POLÍTICA NÃO É SÓ A ARTE DE ENGOLIR SAPOS, MAS TAMBÉM A ARTE DE PEDIR VOTOS AOS POBRES, PEDIR RECURSOS FINANCEIROS AOS RICOS E DEPOIS MENTIR PARA AMBOS.
Os smartphones substituem os desktops e notebooks na maioria das tarefas, de modo que sua autonomia se tornou tão importante na escolha do modelo quanto a memória RAM e o armazenamento interno. Mas mesmo baterias de 5.000 mAh ou superiores não duram o dia todo quando o dispositivo é usado a fundo.
A autonomia depende da capacidade da bateria, do consumo energético do aparelho e do uso que se faz dele. O cálculo é simples: uma bateria de 12 V e 2 A fornece 24 W de potência (tensão × corrente). Ou seja: quanto mais recursos ativos, mais rápido a carga se esgota. Isso é apenas um detalhe quando se tem uma tomada por perto ou um carregador 12V no carro, e vale lembrar que recargas parciais desgastam menos a bateria do que deixar o telefone desligar automaticamente por falta de energia.
CONTINUA DEPOIS DA POLÍTICA
Eduardo Bolsonaro defendeu publicamente a fuga do pai, que está preso preventivamente por “meter o ferro de soldar” na tornozeleira eletrônica. Durante a audiência de custódia, o "mito" alegou que um "surto paranoico" o levou a imaginar escutas na tornozeleira e a danificar o dispositivo com um ferro de soldar.
Bolsonaro já se refugiou na embaixada da Hungria (em março p.p.) e cogitou pedir asilo ao governo argentino. No exame de corpo de delito deste sábado, ele mencionou um improvável surto, visando criar uma narrativa de instabilidade mental não diagnostica.
A Primeira Turma do STF tinha até às 20h de ontem para ratificar a prisão preventiva decretada por Xandão, e o fez por unanimidade pouco depois das 10h da manhã.
Configurações mais conservadoras ajudam a reduzir o consumo sem sacrificar a usabilidade, mas o próprio sistema pode ser um dreno constante. O Android é maleável, mas cobra um preço pela personalização — widgets animados, papéis de parede vivos e temas cheios de efeitos são bonitos, mas gastam muita energia.
Some-se a isso o conjunto de inutilitários pré-instalados, que rodam e segundo plano, sincronizam dados, recebem notificações e se atualizam, disputando recursos com os apps que realmente importam. Para piorar, a maioria desse bloatware não pode ser removida da maneira convencional, embora possamos congelá-la tocando em Configurações > Bateria e interrompendo a execução em segundo plano.
Aplicativos de redes sociais e mensageiros — como Facebook e Messenger — e conexões sem fio — Wi-Fi, Bluetooth, GPS e NFC — ativas desnecessariamente aceleram significativamente a descarga da bateria, já que o aparelho fica procurando redes ou dispositivos o tempo todo.
Observação: Manter o Wi-Fi sempre ligado é prático, mas deixa o celular vulnerável a conexões automáticas em redes públicas como as de shoppings, restaurantes, hipermercados e aeroportos, que podem ser verdadeiros focos de malware. E como a localização via Bluetooth também compromete a segurança, revise os aplicativos que têm permissão de localização e mantenha ativos somente os essenciais.
Ativar as opções Restringir atividade em segundo plano ou Suspender app não só economiza bateria como poupa ciclos do processador e da memória, entre outros recursos preciosos. Convém também ativar o Modo Avião em locais com sinal fraco, já que o celular tende a aumentar a potência da antena, consumindo ainda mais energia.
Em aparelhos Motorola da linhas Moto G, Edge e One, o Modo de Economia limita processos em segundo plano, reduz vibrações e ajusta o desempenho para poupar energia. Sugiro configurá-lo para entrar em ação quando a reserva de carga atinge um nível específico — como 30% ou 20%. Aproveite o embalo e ligue a função Economia Extrema, que desativa quase todos os recursos não essenciais, mantendo somente chamadas e mensagens.
No fim das contas, economizar bateria é como economizar dinheiro: a conta sempre chega, mas dá para aliviar um pouco se a gente tiver jogo de cintura.
Continua...
