segunda-feira, 13 de março de 2017

TRADUÇÃO EM UM CLIQUE COM O GOOGLE CHROME

EXISTEM SITUAÇÕES EM QUE ATÉ OS IDIOTAS PERDEM A MODÉSTIA.

O inglês é padrão na Web, mas a familiaridade que muitos de nós têm com o idioma do Tio Sam não vai muito além do “the book is on the table”. Felizmente, existem ferramentas, como o Google Tradutor, que traduzem palavras, frases e blocos de texto com uns poucos cliques do mouse ― e não só do inglês para o português, naturalmente, mas de mais de 100 idiomas (talvez essas traduções não sejam lá essas coisas do ponto de vista gramatical, mas é inegável que ajudam um bocado).

Enfim, a boa notícia é que usuários do Chrome podem realizar as traduções mais facilmente, com uns poucos cliques do mouse. Para tanto, basta fazer os ajustes sugeridos pelo portal de tecnologia Techtudo:

1 ― Primeiramente, você deve baixar a extensão Google Dictionary a partir do Chrome Web Store.

2 ― Depois de instalar a extensão e receber a confirmação, acesse o menu de personalização do browser, clique em Mais Ferramentas > Extensões e, na página que é exibida em seguida, vá até Google Dictionary (by Google) e clique em Opções.

3 ― Na tela seguinte, em My language, selecione Brazilian Portuguese e marque as opções Display pop-up when I double click a word e Display pop-up when I select a word or phrase. Feito isso, clique em Save e reinicie o navegador.

Agora, quando você acessar uma página internacional, basta selecionar a palavra ou o bloco de texto e cliqcar no ícone que representa o Google Dictionary, no canto superior esquerdo da barra de endereços, para visualizar instantaneamente a tradução em português.

LULA E SUA COLEÇÃO DE DERROTAS

Sem elementos sólidos para se defender da caudalosa enxurrada de denúncias envolvendo sua abjeta pessoa, o ex-presidente petralha afronta o Judiciário, rosna bazófias contra a mídia e as “zelites” e culpa o juiz Moro por todos os males do mundo, enquanto a militância acéfala reverbera suas asnices e dá asas a seus delírios de voltar ao Palácio do Planalto ― que Deus nos livre de tamanha desgraça. Todavia, a despeito da equipe de causídicos especializados em absolver culpados mediante honorários cobrados em dólares por hora, que abusam do atrevimento nas audiências e insistem em transformar casos de polícia em causas políticas, Lula vem colecionando derrotas.

Observação: Como bem lembrou Augusto Nunes em sua coluna, se a saúde financeira do Instituto Lula foi devastada pela retração dos fregueses da Lava-Jato, se o Bill Clinton de galinheiro não recebe convites para palestras desde junho de 2015, se as mediações bilionárias do camelô de empreiteiras foram prudentemente suspensas, de onde vem o dinheiro para bancar a gastança com rabulices? Aí tem...

Voltando aos revezes granjeados por sua insolência, lembro a resposta da Comissão de Direitos Humanos da ONU, que mandou-o plantar batatas, e o passa-moleque com que o brindou o juiz José Zoéga Coelho, no último dia 3, ao absolver Joice Hasselmann no processo por calúnia, injúria e difamação antes mesmo que a jornalista apresentasse sua defesa. Segundo o magistrado, “a simples leitura da queixa, tal como oferecida, já denota que os fatos ali narrados não constituem crime”, e “a evidente gravidade dos dizeres dirigidos ao querelante (Lula) mostra-se francamente proporcional à extrema gravidade dos fatos notórios, que a tempo da publicação no blog já eram de amplo conhecimento público”. Cabe recurso ao Tribunal de Justiça de São Paulo, e a renca de causídicos insaciáveis certamente não perderá a chance de faturar mais uma grana ― no que faz muito bem.

Para encerrar em grande estilo: Na última sexta-feira, a 4ª Seção do TRF da 4ª Região rejeitou por unanimidade a queixa crime movida pelo molusco contra o juiz Sergio Moro, com base na condução coercitiva do petralha para depor, em março do ano passado, bem como nos mandados de busca e apreensão de bens e na interceptação de conversas telefônicas ― aí incluída aquela em que Dilma dizia estar enviando pelo Bessias o termo da nomeação [do petralha para a Casa Civil], para Lula usar só em "caso de necessidade” (ou seja, se a PF aparecesse na sua porta com um mandado de prisão preventiva).

Observação: Essa célebre conversa originou um inquérito contra Dilma e Lula por obstrução da Justiça, e só não resultou na prisão do petralha porque Teori Zavascki avocou a competência do Supremo, fechando a janela de oportunidade (Dilma, à época, ainda era presidente da República e, portanto, gozava de prerrogativa de foro). Volto a esse assunto na próxima postagem.

A advogada Rosângela Wolff Moro, esposa do magistrado e responsável por sua defesa, classificou a ação como uma tentativa de intimidar o Poder Judiciário e lembrou uma das falas captadas na interceptação, em que o ex-presidente afirmava que os juízes “têm que ter medo”. Ao defender a busca e apreensão autorizada por Moro, a causídica ressaltou que “foram colhidos elementos probatórios relevantes, como objetos pessoais do ex-presidente no já notório Sítio de Atibaia, a indicar, aparentemente, que ele é o real proprietário (...) Não houve qualquer crime de abuso de autoridade, sequer ilegalidade, na decisão judicial”.

Os advogados de Lula devem apelar; afinal, precisam justificar sua nababesca remuneração.

Confira minhas atualizações diárias sobre política em www.cenario-politico-tupiniquim.link.blog.br/

2 comentários:

Martha disse...

Oi Fernando
Ainda não estou totalmente de volta...rrsrsrs
Muito trabalho com a mudança e mil coisas para ajeitar mas estou tentando te acompanhar.
Não prometo visitas diárias mas procuro ler o que vc tem postado.
Acabei de instalar a extensão e achei legal...
Bjs e obrigada sempre!!!!

Fernando Melis disse...

Oi, Martha.
Quem bom revê-la por aqui. Eu estava realmente me sentindo abandonado (risos).
Tome seu tempo, doutora. O fato de saber que você tenta arrumar uns minutinhos para visitar este humilde espaço e deixar umas linhas dando conta de sua passagem já me gratifica.
Sucesso aí com seus novos empreendimentos. Toda mudança implica aborrecimentos, mas, sendo para melhor, sempre acaba compensando.
Beijos, obrigado pela atenção e até breve - espero.