quinta-feira, 5 de julho de 2018

OUTRAS DICAS SOBRE SEGURANÇA ONLINE (FINAL)


O IMPREVISTO PODE TER VOTO DECISIVO NA ASSEMBLEIA DOS ACONTECIMENTOS.

Evitar redes Wi-Fi públicas é fundamental, sobretudo quando se vai realizar uma compra virtual ou efetuar uma transação bancária. Isso não é novidade para quem acompanha minhas despretensiosas postagens, mas nossa audiência é rotativa e o que abunda não excede. Dito isso, é bom lembrar que, se a única opção disponível for uma rede pública, vale a pena usar uma VPN (sigla para rede virtual privada em inglês), que criptografa os dados e evita que os cibercriminosos os utilizem em suas maracutaias. Há serviços de VPN pagos e gratuitos, conforme a gente viu nesta postagem. Os primeiros oferecem mais recursos e maior segurança, sendo mais indicadas, portanto, para quem navega regularmente usando redes Wi-Fi públicas.

Apagar o histórico de navegação — ou configurar o browser para fazê-lo automaticamente sempre que você fechar o aplicativo — pode não aprimorar sua segurança, mas evita que alguém que tenha acesso ao computador bisbilhote os sites por onde você navegou (um colega de trabalho ou um familiar, por exemplo). O que ajuda — embora também não seja um remédio para todos os males — é instalar um bloqueador de anúncios (confira detalhes nesta postagem), já que o malvertisement (disseminação de códigos maliciosos através de propagandas) vem se tornando uma prática cada vez mais popular.

Com o advento das redes móveis (3G/4G), os smartphones e tablets se tornaram uma alternativa “portátil de verdade” aos desktops e notebooks. O Android não é necessariamente menos seguro que o iOS, mas é a plataforma mais popular (80% dos smartphones a utilizam no Brasil) e, consequentemente, mas visada pelos cibercriminosos. O Google disponibiliza regularmente atualizações e correções para bugs e brechas de segurança do sistema, mas cabe ao usuário manter seu dispositivo up to date.

Nunca é demais lembrar que a maioria das infecções, em dispositivos móveis, decorre da instalação de apps contaminados. Baixar os programinhas da loja oficial do Google ajuda, mas não garante 100% de proteção (só no ano passado, a empresa removeu 700 mil aplicativos maliciosos da Play Store). Nesse aspecto, o sistema da Apple proporciona maior segurança, já que a empresa realiza análises individualizadas de cada app publicado. Outro problema é que diversos fabricantes de smartphones e tablets não distribuem as versões mais recentes do Android — sobretudo em seus produtos de entrada de linha —, e isso faz com que milhões de aparelhos continuem rodando versões antigas e vulneráveis do sistema, o que aumenta o risco de ciberataques.

Por último, mas não menos importante, não deixe de instalar uma suíte de segurança no aparelho que você utiliza para navegar na Web, seja ele um PC de mesa, um note, um smartphone ou um tablet. Essa ferramenta não só bloqueia malwares, como também oferece diversos recursos adicionais, alguns dos quais podem ser bastante úteis. 

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