA DEPOIS DA POLÍTICA
O escândalo do Master expõe um país incapaz de controlar corrupção nos mais variados níveis, onde a desfaçatez, o atrevimento e o modo de operar dos agentes no escândalo evidenciam quão pouco estão preocupados em serem apanhados e quão pouco ligam para as aparências – incluindo agentes públicos nas mais altas instâncias. No fundo, acham que nada lhes acontecerá. É o triunfo da cafajestice na política, que nunca foi mesmo um lugar de vestais.
Grande parte da população se indigna com o ambiente, mas acredita que nada vai mudar e que os poderes constituídos não são capazes (ou não tem interesse) de lidar com isso, o que é, sem dúvida, uma desgraça nacional.
O universo observável tem raio de cerca de 14 Gpc (mais de 46,5 bilhões de anos-luz), trilhões de galáxias e dois sextilhões de estrelas. Ainda que nem todos esses "sóis" sejam orbitados por planetas, estima-se que somente na Via Láctea haja de 100 a 400 bilhões de sistemas planetários. Todavia, considerando que o objeto mais veloz já construído pelo homem atingiu "módicos" 692 mil km/h (0,064% da velocidade da luz), as viagens interplanetárias tripuladas são tecnicamente inviáveis.
Atribui-se a Einstein a máxima segundo a qual "o impossível só é impossível até alguém duvidar e provar o contrário". A boa notícia é que o motor de dobra espacial — ideia celebrizada pela franquia Star Trek — ganhou equações sérias em 1994 quando o físico Miguel Alcubierre mostrou que dá para enrugar o espaço sem brigar com Einstein (mais detalhes nesta postagem).
Outros projetos envolvem velas ultraleves empurradas por laser a 20% da velocidade da luz, reatores de fusão tipo ITER e o SPARC tentando acender um Sol em miniatura para replicar o funcionamento das estrelas e gerar energia limpa praticamente ilimitada, e até o uso de antimatéria como combustível — o grama mais caro do Universo.
O uso de íons e eletroímãs para acelerar partículas em loop helicoidal, vem sendo testado pelo engenheiro David Burns, do MSFC da NASA. Esse propulsor produziria empuxo suficiente para levar uma nave a 99% da velocidade da luz, mas afronta o princípio da conservação do momento linear. Burns reconhece os desafios que tem pela frente, mas acredita que, se tudo der certo, uma viagem da Terra a Marte levará 13 minutos, e uma esticada até Netuno, cerca de 4 horas.
Com a tecnologia atual, pode-se ir a Marte em cerca de 6 meses, e a Netuno, em aproximadamente 10 anos. Mas as previsões de viagens espaciais comerciais são promissoras: a Virgin Galactic oferece voos suborbitais para o interessado ver a Terra pela janela e postar em seu feed. Ademais, a animação suspensa desacelera a vida sem desligar o interruptor — em tese, a pessoa dorme aqui e acorda em outro sistema solar com a mesma idade —, e a hibernação que vemos nos filmes de ficção já funciona com mamíferos pequenos
Muitos desses projetos esbarram nos limites da física conhecida — caso dos motores de dobra — e na escassez de recursos — construir uma Esfera de Dyson exigiria materiais de planetas inteiros. Mas Arthur C. Clarke não disse que "a única maneira de descobrir os limites do possível é ir além deles, rumo ao impossível"?
Continua…
O uso de íons e eletroímãs para acelerar partículas em loop helicoidal, vem sendo testado pelo engenheiro David Burns, do MSFC da NASA. Esse propulsor produziria empuxo suficiente para levar uma nave a 99% da velocidade da luz, mas afronta o princípio da conservação do momento linear. Burns reconhece os desafios que tem pela frente, mas acredita que, se tudo der certo, uma viagem da Terra a Marte levará 13 minutos, e uma esticada até Netuno, cerca de 4 horas.
Com a tecnologia atual, pode-se ir a Marte em cerca de 6 meses, e a Netuno, em aproximadamente 10 anos. Mas as previsões de viagens espaciais comerciais são promissoras: a Virgin Galactic oferece voos suborbitais para o interessado ver a Terra pela janela e postar em seu feed. Ademais, a animação suspensa desacelera a vida sem desligar o interruptor — em tese, a pessoa dorme aqui e acorda em outro sistema solar com a mesma idade —, e a hibernação que vemos nos filmes de ficção já funciona com mamíferos pequenos
Muitos desses projetos esbarram nos limites da física conhecida — caso dos motores de dobra — e na escassez de recursos — construir uma Esfera de Dyson exigiria materiais de planetas inteiros. Mas Arthur C. Clarke não disse que "a única maneira de descobrir os limites do possível é ir além deles, rumo ao impossível"?
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