quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

AINDA SOBRE O TECLADO

Quando eu completei 12 anos, meu pai me deu uma Caloi Berlineta cor de cereja (dobrável, com farol a pilha e rádio AM – um must para a época), um livro chamado DATILOGRAFIA SEM MESTRE (não me recordo o autor nem a editora) e uma REMINGTON portátil da década de 20, na qual ele havia aprendido a datilografar.
Depois da escola, eu só podia sair com a bicicleta se enchesse 20 páginas com a lição do dia (em espaço 1). Era um saco, até porque o velho conferia a tarefa, que, aliás, nem podia ter marcas de borracha.
A bicicleta foi furtada meses depois, mas a máquina de escrever me acompanhou até ser aposentada pelo meu 286 movido a Windows 3.0 (com direito a impressora matricial e o escambau), onde, graças ao meu finado pai, eu “cato milho” com os dez dedos numa velocidade bastante razoável (embora conheça gente que faz tempos bem melhores usando somente dois dedos).
Reminiscências à parte, supondo que você não esteja satisfeito com sua agilidade no teclado, clique aqui, aqui, e aqui. Esses sites oferecem cursos online gratuitos, com exercícios simples, mas eficazes, e até jogos que prometem aprimorar seu desempenho. Vale a pena conferir.

Abraços e até amanhã - quando o expediente será normal, a despeito do aniversário de São Paulo, que é feriado municipal aqui pelas nossas bandas.
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