quarta-feira, 1 de junho de 2016

A ESQUERDA TEATRAL E A MATILHA DE HIENAS FAMINTAS (Por Paulo Bressane, em O Tempo)

É inacreditável o que o PT e aliados continuam fazendo com o país. Agem como uma matilha de hienas famintas que não querem largar os ossos que deixaram nesta terra arrasada por seus 13 anos de poder. Com sua inominável incapacidade de sentir qualquer resquício de remorso, continuam sua bandalheira antidemocrática, apoiados pelos inocentes úteis, devidamente orquestrados de forma criminosa por seus “mentores intelectuais” ― no caso, estou falando, com as devidas exceções, de professores, artistas, dirigentes de “movimentos populares” como MST, CUT e UNE, entre outros que se regalam com as verbas públicas.

O lulopetismo golpeou o país de forma visceral, afetando até mesmo a percepção moral dos enganados. Os milhões de desempregados nas ruas comprovam a destruição de qualquer ganho real e sustentável, da base social que sempre defendeu.

Com a cabeça presa ao passado, a esquerda teatral não pensa no futuro; não conhece nem muito menos entende o mundo globalizado de hoje, pois continua refém dos capitalistas do século XVIII, que na revolução industrial exploravam ao máximo a classe trabalhadora. Presos neste passado distante, os esquerdistas apenas contribuem para a perpetuação da pobreza presente, negando ao Brasil a chance de lutar por um capitalismo evoluído e civilizado, como o já alcançado em países como o Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Dinamarca, Noruega, Japão e Coreia do Sul, entre outros.

Aqui na terra dos apadrinhados e mamadores de verbas do estado paizão, os “intelectuais” e dirigentes de “movimentos sociais” não passam de grandes embusteiros e falsos pensadores cegos por seu raciocínio ilógico. Vejam, por exemplo, o quiproquó armado por parte da classe artística, a mais nova arma da esquerda teatral. Gritaram contra o fechamento do Ministério da Cultura para não perder os milhões que bancam artes muitas vezes duvidosas. Qual seria o problema de sua unificação com o ministério da educação? não existe uma simbiose entre os dois?

Os energúmenos que falam em golpe deveriam se ater à terrível herança deixada pelo partido: entre outros, um rombo fiscal de R$170 bilhões, inflação de 11% e a maior taxa de desemprego na série histórica do IBGE, e crescendo. É claro que existe também o protagonismo do maior caso de corrupção do planeta, mas nada disso os deixa indignados. Se lhes falta conhecimento dos fatos, não lhes falta vergonha na cara.

(Para ler o artigo original, clique aqui).
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