quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

COPIANDO IMAGENS DE UM ARQUIVO DO MS WORD

DÍVIDA, PARA MIM, É SAGRADA. ENTÃO, QUE DEUS LHE PAGUE.

Esta postagem foi publicada originalmente em 2008, e eu só me lembrei dela porque, dias atrás, alguém deixou um comentário me agradecendo pela dica. Aliás, confesso eu mesmo já havia me esquecido desse truque, que, embora não seja de importância vital, é uma mão na roda em situações específicas. Confira:

Inserir figuras em documentos do Word é uma tarefa simples: basta clicar em Inserir > Figura > Do arquivo e selecionar qualquer tipo de arquivo gráfico (JPG, BMP, TIF, GIF, etc.). Já para fazer a operação inversa – ou seja, extrair uma imagem de um arquivo .doc –, é preciso selecionar a imagem, clicar em Editar > Copiar, abrir o Paint (ou outro programa gráfico qualquer) e clicar em Editar > Colar.
Se seu Office for 2000 ou posterior, as imagens obtidas dessa forma pedem muito em qualidade e resolução, diferentemente do que ocorre nas versões mais antigas, onde a cópia fica idêntica ao original. Para contornar esse problema:

·        Abra o documento do Word e clique em Arquivo > Salvar como.
·        Na parte inferior da janelinha que se abrir, defina o tipo de arquivo como “Página Web HTML”.
·        Atribua um nome qualquer para o novo arquivo, que terá a extensão .htm, e escolha o local onde ele deverá ser salvo.
·        Na pastinha que irá surgir no local escolhido, você encontrará todos os arquivos gráficos existentes no documento original (.doc). As extensões poderão ser .jpg ou .png, mas terão alta qualidade gráfica (para cada imagem, existe uma versão integral e uma versão em miniatura, que você pode descartar).

O tipo de arquivo escolhido influencia sobremaneira a qualidade da imagem e o tamanho final da coisa. O formato .bmp (bitmap) oferece altas resoluções, já que não utiliza compressão, mas os arquivos ficam gigantescos (para ilustrar seus trabalhos impressos, uma opção mais interessante é o .tif, que produz arquivos menores sem comprometer muito a qualidade da imagem). Já o popular .jpg gera arquivos ainda menores, mas a perda de qualidade é brutal; utilize-o apenas em figuras que você tenciona publicar na Web ou enviar por e-mail (você pode escolher a taxa de compressão, que varia de 0 a 12; valores mais baixos resultam em imagens de melhor qualidade, mas o tamanho final do arquivo também será maior). O formato .gif, por sua vez, também comprime as imagens, mas limita a quantidade de cores simultâneas possíveis (use-o preferencialmente para figuras com poucas cores, como logomarcas ou ícones).

Observação: Ao imprimir uma foto recebida por e-mail (que foi anteriormente editada para ter seu tamanho reduzido), você observará falhas decorrentes da compressão do padrão .jpg. Nem perca tempo convertendo o arquivo para outro formato, pois isso não resolverá o problema.

Um ótimo dia a todos e até mais ler.
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