quinta-feira, 27 de novembro de 2014

AINDA SOBRE INSTALAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE DRIVERS (CONTINUAÇÃO)

A SORTE FAVORECE A MENTE BEM PREPARADA

Basta conhecer a marca e o modelo dos dispositivos de hardware instalados no PC (ou somente da placa-mãe e chipset, no caso de sistemas onboard) para garimpar os sites dos respectivos fabricantes em busca de edições mais recentes de seus drivers. No entanto, o gerenciamento manual desses programinhas pode não ser uma boa ideia, já que exige o download manual, caso a caso, a criação de um ponto de restauração do sistema – a despeito de o Gerenciador de Dispositivos do Windows contar com o botão Reverter Driver (veja figura) –, a instalação propriamente dita – que nem sempre é um primor de simplicidade – e a reinicialização do computador, necessária para validar cada modificação.

Observação: No caso de uma reinstalação do sistema num PC de grife, os drivers pré-carregados pelo fabricante são automaticamente restaurados durante o processo, que, como já comentamos em outras postagens, é feito a partir dos arquivos de recuperação gravados numa partição criada no HD para esse fim (note que isso não significa que não existam edições mais recentes). Já nas integrações independentes, a reinstalação do Windows a partir do DVD oficial repõe os drivers nativos (genéricos), que devem ser substituídos o quanto antes pelas últimas edições, nas quais os fabricantes corrigem bugs e ampliam os recursos de seus produtos.     

Drivers obtidos por download costumam ser fornecidos como arquivos executáveis – basta dar duplo clique sobre eles, seguir as instruções do Assistente e, ao final, reiniciar o sistema para que o processo surta efeito – caso em que é preciso clicar no executável install.exe ou setup.exe para disparar a instalação (na ausência desses arquivos, procure um que tenha a extensão .inf, dê um clique direito sobre ele e selecione Install). Há ainda drivers que vêm em pastas compactadas e não raro trazem diversas versões, inclusive para 32 ou 64 bits – nesse caso, é preciso examiná-los cuidadosamente para localizar a opção adequada antes de comandar a instalação.
O lado bom de toda essa história é que existem ferramentas (Gerenciadores de Drivers) capazes de analisar o hardware e corrigir irregularidades, sugerir links para atualizações e por aí vai, mas a maioria dos freewares deixa por conta e risco do usuário a instalação propriamente dita, que é justamente a parte mais delicada do processo. Dos diversos gerenciadores gratuitos que eu testei para embasar esta matéria, o Driver Max foi o que melhor se saiu, mas somente por fazer o serviço de cabo a rabo, já que ele é pouco intuitivo (o tutorial do Baixaki ajuda um pouco) e limita o download a dois drivers por dia (limitação que deixa de existir na versão comercial do programinha). Já o Drive Pack Solution me desanimou pelo tamanho – 2,3 GB – e o Device Doctor, por não conseguir completar o download de alguns drivers, além de não remover da lista os componentes que foi capaz de atualizar. Além disso, o driver que ele indicou para o meu mouse tornou o dispositivo inoperante, forçando-me a recorrer ao teclado para comandar a restauração do sistema – que, infelizmente, também não funcionou.
Amanhã a gente conclui; abraços a todos e até mais ler.
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