quarta-feira, 31 de agosto de 2016

GOOGLE CHROMIUM???


DESCONFIO MUITO DOS VEEMENTES. VIA DE REGRA, O SUJEITO QUE ESBRAVEJA ESTÁ A UM MILÍMETRO DO ERRO E DA OBTUSIDADE.

O browser foi um dos grandes responsáveis pela popularização da Internet entre “usuários comuns”. As versões para Unix surgiram em 1991, mas o Nestcape Navigator, lançado em 1994, foi o pioneiro na exibição de textos e imagens postadas em websites ― e a ele se deve a consagração da expressão “navegar” como sinônimo de acessar páginas da Web (aliás, é recomendável dizer “navegar na Web”, já que a Internet é uma rede física de computadores, e a Web, sua porção multimídia).

O Navigator reinou absoluto até 1997, quando, depois da acirrada disputa que durou anos e ficou conhecida como Guerra dos Browsers, foi desbancado pelo Microsoft Internet Explorer. Todavia, como não há mal que sempre dure ou bem que nunca termine, o navegador da Gigante do Software acabou destronado pelo Chrome ― e não pelo Firefox, como seria de se esperar, até porque o navegador da Mozilla era seu principal concorrente ―, lançado em 2008. Em maio de 2012, os dois programas alcançaram 32% da preferência dos internautas do mundo inteiro, mas, enquanto o IE declinava, o programa do Google seguia em franca ascensão: pelas estimativas do StatCounter GlobalStats, ele fechou o primeiro semestre de 2016 com 57,89% de participação nesse segmento de mercado, contra 14,16% do Firefox e 10,71% do Internet Explorer. 

O que muita gente não sabe é que o Chrome não é o único navegador do Google. O Chromium ― cujo símbolo é igual ao do irmão mais famoso, só que na cor azul ―, costuma ser confundido com PUPs (sigla em inglês para programas potencialmente indesejados, categoria em que se incluem os spywares, os adwares e outras pragas afins), pois costuma ser instalado sub-repticiamente, ou seja, “de carona” com outros aplicativos baixados da Web. Mas na verdade ele é uma versão de código aberto do Chrome (que, a despeito de ser gratuito, é um software “proprietário”; para saber mais sobre essa questão, acesse esta postagem).

Em suma, o “navegador azul” é utilizado pelo Projeto Chromium como uma espécie de “versão beta” do Chrome, destinada a testar novas funções, recursos e outros aprimoramentos que, mais adiante, são incorporados ao “navegador colorido”. Isso faz com que ele seja propenso a bugs e instabilidades, devendo, portanto, ser usado com cautela, ou então removido do sistema, caso você não o tenha adicionado voluntariamente a partir da página oficial do projeto, mas sim recebido “de brinde” ao descarregar algum aplicativo de um site de terceiros.

A desinstalação é feita da maneira convencional, via Painel de Controle (no Windows 10, dê um clique direito sobre o botão que convoca o menu Iniciar, na extremidade esquerda da barra de tarefas, e então selecione Painel de Controle > Programas > Programas e recursos, localize o app em questão e siga as instruções na tela), mas é mais seguro recorrer a uma ferramenta dedicada ― como o Revo Uninstaller ou o IObit Uninstaller ―, para eliminar resíduos do programa desinstalado que a ferramenta nativa do sistema costuma deixar para trás.

Era isso, pessoal. Abraços e até mais ler.


2 comentários:

Martha disse...

Oi Fernando
Eu nunca tive o prazer de ver o bicho de perto..rsrsrs
Já conhecia mas confesso que esqueci até o momento presente.. rsrsrs
Acho o Chrome muito eficiente. Ele é o melhor, na minha opinião. Já testei outros há muitos anos atrás mas quando ele surgiu...foi amor à primeira vista!rsrsrs
Eu gosto muito do Opera mas o problema, como sempre, é a incompatibilidade em algumas páginas e aí não dá...
Bjs e obrigada sempre!!!

Fernando Melis disse...

Oi, Martha.
Também gosto do Chrome, que uso em parceria com o Firefox (padrão). Mas mantenho o IE e o Edge, just in case, e o Avast SafeZone para acesso ao net banking.
Beijos, obrigado eu e até mais.