sábado, 29 de novembro de 2025

CELULAR NOVO? VEJA COMO TRANSFERIR OS DADOS

FUJA DE QUEM DE TUDO SE QUEIXA.


Houve tempo em que as coisas eram feitas para durar. Hoje em dia, no entanto, a tendência é induzir as pessoas ao consumo repetitivo (assista ao curta metragem Obsolescência Programada). 


Para tanto, os fabricantes lançam novas versões de seus produtos em intervalos de tempo cada vez mais curtos, e seus marqueteiros passam ao público-alvo a ideia de que as novas funcionalidades (que em muitos casos não passam de inutilidades) justificam a substituição de algo em perfeitas condições de funcionamento por um modelo supostamente superior.


CONTINUA DEPOIS DA POLÍTICA


O teatro farsesco — um tipo de comédia surgido na Idade Média, onde personagens caricaturais provocavam gargalhadas encenando enredos absurdos e grotescos — está ora em cartaz no Congresso. 

No Senado, Davi Alcolumbre rompeu com o líder do governo, Jaques Wagner, diante da indicação de Jorge Messias em de Rodrigo Pacheco para a vaga de Barroso no STF. Na Câmara, Hugo Motta se desentendeu com Lindbergh Farias após barrar a tentativa da oposição de recuperar a equiparação entre facções criminosas e terroristas no projeto de lei antifacção — aliás, eles já haviam se estranhado durante o motim bolsonarista, em agosto. Mas nem Alcolumbre nem Motta têm colhões para peitar Lula, que orientou o voto contra o texto de Guilherme Derrite, pupilo do governador bolsonarista Tarcísio de Freitas.

Quem não quiser fazer papel de bobo deve reparar não em Messias ou na proposta antifacção, mas no pano de fundo, que está impregnado de vestígios da investigação da Polícia Federal nas arcas podres do banco Master e das digitais dos oligarcas do Centrão. E mais: cabe à mesa diretora da Câmara — presidida por Motta — o ato administrativo formalizando a cassação do deputado Alexandre Ramagem, condenado pelo STF a 16 anos de prisão e perda do mandato parlamentar.

Mostrando que aprendeu com os mestres Carla Zambelli — que desfila seu mandato de deputada brasileira numa prisão em Roma — e Eduardo Bolsonaro — que coleciona faltas como deputado fantasma autoexilado no Texas —, o ex-diretor-geral da Abin deu uma banana a todos e fugiu com a família para Miami. Questionado por jornalistas, Motta se limitou a dizer que “vai analisar”.

A leniência de Motta é a prova provada de que autoridade é a soma das decisões que o poderoso toma, e mediocridade, a soma das hesitações e decisões que ele não toma. 

No comando da Camarilha Federal, o deputado paraibano baby-face usa sua autoridade para quase tudo, mas quando se trata de remover o entulho que se acumula embaixo do tapete verde, essa autoridade vira mediocridade.


A vida útil do smartphone está atrelada às atualizações do sistema. O Google lança novas versões do Android anualmente, mas os fabricantes as implementam de acordo com políticas próprias. Assim, enquanto alguns modelos de entrada recebem uma única atualização e patches de segurança por dois anos, os modelos "premium" podem receber até 7 atualizações do Android e 7 anos de suporte de segurança.


A despeito de o aparelho funcionar normalmente após o período oficial de atualizações, mantê-lo em uso represente um risco à privacidade e integridade dos dados, pois novas vulnerabilidades não serão corrigidas e alguns aplicativos (como o onipresente WhatsApp) podem deixar de funcionar, forçando a troca mesmo que o hardware esteja em boas condições. 


A boa notícia é que transferir dados para o smartphone novo é simples, sobretudo se o backup da conta do Google estiver atualizado: ao ser ligado pela primeira vez, o próprio dispositivo se propõe a restaurar uma variedade de informações, incluindo mensagens, aplicativos, fotos e configurações personalizadas — lembrando que ambos os aparelhos precisam estar carregados e conectados à Internet através de uma rede Wi-Fi estável para que a transferência ocorra sem complicações. 

 

Antes de qualquer outra coisa, acesse as configurações do Android no celular antigo, vá até Google, toque em Backup, certifique-se de que todos os itens relevantes — aplicativos, histórico de chamadas, contatos, configurações do dispositivo, SMS e fotos e vídeos — estejam incluídos no backup e toque em Fazer backup agora, Em seguida, ligue o aparelho novo e conecte-o à sua rede Wi-Fi. O Android oferecerá a opção de copiar dados com ou sem o uso de um cabo; se você escolher não usar um cabo, selecione Está sem o cabo? e siga as instruções para restaurar o backup da nuvem.

 

Se preferir o método manual, certifique-se de que seus contatos estejam salvos na conta Google (ao fazer login na mesma conta a partir do celular novo, eles serão sincronizados automaticamente). Caso utilize algum serviço de streaming, é só baixar o aplicativo no novo dispositivo e fazer login; para músicas salvas localmente, transfira os arquivos via cabo USB ou use serviços de nuvem como Google DriveUse o Google Fotos para transferir imagens e vídeos, o Google Drive para os demais arquivos, e Google Agenda para sincronizar automaticamente os eventos.

 

Antes de vender ou doar o celular antigo, acessar Configurações, tocar em Sobre o telefone e selecionar Restaurar > Restaurar dados de fábrica garante que seus dados pessoais não serão acessados por quem não deve ter acesso a eles.


Boa sorte.