domingo, 11 de janeiro de 2026

QUIBE DE BANDEJA E TORTA RÁPIDA DE QUEIJO E PRESUNTO

AS REDES SOCIAIS SE TORNARAM A MAIOR BENESSE PARA OS SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA DESDE QUE A IGREJA CATÓLICA INVENTOU A CONFISSÃO.

O cultivo do trigo e de outros cereais na região que hoje abriga países como Iraque, Jordânia e Líbano, contribuiu para que nossos antepassados trocassem a vida nômade por comunidades, criassem cidades, impérios e, posteriormente, criassem o hábito de reunir parentes e amigos em torno de uma mesa farta.


CONTINUA DEPOIS DA POLÍTICA


Fernando Haddad deixará o Ministério da Fazenda em fevereiro para colaborar com a campanha à reeleição de Lula — coisa que, aliás, ele vem fazendo desde o dia em que assumiu o cargo, desdobrando-se para aumentar a arrecadação e satisfazer a ânsia perdulária do chefe por ampliar seu capital eleitoral.

Vale relembrar que, durante a campanha de 2002, Antonio Palocci convenceu Lula a firmar o compromisso de preservar o superávit fiscal — que, juntamente com o câmbio flutuante e as metas de inflação, compunha o tripé macroeconômico herdado do governo FHC. Em 2005, porém, sua equipe econômica cometeu a heresia de propor que o governo perseguisse o déficit nominal zero — uma meta ousada, que melhoraria drasticamente a percepção do Brasil no mercado e permitiria uma redução acentuada dos juros. A ideia, porém, não foi adiante: era demais para os padrões petistas.

À época, em entrevista ao Estadão, Dilma, então ministra da Casa Civil, classificou o plano como “rudimentar”. Haddad, que não chega a ser uma Dilma, jamais será um Palocci — ao contrário: ele ajudou a conceber uma âncora fiscal que só existia para efeito de propaganda e passou os últimos três anos tentando dourar a pílula do déficit, reafirmando um compromisso de equilíbrio das contas públicas que Lula — e os números — tratavam de desmoralizar diariamente.

No primeiro mandato, Lula se preocupava em transmitir ao mercado e aos investidores a imagem de que trataria as contas públicas com seriedade, no terceiro ele esbanja dinheiro sem qualquer pudor. “Não tem macroeconomia, não tem câmbio: se tiver dinheiro na mão do povo, está resolvido o nosso problema”, perorou o palanque ambulante..

Haddad se empenhou na aprovação da reforma tributária sobre o consumo, mas acabou se rendendo aos imperativos populistas de Lula e pagando o mico de anunciar em rede nacional o plano eleitoreiro do chefe de isentar do IR quem ganha até R$ 5 mil — talvez o ponto mais abissal de sua passagem pelo Ministério da Fazenda.

Dizer que a arquitetura do arcabouço pode ser mantida e que basta discutir seus parâmetros em 2027, como fez o bonifrate de xamã petista, é insultar a inteligência alheia. Do mesmo modo, é ofensivo afirmar que Lula herdou um “inferno no campo fiscal” dos governos que o antecederam. Ao fazê-lo, Haddad deixa claro que jamais deixará de ser petista — ainda que uma ala do partido não o suporte.


O cereal viajou o mundo e, em cada porto, ganhou novo sotaque. No Oriente Médio, o trigo fino levou à criação do quibe, que pode ser servido cru, frito ou assado. Para preparar quibe assado com cebolas caramelizadas, você vai precisar de:


1 kg de carne moída (sugiro patinho ou coxão-mole);

1 ½ xícara (chá) de trigo fino para quibe;

1 cebola ralada;

Raspas e suco de 1 limão;

1½ xícara (chá) de folhas de hortelã picadas;

1 colher (chá) de pimenta síria;

1 colher (sopa) de sal;

1 cebola picada;

1 colher (sopa) de manteiga;

½ colher (chá) de pimenta síria;

1 colher (sopa) de tahine;

2 colheres (sopa) de nozes picadas;

Salsinha picada;

3 cebolas em rodelas

50 g de manteiga.

Azeite, sal e pimenta-do-reino a gosto.


Deixe o trigo para quibe de molho por 3 horas e escorra bem, espremendo o excesso de água com as mãos ou em um pano limpo. Em uma tigela grande, misture metade da carne moída, o trigo hidratado, a cebola ralada, as raspas e o suco de limão, a hortelã picada, a pimenta síria e o sal. Amasse bem com as mãos até obter uma massa homogênea e úmida


Preaqueça o forno a 200ºC, unte com azeite uma assadeira retangular de 28 x 18 cm, derreta 1 colher (sopa) de manteiga em uma frigideira e refogue a cebola picada até ficar dourada. Adicione metade da carne moída, tempere com a pimenta síria, sal e pimenta-do-reino, cozinhe por cerca de 4 minutos (mexendo para desmanchar) e finalize misturando tahine, as nozes e a salsinha picada.


Derreta 50 g de manteiga em uma panela, adicione as cebolas em rodelas com uma pitada de sal, cozinhe em fogo baixo por cerca de 20 minutos, mexendo até que fiquem douradas e caramelizadas.


Divida a massa do quibe ao meio, espalhe a primeira metade no fundo da assadeira e o recheio sobre essa base. Distribua as cebolas caramelizadas sobre o recheio, cubra com o restante da massa e alise a superfície com as costas de uma colher.

Regue com um fio generoso de azeite, leve ao forno para assar por cerca de 35 minutos (ou até ficar bem dourado) e sirva em seguida.


Para quem achou essa receita muito complicada e demorada, a torta de queijo e presunto feita no liquidificador é simples, rápida — basicamente, é só bater os ingredientes e levar ao forno — e vai bem no café da manhã, no lanche ou no jantar. Você vai precisar de:

3 ovos;

1/2 xícara (chá) de óleo;

2 xícaras (chá) de leite;

2 xícaras (chá) de farinha de trigo;

1 colher (sopa) de fermento em pó;

1 colher (chá) de sal;

Queijo ralado a gosto;

200 g de presunto picado;

200 g de queijo muçarela;

1 tomate sem sementes picado;

1/2 cebola picada;

Orégano e azeitonas a gosto


Bata os ovos, o leite, o óleo, o sal e a farinha de trigo até formar uma massa lisa e homogênea. Acrescente o fermento e misture delicadamente com uma colher. Unte uma forma média com manteiga e farinha, despeje metade da massa, espalhe o recheio de presunto, queijo, tomate e orégano, cubra com o restante da massa e polvilhe o queijo ralado para obter uma crostinha dourada. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por cerca de 35 a 40 minutos, até ficar douradinha e firme.


Bom apetite.