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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Jogando (mais) conversa fora e humor


Na última sexta feira eu mencionei ter comprado um teclado novo para plugar no meu notebook, já que o adaptador mini-Din/USB de R$ 10 (caro, considerando que é possível encontrar teclados a partir de R$ 11,90), além de ter sido difícil de achar, não funcionou no meu velho teclado Microsoft.
Minha primeira escolha recaiu sobre um modelo flexível da Multilaser http://www.multilaser.com.br/, que me cativou por ser totalmente emborrachado e, portanto, impermeável a água, poeira, cabelo, cinza de cigarros, farelos e outras impurezas que penetram nos modelos convencionais pelas frestas entre as teclas, mas nossa “lua de mel” não durou mais do que 15 minutos. Primeiramente, desagradou-me a rebeldia do teclado, que, talvez por ter passado muito tempo enrolado (numa embalagem com formato e dimensões de uma lata de Nescau), recusava-se a ficar paralelo com a superfície da mesa. Além disso, sua parte central parecia inchada (como se houvesse uma bolha de ar por baixo das teclas), as teclas “molengas” demais, e apesar da aparente contradição, duras de pressionar – ou por outra, precisavam ser premidas com força, e em algumas delas era difícil achar o ponto certo do contato. Voltei à loja e troquei o “molóide” por um Genius USB, que foi prontamente reconhecido pelo sistema e está funcionando muito bem, obrigado.

Observação: Uma maneira interessante de manter o teclado livre de impurezas é instalar uma membrana de silicone, conforme recomendou um leitor no post do dia 17.

Antes de encerrar, vale mencionar que a INFO deste mês relembra, na seção CTRL+Z, o velho “PORTABLE PALM KEYBOARD”, popular no final da década de 90, que era vendido por US$ 99 pesava 230g e tinha o tamanho correspondente ao de dois iPhones empilhados.     

Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:

Uma forte dor no ombro esquerdo levou João a procurar um médico. No consultório, soube que uma técnica revolucionária permitia que um computador de última geração diagnosticasse qualquer doença a partir de uma amostra de urina. Colhida a amostra, o médico programou a máquina e em poucos segundos leu o resultado:
- João da Silva, analista de sistemas, 34 anos, artrose acrômio-clavicular.
Boquiaberto, João retrucou:
- Não é possível! Eu nem disse meu nome... O senhor se importa de repetir o exame a partir de uma amostra de urina colhida em jejum?
Em casa, João colheu urina da esposa e da filha, adicionou algumas gotas do óleo do carro e outras tantas do seu próprio esperma. Dia seguinte, voltou ao consultório e ouviu o resultado:
- João da Silva, 34 anos, analista de sistemas, corno, filha grávida de 3 meses, carro em péssimas condições, deve evitar se masturbar com a mão esquerda devido a uma artrose acrômio clavicular no ombro direito.

4 comentários:

Reflexo d'Alma disse...

Bom dia Fernando!
Otimas informações
e muito humor
como sempre.
Saudades , ja
que pouco nos falamos
ul
tima
men
te.
penso que até deixou de ler essa poeta aqui...
mas em fim
Bjins entre sonhos e delírios

kleber disse...

boa tarde Fernando
vou guardar seu testemunho que serviu como orientação na hora de escolher um teclado novo.

FERNANDO disse...

Oi, Cátia.
Acompanho seu trabalho sempre que abro o Espalhando/Espelhando, mas tenho andado corrido ultimamente, daí a falta de contato.
Beijo grande, obrigado por mais esta visita e até mais ler.

FERNANDO disse...

Valeu, Kleber.
Um grande abraço e até a próxima (mesmo que agora seja só por aqui).