sexta-feira, 1 de julho de 2011

Você sabia?

A despeito de ser o sistema operacional para PCs mais utilizado em todo o mundo, o Windows (e a Microsoft, em última análise) tem um bocado de detratores entre os “Old School Hackers” e os defensores mais radicais do Open Source. Nos tempos das versões 9x, o sistema era jocosamente chamado de “Ruíndows” e de “Colcha de Retalhos” – por conta dos constantes travamentos e dos “remendos” (patches) que a Microsoft disponibiliza regularmente para corrigir bugs e falhas de segurança. Aliás, a versão NT (de “New Technology”), cujo kernel (núcleo) serve de base também para o XP, logo ficou conhecida como Nice Try (boa tentativa), devido à quantidade de brechas de segurança exploradas pelos representantes do “underground digital”.

A Lixeira do Windows permite reverter exclusões de arquivos feitas por acidente ou por engano - isso enquanto ela não for esvaziada, pois aí só será possível recuperar os arquivos com a ajuda de programinhas dedicados.


Observação: Aliás, é bom lembrar disso quando você for modernizar seu equipamento e vender ou doar seu PC antigo, já que esses programinhas permitem ao novo usuário bisbilhotar as informações que você supõe ter apagado simplesmente formatando o disco. Nessas circunstância, vale a pena fazer a exclusão irreversível dos dados com o ERASER ou outro programinha similar (há diversas sugestões a propósito aqui no Blog).

Enfim, para evitar acidentes, o sistema pergunta se você tem certeza de que deseja apagar o arquivo (o que pode ser contornado mediante o uso do atalho Shift+Del na hora da exclusão). No entanto, esse pedido de confirmação será desabilitado de vez se você der um clique direito sobre o ícone da Lixeira, clicar em Propriedades, selecionar a aba Geral e desmarcar a opção “Exibir caixa de diálogo de confirmação de exclusão”. Aliás, nessa mesma tela, é possível realizar um ajuste mais radical, marcando a opção “Não mover os arquivos para a Lixeira. Remover os arquivos imediatamente quando forem excluídos”.
Enfim, embora seja bom saber que essa possibilidade existe, é melhor não utilizá-la, já que ela não dá margem a arrependimentos; apagou, um abraço!

Passemos agora ao nosso tradicional humor de final de semana, ainda sobre o comportamento das mulheres finas, comuns, vulgares e depravadas nas mais diversas situações (a primeira parte foi publicada na sexta-feira passada; se você não leu, vale conferir).

VENDO UM HOMEM INTERESSANTE:


Mulher fina: Muito simpático!
Mulher comum: Que homem liiiindo!
Mulher vulgar: Dessa fruta eu chupava até o caroço!
Mulher depravada: Eu deixava ele fazer barba, cabelo e bigode.


QUANTO UM INDESEJÁVEL LHE FALA UMA GRACINHA:
(ignora)
Tem gente que não tem noção!
Vai te catar o meu! Não se enxerga, não?
Vai tomar no cú, viado, corno.


OUVINDO JAZZ:
Liiindo!
Adoro qualquer tipo de música!
Que porra de música é essa?
Tira essa merda aí, coloca um pagode, cacete!


DIANTE DA BROCHADA DO PARCEIRO:
Meu amor, isso acontece.
O problema é comigo?
Você já trepou hoje com alguma vadia?
Caralho, quer que eu faça fio terra em você?


ASSISTINDO BALLET:
Bravo!!!
Lindo!!!
Perdi meu tempo, deixei de ver as videocassetadas.
Que porra é essa? Ridículo, isso é coisa de viado!


PRIMEIRO CONTATO NO MSN:
Boa Noite!
Oiiiii.
Falaê gato.
Peraê, vou ligar a webcam.


DECLARAÇÃO DE AMOR:
Eu te amo!
Você é o homem da minha vida!
Você é a tampa da minha panela!
Só consigo gozar no seu pau!

Bom f.d.s. e até segunda, se Deus quiser.
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