sábado, 2 de maio de 2026

AGENTE AUTÔNOMO DE IA NO GEMINI

AS PUTARIAS QUE VOCÊ FAZ JAMAIS COMPENSAM AS SACANAGENS QUE OS OUTROS FAZEM COM VOCÊ.  

O Google anunciou uma expansão nas capacidades do Gemini para Android, que permitirá executar tarefas dentro de aplicativos de terceiros — como solicitar corridas no Uber ou realizar pedidos de comida em apps de delivery, entre outros. 


Restrita inicialmente aos Estados Unidos e à Coreia do Sul, a novidade deve entrar em fase beta em breve para a linha Pixel 10 — indisponível no Brasil — e os recém-anunciados Samsung Galaxy S26, que também introduzirá um agente da Perplexity. Segundo o Google, a iniciativa é um avanço importante na transição do software, que deixaria de ser apenas um sistema operacional para se tornar um “sistema de inteligência”.


CONTINUA DEPOIS DA POLÍTICA


No instante em que o brasileiro preenche a declaração de Imposto de Renda para acertar suas contas com o Fisco, desbarata-se um esquema de corrupção no Porto do Rio de Janeiro: em troca de propinas, servidores da Receita Federal permitiram a entrada no Brasil, sem fiscalização, de mais de R$ 86 bilhões em mercadorias.

A Polícia Federal realizou batidas nos endereços de 25 auditores e analistas da Receita. Numa residência, apreendeu cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo. Noutras duas, recolheu dólares: US$ 200 mil e US$ 348 mil — convertidas para moeda local, as duas cifras correspondem a cerca de R$ 3 milhões. A troca de propinas por sonegação de impostos de empresas importadoras começou em 2021, sob Bolsonaro, e se manteve sob Lula até o mês passado.

O novo escândalo passa a dividir o noticiário com outros casos duros de roer: o assalto das verbas do Orçamento federal, o roubo bilionário das aposentadorias, as fraudes do falecido Banco Master, a infiltração do crime organizado na economia formal e no sistema financeiro nacional e a vomitativa campanha eleitoral para presidente deste arremedo de republiqueta de bananas. 

A corrupção é tanta que acaba roubando até o significado da palavra "contribuinte". O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da ABL cataloga cerca de 380 mil palavras. Num idioma tão rico de significados, "contribuinte" — aquele que contribui — começa a perder o sentido quando o dinheiro é arrancado na marra do bolso do dono, e se desvirtua por completo quando a verba que deveria financiar o aparato estatal de fiscalização, os serviços públicos, as obras do Estado e até as aposentadorias se transforma em corrupção.

E viva o sapientíssimo eleitorado tupiniquim, que, pelo visto, continua dividido entre conceder o quarto mandato ao ex-presidiário macróbio e guindar ao Planalto o abjeto senador das rachadinhas, panetones e mansões milionárias, primogênito do vomitativo ex-presidente golpista, que goza da cara do povo "gozando" em prisão domiciliar a pena de 27 anos de reclusão que lhe foi imposta por tentativa de golpe de Estado.


A interação com a nova ferramenta é rápida e deve funcionar como a ativação dos assistentes virtuais. O usuário só precisa pressionar e segurar o botão de energia do celular e dar um comando de voz, como “peça um Uber para…”. A partir do comando, o Gemini executa o app dentro de uma janela virtual e navega pelo processo de compra etapa por etapa. Toda a ação ocorre em segundo plano, deixando o usuário livre para continuar usando o smartphone normalmente.


Para evitar surpresas, o assistente detalha em tempo real o progresso da tarefa e notifica o usuário caso precise de ajuda para escolher entre duas opções ou se algum item solicitado estiver esgotado. A exemplo do que ocorre em agentes de IA para computadores, o Gemini não finaliza o pagamento; quando o carrinho de compras ou a rota do transporte estiverem configurados, ele emite um alerta para que o usuário revise e envie o pedido final manualmente.


O Google enfatiza que as automações só começam sob comando direto e param assim que a tarefa é concluída ou interrompida pelo dono do aparelho. Como o Gemini opera em uma janela virtual isolada, a empresa diz que o assistente não tem acesso ao restante do conteúdo do dispositivo durante a execução das ações.


Segundo apuração do The Verge, desenvolvedores podem facilitar a interpretação das interfaces pela IA ao expor ações nativas por meio de protocolos como o MCP (Model Context Protocol) ou pela estrutura de funções de aplicativos do próprio Android. Quando essas integrações não estão disponíveis, o sistema tenta identificar os elementos na tela de forma visual, simulando a navegação que seria feita manualmente pelo usuário.


Vale destacar que a execução automatizada de tarefas por assistentes de IA será incorporada de forma nativa ao Android 17, ampliando a disponibilidade do recurso para além dos dispositivos recém-lançados.