AS REDES SOCIAIS SE TORNARAM A MAIOR BENESSE PARA OS SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA DESDE QUE A IGREJA CATÓLICA INVENTOU A CONFISSÃO.
CONTINUA DEPOIS DA POLÍTICA
Fernando Haddad deixará o Ministério da Fazenda em fevereiro para colaborar com a campanha à reeleição de Lula — coisa que, aliás, ele vem fazendo desde o dia em que assumiu o cargo, desdobrando-se para aumentar a arrecadação e satisfazer a ânsia perdulária do chefe por ampliar seu capital eleitoral.
Vale relembrar que, durante a campanha de 2002, Antonio Palocci convenceu Lula a firmar o compromisso de preservar o superávit fiscal — que, juntamente com o câmbio flutuante e as metas de inflação, compunha o tripé macroeconômico herdado do governo FHC. Em 2005, porém, sua equipe econômica cometeu a heresia de propor que o governo perseguisse o déficit nominal zero — uma meta ousada, que melhoraria drasticamente a percepção do Brasil no mercado e permitiria uma redução acentuada dos juros. A ideia, porém, não foi adiante: era demais para os padrões petistas.
À época, em entrevista ao Estadão, Dilma, então ministra da Casa Civil, classificou o plano como “rudimentar”. Haddad, que não chega a ser uma Dilma, jamais será um Palocci — ao contrário: ele ajudou a conceber uma âncora fiscal que só existia para efeito de propaganda e passou os últimos três anos tentando dourar a pílula do déficit, reafirmando um compromisso de equilíbrio das contas públicas que Lula — e os números — tratavam de desmoralizar diariamente.
No primeiro mandato, Lula se preocupava em transmitir ao mercado e aos investidores a imagem de que trataria as contas públicas com seriedade, no terceiro ele esbanja dinheiro sem qualquer pudor. “Não tem macroeconomia, não tem câmbio: se tiver dinheiro na mão do povo, está resolvido o nosso problema”, perorou o palanque ambulante..
Haddad se empenhou na aprovação da reforma tributária sobre o consumo, mas acabou se rendendo aos imperativos populistas de Lula e pagando o mico de anunciar em rede nacional o plano eleitoreiro do chefe de isentar do IR quem ganha até R$ 5 mil — talvez o ponto mais abissal de sua passagem pelo Ministério da Fazenda.
Dizer que a arquitetura do arcabouço pode ser mantida e que basta discutir seus parâmetros em 2027, como fez o bonifrate de xamã petista, é insultar a inteligência alheia. Do mesmo modo, é ofensivo afirmar que Lula herdou um “inferno no campo fiscal” dos governos que o antecederam. Ao fazê-lo, Haddad deixa claro que jamais deixará de ser petista — ainda que uma ala do partido não o suporte.
O cereal viajou o mundo e, em cada porto, ganhou novo sotaque. No Oriente Médio, o trigo fino levou à criação do quibe, que pode ser servido cru, frito ou assado. Para preparar quibe assado com cebolas caramelizadas, você vai precisar de:
1 kg de carne moída (sugiro patinho ou coxão-mole);
1 ½ xícara (chá) de trigo fino para quibe;
1 cebola ralada;
Raspas e suco de 1 limão;
1½ xícara (chá) de folhas de hortelã picadas;
1 colher (chá) de pimenta síria;
1 colher (sopa) de sal;
1 cebola picada;
1 colher (sopa) de manteiga;
½ colher (chá) de pimenta síria;
1 colher (sopa) de tahine;
2 colheres (sopa) de nozes picadas;
Salsinha picada;
3 cebolas em rodelas
50 g de manteiga.
Azeite, sal e pimenta-do-reino a gosto.
Deixe o trigo para quibe de molho por 3 horas e escorra bem, espremendo o excesso de água com as mãos ou em um pano limpo. Em uma tigela grande, misture metade da carne moída, o trigo hidratado, a cebola ralada, as raspas e o suco de limão, a hortelã picada, a pimenta síria e o sal. Amasse bem com as mãos até obter uma massa homogênea e úmida
Preaqueça o forno a 200ºC, unte com azeite uma assadeira retangular de 28 x 18 cm, derreta 1 colher (sopa) de manteiga em uma frigideira e refogue a cebola picada até ficar dourada. Adicione metade da carne moída, tempere com a pimenta síria, sal e pimenta-do-reino, cozinhe por cerca de 4 minutos (mexendo para desmanchar) e finalize misturando tahine, as nozes e a salsinha picada.
Derreta 50 g de manteiga em uma panela, adicione as cebolas em rodelas com uma pitada de sal, cozinhe em fogo baixo por cerca de 20 minutos, mexendo até que fiquem douradas e caramelizadas.
Divida a massa do quibe ao meio, espalhe a primeira metade no fundo da assadeira e o recheio sobre essa base. Distribua as cebolas caramelizadas sobre o recheio, cubra com o restante da massa e alise a superfície com as costas de uma colher.
Regue com um fio generoso de azeite, leve ao forno para assar por cerca de 35 minutos (ou até ficar bem dourado) e sirva em seguida.
3 ovos;
1/2 xícara (chá) de óleo;
2 xícaras (chá) de leite;
2 xícaras (chá) de farinha de trigo;
1 colher (sopa) de fermento em pó;
1 colher (chá) de sal;
Queijo ralado a gosto;
200 g de presunto picado;
200 g de queijo muçarela;
1 tomate sem sementes picado;
1/2 cebola picada;
Orégano e azeitonas a gosto
Bata os ovos, o leite, o óleo, o sal e a farinha de trigo até formar uma massa lisa e homogênea. Acrescente o fermento e misture delicadamente com uma colher. Unte uma forma média com manteiga e farinha, despeje metade da massa, espalhe o recheio de presunto, queijo, tomate e orégano, cubra com o restante da massa e polvilhe o queijo ralado para obter uma crostinha dourada. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por cerca de 35 a 40 minutos, até ficar douradinha e firme.
Bom apetite.

