Com o advento da tecnologia GSM, a autenticação dos celulares na rede ficou a cargo do SIM CARD – cartão “inteligente” cujo microchip armazena dados da linha e do cliente, configurações, preferências, agenda de contato e outros que tais. Assim, se seu telefone ficar sem bateria e você tiver um compromisso urgente, por exemplo, basta pegar emprestado o aparelho do irmão, da namorada ou da “dona faxina” – desde que compatível com a sua operadora –, trocar o chip pelo seu e um abraço.
O lado ruim da história é que essa versatilidade favorece os amigos do alheio – que podem simplesmente substituir o SIM CARD e utilizar ou comercializar tranquilamente o produto do roubo. E como nem os modelos mais modestos escapam da bandidagem de plantão, convém substituir o PIN (Personal Identification Number) original por uma senha personalizada que deverá ser digitada durante a inicialização e/ou após um período de ociosidade pré-definido (a maneira de fazer esses ajustes varia conforme a marca e o modelo do telefoninho; consulte seu manual ou, na falta dele, o suporte técnico da sua operadora).
Observação: O SIM CARD será bloqueado caso você (ou alguém) erre a senha por 3 vezes consecutivas. A liberação será feita somente com a inserção do PUK (PIN Unlock Key) – código de 8 dígitos igualmente fornecido pela operadora –, que também deixará de funcionar se for digitado incorretamente por 10 vezes consecutivas.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
4 comentários:
Bom dia Fernando querido!
Pois é preciso aprender a cuidar
eu mesma dessas coisas que fala hoje aqui no seu blog, pois fico sempre deixando
outros mexerem e eu só aprendo se eu
fizer.
Grata pela dica.
Bjns entre sonhos e delírios
olá Fernando
De acordo com as pesquisas o primeiro SIM Card foi apresentado ao mundo na década de 80. Com a vantagem de ter um mecanismo para gravar o número do telefone, que não precisava mais ser memorizado no aparelho, o produto era um pequeno cartão magnético portátil.
Pouco tempo depois, foi apresentada ao mercado a tecnologia móvel GSM, com sinal e canal de voz digitais e SIM Card padronizado na forma de um “chip” eletrônico (Smart Card).
Oi, Cátia.
Não por isso, meu bem. Ademais, se me permite dizer, você tem razão. Parafraseando o velho Vandré, "quem sabe faz a hora, não espera acontecer".
Beijo grande e até mais ler.
Oi, Kleber.
Valeu pela complementação, amigão.
No Brasil, o "pouco tempo depois" não foi "tão pouco assim", mas a tecnologia GSM está aí, facilitando sobremaneira a vida dos usuários.
Abraços e até a próxima, meu caro.
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